Hoje é dia de greve “interprofissional” em França. As reivindicações sindicais são: defesa dos serviços públicos, defesa dos empregos e poder de compra. Ainda é cedo para fazer o balanço da greve mas a primeira impressão é que mesmo sendo uma greve menos dura que a de Outubro (especialmente nos transportes públicos) a afirmação de Sarkozy que afirmou recentemente “a partir de agora quando houver uma greve em França ninguém dará por isso” está desmentida.
Nas profissões que mais nos tocam directamente: perturbações no metro, entre 50% e 75% a funcionar, perturbações nos comboios, uma das linhas parisienses (B) fechada e grandes perturbações no ensino, universidades fechadas grande número de professores ausentes no primário e secundário.
Sem surpresa a esquerda aplaude a greve o centro compreende e a direita critica. O partido governamental (UMP) oscila entre o discurso paternalista: numa situação de crise é preciso a unidade nacional e as ameaças de criar uma pena de proibição de exercer actividade sindical.



