Lluís Llach: Revolta permanente


A memória vem do passado, para muitos, muito distante. A polícia fuzilava grevistas, que se tinham refugiado numa igreja de Vitória/Gasteiz, à queima roupa . Foram quase 32 anos que escorreram sobre a canção que canta os mortos daquele dia. Gente que parece de um passado a preto e branco. Mas as notas e os acordes continuam a fazer ressoar a memória. Lluís Llach cantou-a, 30 anos depois no dia 3 de Março de 2006, na cidade de Gasteiz perante os sobreviventes.

LLach só tinha voltado a cantar a canção em 2000, como protesto contra o assassinato do economista Ernst Lluch pela ETA.

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TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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