Israel: a lista da matança – para estudar e indexar

The King David Massacre
The Massacre at Baldat al-Shaikh
YEHIDA MASSACRE
KHISAS MASSACRE
QAZAZA MASSACRE
The Semiramis Hotel Massacre
The Massacre at Dair Yasin
NASER AL-DIN MASSACRE
THE TANTURA MASSACRE
BEIT DARAS MASSACRE
THE DAHMASH MOSQUE MASSACRE
DAWAYMA MASSACRE
HOULA MASSACRE
SHARAFAT MASSACRE
Salha Massacre
The Massacre at Qibya
KAFR QASEM MASSACRE
Khan Yunis Massacre
The Massacre in Gaza City
AL-SAMMOU’ MASSACRE
Aitharoun Massacre
Kawnin Massacre
Hanin Massacre
Bint Jbeil Massacre
Abbasieh Massacre 
Adloun Massacre
Saida Massacre
Fakhani Massacre
Beirut Massacre

Sabra And Shatila Massacre
Jibsheet Massacre
Sohmor Massacre
Seer Al Garbiah
Maaraka Massacres
Zrariah Massacre
Homeen Al-Tahta Massacre
Jibaa Massacre
Yohmor Massacre
Tiri massacre
Al-Naher Al-Bared Massacre
Ain Al-Hillwee Massacre
OYON QARA MASSACRE
Siddiqine Massacre
AL-AQSA MOSQUE MASSACRE
THE IBRAHIMI MOSQUE MASSACRE
THE JABALIA MASSACRE
Aramta Massacre
ERETZ CHECKPOINT MASSACRE
Deir Al-Zahrani Massacre
Nabatiyeh (school bus)  Massacre
Mnsuriah Massacre
The Sohmor Second Massacre
Nabatyaih Massacre
Qana Massacre
Trqumia Massacr
Janta Massacre
24 Of June 1999 Massacres 
Western Bekaa villages Massacre:

Atenção que todos estes eventos estão linkados (NOTA: terá de clickar apenas aqui e não no nome do evento) e contêm informação detalhada. Que o Range-o-Dente contraponha. Que o Fiel Inimigo contraponha com o seu “campo de tiro”. Força, bravos.

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23 respostas a Israel: a lista da matança – para estudar e indexar

  1. Pacóvio diz:

    Os links foram inseridos incorrectamente, vão dar ao que parece ser uma pag dentro da area e administração do blog.
    Espero que consiga rectificar o lapso em breve.

  2. Carlos Vidal diz:

    Tem razão, os links vão dar ao blogue, mas se clickar na palavra “linkados” (junto à minha “NOTA”) aparecem-lhe as informações relativas aos eventos, um a um, em textos extensamente detalhados.

  3. Carlos Vidal diz:

    Caro comentador Pacóvio, a ligação de cada evento quando clickado ao interior (administração) do blogue está corrigida. Não era lá muito curial nem interessante. Os eventos estão indexados e podem ser estudados como lhe disse, um a um e em detalhe; é em “linkados” que deve clickar, se faz favor. Não pude fazer melhor, mas creio que não há nisso qualquer inconveniente, até porque o site que os enumera é o mesmo. Grato.

  4. Falta o Sansão ( da Dalila), o Herói Judeu Suicida.
    “Sansão morreu na solidão. Afastado do seu povo. É o nosso herói mitológico.
    Deixai-me morrer com os palestinos. Se o suicidio é permitido.
    Vingança sobre a Palestina. Vingança.Vingança.Vingança.Vingança.Vingança.Vingança.Vingança.Vingança.Vingança. Vingança em nome de Deus, o homem da Barba Cinzenta ( voz rock adolescente)” Excerto de falas do Documentario Avenge But One of My Two Eyes de Avi Mograbi, (transposto para o Coro).

  5. Carlos Vidal diz:

    De Puta Madre, Sansão, Sansão ………….. só o do Rembrandt.
    Conheces?
    Não cabe na caixa de comentários.

  6. Amigo CV, que o ranger de dentes gaste a dentadura até chegar às gengivas e se desfaça em dores já que tanto gosta de ranger os dentes.

