Sejamos justos

Para a procuradora Cândida Almeida vai ser fácil terminar o processo antes das eleições. Para ela o processo nunca começou. Há uns meses, dizia ao Diário de Notícias, que não estava nenhum político envolvido no caso Freeport. Antes do Ministério Público ter chegado a qualquer conclusão, já as eventuais conclusões estavam sinalizadas. É o que se chama uma investigação muito bem amestrada. Era interessante que o Procurador Geral da República e a responsável do DCIAP dedicassem tanta energia na investigação, como dedicam às idas à televisão para desviarem quaisquer suspeitas acerca do primeiro-ministro, José Sócrates. Não seria melhor para o primeiro-ministro que a investigação fosse credível e fosse até ao fim? Não seria isto a única garantia que desejaria um inocente?

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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2 respostas a Sejamos justos

  1. eh ehe ehe Y ele levantar o segredo bancário ??? Tás Choné???,né!! Ainda explodia um vulcão de Freeport’s … y depois como era?

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