O embaixador de Espanha anda por aí a servir de caixeiro-viajante ao TGV. Garantindo que a coisa será uma espécie de cimento para aumentar a «coesão territorial». No reino dos nossos vizinhos, há quem queira exorcizar precisamente essa ideia de coesão; agora com um tiro na nuca de um empresário. Para a ETA, o TGV é um «projecto destruidor» a ser impedido à bomba e a baldes de sangue (dos outros), com «execuções» de quem quer que se atreva a apoiar esse projecto do demo fascista de Madrid. Os terroristas pedem um levantamento popular no País Basco, contra o TGV. Não me parece que tal venha a acontecer; ao contrário de mais atentados, claro está.




Acho que vais ser mais uma vítima do comando idália
Assino por baixo, Luís Rainha (pelo menos desta vez