    Sem querer ser mais lúcido do que outros nesta matéria, do que tenho lido e constatado, tiro a ideia de que a direita israelita nunca aceitará um estado Palestiniano independente, quando muito uma espécie de bantustões, razão porque mataram Rabin e porque quiseram anular Arafat bombardeando o seu dormitório, dizendo que não era um interlocutor válido; porquê se o tinha sido com Rabin?
    A solução invejável seria ” um estado dois povos”; esta sim seria a solução digna para todos e quando digo todos digo o mundo todo, porque todo o mundo supervisionaria essa realidade;

    mas se não poder ser esta ao menos dois estados independentes e com condições de existirem, o que também todo o mundo concordaria.

    Como a extrema direita israelita nunca deixará que isso aconteça( tomara que estivesse enganado para bem do povo israelita), não quero ser de mau agouro mas a longo prazo muita coisa pode acontecer ao estado de Israel, porque Israel pode ganhar várias batalhas mas não as ganhará eternamente, basta para isso que o equilíbrio de forças mundial mude.
    Quem lançou o povo palestiniano nas mãos do Hamas foi a intransigência da extrema direita israelita na criação de uma Nação Palestina com condições de Estado, não é preciso ser muito esperto para perceber isso!

    Parece que há para aí gente que deseja que o povo palestiniano desapareça!…

  7. Nik diz:

    Sim, eles já cometeram muitos crimes. Mas onde estão os actos de terrorismo dos palestinianos que emparelham com esses aí de cima? É uma série interminável de vinganças recíprocas. Porque é que tenta passar a ideia de que os massacres são só de um lado? Não sabe ou não quer saber?

  8. Se vamos falar do ataque ao Hotel King David (interessante que o ataque à potência colonial britânica por judeus seja terrorismo e que outros ataques de outros povos aos europeus nas décadas seguintes sejam actos de libertação), por que não contrapôr todos os actos de terrorismo islâmico, não só em Israel, mas também na Europa, nos Estados Unidos, no Médio Oriente em Geral, em África, na Índia, na Indonésia…

    Se é para atacar Israel e defender os muçulmanos, não vamos por aí. Nem vale a pena.

  9. De referir também que o ataque ao hotel foi condenado pelo Conselho Nacional Judaico. Quantas vozes oficiais no mundo islâmico condenaram o recente ataque em Mumbay?

  10. Carlos Vidal diz:

    O Hotel King David foi no território do que é hoje Israel. Não estou a falar além dessa zona, nem para trás no tempo. Esse momento é inaugural. A potência britânica era uma entidade transitória, não se tratou então de uma “guerra de independência”. Aliás, como digo acima no post sobre Shamir, os ataques sobre britânicos, antes do do King David e durante a II Guerra, eram costumeiros e Sahmir negociou alguns com a Alemanha nazi.

    Igor Contreiras, todos os governos muçulmanos condenaram oficialmente o que se passou em Mumbay. Se foi sentidamente ou não, não sei. Talvez não, reconheço. Mas não misture aqui mais problemas. A causa palestiniana não começa com o bombismo suicida. A OLP era um movimento genuinamente militar. E laico. Não se tratava de uma questão islâmica para a OLP. Tratava-se da defesa de uma população. O islamismo entre aqui há pouco tempo. atenção.

    Por fim, Nick, os judeus do gueto de Varsóvia fariam com os alemães, se pudessem, o que os palestinianos fazem com os israelitas. Isso ou outra coisa. Ninguém aceita ser ocupado. E todos os ocupados se libertam, demore o tempo que demorar.

  11. http://bp3.blogger.com/_ANpYA7PdpZE/SCugJZJ1_aI/AAAAAAAAAV4/AWrnWNE5zE0/s1600-h/samson.jpg
    Assim, acho que já cabe.
    O Documentário do Avi Mograbi tb têm uma curiosa metáfora sobre o Sansão. Muito levada a sério pelos Israelitas. “Morrer com os Palestinos”. Sansão, o suícida. Com ele morreram 3000 filisteus.
    … Bem. Vale a pena ver os docs do Avi Mograbi.

