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	<title>Comentários em: Sobre os concursos públicos</title>
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		<title>Por: Tiago Mota Saraiva</title>
		<link>http://5dias.net/2009/01/12/sobre-os-concursos-publicos/comment-page-1/#comment-81330</link>
		<dc:creator>Tiago Mota Saraiva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 16:10:03 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Ant.º das Neves Castanho, nem me atreveria a fazer essa comparação...
Seria fantástico, todos a 350 km/h para dinamizar a economia! Olhe como isto está, só se algum dirigente do PS já tiver acumulado muitas multas e queira um perdão. Mas a sua ideia é capaz de ter pernas para andar... Não sei se Dias Loureiro, por andar sem cinto, alguma vez foi multado. E todos sabemos como Sócrates é seu amigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ant.º das Neves Castanho, nem me atreveria a fazer essa comparação&#8230;<br />
Seria fantástico, todos a 350 km/h para dinamizar a economia! Olhe como isto está, só se algum dirigente do PS já tiver acumulado muitas multas e queira um perdão. Mas a sua ideia é capaz de ter pernas para andar&#8230; Não sei se Dias Loureiro, por andar sem cinto, alguma vez foi multado. E todos sabemos como Sócrates é seu amigo.</p>
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		<title>Por: Ant.º das Neves Castanho</title>
		<link>http://5dias.net/2009/01/12/sobre-os-concursos-publicos/comment-page-1/#comment-81321</link>
		<dc:creator>Ant.º das Neves Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 14:19:49 +0000</pubDate>
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		<description>Acabar com os concursos públicos (e com as respectivas garantias de um mínimo de rigor e de moralidade na contratação pública) é comparável a acabar, por exemplo, com... as multas de trânsito: se já se provou que não impedem os acidentes, nem os atropelamentos, nem as infracções ao Código da Estrada, então a sua abolição seria um passo muito positivo e realista, nos tempos de crise, no sentido duma urgente reposição do poder de compra dos portugueses (infractores) e equivalente, em termos macro-económicos, a uma descida de impostos, tão benéfica para o relançamento do consumo interno!


    Como se vê, discutir assim é uma perfeita patetice...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acabar com os concursos públicos (e com as respectivas garantias de um mínimo de rigor e de moralidade na contratação pública) é comparável a acabar, por exemplo, com&#8230; as multas de trânsito: se já se provou que não impedem os acidentes, nem os atropelamentos, nem as infracções ao Código da Estrada, então a sua abolição seria um passo muito positivo e realista, nos tempos de crise, no sentido duma urgente reposição do poder de compra dos portugueses (infractores) e equivalente, em termos macro-económicos, a uma descida de impostos, tão benéfica para o relançamento do consumo interno!</p>
<p>    Como se vê, discutir assim é uma perfeita patetice&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: cinco dias &#187; Ainda (e sempre) os Concursos Públicos</title>
		<link>http://5dias.net/2009/01/12/sobre-os-concursos-publicos/comment-page-1/#comment-81277</link>
		<dc:creator>cinco dias &#187; Ainda (e sempre) os Concursos Públicos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 08:27:56 +0000</pubDate>
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		<description>[...] o Paulo Querido rebate alguns dos argumentos que ontem aqui coloquei, e que foram enriquecidos nos comentários pelo Miguel Dias. Não duvido que há júris que podem servir de capa para um ajuste directo, que podem não ser [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] o Paulo Querido rebate alguns dos argumentos que ontem aqui coloquei, e que foram enriquecidos nos comentários pelo Miguel Dias. Não duvido que há júris que podem servir de capa para um ajuste directo, que podem não ser [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Dias</title>
		<link>http://5dias.net/2009/01/12/sobre-os-concursos-publicos/comment-page-1/#comment-81257</link>
		<dc:creator>Miguel Dias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 01:38:55 +0000</pubDate>
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		<description>Eis o que escrevi no site do Paulo Querido:
&quot;
Como teve a amabilidade de rebater um comentário meu , ainda para mais longe daqui, não poderia deixar de lhe retribuir.
Ora rebatamos o seu rebatimento.
1- E como é que eu faço para entrar no mercado. -qualifico-me, invisto, abro a porta e espero que o telefone toque? Ou tenho oportunidade de ir a jogo? Repare que isto é particularmente sensível quando se trata de concursos de concepção. E repare também, que se a encomenda pública é a fatia de leão do mercado, arrisco-me a não ter trabalho porque me impedem de ir a jogo.
2-adiante.
3-adiante, também.
4-Quem não percebe sou eu. É evidente que se pode dizer de tudo e mais alguma, mas o facto é que em  concurso a proposta ( num casos técnica, noutros preços) deverá ser anónima. Só após ponderar estas valências é que se deve entrar em conta com outros factores como o currículo, recursos humanos e estrutura financeira, que naturalmente não permitem o anonimato, e cuja importância relativa deverá ser menor.

