
Como trabalhador que sou, faço um apelo. Que todos estejam presentes na mega-manifestação organizada em Lisboa pela CGTP e prevista para o dia 13 de Março. Contra as políticas deste Governo, foram mais de 200 mil da última vez. Daqui a um mês, serão certamente muitos mais.
Façamo-los tremer. Malhemos neles.
E já que eles gostam de excessos de linguagem, como o ministro Pigmeu acaba de confirmar, que os manifestantes massacrem o que resta deles. Que lhes partam a espinha. Que executem os chacais. E no final, que os metam num caixão, que os desçam para uma cova, que lhes espetem uma cruz e que rezem por eles. «Ita missa est / Amen.»




Você, realmente, é muito estúpido.
Está na hora de guardar as pratas…
Não percebi essa de guardar as pratas, JP.
Absolutamente de acordo, Ricardo.
A propósito, o dito latino correcto é “Ite, missa est”, ou seja, em tradução livre, “Ide, a missa terminou”.
Obrigado, Bué da Fixe.
Uma parte do que escrevi no «post» é de uma música do Sérgio Godinho, «Eh meu irmão (ou uma canção do medo)». E, na letra que aparece em vários «sites» na internet, está «ita missa est», daí o erro.
Ricardo, é um comentário que às vezes se faz em alturas de grande agitação social. Quando a revolução está na rua, os ricos tratam de guardar as pratas.
Com tanta valentia, cheira-me que trabalhas para o Estado e não tens o teu emprego em perigo. Não faz mal. A gente continua a pagar para que possas continuar a ser valente e a poderes ir a todas as manifs…
A inveja é uma coisa muito feia…