Pensamento Crítico Contemporâneo

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A 2ª edição do Curso de Pensamento Crítico contemporâneo, tal como a primeira, esgotou as inscrições possíveis para o curso como um todo, mas existe a possibilidade de assistir a cada uma das sessões em separado. Fica aqui o programa das três sessões que faltam. A última, como podem constatar, é muito cá da casa. Apareçam.

Fábrica de Braço de Prata
Aos Sábados, das 16h às 19h
Inscrições: cursopcc@nullgmail.com
ORGANIZAÇÃO: UNIPOP e NÚMENA

Tomando como eixo um amplo conjunto de autores contemporâneos e as correntes e sensibilidades que os atravessam, este seminário pretende mapear algumas das principais problemáticas que hoje desafiam um pensamento crítico. Desenrolando-se ao  sábado, o seminário decorrerá num lugar privilegiado na cidade de Lisboa: a Fábrica de Braço de Prata.Em cada sábado serão abordados dois autores. Na primeira parte de cada sessão serão apresentadas duas comunicações, que estão a cargo de um conjunto de convidados que vai da Filosofia ao Jornalismo, passando pela História, a Antropologia, a Sociologia, os Estudos Literários e a Musicologia. Na segunda parte haverá oportunidade para debate entre todos os participantes no seminário.O seminário tem um objectivo introdutório e destina-se ao público em geral, dispensando qualquer tipo de formação académica prévia. Serão disponibilizados materiais de leitura que permitirão uma melhor preparação das sessões e materiais de leitura para que cada pessoa possa posteriormente aprofundar o seu conhecimento sobre os autores e os temas tratados no seminário. A moderação das sessões estará a cargo dos coordenadores do seminário.

PREÇO POR SESSÃO: 4€

 

24 JAN
Chomsky e/ou Feyerabend por Rui Tavares
Cornelius Castoriadis por Miguel Serras Pereira

31 JAN
Gilles Deleuze por Nuno Nabais
Theodor W. Adorno por João Pedro Cachopo

7 FEV
Slavoj Zizek por Nuno Ramos de Almeida
Alain Badiou por Bruno Peixe

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10 respostas a Pensamento Crítico Contemporâneo

  1. João diz:

    Os senhores não se importam de disponibilizar os masteriais (ainda que por um qualquer preço) a quem não pode estar pela capital. e que tal a disponibilização dos vídeos aqui pelo 5dias.

  2. Sim subscrevo o que disse o outro João. Chibem-se aos vídeos !

  3. Raquel diz:

    A petulância desta comunalha nunca deixa de me espantar.
    Adorno por x
    Deleuze por y

    Como se fosse possível.

    E que tal:

    A matematização da Ontologia no pensamento de Badiou, por x

    O rizoma na literatura de Beckett…

  4. Ó Raquel, acalme-se mulher. Tanta bilis. Tanta raiva. Alguém lhe fez mal, foi?

  5. M. Abrantes diz:

    Subscrevo o que dizem os joões. A propósito vou fazer circular uma petição para que o tgv passe em Bragança, ali junto aos correios.

  6. Raquel diz:

    Afinal o bilis e a biologia são relevantes à interpretação do humano.

    Ó Galambinha, esta sua moralidade de bidé não me comove, lamento dizer-lhe. Ninguém me fez mal algum. Esteja descansadito. É maldade expôr as mentiradas de pessoas como o Sr.?

    Não sei porquê mas fico com a impressão de que o Sr. Galamba gostaria de regressar ao 5dias.

  7. Raquel diz:

    Poderão usá-lo para atrair os potenciais cristãos de esquerda e, quiçá, converte-los às verdades cientificas que inspiram a comunalha que por aqui pulula.

  8. Raquel diz:

    Vocês são mais previsiveis do que a lua.

  9. Carlos Vidal diz:

    Querida Raquel, o que se passa, sente-se bem? Faça um post com uma foto sua para eu perceber se posso ajudá-la. Não um post, enfim, um comentário com uma foto. Vá lá, não seja só rufia.
    Quer o meu endereço de e-mail?

  10. Bruno Peixe diz:

    Amigos, vídeos? Quais vídeos? Não é que a ideia já não nos tenha passsado pela cabeça, mas por enquanto ainda não foi materializada. Vai haver outras edições do curso, noutras cidades. Se conseguirmos reunir as condições materiais, filmaremos e divulgaremos.
    A Raquel tenta reforçar os seu desprezo cínico e altivo com referências eruditas aos autores do curso, tentanto evidenciar algum conhecimento dos mesmos. Acontece que basta uma pequena busca na net, e alguns conhecimentos de café acerca dos autores que refere, para escrever o que escreveu, Raquel. Vá lá, mais um esfoço se quer ser verdadeiramente crítica.

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