Ana,
A ter sido o Boss o autor desta bela obra, claro que merece referência. Mas também poderias explicar ao teu sócio João Pinto e Castro que não é bonito responder a um post onde o nome dele era explicitamente mencionado e lincado com uma treta de «Certas almas caridosas». A falta de maneiras, ainda por cima para defender idiotices, como era o caso, não fica bem a ninguém. Aqui ou no Jugular. (Nota que este recado não te visa, naturalmente.)
Anda com azar. Não foi daí que tirei as imagens da Anita, nem sequer conheço esse «site».
Mas já estou habituado a que venha às minhas caixas de comentários para me chamar à atenção.
Já agora, fiz-lhe a vontade e pus o «link» do blogue de onde tirei as imagens. As minhas desculpas ao Pares de Três.
Francamente, estou-me nas tintas para o JPC. E não me parece que mereça indignações a propósito de coisa alguma. Só lamento que esta história da Anita te mereça um reparo e nada digas quanto à postura do teu “sócio”.
Ainda por cima, Ana Matos Pires, o recado vem de alguém que raramente indica o local de onde tirou imagens e desenhos para os seus «posts». Até parece má vontade.
Sócios tenho no Frágil, Luís, em mais lado nenhum.
Nunca sem razão, Ricardo, ou estou a ser desonesta? Quanto à história do recado, está o Ricardo a referir-se ao Luís? É que foi ele quem mandou o recado, eu vim aqui de viva voz. E má vontade porquê? As aparências iludem.
Nesse sentido, então, já foste meu “sócio” e sabes bem que nunca falei por ti nem me meti nas tuas picardias – nem tu nas minhas, diga-se em abono da verdade -, não precisas que falem por ti. Mantenho a mesma postura.
Ana,
Só mais uma precisão: não te pedi para transmitires coisa nenhuma ao JPC. Apenas te solicitei uma opinião tua, já que surgiste aqui a defender com algum zelo (e com razão, aliás) a ética blogueira. Não a queres dar; tudo bem.
A questão não é se tem ou não razão nas suas chamadas de atenção – e tem tido razão, Ana Matos Pires. A questão é que, perante qualquer falha da minha parte, pumba!, lá aparece a chamar-me a atenção. O «link» que deixou foi o primeiro de muitos.
Neste caso concreto, eu sou um novato nisto da blogosfera, mas o que vejo é que quase nunca se cita o sítio de onde se tiram fotos, desenhos e demais ilustrações. Está errado, não me custa a admitir, mas parece-me que o mal é generalizado. Bem ou mal, provavelmente mal, tenho feito aquilo que me parece ser a regra.
Não Luís, não me pediste opinião, disseste-me que poderia “explicar ao (meu) sócio João Pinto e Castro que não é bonito responder a um post onde o nome dele era explicitamente mencionado e lincado com uma treta de «Certas almas caridosas»”. Se me tivesses pedido opinião ter-te-ia dito que não tinha opinião porque não tinha lido o post a que te referias.
Encontre um em que me tenha armado em “mete nojo”, Ricardo, e provará a sua aparente insinuação de postura persecutória da minha parte. Só sublinhei o Boss neste caso pq a ideia da adulteração das “Anitas” tinha partido dele.
E agora que te peço, explicita e inequivocamente, podes dar uma tal opinião (partindo do princípio que já tiveste tempo para ler os posts em questão), ou não?
Agora que me pedes vou ler e logo te darei a minha opinião, mas desde já te digo que nunca por contraposição ao que me fez deixar o primeiro comentário neste post.
«Mete nojo»? Claro que não, nunca disse isso.
Quanto à Anita, chegou-me por mail, com um link para o blogue Pares de Três. Nem conhecia o tal Boss que, pelos vistos, é o autor da brincadeira.
Luís,
O post do JPCastro que referes não é uma resposta exclusiva para ti. Acho que o João, propositadamente, não te “linkou” e que tal opção tem um significado, é uma forma “agressiva” de linguagem não verbal – já por ti usada, de resto, noutros contextos e com outras pessoas.
Ricardo,
“Mete nojo” é uma expressão, não a entenda em sentido literal.
Ricardo, teria sido elegante linkar o Boss do Renas e Veados, acho eu de que.
A Anita Em Epoca de Carnaval
Ana,
A ter sido o Boss o autor desta bela obra, claro que merece referência. Mas também poderias explicar ao teu sócio João Pinto e Castro que não é bonito responder a um post onde o nome dele era explicitamente mencionado e lincado com uma treta de «Certas almas caridosas». A falta de maneiras, ainda por cima para defender idiotices, como era o caso, não fica bem a ninguém. Aqui ou no Jugular. (Nota que este recado não te visa, naturalmente.)
