Lluís Llach: Revolta permanente
18 de Novembro de 2008 por Nuno Ramos de Almeida
A memória vem do passado, para muitos, muito distante. A polícia fuzilava grevistas, que se tinham refugiado numa igreja de Vitória/Gasteiz, à queima roupa . Foram quase 32 anos que escorreram sobre a canção que canta os mortos daquele dia. Gente que parece de um passado a preto e branco. Mas as notas e os acordes continuam a fazer ressoar a memória. Lluís Llach cantou-a, 30 anos depois no dia 3 de Março de 2006, na cidade de Gasteiz perante os sobreviventes.
LLach só tinha voltado a cantar a canção em 2000, como protesto contra o assassinato do economista Ernst Lluch pela ETA.

Comentário de o sátiro
Data: 18 de Novembro de 2008, 7:20
de vez em quando convém lembrar-visto k é censura total e permanente na comunicação social- os mais d 52 (cinquenta e dois) mil cubanos fuzilados contra “el paredón” desde a revolução.