Biblioteca de Lisboa, a urgência dos ajustes directos ou crónicas do país relativo

João Soares invocando urgência para não haver discussão ou concurso público, nomeou por ajuste directo quem deveria projectar a nova Biblioteca de Lisboa. Santana, deu-lhe gás, fez avançar o projecto, e deu-o a conhecer como mais uma das “suas obras”. Agora, os vereadores do PS, chamam-lhe de “megabiblioteca” e, sem dar cavaco aos cidadãos e aos projectistas, dizem que a Câmara desistiu de fazer o projecto.

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