“Ferreira Leite pergunta se “não seria bom haver seis meses sem democracia” para pôr “tudo na ordem”"
Ainda sem conseguir digerir a enormidade, perguntaria se não seria melhor um Portugal sem Ferreira Leite?
“Ferreira Leite pergunta se “não seria bom haver seis meses sem democracia” para pôr “tudo na ordem”"
Ainda sem conseguir digerir a enormidade, perguntaria se não seria melhor um Portugal sem Ferreira Leite?
“Eu não acredito em reformas, quando se está em democracia…”.
“Quando não se está em democracia é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se”
“E até não sei se a certa altura não seria bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então venha a democracia”.
“Agora em democracia efectivamente não se pode hostilizar uma classe profissional para de seguida ter a opinião pública contra essa classe profissional e então depois entrar a reformar – porque nessa altura estão eles todos contra. Não é possível fazer uma reforma da justiça sem os juízes, fazer uma reforma da saúde sem os médicos”
“Qualquer político que pretenda alterar um sistema não o pode fazer contra esse sistema. Portanto eu acho que estão arrumadas, no mau sentido, as reformas da educação, saúde, Administração Pública, justiça. Fizeram-se umas coisitas, mas não é a reforma”
Podem acusar a mulher de não se saber expressar, de ser um 0 à esquerda em português, de não saber ironizar, etc, agora só por muito má fé se pode associar estas palavras a um apelo a 6 meses sem democracia.
A mulher é um desastre? Sim, sem dúvida; mas cuidado com a demagogia.
Este tipo de discurso e respectivas desculpabilizações, digo, releituras faz-me lembrar a forma como insultamos o “outro” de forma velada, em tom irónico-humorístico e depois dizemos:
“Desculpa(e), foi a brincar…!!”
e quem não se sabe expressar, que se coiba de o fazer.
Quando ouvi o discurso também entendi que ela estava a ironizar. Porém, pensando melhor, não sei se não foi um “acto falhado”. A conclusão é lógica demais para ser só uma “gaffe”.
Caro Sejeiro
sinto-me imensamente lisonjeada de ter um familiar a comentar no 5 dias! é do ramo de Vimioso ou dos que emigraram para o Brasil?
Lamento desiludi-la, querida Maria Velho, mas não sou seu parente. Sejeiro Velho era a alcunha do meu avô, porque tinha uma empresa de transportes. Os autocarros daquele tempo eram as sejes, grandes carroças puxadas a quatro cavalos. O meu pai era o Sejeiro Novo e eu, quando nasci, fiquei o Sejeirinho. Como já tenho 77 anos, adoptei a alcunha do meu avô. Sorry lá!
Caro Sejeirinho- a idade aqui não é posto- a sua história tem mais encanto do que ser da minha família!e nada de sorry, lifes it´s just like this…amazing!