Can You Really Break Your Penis?

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O título deste meu post é uma homenagem ao execrável Jugular.
Trata-se do assunto do último post do “Jugular” (até às 17:13 de hoje), mais concretamente de uma menção a texto de uma revista científica (feita pela cientista-Sokal lá do sítio) e a um disco com este título. É nestes dias que se vê a têmpera e a força daquela gente. Inquebrantáveis, prudentes, silenciosos.
Para já, ainda estão na fase regressiva contra uma coisa que morreu há quase vinte anos, o pós-moderno (e eu já não me lembrava desta palavra). Quanto ao presente, nada.

Silêncio absoluto.

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20 respostas a Can You Really Break Your Penis?

  1. Luis Rainha diz:

    Palpita-me que talvez tenha morrido o “pós-modernismo”. Agora o “pós-moderno”… isso já não é tão claro.

  2. Carlos Vidal diz:

    Acho que nos enganámos, Luís: nem o pós-moderno, nem o pós-modernismo morreram: ainda subsistem com vitalidade na obra do mais conhecido arquitecto de Rapoulas e Valhelhas.

  3. almajecta diz:

    This Daily Show piece reminds me of Arthur C. Clarke’s three “laws” of prediction (namely #3):
    When a distinguished but elderly scientist states that something is possible, he is almost certainly right. When he states that something is impossible, he is very probably wrong.
    The only way of discovering the limits of the possible is to venture a little way past them into the impossible.
    Any sufficiently advanced technology is indistinguishable from magic. Boa Viagem.

  4. almajecta diz:

    E já agora . Em que pensa a gulosa?

  5. SilêncioAbsoluto diz:

    A patroa do blog anda a jantar à pala com patrão da nação (sócio gerente com manias). Os pupilos da senhora patroa não podem falar do senhor engenheiro sob pena de ficarm de castigo virados para a parede.

    Quando o reinado do senhor engenheiro acabar vamos cá estar todos para ver, avaliar e reclamar a isenção jornalistica que é exigida a essa senhora. Agora não. Agora não se pode falar disso.É tabu e com direito a rolar muitas cabeças. Afinal o gajo é o PM. Sobrinho do tio. Primo do filho do irmão da sua querida mãe.

  6. Carlos Vidal diz:

    Alma, a gulosa pensa numa casa em Valhelhas.
    (ou será antes em Versalhes?)

  7. miguel dias diz:

    A sua achega mais abaixo para além de curiosa é boa. Uma boa achega. E uma achega faz sempre falta, sobretudo com este tempo frio aqui do Norte. Não arranja uma ao Alma, para ele não se constipar na horta?
    Confesso que estive a jugular um bocado, o oitavo dos pecados, por uma questão de ginástica como você diria. E de táctica, enquanto os entretenho, o amigo e o Alma, também amigo se ele permitir, dedicam-se a coisas mais importantes. Assim quando for mais noite, encontro o blog mais quentinho.
    Entretanto, uma pergunta ao Alma, quando se trata de Dá que dá, ele usa copy paste ou dedilha?

  8. Carlos Vidal diz:

    Ó miguel, o jugular está em blackout desde as 4 da tarde mais ou menos. Aquilo parou ou acabou. O silêncio é de ouro, a táctica incerta, mas boa de certeza.
    Mas vamos ao Alma – o Alma não se deixa levar por nada, nem pelo meu “master” Alain B., nem pelo Dá que Dá.
    Nele tudo é artesanal, o homem nem computador tem.
    E nunca completou o nome Derrida – era o que faltava. Para ele, este será sempre o nosso amigo Dá que Dá. E está bem. Desconstruir o “dar” ou a “dádiva” é isso mesmo: é dar que dar, não é dar.
    Nada é simples, quer para o Alma, quer para o Dá que Dá (mas não diga isto aos jugulares – eles até vão deixar de existir: um dia vão).

  9. miguel dias diz:

    Mas o que é que se passa?
    Está avariado? Tanto cientista para nada. Casa de fedelho, espelho de pão.
    Ou não pagaram a conta? Se for este o caso o Vidal faça aí uma colecta entre os 5dienses e diga-me para onde posso enviar a minha modeste contribuição.
    A malta é leninista mas não quer silenciar ninguém. Só quando puder encostar os meninos a uma parede em frente a um pelotão de fuzilamento.

  10. HelderEga diz:

    Dasse!… Vou pirar-me daqui ou ainda vou também ensandecer. Parece que é contagioso!