  12. “Ninguém aceita ser ocupado. E todos os ocupados se libertam, demore o tempo que demorar.”
    O problema é que eles não estão propriamente a ocupar nada. Como não se pode ocupar a própria casa?? O terreno foi, foi mal dividido. Uma vez mais, uma referência ao trabalho do Avi Mograbi ( Documentarista reconhecido indiferenciadamente por aquelas gentes, por isso o “cito” como referência)O “happy birthday, Mr. Mograbi” Pena os críticos não terem tratado com mais atenção este filme metáfora. —Em que afinal as costa do pai, de que se tem vergonha y repugnância até, y que tem até aqueles pelos iguaizinhos aos que temos nas nossas costas, tão semelhantes!, que ao olhá-los não podemos deixar de ver nas nosss costas as costa do pai; y acabarmos -por muita vergonha y repugnância que nos cause a semelhança – a aceitar que somos nós. Nós somos assim. Tb Assim. … … Bem pena terem considerado isto como uma incursão intimista-privada-biográfica y não terem desenvolvido a metáfora.

    CV. Por muito que queiras. Tu. Eu. ou outro Qualquer. No fundo nunca podemos ser o Judeu . O Palestiniano. Ficamos a olhar – cada um para as suas pp costa Y AGUENTAR ( no sentido da Rabbia do doc. do Pasolini) com as nossas próprias costas y a prender a tb a aceitá-las.

    PS.: Uma verdadeira Pérola do Avi Mograbi é este Filme:
    how I learned to overcome my fear and love Arik Sharon.

  13. o sátiro diz:

    dando de barato os infindáveis massacres perpetrados por bombistas palestinianos, os piores deles todos são os da cultura islâmica: matar mulheres à pedrada e os crimes de honra. Como ex., “Queimada Viva” edições ASA. Quem não denunciar esta barbárie, não tem moral para criticar nada.

  14. “O Hotel King David foi no território do que é hoje Israel. Não estou a falar além dessa zona, nem para trás no tempo. ”
    Ah, pois, claro: como as conhecidíssimas cidades israelitas de Beirute, Sabra e Shatila, na lista referidas. Certíssimo.

    A OLP, sim. Mas o Hamas e todos os outros grupos, não.

    Ainda assim, e se é para comparar as perdas de um e outro lado em Israel, na Palestina e (como já vimos) no Líbano, ainda assim, não sei se o balanço será assim tão desfavorável a Israel e aos cristãos libaneses.

    Por fim, “Igor Contreiras”? Fumou alguma coisa estranha ou está a acusar-me de ser outra pessoa? Tenha lá calma e não diga disparates.

  15. Pingback: Tráfico de Influências | 31/12/2008 | : fractura.net!

  16. Carlos Vidal diz:

    Igor Caldeira, o seu argumento não colhe: Sabra e Shatila, como Beirute, são exteriores a Israel, mas internas a zonas de conflito abertas por Israel. Não desconverse com jogos de linguagem.
    Quanto ao “Contreiras” tem razão. É que tenho dois comentadores assíduos com esse nome. Engano meu aqui, caro Igor Caldeira.

  17. O Líbano não entrou numa guerra civil porque israel existe. O Líbano entrou em guerra porque havia (há) duas religiões que nunca se deram lá muito bem, porque a constituição libanesa, ao invés de criar uma identidade nacional e laica, sublinhava as pertenças religiosas e ainda porque os muçulmanos, historicamente dominantes e crendo-se superiores pelos ditâmes corânicos (o seu “dever” de “proteger” os restantes povos do Livro) nunca aceitaram a ideia de os cristãos terem algum peso político.

    Um pouco menos de anti-semitismo e um pouco mais de enquadramento histórico nunca fizeram mal a ninguém.

    Diga-se também que os massacres de Sabra e Shatila não foram realizados por Israel mas pelas falanges cristãs (ainda que defendidas por Israel) e que foram eco e tiveram eco em episódios similares desencadeados pelos muçulmanos libaneses (defendidos pela Síria, Irão e outros).
    Não sei se quem fez essa lista é cínico ou ignorante, mas alguma honestidade intelectual não faz mal a ningém e investigar aquilo que se afirma, também não.

