Até ao último suspiro

O cinema tem a arte de imprimir no nosso cérebro , no breve tempo das nossas vidas, alguns momentos eternos. Kieslowski e Preisner foram os mágicos de serviço na Dupla Vida de Verónica. Não me lembro de um realizador para quem a música fosse o rio do discurso, como para Kieslowski. Hesito sempre entre a morte de Weronica e a cena dos fantoches que me faz lembrar as Célticas de Corto Maltese. Mas cá vai.

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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Uma resposta a Até ao último suspiro

  1. Ana Paula diz:

    Obrigado pelo reactivar da memória… particularmente sobre a obra de Kieslowski onde a música se utiliza e funciona, efectivamente, como “o rio do discurso”…

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