Momentos de Natal

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Graças a Deus, já não vou conheçer o Rodrigo”

No interessante blogue de Luís Paixão Martins vem, a propósito de uma polémica invisível entre assessores e comentadores, a biografia jornalística dos colaboradores da LPM. Fiquei a saber alguns factos relevantes: o António Matos está lá (um abraço para ti, Matos) e que o Rodrigo Moita de Deus foi director da Teenager. Esta última informação fez-me meditar sobre a velhice e sobre a inevitabilidade da morte. Na próxima segunda-feira, quando almoçar com Deus vou-lhe perguntar como é possível ter atingido um lugar tão alto e ter acabado a fazer o 31 da Armada?

Sobre a questão séria das relações entre jornalistas, fontes e assessores, apetece-me dizer o seguinte: acho que ser jornalista é ter uma profissão como outra qualquer. Com as suas regras, com os seus bons e maus profissionais. Talvez por na minha vida ter passado por várias actividades: militante, designer gráfico, produtor de programas, assessor e jornalista, nunca achei que os jornalistas estavam no Olimpo vestidos de vestais e os outros junto a Hades nas entranhas da terra. O jornalismo exige transparência e tentar chegar o mais perto possível dos factos. Fazer isto não significa não ter opinião, mas seguir determinadas regras de procedimento (ouvir as várias partes, estudar seriamente os assuntos, separar factos de opiniões, etc…) e tentar fazer o nosso trabalho da forma mais inteligente possível. As empresas de comunicação são fontes interessadas, como todas as outras, devem merecer a nossa atenção, mas, como qualquer fonte, devem ser cruzadas e a sua informação investigadas.

Agora, vamos à parte importante deste post: Ó Rodrigo, que prendas recebias na Teenager? Clearasil?

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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Uma resposta a Momentos de Natal

  1. Dado que tive – infelizmente ou felizmente, já não sei bem – um momento em que deu bem para ver que uma das qualidades de um Jornalista deve ser tb a IMPLACABILIDADE ( especialmente porque tinham factos na mão para expor y confrontar quem se faz passar pelo que não é : ROUBANDO!). OK! Este post era digamos privado … mas deixo a sugestão para acrescentares à lista. Essa de não perder oportunidade para ser implacável.

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