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**A revista Jogos sem Fronteiras entende a fronteira não como um sulco mas como um programa “cujo funcionamento investe e percorre todo o conjunto das relações sociais”, como uma operação que está permanentemente a ser reactualizada no espaço, nas disciplinas e nos nossos próprios actos, como uma polícia especializada em separar quem é de quem não é, como uma linha que nos atravessa a todos e de que é importante falar.

Jogos sem Fronteiras, número zero:
IDEIAS
Êxodo: corpos migrantes vidas ilegais – Ricardo Noronha
Sobre os campos da Europa – Ana Maria Vieira
Fronteiras, migra̵̤es, cidadania РSandro Mezzadra
Todos somos migrantes РRegina Guimaṛes
A Lusofonia ̩ uma bolha! РMarta Lan̤a

EXPERIÊNCIAS
Quando a realidade ultrapassa a fic̤̣o РColectivo Casa Viva
A justi̤a na fila de espera РChristiane Machado Coelho
A expulṣo РJos̩ Nuno Matos
Seis horas em Lisboa – António Tomás
Um silêncio colado à língua – ‘Imigrantes’ afro-moçambicanos em Portugal – Sheila Khan

PRÁTICAS
Projecto Bab Sebta – Pedro Pinho, Frederico Lobo e Luísa Homem
Fadaiat – Ana Maria Vieira
Estrangeiro ̩ a tua av̫! Рentrevista sobre teatro no Conselho Portugu̻s de Refugiados a Miguel Castro Caldas
Escrever uma contra-geografia – Ursula Biemann
Tudo sobre controlo – Bettina Wind e Alexandra Dias Ferreira

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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