Querem ver que os gregos ainda nos vão estragar o fim-de-semana?

Estávamos nós à espera de ver ali nascer uma nova alvorada para a Europa, um foco de incêndio que em breve se propagaria a todos os corações revolucionários, a todas as praças desta nossa paz podre e… têm uma noite calma em Atenas?!
Assim não dá, camaradas. Acordem dessa reunião interminável e tratem de voltar a infundir o terror no coração (ou nas maquinarias que lá têm em vez da nobre víscera) dos banqueiros, dos repressores e demais porcos fascistas. Se não, vamos fazer o quê no fim-de-semana? Olhem, Grécia por Grécia, proponho esta alternativa:

PS: Boa, malta. Já reparei que atenderam a minha súplica…

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8 respostas a Querem ver que os gregos ainda nos vão estragar o fim-de-semana?

  1. fogo diz:

    OS gregos só nos estragaram o fds no euro2004 e por duas vezes.

  2. Gregos! Uma vez tive uma visão! Num café que frequentava – numa daquelas cidades universais – via um Jovem grego, quando chegava parecia que entrava a Odisseia Inteirinha, quando se sentava parecia Platão, os Pré-socraticos que abancavam, quando me Sorria parecia o Aristóteles Grandioso … quando partia parecia que q a Gréca, A ideia y imagem da Grécia iam com ele … Não te sei dizer se era bonito ou feio. Era Grego. Poderosamente Grego.

  3. Ah! Importante: Confesso. A primeira vez que falamos em tosco Inglês standart para estrangeiros, fui eu que lhe faleio do Iaco etc. etc etc., à segunda – Pensei: o Destino é Grego! Trágico! Profético – como um oráculo – falou-me do seu regresso ao embrulho Grego. Como o Invejei! … à Terceira vez que falamos: falamos dos detalhes da viagem de rgresso aos nossos países catitas que mais não são que dois embrulhos … É! O meu destino está marcadamente Grego. Se não fosse o Jovem Grego ainda estava – talvez – fora do embrulho.
    Bem. Esta é a minha história com a Grécia, ou a Importância da Grécia na minha vida. Vale.

  4. Ah! Importante: Confesso. A primeira vez que falamos em tosco Inglês standart para estrangeiros, fui eu que lhe faleio do Iaco etc. etc etc., à segunda – Pensei: o Destino é Grego! Trágico! Profético – como um oráculo – falou-me do seu regresso ao embrulho Grego. Como o Invejei! … à Terceira vez que falamos: falamos dos detalhes da viagem de rgresso aos nossos países catitas que mais não são que dois embrulhos … É! O meu destino está marcadamente Grego. Se não fosse o Jovem Grego ainda estava – talvez – fora do embrulho.
    Bem. Esta é a minha história com a Grécia, ou a Importância da Grécia na minha vida. Vale um vídeo

  5. ouuuuups … O Iaco (grosso modo!) é aquela personagem que ia à frente das procissões. Quem o via, conhecia a felicidade, quem não o via, nunca chegava a conhecê-la. Esta informação está no Roberto Calasso, Núpcias de Cadmo y Harmonia. ( Ed. Cotovia! Vale a pena ler este livro!)

  6. k.r. diz:

    Poéticamente revolucionário Luís! Grandes expectativas e esses gregos, a atrapalhar. Tive já má experiência com gregos. Mas quer me parecer que assim, algum clima de tensão em vista do perigo (segundo pude me informar) também compõe esse momento?
    A receita é de se experimentar, tão bem explicada que estava. Eu é que não tenho grandes dotes culinários mas tudo aprende-se, tudo.

    O comentário de dP.Madre fez-me lembrar ‘Morte em Veneza’. Poderoso filme, segundo eu o entendo. Profunda impressão me causou, como poucos filmes em mim. Fala muito mais do que parece. A união final… integrando o que estava dividido, conduzido por esse amor.
    E a música de G.Mahler (para recordar, interessa sobretudo pela música, a primeira parte são só créditos. Segunda parte, o início da viagem com o protagonista no navio. Fez-me lembrar Bjork+Barney…)

    Adagietto From Symphony No.5, G.Mahlerhttp://www.youtube.com/watch?v=Vx30_UUxdCk&feature=related

    Um dos vídeos que não esse, trazia essas legendas da BBC:
    “Subtle but strinking, disturbing, captivating and contentious.”

    “Literature… is a union of suffering with the instinct for form”.
    Thomas Mann
    (escusado seria lembrar que é ele o autor da livro em que se baseia o filme, que por aqui, são todos muito eruditos)

  7. k.r. diz:

    Esqueci-me de referir, Veneza…daquelas cidades sempre associadas ao amor e à morte….isso tem lá sua poesia…

  8. K.r.
    Andei a ler o “Das Paixões Passadas” do Javier Marías ( Relógio d’água). O primeiro artigo é sobre Veneza … fiquei com vontade de lá morar tb uma temporada …

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