Isto é verdade?

“Ferreira Leite pergunta se “não seria bom haver seis meses sem democracia” para pôr “tudo na ordem””
Ainda sem conseguir digerir a enormidade, perguntaria se não seria melhor um Portugal sem Ferreira Leite?

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6 respostas a Isto é verdade?

  1. Miguel diz:

    “Eu não acredito em reformas, quando se está em democracia…”.

    “Quando não se está em democracia é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se”

    “E até não sei se a certa altura não seria bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então venha a democracia”.

    “Agora em democracia efectivamente não se pode hostilizar uma classe profissional para de seguida ter a opinião pública contra essa classe profissional e então depois entrar a reformar – porque nessa altura estão eles todos contra. Não é possível fazer uma reforma da justiça sem os juízes, fazer uma reforma da saúde sem os médicos”

    “Qualquer político que pretenda alterar um sistema não o pode fazer contra esse sistema. Portanto eu acho que estão arrumadas, no mau sentido, as reformas da educação, saúde, Administração Pública, justiça. Fizeram-se umas coisitas, mas não é a reforma”

    Podem acusar a mulher de não se saber expressar, de ser um 0 à esquerda em português, de não saber ironizar, etc, agora só por muito má fé se pode associar estas palavras a um apelo a 6 meses sem democracia.
    A mulher é um desastre? Sim, sem dúvida; mas cuidado com a demagogia.

  2. Maria Velho diz:

    Este tipo de discurso e respectivas desculpabilizações, digo, releituras faz-me lembrar a forma como insultamos o “outro” de forma velada, em tom irónico-humorístico e depois dizemos:
    “Desculpa(e), foi a brincar…!!”
    e quem não se sabe expressar, que se coiba de o fazer.

  3. Sejeiro Velho diz:

    Quando ouvi o discurso também entendi que ela estava a ironizar. Porém, pensando melhor, não sei se não foi um “acto falhado”. A conclusão é lógica demais para ser só uma “gaffe”.

  4. Maria Velho diz:

    Caro Sejeiro

    sinto-me imensamente lisonjeada de ter um familiar a comentar no 5 dias! é do ramo de Vimioso ou dos que emigraram para o Brasil?

  5. Sejeiro Velho diz:

    Lamento desiludi-la, querida Maria Velho, mas não sou seu parente. Sejeiro Velho era a alcunha do meu avô, porque tinha uma empresa de transportes. Os autocarros daquele tempo eram as sejes, grandes carroças puxadas a quatro cavalos. O meu pai era o Sejeiro Novo e eu, quando nasci, fiquei o Sejeirinho. Como já tenho 77 anos, adoptei a alcunha do meu avô. Sorry lá!

  6. Maria Velho diz:

    Caro Sejeirinho- a idade aqui não é posto- a sua história tem mais encanto do que ser da minha família!e nada de sorry, lifes it´s just like this…amazing!

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