A propósito de Jaime Isidoro

isidoro 

No «post» anterior, achei por bem assinalar a morte de Jaime Isidoro, embora nada mais tenha dito sobre o tema. Por manifesta falta de tempo, mas também porque a arte não é propriamente a minha especialidade.

Conheci Jaime Isidoro em Vila Nova de Cerveira, onde todos os anos passava férias com a família. Era apenas um miúdo. Numa das Bienais de Arte que organizou, apresentei-me e falei um pouco com ele acerca do Porto, a sua terra-natal e a que ele mais amava, a par da vila minhota. Ao lado, estava também  José Rodrigues, outro artista de mão-cheia, um dos muitos que o Porto ainda tem.

Para além de ter sido fundador da Bienal de Cerveira, penso que se deve destacar também o papel que teve na Galeria Dominguez Alvarez, por onde passaram alguns dos mais conceituados artistas portugueses.

Era esta a visão pessoal que queria deixar de Jaime Isidoro. Quanto à sua arte, reservo-a para os especialistas.

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