Livros da Anita: Uma bela recordação da nossa infância


Retirado de http://paresdetres.blogspot.com/2008/11/anita.html

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

17 respostas a Livros da Anita: Uma bela recordação da nossa infância

  1. Ricardo, teria sido elegante linkar o Boss do Renas e Veados, acho eu de que.

  2. A Anita Em Epoca de Carnaval 🙂

  3. Luis Rainha diz:

    Ana,
    A ter sido o Boss o autor desta bela obra, claro que merece referência. Mas também poderias explicar ao teu sócio João Pinto e Castro que não é bonito responder a um post onde o nome dele era explicitamente mencionado e lincado com uma treta de «Certas almas caridosas». A falta de maneiras, ainda por cima para defender idiotices, como era o caso, não fica bem a ninguém. Aqui ou no Jugular. (Nota que este recado não te visa, naturalmente.)

  4. (fechei, sem querer, a cx de comentários, não sei se ficou alguma coisa, se me repetir apaguem o anterior, pf)

    Luís,
    Claro que não me senti visada e, como não sou de levar e trazer recados, sugiro que te indignes directamente com o João Pinto Castro. Quanto à “Anita” aqui fica o link http://renaseveados.blogspot.com/search?q=anita+%2B+atrevida

    • Ricardo Santos Pinto diz:

      Anda com azar. Não foi daí que tirei as imagens da Anita, nem sequer conheço esse «site».
      Mas já estou habituado a que venha às minhas caixas de comentários para me chamar à atenção.
      Já agora, fiz-lhe a vontade e pus o «link» do blogue de onde tirei as imagens. As minhas desculpas ao Pares de Três.

  5. Luis Rainha diz:

    Ana,

    Francamente, estou-me nas tintas para o JPC. E não me parece que mereça indignações a propósito de coisa alguma. Só lamento que esta história da Anita te mereça um reparo e nada digas quanto à postura do teu “sócio”.

    • Ricardo Santos Pinto diz:

      Ainda por cima, Ana Matos Pires, o recado vem de alguém que raramente indica o local de onde tirou imagens e desenhos para os seus «posts». Até parece má vontade.

  6. Sócios tenho no Frágil, Luís, em mais lado nenhum.

    Nunca sem razão, Ricardo, ou estou a ser desonesta? Quanto à história do recado, está o Ricardo a referir-se ao Luís? É que foi ele quem mandou o recado, eu vim aqui de viva voz. E má vontade porquê? As aparências iludem.

  7. Luis Rainha diz:

    Isso é desconversar, Ana. Por alguma razão apus aspas à palavra. Como reparaste, claro.

  8. Nesse sentido, então, já foste meu “sócio” e sabes bem que nunca falei por ti nem me meti nas tuas picardias – nem tu nas minhas, diga-se em abono da verdade -, não precisas que falem por ti. Mantenho a mesma postura.

    Já que aqui estou, Ricardo Santos Pinto, aproveito e deixo o link de para uma caixa de comentários onde lhe “chamei a atenção” para que releia o que me respondeu http://5dias.net/2009/01/02/o-ano-de-2008-atraves-do-olhar-do-%C2%AB5-dias%C2%BB-ou-uma-homenagem-a-todos-os-autores-e-comentadores-que-por-aqui-passaram-no-ultimo-ano-i-janeiro-a-marco/#comments

  9. Luis Rainha diz:

    Ana,
    Só mais uma precisão: não te pedi para transmitires coisa nenhuma ao JPC. Apenas te solicitei uma opinião tua, já que surgiste aqui a defender com algum zelo (e com razão, aliás) a ética blogueira. Não a queres dar; tudo bem.

    • Ricardo Santos Pinto diz:

      A questão não é se tem ou não razão nas suas chamadas de atenção – e tem tido razão, Ana Matos Pires. A questão é que, perante qualquer falha da minha parte, pumba!, lá aparece a chamar-me a atenção. O «link» que deixou foi o primeiro de muitos.
      Neste caso concreto, eu sou um novato nisto da blogosfera, mas o que vejo é que quase nunca se cita o sítio de onde se tiram fotos, desenhos e demais ilustrações. Está errado, não me custa a admitir, mas parece-me que o mal é generalizado. Bem ou mal, provavelmente mal, tenho feito aquilo que me parece ser a regra.

  10. Não Luís, não me pediste opinião, disseste-me que poderia “explicar ao (meu) sócio João Pinto e Castro que não é bonito responder a um post onde o nome dele era explicitamente mencionado e lincado com uma treta de «Certas almas caridosas»”. Se me tivesses pedido opinião ter-te-ia dito que não tinha opinião porque não tinha lido o post a que te referias.

    Encontre um em que me tenha armado em “mete nojo”, Ricardo, e provará a sua aparente insinuação de postura persecutória da minha parte. Só sublinhei o Boss neste caso pq a ideia da adulteração das “Anitas” tinha partido dele.

  11. Luis Rainha diz:

    E agora que te peço, explicita e inequivocamente, podes dar uma tal opinião (partindo do princípio que já tiveste tempo para ler os posts em questão), ou não?

  12. Agora que me pedes vou ler e logo te darei a minha opinião, mas desde já te digo que nunca por contraposição ao que me fez deixar o primeiro comentário neste post.

    • Ricardo Santos Pinto diz:

      «Mete nojo»? Claro que não, nunca disse isso.
      Quanto à Anita, chegou-me por mail, com um link para o blogue Pares de Três. Nem conhecia o tal Boss que, pelos vistos, é o autor da brincadeira.

  13. Luís,
    O post do JPCastro que referes não é uma resposta exclusiva para ti. Acho que o João, propositadamente, não te “linkou” e que tal opção tem um significado, é uma forma “agressiva” de linguagem não verbal – já por ti usada, de resto, noutros contextos e com outras pessoas.

    Ricardo,
    “Mete nojo” é uma expressão, não a entenda em sentido literal.

Os comentários estão fechados.