A utilidade pública do BPN

Óscar Silva, o economista que Oliveira e Costa foi buscar à Credifin para fundar no Porto, em 1998, a BPN- Créditus, esteve em Inglaterra com alguns amigos a assistir a uma prova de automobilismo viajando no jacto privado do BPN. Para animar a viagem fez-se uma escala num país do Leste para recolher prostitutas.

Via Arrastão

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10 respostas a A utilidade pública do BPN

  1. Ricardo Santos Pinto diz:

    Matrioskhi!

  2. Carlos Vidal diz:

    É, Tiago, quase que apetece dizer: vivem bem esses tipos. O resto da história já a sabemos – por cada um que vai de cana, como se costuma dizer, cem conseguem escapar.

  3. Tiago Mota Saraiva diz:

    Pois, é um pouco como o caso Casa Pia.
    Primeiro era uma rede de pedofilia, imensos nomes, altas figuras do Estado, era um turbilhão mediático cheio de jogadas políticas e de poder. Passados 5 ou 6 anos, a serem julgados estão: o gajo que denunciou a rede e que dela fazia parte, um apresentador de televisão, um advogado, um director da escola, um embaixador, um médico e uma cozinheira. Afinal era uma coisa caseirinha e amadora.
    O BPN vai pelo mesmo caminho…
    Olha e já ninguém se lembra do caso Portucale? Nesse nem foi ninguém dentro!

  4. j diz:

    Eu já disse aqui num outro post que o Oliveira e Costa vai ser o “Bibi” no “processo bpn”, embora eu não tenha nenhuma pena dele (de ambos, já gora).
    E notícias destas cada vez me convencem mais que assim vai ser.

  5. Ricardo Santos Pinto diz:

    Pois, e não se esqueçam do caso Freeport de Alcochete, que está lentamente a renascer!

  6. Carlos Vidal diz:

    O Freeport é capaz de ressurgir, pois o empreendimento comercialmente creio que está numa enorme crise. Como os tipos do PS/PSD diriam, do alto da sua elevada consciência social, são muitos postos de trabalho em jogo. O Casa Pia, nem comento. Resta também Macau: os Heróis de Macau continuam Heróis nacionais. Os partidos destes heróis também vão indo bem, parece, e recomendam-se.

  7. Zé Anónimo diz:

    Cuidado, muito cuidado com esta gente, falamos de mafiosos com guarda costas de 2m de altura, prontos a dar porrada a quem levantar cabelo ou de quem os senhores não gostam! Este Óscar andou a rapar o que restava do tacho da Air Luxor, S.A. em finais de 2006, era o homem sombra por detrás do “famoso” pseudo fundo luso canadiano LongStockFinancial de um obscuro Vitor Pinto da Costa.

  8. Sinceramente os accionistas que lidem com isso, estou-me a borrifar como é que o fundos do banco eram gastos. Só quero mesmo saber é para que é usado o dinheiros dos contribuintes – que nunca deveria ser usado para salvar uma instituição sem utilidade pública, salvo para uns quantos interesses privados milionários que pelos vistos têm bons contactos, o suficiente para garantir que só as perdas são nacionalizadas conservando tudo o que ainda é lucrativo.

  9. Ricardo Santos Pinto diz:

    Ó Carlos Vidal, não estava a falar da crise do Freeport.
    Estava a falar do «Caso Freeport», que há vários anos envolve o primeiro-coiso.

    «O DCIAP chamou “para consulta” o processo relacionado com a construção do Freeport de Alcochete, que investiga eventuais práticas de corrupção e tráfico de influências. Nesta investigação está em causa uma alteração à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo (ZPET) decidida três dias antes das eleições legislativas de 2002, através de um Decreto-lei assinado, entre outros, pelo actual primeiro-ministro, José Sócrates, na altura ministro do Ambiente. A alteração terá sido fundamental para a construção do Freeport de Alcochete. O DCIAP decidiu lembrar notícias esquecidas.» (do blogue «Tomar Partido»)

  10. Carlos Vidal diz:

    Certíssimo, e eu também. Veremos é se uma coisa vai ajudar a outra, e eu acho que vai. A crise financeira e inviabilidade da coisa vai dar força à investigação do “Caso Freeport”. Reforçam-se mutuamente.

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