O Churchill de facto não pega sempre, mas olhe que aqui o cai que nem uma luva.&quot;

O Tiago encarregar-se-á da parte que lhe cabe.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eis o que escrevi no site do Paulo Querido:<br />
&#8221;<br />
Como teve a amabilidade de rebater um comentário meu , ainda para mais longe daqui, não poderia deixar de lhe retribuir.<br />
Ora rebatamos o seu rebatimento.<br />
1- E como é que eu faço para entrar no mercado. -qualifico-me, invisto, abro a porta e espero que o telefone toque? Ou tenho oportunidade de ir a jogo? Repare que isto é particularmente sensível quando se trata de concursos de concepção. E repare também, que se a encomenda pública é a fatia de leão do mercado, arrisco-me a não ter trabalho porque me impedem de ir a jogo.<br />
2-adiante.<br />
3-adiante, também.<br />
4-Quem não percebe sou eu. É evidente que se pode dizer de tudo e mais alguma, mas o facto é que em  concurso a proposta ( num casos técnica, noutros preços) deverá ser anónima. Só após ponderar estas valências é que se deve entrar em conta com outros factores como o currículo, recursos humanos e estrutura financeira, que naturalmente não permitem o anonimato, e cuja importância relativa deverá ser menor.</p>
<p>O Churchill de facto não pega sempre, mas olhe que aqui o cai que nem uma luva.&#8221;</p>
<p>O Tiago encarregar-se-á da parte que lhe cabe.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/01/12/sobre-os-concursos-publicos/comment-page-1/#comment-81247</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 00:03:41 +0000</pubDate>
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		<description>Nas obras públicas, enquanto quem lança o concurso é tambem quem paga e quem decide, haverá sempre batota.Seria bem melhor que a decisão resultasse de um processo negocial e que ,à posteriori, cada um assumisse as suas responsabilidades.Mas seria necessário que as estruturas da administração pública não tivessem os conluios com a Comunicação social que lhes permite passar incólume em todas as &quot;notícias&quot; e que o Magistério Público funcionasse.E o tribunal de Contas e...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nas obras públicas, enquanto quem lança o concurso é tambem quem paga e quem decide, haverá sempre batota.Seria bem melhor que a decisão resultasse de um processo negocial e que ,à posteriori, cada um assumisse as suas responsabilidades.Mas seria necessário que as estruturas da administração pública não tivessem os conluios com a Comunicação social que lhes permite passar incólume em todas as &#8220;notícias&#8221; e que o Magistério Público funcionasse.E o tribunal de Contas e&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ainda os concursos e adjudicações &#124; Paulo Querido, em Certamente!</title>
		<link>http://5dias.net/2009/01/12/sobre-os-concursos-publicos/comment-page-1/#comment-81237</link>
		<dc:creator>Ainda os concursos e adjudicações &#124; Paulo Querido, em Certamente!</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 22:59:43 +0000</pubDate>
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		<description>[...] 5 dias, Tiago Mota Saraiva rebate de forma rápida (sobre os concursos públicos) alguns pontos do meu anterior artigo sobre Concursos e adjudicações. Não esperava ter levantado [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] 5 dias, Tiago Mota Saraiva rebate de forma rápida (sobre os concursos públicos) alguns pontos do meu anterior artigo sobre Concursos e adjudicações. Não esperava ter levantado [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Nuno</title>
		<link>http://5dias.net/2009/01/12/sobre-os-concursos-publicos/comment-page-1/#comment-81231</link>
		<dc:creator>Nuno</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 22:40:08 +0000</pubDate>
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		<description>PM:A Democracia não se faz por ajuste directo.
Pm:Em Portugal emprego, trabalho e justiça são feitos por ajuste directo.

