A arte deve ser “comós” supositórios

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Uma obra sem boas intenções, sem espelhar a bondade humana não serve para nada. Os artistas passam e as vacas ficam. O povo na sua infinita sabedoria saberá distinguir as criações úteis. Acho que a arte deve pelo menos fazer bem à pele.

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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2 Responses to A arte deve ser “comós” supositórios

  1. Carlos Vidal diz:

    Há quem ache que sim, que a arte existe para fazer bem à pele, e curar a calvície. Depois, como umas boas estatísticas, tudo se resolvia, até calosidades e hemorróidas. Arte útil, arte útil e para todos.

  2. Hummmmmm esta forquilha tem ar de Pintor-protestante-Sueco…
    ……………………..
    Pois. N. Então esta coisa de lutar pelo povo amordaçado a n coisas, com freios y arreios y depois a defesa encarniçada da produção maciça de coisinhas à sua medida que é para ele no esforço y luta do gozo não desenvolver o intelecto y não estar treinado para contestar porque só é treinado para o ramerrame … Fascinante! No entiendo!

    Olha: o exemplo da música é bom! Então n é melhor distinguir mil sons a 4, y perceber as conexões, cadências, combinações … do que ficar reduzido a um batuque como se fossemos surdos? … Ficamos uma espécie de geólogos que só conhecem y reconhecem um tipo de pedra, aquela lá da aldeia …

    😉 Que sorte (!) o colete de forças estar roto, n é?

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