Uma análise “séria”, “independente” e cheia de “factos”

“A Fenprof e Mário Nogueira são os principais responsáveis da mediocridade do ensino secundário em Portugal.”
Nicolau Santos

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

18 respostas a Uma análise “séria”, “independente” e cheia de “factos”

  1. GL diz:

    Tudo o que ele diz está certo.

  2. jlcr diz:

    E o resto do artigo não lhe serve para tirar duvidas? Ou não lhe interessa?
    É um post muito “sério”.

  3. wolverine diz:

    em toda a análise do Nicolau Santos essa frase é a única que não subscrevo na íntegra, porque quanto mais não seja por definição, os principais responsáveis são sempre os que têm o poder, no caso os políticos.

    quanto ao resto, o sindicalismo português parece-me ser de um modo geral pouco capaz de se adaptar às novas realidades e preocupado quase em exclusivo com a defesa do status quo por ser essa a única forma de continuar a garantir a sua própria importância…

  4. M. Abrantes diz:

    O Nicolau Santos vive neste mundo?

  5. M diz:

    Que vergonha de artigo!!!!!!!!!!!!!
    E diz-se esse senhor jornalista! E diz-se esse senhor avaliado!
    Que fontes utiliza? Que estudos leu? Como fundamenta as suas afirmações?
    Faz sempre assim? Fala por falar, por ouvir dizer?
    É que a partir de agora, sempre que o ouvir falar desconfiarei de tudo o que diz.
    E estou mesmo a avaliá-lo: um jornalista não faz artigos destes!

    Professora, 36 anos de trabalho árduo, avaliada todos os anos por professores, pais, resultados nos exames. Com provas públicas também – já agora.

  6. Carlos Silva diz:

    Esse Mário Nogueira é um sujeito verdadeiramente insuportável, de uma arrogância sem limites. Quem o ouça falar e não conheça a realidade portuguesa julga que ele é que é o Ministro da Educação. Trata-se de um sindicalismo a todos os titulos selvagem, cuja intransigência se baseia no facto de os professores não poderem responder pelos seus actos de desobediência como os restantes trabalhadores. A Ministra não pode ceder a um sujeito destes. Seria totalmente impensável.

  7. Tiago Mota Saraiva diz:

    O resto do artigo é revelador do ódio que destila. A frase que destaco é o corolário da narrativa.
    Aliás, o artigo começa por reproduzir uma falsidade que a própria ministra desmentiu. A Fenprof não abandonou a reunião, mas sim, a reunião terminou em poucos minutos, o que é manifestamente diferente.
    Outra questão é a da exigência da Fenprof, para que as negociações se iniciem a partir da “suspensão da avaliação”. Aquilo que Nicolau Santos, não parece entender é que existe uma diferença entre suspender e revogar – é uma questão de português, como diria a ministra, desculpe lá.
    Como é normal numa negociação, as partes colocam condições. A Fenprof, em meu entender de uma forma normal, colocou a condição de que o processo motivo da contestação fosse suspenso.
    O que me parece bastante normal.

  8. É um artigo “à Expresso”, o que mais haverá a dizer de um jornal oficioso? (bem, acho que só não o foi no tempo em Pedro Santana Lopes era primeiro-ministro. Mas também, convenhamos, que era demais!).

  9. Tiago Mota Saraiva diz:

    Relendo o comentário, diria que não será tanto ódio mas mais preconceito de classe.

  10. GL diz:

    Hum… alguma coisa cá dentro diz-me que é mais para o ódio.

  11. Carlos Vidal diz:

    Eu até iria mais longe.
    O discurso destes sonsos, o do lacinho e companhia (quem o vê na TV e quem o lê !… quem diria), é o mesmo dos antigos donos de escravos: o tipo não trabalha e como é manhoso, faz-se de doente.

    Mas este “discurso” geralmente enferma de outra coisa: estes tipos se calhar em estudantes esforçaram-se muito, muito, mas a cabeça não deu muito mais e hoje são anti-professores como também são anti-intelectuais ou, concretamente, anti-artistas. Para esta gente, e então economistas, o que é um artista senão um parasita subsidiodependente. Tal como o outro, o autor dessa obra-prima chamada Equador, chamou aos professores.

  12. Carlos Vidal diz:

    Aliás, um economista só liga a um artista se for um valor seguro de aquisição para sua colecção. Como quem compra ouro ou outras coisas.

  13. GL diz:

    Não, Carlos… ele é apenas mais um representante da classe-média que está farta da inépcia dos professores e dos seus maus resultados. E dos médicos, dos enfermeiros, dos carteiros, etc.
    Ninguém aguenta mais pagar impostos tão altos para suportar um mau serviço. Procure perceber o outro lado.

  14. João diz:

    Não foi este senhor que garantiu que tinha existido um arrastão na praia da caparica há uns anos?????

  15. João diz:

    Na cabeça destes senhores os professores, a sua grande maioria licenciados(mas também mestres e Doutores), são uns carneirinhos atrás do Mário Nogueira.
    O que esse senhor não compreende é que o Dr Mário Nogueira conhece pessoalmente, contacta pessoalmente com uma elevada percentagem de professores. Trata-os por tu, percorre escola a escola, toda a região centro enquanto sindicalista.
    Conhece os seus anseios, as suas dificuldades.
    E é nisso que reside a sua força… quem não compreende isso está longe da realidade das escolas de hoje.

    A escola de hoje é muito diferente da escola frequentada por Nicolaus.
    A escola de hoje não é uma escola de elites (só o 25 de Abril abriu claramente a escola às massas), trinta ou mais anos do que tinha acontecido no resto da europa.
    A escola de hoje não são apenas os colégios, não são apenas as escolas da cidade.
    São também as escolas da periferia, do interior.
    Mas essas escolas ninguém conhece.
    Ser hoje professor exige um estudo constante, uma actualização constante.
    Outros preferem funcionários obedientes executores das iluminadas políticas ministeriais.
    Na cabeça destes senhores os professores não foram feitos para pensar, foram feitos apenas para dar aulas…

    Mas os professores pensam… e por isso é que 120000 estiveram em Lisboa.
    Por outro lado, tal como nas empresas, estes senhores defendem que se acontecem coisas boas a culpa é dos gestores, se acontecem coisas más é dos sindicatos…

    Ainda vão descobrir que a culpa da vergonha que se passa com os bancos é da Intersindical….

  16. Carlos Vidal diz:

    Caro GL
    Quando v. escreveu “dos médicos, dos enfermeiros, dos carteiros”, palavra que li à primeira leitura, no final, “carteiristas”. Não estou a brincar. É que aquele gente faz-me pensar nestas coisas.

  17. A. Moura Pinto diz:

    A desfaçatez…

    Ai era o modelo da ministra?

    Ali ao lado, num canal, acabo de ouvir ao vivo: é o modelo e o estatuto da carreira docente. Há que acabar com a categoria de professor titular e as quotas.

    Tudo a marchar ao mesmo ritmo, visando o mesmo objectivo. O topo da carreira para todos, como garantia.

    Tudo aos ungidos do Senhor, embora pagando o contribuinte. E, dizem, a bem da escola pública.

    em http://azereiro.blogspot.com/

Os comentários estão fechados.