(fechei, sem querer, a cx de comentários, não sei se ficou alguma coisa, se me repetir apaguem o anterior, pf)
Luís,
Claro que não me senti visada e, como não sou de levar e trazer recados, sugiro que te indignes directamente com o João Pinto Castro. Quanto à “Anita” aqui fica o link http://renaseveados.blogspot.com/search?q=anita+%2B+atrevida
Anda com azar. Não foi daí que tirei as imagens da Anita, nem sequer conheço esse «site».
Mas já estou habituado a que venha às minhas caixas de comentários para me chamar à atenção.
Já agora, fiz-lhe a vontade e pus o «link» do blogue de onde tirei as imagens. As minhas desculpas ao Pares de Três.
Ana,
Francamente, estou-me nas tintas para o JPC. E não me parece que mereça indignações a propósito de coisa alguma. Só lamento que esta história da Anita te mereça um reparo e nada digas quanto à postura do teu “sócio”.
Ainda por cima, Ana Matos Pires, o recado vem de alguém que raramente indica o local de onde tirou imagens e desenhos para os seus «posts». Até parece má vontade.
Sócios tenho no Frágil, Luís, em mais lado nenhum.
Nunca sem razão, Ricardo, ou estou a ser desonesta? Quanto à história do recado, está o Ricardo a referir-se ao Luís? É que foi ele quem mandou o recado, eu vim aqui de viva voz. E má vontade porquê? As aparências iludem.
Isso é desconversar, Ana. Por alguma razão apus aspas à palavra. Como reparaste, claro.
Nesse sentido, então, já foste meu “sócio” e sabes bem que nunca falei por ti nem me meti nas tuas picardias – nem tu nas minhas, diga-se em abono da verdade -, não precisas que falem por ti. Mantenho a mesma postura.
Já que aqui estou, Ricardo Santos Pinto, aproveito e deixo o link de para uma caixa de comentários onde lhe “chamei a atenção” para que releia o que me respondeu http://5dias.net/2009/01/02/o-ano-de-2008-atraves-do-olhar-do-%C2%AB5-dias%C2%BB-ou-uma-homenagem-a-todos-os-autores-e-comentadores-que-por-aqui-passaram-no-ultimo-ano-i-janeiro-a-marco/#comments
Ana,
Só mais uma precisão: não te pedi para transmitires coisa nenhuma ao JPC. Apenas te solicitei uma opinião tua, já que surgiste aqui a defender com algum zelo (e com razão, aliás) a ética blogueira. Não a queres dar; tudo bem.
A questão não é se tem ou não razão nas suas chamadas de atenção – e tem tido razão, Ana Matos Pires. A questão é que, perante qualquer falha da minha parte, pumba!, lá aparece a chamar-me a atenção. O «link» que deixou foi o primeiro de muitos.
Neste caso concreto, eu sou um novato nisto da blogosfera, mas o que vejo é que quase nunca se cita o sítio de onde se tiram fotos, desenhos e demais ilustrações. Está errado, não me custa a admitir, mas parece-me que o mal é generalizado. Bem ou mal, provavelmente mal, tenho feito aquilo que me parece ser a regra.
Não Luís, não me pediste opinião, disseste-me que poderia “explicar ao (meu) sócio João Pinto e Castro que não é bonito responder a um post onde o nome dele era explicitamente mencionado e lincado com uma treta de «Certas almas caridosas»”. Se me tivesses pedido opinião ter-te-ia dito que não tinha opinião porque não tinha lido o post a que te referias.
Encontre um em que me tenha armado em “mete nojo”, Ricardo, e provará a sua aparente insinuação de postura persecutória da minha parte. Só sublinhei o Boss neste caso pq a ideia da adulteração das “Anitas” tinha partido dele.
E agora que te peço, explicita e inequivocamente, podes dar uma tal opinião (partindo do princípio que já tiveste tempo para ler os posts em questão), ou não?
Agora que me pedes vou ler e logo te darei a minha opinião, mas desde já te digo que nunca por contraposição ao que me fez deixar o primeiro comentário neste post.
«Mete nojo»? Claro que não, nunca disse isso.
Quanto à Anita, chegou-me por mail, com um link para o blogue Pares de Três. Nem conhecia o tal Boss que, pelos vistos, é o autor da brincadeira.
Luís,
O post do JPCastro que referes não é uma resposta exclusiva para ti. Acho que o João, propositadamente, não te “linkou” e que tal opção tem um significado, é uma forma “agressiva” de linguagem não verbal – já por ti usada, de resto, noutros contextos e com outras pessoas.
Ricardo,
“Mete nojo” é uma expressão, não a entenda em sentido literal.