Tem-se perguntado muito nestes dias por Dias Loureiro.
Não percebo.
Ele ou está a ler ou a apresentar a décima edição do menino de oiro.
Tem-se perguntado muito nestes dias por Dias Loureiro.
Não percebo.
Ele ou está a ler ou a apresentar a décima edição do menino de oiro.
Pois, pois, agora se percebe, porque na altura não se percebeu, os rasgados elogios de Dias Loureiro ao primeiro-fax.
caro Ricardo, já imaginou o conteúdo daquela biografia?
O que estará lá escrito?
O que haverá para dizer numa biografia daquele biografado?
Não peguei na coisa, há limites para tudo. Não deveria haver, mas há.
Agora, o que disseram Loureiro e Vitorino na apresentação daquelas folhas agrafadas ou coladas ?
Quantos exemplares aquilo vendeu ?
Acaso terá o Carlos Vidal idade ou «curriculum» para falar assim do primeiro-fax?
Idade digo sempre que não tenho (e é verdade).
Currículo talvez, quem sabe? “Primeiro-fax” é uma expressão magnífica. Parabéns.
Nunca fiz disciplinas por fax, nem primeiro nem último, e, veja a minha tenra idade, nunca julguei isso possível. Senão era só arte conceptual prá frente. Idealismo, platonismo, “coisa em si”, imaterialidade. Nem fax usaria.
Cada vez se percebe melhor porque a Eduarda Maio deu aquele título ao livro. Não fosse esta foto com o Dias Loureiro todo sorridente e eu ainda estaria a pensar que tal título se devia ao fantástico discurso proferido em Maio pelo Sócrates nas Minas de Aljustrel.
Eduarda Maia, a menina de oiro da Antena 1.
Um discurso à Obama, claro, e “histórico”, porque em boa oratória ninguém bate o marido da Xantipa.