  18. Carlos Vidal diz:

    Meus caros,
    Estou embevecido, vejo que nada vos incomoda.
    O site da lista tem aqui link, pode ser consultado com todo o seu cinismo. Os textos são detalhadíssimos e extensíssimos.
    Leiam, carniceiros, amem sempre o mais forte e sejam felizes em 2009.

    Até lá, até 1 de Janeiro, Israel, o vosso Israel, já ceifou mais outro milhar de humanos de segunda categoria.

    Que a paz estaja convosco, carniceiros de todos os quadrantes.
    Uni-vos.

  19. “Leiam, carniceiros, amem sempre o mais forte e sejam felizes em 2009.”
    Obrigada, CV pela parte da frase que me toca, y como é oferecida vou escolher “felizes em 2009”. Pois. A gente. Y este Ano vais comigo ver docs ao doclisboa 2009, vais, vais. Y o Prometido Não é de Vidro! Tá.

  20. Carlos Vidal diz:

    Combinadíssimo.
    Mas com uma condição: só se me somares a mortandade destes massacres todos. Para eu poder com mais probidade ainda desejar um bom ano a todos os carniceiros que nos rodeiam, e não apenas nos comentários deste blogue. Também em Portugal inteiro, onde julgo haver mais carniceiros que em Espanha, não é De Puta Madre?

  21. Hummm: na guerra civil Espanhola … contam uma estória de uma empregada que atirou o bebé dos patrões contra uma parede … y contam tb a estória do jovem estudante que foi toureado … com um final de morte à Santo Agostinho … Estas duas estórias derrotam qualquer fantasia que se possa ter sobre as ganas do sangue cá da gene, n sei porque ….mas ficamos derrotados até a contar estórias …
    Bem. Agora temos as estória dos Paulos Poderosos y dos Carlos Cruzes y das asas dos Ritos y dos Consultórios y laboratórios de análises por encomenda a pedir sangue limpo … bem escabrosas são tb.

  22. Lidador diz:

    Deir Yassin era uma aldeola árabe perto de Jerusalém, na estrada para Telaviv. Na primavera de 1948 os árabes tinham lançado a chamada “Guerra das Estradas” e a parte judaica de Jerusalém estava cercada excepto por essa estrada.

    A 13 de Março de 1948, uma companhia árabe, constituída predominantemente por iraquianos tinha entrado na aldeia, com a intenção de fechar o garrote sobre Jerusalém.

    Em 09 de Abril de 1948, uma companhia mista do Irgun e do Lehi atacou a aldeia a fim de a capturar e neutralizar os iraquianos.
    Foram feitos avisos prévios à população de que devia abandonar a zona, agora transformada em objectivo militar, e de facto a maioria da população saiu da aldeia.

    Quando os paramilitares judaicos chegaram foram recebidos a tiro pelos iraquianos, muitos dos quais se tinham vestido de mulheres e se protegiam no meio delas, ardil que, como sabemos, continua a ser usado tanto no Líbano como em Gaza.
    Nos combates que se seguiram, a unidade do Irgun perdeu 50 homens, mas conseguiu finalmente neutralizar os iraquianos, capturando alguns ainda vestidos de mulher.
    Quando já se tinham rendido, um grupo deles voltou a fazer fogo com armas que mantinham escondidas debaixo das vestes. Muitos paramilitares do Irgun morreram e os restantes ripostaram, matando todos os prisioneiros.
    Reacção desagradável, mas normal…sem ir mais longe, em Aljubarrota os portugueses executaram centenas de prisioneiros gascões que se tinham rendido, quando a área dos trens foi atacada pelo Mestre de Alcântara.

    Quando o Haganah chegou à aldeia encontrou os civis mortos e passou a ideia de que tinha havido um massacre. Alguns investigadores entendem que esta posição da Haganah foi deliberada, uma vez que por um lado tinha interesse em fazer fugir os árabes de certas aldeias, espalhando rumores sobre a ferocidade dos judeus, e por outro, convinha-lhe isolar o Irgun, numa luta interna de ordem ideológica, já que a Haganah era de esquerda e o Irgun de direita.

