Bem que podiam, lá no Vaticano, olhar para as próprias mãos

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Tanta mão assassina que por aí anda, pronta a carregar em gatilhos, interruptores, êmbolos de seringas. Tudo letal, tudo previsto e prescrito pela lei. Tudo transformado em coisa mais ou menos corriqueira. Que a ICAR prefira andar a rasgar as vestes em público a propósito do drama de um pai que, ao fim de 17 anos de tortura, vai por fim conseguir deixar de ter uma sua filha feita cadáver alimentado por máquinas, eis algo de notável. Isto quando a discussão podia ser já a propósito da eutanásia activa, que impossibilitaria dúvidas terríveis como esta.

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