Depois de anunciar as alegrias do crédito menos ruinoso e dos combustíveis a preços menos absurdos, só faltou a Sócrates relembrar uma virtude da crise: com o aumento do desemprego, muitos mais de nós vão ter muito mais tempo livre. Aleluia.
Depois de anunciar as alegrias do crédito menos ruinoso e dos combustíveis a preços menos absurdos, só faltou a Sócrates relembrar uma virtude da crise: com o aumento do desemprego, muitos mais de nós vão ter muito mais tempo livre. Aleluia.
Quem não tem mais argumentos, e assim… continue.
Luis, noto nesta casa, como nas outras do autor (subvalorizado), um estilo marcadamente pessoal, mesmo que não concordem comigo: uma preponderância na abertura, criação e enfatização das horizontais. A linha terra, em primeiro lugar; a altura dos puxadores; o alinhamento das duas pequenas janelas no R/C com a linha superior das portas; a varanda rasgando e abrindo o corpo do andar superior a toda a largura, gesto radical de abertura interessante; por fim, o beiral acima. Três horizontais fortíssimas, portanto: a linha terra, a varanda, o beiral. A coerência formal é patente.
Mais um «post» lamentável no «5 Dias». Um blogue que, desde que esse ícone da blogosfera nacional que dá pelo nome de Rogéria da Costa Pereira o abandonou, vem andando pelas ruas da amargura.
Senão vejamos: Rainha ironiza, dizendo «Não esqueçam que, para ele, isto é uma linda mansão». E Vidal, qual crítico de arte, desdenha de todo o projecto e até os formosos puxadores ridiculariza.
A Rainha, apetece–me perguntar: e não é uma bonita casa? A Vidal, digo que concordaria com tudo o que escreve se não fosse um texto eivado de ironia e de, atrevo–me a dizer, profunda inveja pela obra que ali está.
Não percebo como é possível tratar desta maneira alguém que tem feito tanto pelo nosso país. Um português dos grandes, só comparável a um D. Afonso Henriques, a um D. João I, ao Infante D. Henrique e a poucos mais desses eleitos. Alguém que só não tem reservado um lugar no Panteão Nacional, desde já, por profunda injustiça.
Acaso ignoram que o primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates Pinto de Sousa, acaba de ser eleito um dos homens mais elegantes da Europa?
Acaso ignoram que o primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates Pinto de Sousa, veste Armani?
Acaso ignoram que o triângulo Rapoulas – Valhelhas – Covadoude tem todas as potencialidades para se tornar num caso sério no panorama turístico português?
(A propósito, sugiro a criação do projecto turístico “Triângulo Monumental Rapoulas – Valhelhas – Covadoude”. Tratar-se-ia de uma linha férrea turística, em forma de triângulo (mais ou menos…), que ligaria aquelas três terras e que teriam o seu ponto alto na visita às habitações em boa hora projectadas por José Sócrates Pinto de Sousa, primeiro-ministro de Portugal)
Não, V. Exas não ignoram nada disto. Mas preferem ignorar. Porque não dão valor a quem merece e porque não vos interessa dar esse valor.
Do «5 Dias», já espero tudo. E a seguir, vão gozar com quem? Com a senhora Ministra da Educação, essa santa senhora que pôs os professores na ordem?
Agora, como de outras vezes, pôs-me bem disposto. Gostei do elogio a um tal de Rogério (quem?) e à casa da foto. Argumentou que nem um bravo.
De resto, como crítico, vou esforçar-me para valorizar e divulgar esse triângulo Rapoulas-Valhelhas-Covadoude. E esquecer-me de Marco de Canavezes, ou lá o que é, com essa igreja monocórdica que todos gostam de referir (vai-te lixar ó Siza).
O que é que o RogériA tem a ver com o mundo? Ah! Ok! Existe! Existe como a fome em África, ninguém quer saber mas todos falam com pena.
Concordo que as declarações não são felizes, demagógicas até, no sentido em que atravessamos uma crise e os portugueses (exceptuando os administradores do BPN) têm tido problemas em pagar as despesas. Mas o que Sócrates disse, La Palisse não diria melhor, senão vejamos: se desce o preço da gasolina e a prestação da casa, o português tem menos dinheiro para gastar, ou seja, mais dinheiro no bolso. É básico.
O mesmo princípio se aplica quando, no passado recente (este ano, por exemplo) se escreveu que os portugueses tinham piores condições de vida – e menos dinheiro – devido aos aumentos dos preços dos combustíveis e das taxas da Euribor. Se sobem, o poder de compra diminui, se descem, o poder de compra aumenta. Básico.
Cumprimentos.
NUNCA ME ESQUEÇO!!!
Pois. Básico. Como ele.
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