O 5dias feito pelos leitores

aqui tinha escrito sobre a “Iniciativa para o Investimento e o Emprego” anunciada pelo Governo que, no que diz respeito ao emprego jovem, se traduz em referir ou diminuir apoios que já existem.
Na caixa de comentários deste post, o leitor teófilo m., alertou para o facto dos anunciados empréstimos aos funcionários públicos, para além de sempre terem existido, terem sido regulados por um decreto lei do actual governo em 2007 (Decreto-Lei n.º 122/2007).

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2 respostas a O 5dias feito pelos leitores

  1. Caro Tiago,

    O governo (as agências de comunicação governamentais) faz (fazem) o seu (dele/delas) papel.
    (É questionável, o papel do governo deveria ser governar bem e não tentar não ser despedido, enfim, é a mentalidade mourinhesca. O importante não é jogar bem e ganhar respeitando as regras mas sim vencer a todo o custo).
    Quem não está a desempenhar o seu (dele) papel são os «media».
    Engajados em poderosos grupos económicos, podemos afirmar que não existe actualmente imprensa livre na república portuguesa (das televisões e rádios então, nem se fala).
    Como é que uma notícia/informação desta importância é conhecida através duma caixa de comentários?
    Porque os «jornalistas» papam as colheradas de «notícias» já mastigadas que lhes colocam na boca…

  2. Tiago Mota Saraiva diz:

    Pedro, concordo consigo.
    A ligeireza e banalidade com que a imprensa, em geral, aborda temas de interesse colectivo e a forma como se deixa domesticar pelas pressões/seduções das agências de comunicação é grotesco. É óbvio que existem algumas excepções, tantas vezes hostilizadas (lembro-me sempre do Cerejo do Público), que continuam a fazer o seu trabalho.
    Por outro lado, é cada vez mais na blogosfera, independentemente das falsas notícias, mentiras ou difamações que sempre existirão em todo o lado, que se pode encontrar informação em tempo real, para que possamos formar a nossa opinião, fora do circo dos media e seus comentadores.
    O leitor teófilo m. (não eu), investigou e fez um serviço público. As opiniões (minha, sua ou dele) ficam para segundo plano em função dos factos demonstrados.

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