C:Em Portugal não há Democracia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PM:A Democracia não se faz por ajuste directo.<br />
Pm:Em Portugal emprego, trabalho e justiça são feitos por ajuste directo.</p>
<p>C:Em Portugal não há Democracia.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Dias</title>
		<link>http://5dias.net/2009/01/12/sobre-os-concursos-publicos/comment-page-1/#comment-81221</link>
		<dc:creator>Miguel Dias</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 21:02:38 +0000</pubDate>
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		<description>Certeiro.
Acrescentaria, também rapidamente, os seguintes pontos, e reportando-me apenas ao sector das obras públicas e os concursos de concepção, na medida em que os serviços envolve alguma complexidade dada a diversidade de situações
1- 
Quem é que é escolhido para o processo negocial que o Paulo Querido refere. Todas (as empresas que possuem alvará para o referido montante), algumas (quantas), uma.
2- 
Num processo negocial que envolve múltiplos concorrentes, a melhor maneira de proceder é por leilão fechado e sucessivo. Isto é, a entidade vai negociando com os concorrentes as condições , e procedendo por eliminação, sem que nenhum dos concorrentes saiba o que é negociado com o outro. Isto esbarra obviamente com a questão da celeridade do processo, argumento central desta medida.
3- 
A cartelização e o gambão só podem ser detectados à posteriori e acontece quer seja no formato de concurso quer no formato de ajuste directo. Os potenciais concorrentes podem definir sempre entre si a margens mínimas relativamente ao preço base ou concertarem a distribuição do bolo.
4-
O nepotismo, o compradio e a corrupção tem  porta aberta. A entidade promotora não só é presa fácil para todo tipo de pressões como é ela própria instrumento para essas pressões.

Para acabar, e parafraseando o Churchill, o actual regime pode ser mau. Mas é o menos mau.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Certeiro.<br />
Acrescentaria, também rapidamente, os seguintes pontos, e reportando-me apenas ao sector das obras públicas e os concursos de concepção, na medida em que os serviços envolve alguma complexidade dada a diversidade de situações<br />
1-<br />
Quem é que é escolhido para o processo negocial que o Paulo Querido refere. Todas (as empresas que possuem alvará para o referido montante), algumas (quantas), uma.<br />
2-<br />
Num processo negocial que envolve múltiplos concorrentes, a melhor maneira de proceder é por leilão fechado e sucessivo. Isto é, a entidade vai negociando com os concorrentes as condições , e procedendo por eliminação, sem que nenhum dos concorrentes saiba o que é negociado com o outro. Isto esbarra obviamente com a questão da celeridade do processo, argumento central desta medida.<br />
3-<br />
A cartelização e o gambão só podem ser detectados à posteriori e acontece quer seja no formato de concurso quer no formato de ajuste directo. Os potenciais concorrentes podem definir sempre entre si a margens mínimas relativamente ao preço base ou concertarem a distribuição do bolo.<br />
4-<br />
O nepotismo, o compradio e a corrupção tem  porta aberta. A entidade promotora não só é presa fácil para todo tipo de pressões como é ela própria instrumento para essas pressões.</p>
<p>Para acabar, e parafraseando o Churchill, o actual regime pode ser mau. Mas é o menos mau.</p>
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