    A Cruz Vermelha foi chamada ao local e não encontrou prova de qualquer massacre, conclusão corroborada por um estudo feito em Julho de 1999, por investigadores árabes da Universidade de Birzeit, de Ramalah, segundo o qual não houve qualquer massacre mas sim um confronto militar no qual morreram 107 árabes (incluindo os iraquianos) em consequência do fogo cruzado. Ou seja, o número de mortos é até inferior ao número de combatentes da companhia árabe que ocupou a aldeia.

    De onde vem então a ideia do “massacre”?

    Do mesmo local de onde vieram as ideias dos “massacres” de Jenin, e das manobras propagandísticas das ultimas guerras com o Hezbolah e o Hamas: empolamento e distorção deliberadas para gerar indignação e estimular o ódio e a mobilização dos países árabes, neste caso a cargo da Rádio “Voz da Palestina”, cujo director, o Dr Hussein Khalidi afirmou que “ nós temos o dever de capitalizar esta grande oportunidade” .

    Na verdade foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades, e basta recordar o que aconteceu com o “massacre” de Canaa, ou o “massacre da escola da ONU”, para se ter uma ideia das asneiras que as pessoas proferem, quando enfunadas pela ignorância convencida e pelas visões estrábicas do mundo.

    Neste caso o tiro saiu aos árabes pela culatra porque a distorção dos factos lançou o pânico nos felas, contribuindo para engrossar o número de refugiados.
    Isto foi confirmado num documentário da PBS (Os 50 anos de Guerra, 1993) que registou depoimentos de aldeões e protagonistas de Deir Yassin.

    “Não houve violações. É tudo mentira. Não foram esventradas mulheres grávidas. Era propaganda, para que os árabes fugissem e os exércitos árabes pudessem invadir e expulsar os judeus”
    (Mohammed Radwan, combatente árabe de Deir Yassin, , Middle East Times, 20 de Abril de 1998)

    “A rádio árabe falou de mulheres a serem mortas e violadas, mas não é verdade…eu creio que a maior parte dos que morreram eram combatentes e mulheres e crianças que os ajudaram. Os lideres árabes cometeram um grande erro. Exagerando as atrocidades eles pretendiam encorajar as pessoas a lutar, mas acabaram por criar o pânico e as pessoas fugiram”
    (Ayish Zeidan, aldeão de Deir Yassin,Daily Telegraph, 8Abril1998 )

    Aliás Arafat, na sua biografia autorizada, refere expressamente que os exageros das histórias sobre Deir Yassin acabaram por provocar um efeito contrário aquele que se pretendia.

    Deir Yassin não foi um massacre, tal como Jenin não foi um massacre, mas sim construções propagandísticas tendo em vista objectivos de guerra psicológica. Os muçulmanos fazem isto constantemente, procurando manipular as receptivas opiniões públicas ocidentais, jogando com os nossos interditos e tabus.
    Os exemplos são vastos: usar escudos humanos, fazer explodir crianças, atacar deliberadamente alvos civis, transformar locais de culto, escolas e hospitais em posições de combate, louvar o culto da morte, etc.

    Dias depois de Deir Yassin, deu-se um verdadeiro massacre que todavia está dentro do vasto recipiente de amnésia localizada ao dispor dos “apoiantes da causa palestiniana” (ódio a Israel, em português).
    Uma coluna médica do Hospital de Hadassah, foi atacada e metodicamente executados 77 médicos, enfermeiros e estudantes.
    Mas destes não reza a história…eram meros “porcos judeus”.

    Embrulhe Carlos Vidal. E seja intelectualmente honesto assumindo de vez e sem racionalizações, o seu anti-semitismo visceral.

  23. Luis Rainha diz:

    Esse empolamento, como diz o mais alienado dos comentadores, foi também obra de Menachem Begin, então um dos comandantes do Irgun: “a lenda de Deir Yassin ajudou-nos, especialmente a salvar Tiberia e na conquista de Haifa (…) Os árabes começaram a fugir em pânico, gritando ‘Deir Yassin!’…. Árabes em todo o país caíram num pânico sem limites e começaram a fugir para salvar as suas vidas.”
    Mas claro que só os anti-semitas, como o Haaretz, é que podem falar em massacre a propósito de mais esta invenção dos árabes…

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