Domingo em Paris

mãos
Por que raio é que prescindo de um dos raros dias da semana em que posso ficar na cama de manhã para acabar com as mãos neste estado? Tudo isto após um treino específico de 3 semanas que inclui sessões de ergómetro de mais de 1h30 e manhãs a remar com zero graus ou debaixo de chuva.

Ás sete da manhã de um domingo chuvoso em Paris com as ruas desertas estava eu à saída de uma estação de metro à espera de outros loucos como eu para fazermos 40 km de carro até uma terra chamada Coudray-Monceaux, à beira do Sena, para remar 25 km debaixo de chuva e contra o vento. Apesar do desconforto, das bolhas nas mãos, do frio e do cansaço o desafio pessoal e a dinâmica de grupo transformam o remo num verdadeiro prazer.

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Uma resposta a Domingo em Paris

  1. Elisabete diz:

    Oi PF!
    Não fosse a camisola vitoriosa e eu diria que tinhas estagiado na horta do vizinho com uma “sachola” entre mãos!
    É caso para dizer … “quem rema por gosto … não cansa”!
    Mas sabes que mais… eu faria exactamente a mesma coisa que tu porque o cansaço do exercício físico é por demais gostoso!
    Um beijo, Elisabete.

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