Uma obra de arte pode e deve estar acessível a qualquer pessoa

Esta é que pode não estar disponível. Mas este fenómeno não basta para caracterizar nem a obra nem a pessoa em causa.

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8 respostas a Uma obra de arte pode e deve estar acessível a qualquer pessoa

  1. Carlos Vidal diz:

    É verdade, sim senhor, deve estar acessível.
    Mas nem todas as obras “são” acessíveis.
    E aí ou há trabalho ou “chateza”.

  2. Luis Rainha diz:

    Pois. O meu ponto de vista é que o que determina mais a acessibilidade são as características do receptor…

  3. “É verdade, sim senhor, deve estar acessível.
    Mas nem todas as obras “são” acessíveis.”

    Ora bem. Eu reparei nisso. O Carlos usou o verbo “estar” no título do seu post. Se tivesse o usado o “ser”, pois com certeza que eu estaria de acordo. Ser ou estar, eis a questão (em inglês, to be or to be).

    Agora vejam bem: dois posts abaixo dizia que “uma obra de arte não pode nem deve estar acessível a qualquer pessoa”. Aqui afinal já diz que “deve estar acessível”. “Deve” mas não “pode”? Porquê? Afinal em que ficamos?

  4. k.r. diz:

    certamente não caracteriza a pessoa em causa.
    quanto ao resto, acessibilidade é importante quando o receptor em causa faz parte do trabalho, (mas não da obra em causa).

  5. k.r. diz:

    publicar este, não o anterior:

    certamente não caracteriza a pessoa em causa.
    quanto ao resto, acessibilidade é importante quando o receptor faz parte do ‘trabalho’, (mas não necessariamente da obra).
    se é que estou em sintonia….

  6. Luis Moreira diz:

    Ficamos que o Vidal não sabe o que diz.Eu aprendi a gostar de poesia porque o meu professor de português me ensinou.No primeiro ano do liceu.Dizia-me ele.A poesia é a forma mais bela de nos expressarmos.Na pintura só sabia que gostava ou não .É uma característica inata.Que como muitas outras podem e devem ser aperfeiçoadas.Aprendi a gostar (criticamente) de pintura quando me explicaram a Guernica. Depois fui lendo,visitando museus aqui e lá fora.Tambem se dizia noutros tempos que a educação não era para todos (sem querer fazer comparações nem magoar ninguem,evidentemente)

  7. k.r. diz:

    Ou há trabalho ou chateza. Trabalho então. É isso. Ou há mais?
    À propósito, Luís, ‘a chateza está nos olhos de quem vê’ foi um bom título. Os do C.V. é que parecem deixar toda gente zangada!

  8. Carlos Vidal diz:

    Luís, este título é à Beuys.
    O tipo dizia que “qualquer homem é artista”. Mas depois definiu, na sua obra, o artista como um demiurgo. Ora, se mudarmos a coisa de acordo com o nosso Joseph, fica algo como isto – qualquer homem é um demiurgo, a aí a tese já não faz sentido nenhum.
    Foi a queda do ídolo Beuys, aliás.

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