  11. Carlos Vidal diz:

    Caro miguel
    Os jugulares estão reunidos desde as 16h.
    O mote é de Lenine, estão a passar-se para o nosso lado: concretamente, o mote é: Que fazer?

  12. miguel dias diz:

    Estou a ver.
    Esperar ou agir?
    Ir ali? voltar?
    Para frente ou para a direita?
    Esquerda ou para trás?
    Ser ou ser-se?
    Uma pergunta, quem serão os mencheviques?

  13. Carlos Vidal diz:

    Não há mencheviques em Portugal.
    Só coisas piores.

  14. burns diz:

    lol
    no jugular penso que ainda nao recuperaram do choque , aguardam instruçoes
    no camara corporativa ha um misto de lavagem e de patetice tentando misturar a investigaçao inglesa com eleiçoes em portugal
    em nenhum se diz peremptoriamente que é mentira
    vai dar gozo esta semana

  15. m diz:

    Vá , não seja mau. Devem estar a contar os mortos e os feridos.

  16. almajecta diz:

    Atchim! estou com uma carraspana, foi do vento no Senhor da Pedra lá em Miramar, ou talvez da pimenta e do limão dos filetes de pescada.
    A sofrer com as manualidades aplicadas e os cosa mentale já com tudo na cabeça. Ó Carlos, publicas-me isto ou pintas-me aquilo acoli dos engenheiros de primeira em grande escala?
    E aquela do dá-me muito gozo riscar a luz vinda da direita, zenital e tal e ter um 20v. com o Raminhos na reforma de 32? Ao que consta quase toda a malta trabalhava para o vinte, não foram apenas os do grupo dos quatro 20’s, foram muitos mais.
    Não é então verdade que colar e cortar são um evento conceptual? como ia dizendo, no deserto da irrealidade quotidiana, as almas mais atoleimadas vindas ao mesmo tempo do positivismo lógico e do pensamento de Russell, idolatram o aluno do grande SC preferindo interessar-se pelos enunciados da linguagem congelando todas as descobertas e progressão das ciências ditas duras. Isto pode causar imensas dificuldades pois o Cantor tambem lá anda. Já estou melhor, com uma colher de mel da califórnia ou do da austrália a coisa melhora e também posso passar por internacional.

  17. Carlos Vidal diz:

    Ó Grande Alma, acabei mesmo agora de entrar no capítulo da “colagem” no pequeno texto
    http://5dias.net/2009/01/26/ja-agora-expliquem-me-isto-com-uma-colagem-talvez-o-jugular-que-ressuscitou-de-um-merecido-coma-profundo/
    Lembras-te sempre das coisas a horas.
    As melhoras.

  18. m diz:

    a alma é palerma. e mostra que está lixada. não se comenta coisas que não estão lá para comentar. eu também acho que arte é para disfrutar e falar muito sobre ela retira metade do prazer a quem a quer apenas gozar ( evidente que duplica o prazer a quem a quer discutir). mas aqui não se fala de arte , fala-se de vitimas de terramotos. e vitimas são vitimas. dignas de caridade , mais nada.

  19. almajecta diz:

    Ó Carlos, com efeito!
    É verdade ou não que anda aqui um home preocupado com as vítimas da fome, com a narrativa e históricidade do pós-moderno, com Lenine mais do que Jesus, com a arquitontura da Granja-Vigo e sua funcionalidade ao serviço do nosso povo, com vistas largas no castelo do queijo e nas amoreiras, representante do mesmo,
    e depois acontece isto?
    Um enginheiiiro hidráulico de olhos azuis a marcar território em jornaleirismo político. Para concluir,
    viva a investigação antropológica do ensaio sobre o Don.

  20. almajecta diz:

    Mais ensaio sobre o Don, desta feita via Eduardo Lourenço, “nave de Pedra em mar de serranias, a Guarda parece começar a baloiçar-se na visão do universo atingível, parecendo ter começado a movimentar-se pelas energias insitas “ab initio” no âmago dos seu “tellus”, energias que timoneiros já atentos adregam de captar e direccionar para novo rumo”.
    Se a reconstituição mais ou menos conseguida – com imensas falhas, defeitos e, aceita-se, com erros! – conseguir tocar as mentes e as mãos dos que manobram o leme, já desinfectas de modorras secularmente costumeiras e já sadiamente testadas na pedra filosofal do progresso pluridinâmico e pluridireccional, dou-se por satisfeito e bem pago.

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