Irresistível frase do Secretário de Estado Adjunto (ou adjunto do adjunto?)

Secretário de Estado Dr. Jorge Pedreira comentando a ordem da ministra Dra. Maria de Lurdes Rodrigues aos Conselhos Executivos para manterem as escolas abertas: “É para a manutenção do regular funcionamento dos equipamentos”.

(Lido num blogue, julgo “Cantigueiro”.)

Maioria absoluta em 2009! E já! (Não faz sentido, logo vi)

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11 respostas a Irresistível frase do Secretário de Estado Adjunto (ou adjunto do adjunto?)

  1. Francisco diz:

    Segundo todas as sondagens faz sentido “Maioria absoluta em 2009”.

    “E já !” ? Tem mesmo que esperar lá p’ra Outubro de 2009.

  2. Carlos Vidal diz:

    Eu dava-lhes já – para terem tempo de “construir” o socialismo.

  3. O menino, tão prendado e trabalhador agora também é ardina, desinfonauta ou é teleperdigueiro?
    Confunde as palavras com os actos mais os trabalhos dos media. O que é isso “dos construtores” do socialismo? O nome d’alguma exposição da iarte, não? Assim tipo a Paleta e o Mundo, pois.
    Pois, pois, fiel aguadeira que sou, cá vou andando em meus estudos entre os da cozinha os de dentro e os da ética da desconstrução. Tudo muito simples, fácil e directo como o menino diz: utensílios conceptuais muito frágeis afim de produzir referências e nomeações.

  4. Carlos Vidal diz:

    Ó menina, o sr J. Coelhone e outros HÁDEM explicar-lhe o que é a construção do socialismo, descanse.
    Vá p’rá horta.

  5. Ai menino, já não tenho idade para isso, o meu falecido Zé é que era da construção civil e sabia o que fazer?
    Os senhores que o menino conhece, gente tão importante, até dá gosto. O menino está sempre a dizer mal e sempre a mesma coisa contra aqueles senhores da Av. 5 de Outubro, representantes dos professores Piaget, Binet, Freinet aqui na nossa terra e agora vem acrescentar que é para o regular funcionamento das Instituições, onde é que eu já havia ouvido isto? Ando tão desmemoriada, que até parece mentira. À prestimosa realização vital do modelo corresponde, no adolescente a busca confusa da perfeição do próprio ser, não é ?menino. O modelo afecta nele o estracto anímico do amor, da veneração (nas vanguardas) do entusiasmo e da confiança… na aragem fria da racionalidade puramente reflexiva, não se adquire o autentico compromisso.

  6. Farto-me de comentar aqui nesta caixinha e não aparece nada. Sei que o menino não é de censuras, configure pois então de outro modo os comments.
    É muito desagradável este modo.
    Quanto á construção do socialismo o que sou é mesmo admiradora das novas fronteiras do socialismo. Passe pois então as meninges pela estrutura accionista daquela pequena casa prestamista e logo verá o que é construção. Se o fizer, atribuir-lhe-ei um summa cum laude. Do Arquipélago rosa a ilha de que mais gosto e prefiro é a ilha do Corvo.

  7. Carlos Vidal diz:

    Ora é isso mesmo que eu preciso, o summa cum laude na grande performance (escrita) sobre a invisualidade da Pintura, essa arte de sombras, escorridos empastes e enganos. Essa arte que esconde mais do que revela, essa streaper de meia tigela. Faz que mostra mas não deixa tocar nem …. (não digo e a menina já sabe por experiência).
    Das Novas Fronteiras gosta da armandina, sempre prestável e simpática. Faz-me mandados e pisa-me os pigmentos no almofariz, prepara sempre a primeira camado do afresco, ora ora, mais a têmpera de ovo (e os ovos costumam vir do ministério). Ah o arquipélago rosa, agora não posso, não tenho o passaporte em dia. Passar bem. É a vidinha.

  8. Carlos Vidal diz:

    E esquecemo-nos de falar da manutenção dos equipamentos.
    Em que estado ficou a rebarbadora desde que o eskultor passou a mármore uma mãozinha esquerda malandra lá para o Largo dos Ratos? Até a rebarbadora esses canalhas destruíram.

  9. Rebarbadeira quer o menino com propriedade dizer. O menino está de saída é? Vai a alguma récita em pé nas torrinhas ? Como sabe trabalho aqui na casa da sou tôra em exclusividade, uma senhora muito bondosa, mas como aquelas meninas do primeiro Tempo e o Modo sempre com o dedinho naquele movimento minimal repetitivo.
    Eu que sou assim um pouco que a modos de neoplatónica mas com orgãos,( um defeito que herdei de aristóteles, farto-me de fazer prólogos , introduções, edições, limpar as pratas, produzir mármores e acartar com as aparelhages enlectrónicas cá da casa.
    Ai menino, não diga isso da iarte, imagino o que dirá da política e dos rectores politólogos, corpo adiplomático, das ciências sociais e da religião.
    Então a dona Célia sempre ajuda e trabalha aí?

  10. Carlos Vidal diz:

    Qualquer dia mando-lhe uma foto da dona Célia. Está viçosa, como sempre, o raio da sul-americana.

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