“MAMAN” – porque é que em relação a J Sócrates está sempre “tudo esclarecido”?

“MAMAN”, de LOUISE BOURGEOIS (em Londres). 1999
O presidente da Câmara da Guarda (PS) recusou hoje enviar para a Inspecção-Geral de Administração do Território (IGAT) o relatório da comissão interna sobre licenciamento de projectos assinados por José Sócrates nos anos 80, por considerar que “está tudo esclarecido”.

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5 respostas a “MAMAN” – porque é que em relação a J Sócrates está sempre “tudo esclarecido”?

  1. almajecta diz:

    genial carlos, vidal. A maman e o culto mariano em boneco como fundamento da acção de massas. Aí vem o desalinho e a contestação, força nos jacobino-blanquistas.

  2. Carlos Vidal diz:

    É para já Grande Alma. Vê como a névoa londrina faz destacar as patas daquele animal gigantesco.
    “Tentáculos” negros, os da Louise.

  3. almajecta diz:

    pois pois, tanto tentáculo em invenção quotidiana, já provocou a ida do teu bom amigo á caixinha do mal nº5 onde arrebanhou com espontaneidade, autenticidade e a boa da verdade mais umas quantidades massivas de almas em identificação.
    Como sou mui p’la palavra e respectivo ser lá metido dentro, constato nas flamulas as seguintes siglas: UBS, UBS e Nemésis.

  4. Claro, com aquelas casinhas tão feinhas…

  5. almajecta diz:

    “Acorda, meu filho. Estás a ver aquela casa ali no fim da rua? Aquela casa é um pensatório de sofistas. Lá moram homens que falam do céu, querendo convencer-nos que o céu é uma tampa de um forno e que nós somos os carvões. Se lhe der-mos algum dinheiro, são capazes de nos ensinar a vencer nos discursos, nas causas justas e injustas. São pensadores meditabundos, gente de bem! Ó se são! Por favor, meu filho, esquece um pouco as corridas de cavalos e junta-te a eles. Torna-te um deles. Dizem que os raciocínios são dois, o forte, seja ele qual for, e o fraco. Afirmam que o segundo raciocínio, isto é, o fraco, através do discurso, pode vencer nas causas mais injustas. Ora, querido filho, se aprenderes este raciocínio injusto, não pagarei um óbolo a ninguém do dinheiro que estou a dever por tua culpa!”
    As Nuvens, Aristófanes

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