Uma espécie de pidezeca do Largo do Rato

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Continuando os comentários de Luís Rainha e Ricardo Santos Pinto, em baixo, a um texto Jugular da jornalista Câncio sobre uma coluna de opinião de Mário Crespo, hoje no JN, afigura-se-me o seguinte:

Quem e o que é que representa ou julga representar a jornalista Câncio no PS? E representa o que representa enquanto «jornalista»? É procuradora-geral dessa agremiação para calar jornalistas dissonantes?
Quem é que esta espécie de pidezeca julga que é para querer silenciar os seus colegas?
Fala e trabalha em nome de quê e de quem? Duma caderneta profissional dada por uma brigada celestial justicialista? Que ética profissional tem uma personagem destas para, com este nível, atacar um texto de OPINIÃO frontal, claramente contrário à situação pantanosa em que vivemos suspensos neste pequeno país? Porque é que esta pessoa quer proibir que se ataque o primeiro-ministro e o seu governo? Ela faz isto no «Diário de Notícias», este execrável exercício de censura, ou só faz isto no blogue Jugular que comanda como um rebanho? Que diz Mário Crespo para choque da jornalista Câncio? Leia-se outra vez o texto corajoso de Mário Crespo, sff. E atenção que é uma coluna de OPINIÃO! Que a jornalista Câncio gostaria de calar.

Ler uma, duas e três vezes, se possível. Tantas quantas as vezes que aqui, no 5dias, o comentámos.

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19 respostas a Uma espécie de pidezeca do Largo do Rato

  1. Analisa o texto, CV.
    “que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês.”, porexemplo. Vá.
    ………………
    Quando é que mostras os teus quadros? Isso é que é IMPORTANTE.
    N te enerves, qq dia tens um AVC … vá. Vai lá ver no meu blog como é que um passarinho vai à pesca. É fixe.

  2. tric diz:

    “Quem e o que é que representa ou julga representar a jornalista Câncio no PS? E representa o que representa enquanto «jornalista»? É procuradora-geral dessa agremiação para calar jornalistas dissonantes?
    Quem é que esta espécie de pidezeca julga que é para querer silenciar os seus colegas?”

    *****

  3. Maria diz:

    Estou a tentar aceder ao texto do Mário Crespo, mas nada, niente. Será que podiam colocá-lo aqui?

    Obrigada.

  4. fernando antolin diz:

    Então mas não é tudo uma negra cabala e o MCrespo um “nabo”,”abjecto” e outros mimos?? Então nem quero pensar se a coisa fosse séria…

  5. Carlos Vidal diz:

    Cara Maria

    Os meus dois links estão operacionais. Se clikar num deles chega ao texto.
    Os outros links, de Luís Rainha e de Ricardo Santos Pinto, também estão activos, activíssimos.
    Tente que está tudo operacional.

  6. Maria Bolacha diz:

    Lápis azul para f.
    Já.

    (e já agora um Prontuário de Língua Portuguesa. A ver se ela aprende de vez a colocar maiúsculas, pontos e virgulas no sítio certo)

  7. eu diz:

    Vamos lá ver: a FC não está em condições de se pronunciar, enquanto jornalista, sobre nada que respeite a este Governo. E por uma simples razão: é parte e”jornalista… não é notícia”.
    Não sejamos ingénuos. Em não sei quantos anos de política activa, a jornalista e PM sempre evitaram ser fotografados juntos. De repende, há uma série de meios de comunicação social (cor de rosa) que os apanham por aí e ela já dá entreveistas e por aí fora.
    Lembram-se do beijo do Guterres à mulher que foi previamente anunciado aos jornalistas? MAis do mesmo, ou seja, pura manipulação das massas.

  8. Antes de mais os meus parabens pelo blog, mto bom!

    Estao interessados em trocar links? por favor enviem-me mail!

    Cumprimentos

  9. A. Laurens diz:

    Este blog já teve muito melhores dias. Não comprei o Expresso e online nada encontro sobe Dias Loureiro. Alguém sabe?

  10. Há muito perdi o respeito intelectual pela Fernanda Câncio (e ela ralada). Por isso, não me espanta absolutamente nada.

    Sobre o “problema de base”, aconselho a consulta de informação sobre a obra “Eres lo que lees” de Habacuc. É lapidar. O google ajuda.

  11. Façamos de conta que o 5 Dias se passou com um artigo de “Faz de conta”. Por que não ?

  12. Oh Carlos Vidal… um pouco de razoabilidade não lhe fazia mal.

  13. Pedro diz:

    Sou jornalista e partilho da revolta de quem vê essa fulana decidir quem é e quem não é jornalista, quem é que pode publicar textos de opinião e quem não pode (ela pode, claro, já percebemos). Mais ainda, enoja-me o facto de se responder a um artigo de opinião com um mero ataque pessoal (é difícil negar o conteúdo do texto, compreendo). É muito, muito baixo. Fosse também baixo o seu salário e talvez se evitasse uns quantos despedimentos no DN.

  14. Zé Saloio diz:

    A Fernanzola é um produto muito português: a beata.

  15. Helena Costa diz:

    Razoabilidade? Porque não a exigem antes a essa espécie de jornalista que não é mais que uma descarada porta-voz do Governo? É razoável comparar o seu querido Sócrates a Dreyfus? É razoável defender SEMPRE o governo, sejam quais forem as circunstâncias, como o caso da polémica avaliação dos professores? Deveriam tirar a carteira profissional a essa pseudo jornalista, por motivos de incapacidade notória de isenção.

  16. jlcr diz:

    Sr CV: você é um escarro como jornalista. Você é um mal educado. Você é um miserável comuna. Você é um abjecto fascista.
    Gostou?
    Eu não gostei de ter escrito isto. Sabe porquê? Porque convivo muito bem com ideias diferentes das minhas, e respeito os outros, mesmo quando não gosto deles.
    Trate-se.

  17. almajecta diz:

    frente a estas questões e a possíveis engulhos correspondentes, penso ser importante assumir um desafio mais profundo e apaixonadamente mais importante para a pastoral. Trata-se de assumir como companheira do ser e da sua vida, mas sobretudo enquanto companheira preocupada, por imperativo evangélico, com a mais autêntica humanidade do ser apaixonado. Em realidade, toda a paixão e toda a evangelização não podem demitir-se da sua responsabilidade pela humanidade, da qual fazem parte e para a qual existem, em atitude de vigilância constante para que o ser não perca de vista a sua mais profunda e autêntica vocação.

  18. Carlos Vidal diz:

    Vejo também aqui muitos comentários concordantes. Fico satisfeito.
    Apenas faria uma correcção: caro jlcr, não sou jornalista. Mal educado e comuna, talvez, fascista creio que não.

  19. Maria Bolacha diz:

    jlcr

    podia explicar aqui ao povinho como é que é possível ser-se comuna e fascista ao mesmo tempo?

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