Grécia 2: A paz social paga-se caro

Observar os motins gregos a partir de Portugal apresenta-se como uma tarefa difícil. A facilidade com que milhares de pessoas enfrentam a polícia nas ruas, destroem bancos e atacam esquadras, ocupam escolas e incendeiam carros, parece surpeender a maioria dos comentadores. Da parte dos blogs de direita por exemplo, não se viu ainda qualquer comentário digno de registo. Da parte dos jornais, as explicações sociológicas são pouco mais do que primárias. E da parte da esquerda, por fim, o desconforto não se esconde.
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TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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