Comentário de Carlos Vidal
Data: 22 de Novembro de 2008, 0:50
caro Ricardo, já imaginou o conteúdo daquela biografia?
O que estará lá escrito?
O que haverá para dizer numa biografia daquele biografado?
Não peguei na coisa, há limites para tudo. Não deveria haver, mas há.
Agora, o que disseram Loureiro e Vitorino na apresentação daquelas folhas agrafadas ou coladas ?
Quantos exemplares aquilo vendeu ?
Comentário de Ricardo Santos Pinto
Data: 22 de Novembro de 2008, 1:05
Acaso terá o Carlos Vidal idade ou «curriculum» para falar assim do primeiro-fax?
Comentário de Carlos Vidal
Data: 22 de Novembro de 2008, 2:16
Idade digo sempre que não tenho (e é verdade).
Currículo talvez, quem sabe? “Primeiro-fax” é uma expressão magnífica. Parabéns.
Nunca fiz disciplinas por fax, nem primeiro nem último, e, veja a minha tenra idade, nunca julguei isso possível. Senão era só arte conceptual prá frente. Idealismo, platonismo, “coisa em si”, imaterialidade. Nem fax usaria.
Comentário de Alberto
Data: 23 de Novembro de 2008, 11:14
Cada vez se percebe melhor porque a Eduarda Maio deu aquele título ao livro. Não fosse esta foto com o Dias Loureiro todo sorridente e eu ainda estaria a pensar que tal título se devia ao fantástico discurso proferido em Maio pelo Sócrates nas Minas de Aljustrel.
Comentário de Ricardo Santos Pinto
Data: 23 de Novembro de 2008, 13:31
Eduarda Maia, a menina de oiro da Antena 1.
Comentário de Carlos Vidal
Data: 23 de Novembro de 2008, 13:43
Um discurso à Obama, claro, e “histórico”, porque em boa oratória ninguém bate o marido da Xantipa.
Comentário de Ricardo Santos Pinto
Data: 22 de Novembro de 2008, 0:16
Pois, pois, agora se percebe, porque na altura não se percebeu, os rasgados elogios de Dias Loureiro ao primeiro-fax.