Ouvi há umas horas, pela primeira vez, o Quase em fado. Não joga a bota com a perdigota. O Fado não é triste qb para poder “embrulhar” um dos poemas mais infelizes alguma vez escritos em Português. Exibe sempre uma quase alegria, uma exuberância sorrateira na exposição da sua miséria. Por mais escura a noite, mais fundo o abismo de onde é cantado, imagino sempre um pequeno sorriso trocista, uma esperança na finta ao destino, dentro do fadista. E isso não dá mesmo para cantar algo como «Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim»…




No Mapas … tem lá umas 4 “cartas” de “horror” de um conjunto de 31 ( uma para cada dia do mês, era a ideia …) vê lá se aguentas … substitui a palavra que repete muito por “horror” ( é o meu truque…)