
“MAMAN”, de LOUISE BOURGEOIS (em Paris).
-redução de deduções fiscais do IRS para os “ricos”
- a igreja católica “comprou” uma guerra ao PS/Sócrates por causa dos casamentos homossexuais (que o mesmo PS chumbou no parlamento)
ADENDA (23:49): «Como trunfo eleitoral, na mouche!», escreve Vital Moreira, sobre a primeira proposta. SEM COMENTÁRIOS, digo eu.




Esta imagem é actual? tem piada; vi esta escultura em Havana, no largo ao fim da calle Neptuno, vai para dois anos.
Que fixe! Parece que o regime anticapitalista e anti-imperialista de Fidel se colocou avantgard em relação a Paris,
pelo menos no que respeita a aranhas, agora que se perfila no horizonte a adesão à Nato pelo actual regime pró-Sionista francês
Travestiu-se de Hugo Chavez agora que as eleições estão aí. Não tarda muito temos o ASS a propor a sua reeleição até ao ano 2044.
No debate de hoje foi-lhe perguntado por uma deputada dos verdes porque é que ele espera para implementar a primeira medida, ao que ele respondeu que primeiro os portugueses tinha de validar esta promessa após as eleições. Se a medida em si é de uma demagogia a toda a prova, a resposta é genial : não decido porque primeiro quero saber o que os portugueses pensam.
A segunda é simplesmente hipócrita. É preciso topete. Prometer para ano o que se recusou há um mês. Extraordinárias são também as vozes (o vidal sabe de quem estou a falar), que se levantam indignadas com a posição da igreja católica, primeiro porque esta não disse nada, agora porque começa a espernear. Caladinhas no entanto, quanto à imposição da disciplina de voto, que inviabilizou o projecto do BE.
Ponha-se a pau vidal que o homem virou mesmo à esquerda, desafogando o meu flanco.
maman carlos, maman aquela dose mortal no campo de batalha com o Enver Hoxa do ISCTE, um lixo de luxo, ora bem.
só espero que a teia de sócrates seja limpa pelas mulheres e homens-a-dias (leia-se povo) deste país.
só espero que a teia de sócrates seja limpa pelas mulheres e homens-a-dias (leia-se povo) deste país.
chumbou e agora num acto de modernidade prepara-se para aprovar.
Ante o que se passou esta tarde no Parlamento, a pergunta que se impõe é a seguinte:
-Até quando vai o País aguentar uma coisa destas?
Ou, por outras palavras:
-Como é que podemos continuar a permitir na chefia do Governo alguém que manifestamente não está bem?
O Sócrates vai deduzir no IRS a massa que meteu no BPN e no BPP? É que são os mesmos!
Como diria a Bourgeois, os tipos “maman”, nós vemos e as sondagens (o que não interessa nada, mas até se calhar interessa alguma coisa) dão-lhe vitória folgada. Alegre está calado, o partido dito socialista vai de vento em popa, apesar do flanco blogosférico deles ser obtuso que nem uma porta.
Veremos, mas que o homem é “moderno”, é.
Indigno aquilo que o miguel aqui refere (mas aquela agremiação socratista há muito que deixou de ter classificação, para mim): aplicar a redução das deduções fiscais só depois das eleições, uma promessa, portanto.
moderno e modernísta, muito pela sofistaría o nosso cardeal patriarca, e tu especialista em cristianismo primitivo a papar p’la mão da maman doutrinas mundanas, carnais e horrorosas.
Este também está triunfal e atentativamente a passar-se.
Não me leve a mal, mas a sua obsessão anti-José Socrates começa a parecer inquietantemente doentia, e está a vulgarizar a sua veia artística.
Ó Grande Alma, esse, que tu dizes (não digo quem), deve estar a passar-se para o abismo, Deus (nos) ouça.
M. Loureiro, a arte liga-se à doença, e não estou a brincar com palavras: a arte é uma doença do real, ou uma doença «de» real (também não é uma doença qualquer, é apenas uma finalidade sem fim, como diz o outro, o filósofo de Konigsberg).
O astro malígno da adenda das 23:49 sem perdão nem remissão.
Falta dilucidar aí ao grande vice-rei do norte que arquitectura de qualidade ou sem ela, não é arte, por vias da finalidade, e do tal espacito racional a habitar e habitado. A parte da engenharia é ciência e tecnologia e o resto é beleza aderente incluindo os truques e ideais à priori tipo essencialismus etc e tal.
Ó alma, você que costuma estar tão bem, ainda que grande parte das vezes não se perceba pevide (será vc um canalha como diria o seu amigo breton?). Com que então arquitectura não é arte, por via da finalidade? Mero ornamentação a cobrir cimento e tijolo? Se me vir na rua, fuja, que sou capaz de lhe atirar com uma viga agá 220.
tem Dias caro Miguel, isto do destinado à noyer le poisson bate-me amiúde na confusão hexagonal da indiferença á notoriedade post moderna. Tenho reparado nessa viga bem como no contraplacado marítimo com seu verniz, o pano, o plano, a luz zenital e tal, tudo muito sem escala, proporção nem dimensão que se veja. Aquela ideia do anti monumental muito humano, demasiado humano a redundar em rodriguinho do portugal dos anões. Vidé nova estação ferroviária do Cais do Sodré.
Ainda não cheguei á parte do Ícaro, mas os livros cá de casa sobre o assunto têm escrito na capa: Arte e Arquitectura. Prometo arrancá-las para não ofender o amigo.
Não me ofende, deixe lá os livros em paz que ficam muito bem na estante. Já agora como os organiza, analiticamente (temas e ordem alfabética), ou esteticamente (cores, tamanhos e formatos)?
É que nunca me consigo decidir se ponho os livros de história de arte no agá, no à de arte, no à de arquitectura ou no é de escultura.
Outra pergunta, se não o maço. Você ainda é do tempo em que havia nas Belas Artes uma coisa chamada conjugação das três artes? Eu não por isso, o amigo é capaz de ter razão, atendendo aos dias que correm, arquitectura foi, mas já não é.
Quanto ao contraplacado com verniz ja não uso. O meu verniz estala muito e parto logo para ameaças tão descabidas como inconsequentes. Que o digam os meus clientes (os dois que me restam).
Quanto aquilo do canalha, foi o breton, não fui eu.
(não há nada como atirar a pedra e esconder a mão).
Por quem sois. É um prazer, já foi tempo de decisões, já foi. Desenhar? nem no Chiado, ou na Ajuda, quanto mais no Porto.
Sou muito pelo jardim há! Inglesa conjugando os tempos como sei e posso graças a Deus.
As facilidades de pesquisa documental dependentes do grau de tratamento descrito ou referênciado está aqui segundo a Classificação Decimal Universal de 0 a 9, desportos, divertimentos e arte vai tudo pró 7.
Aborrecido o tipo de Konigsberg, vivia num apartamento mais na agremiação sem ter tempo para saír à rua para comer bifes.
vai também um beijo aqui da Ana Plácida.