E lá segue o novo PREC

Agora, foi nacionalizado o BPN. Manuel Alegre não pára de se agitar. Amanhã, quem sabe, os jovens militares mais «destemidos» de Loureiro dos Santos são capazes de vir a Lisboa de chaimite. Ao menos, no meio disto tudo, as peças do Miró já cá cantam.

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3 respostas a E lá segue o novo PREC

  1. RAF diz:

    As peças no Miró já estavam no cofre da Caixa Geral de Depósitos, a caucionar um empréstimo anterior concedio pelo Banco do Estado ao BPN, de 200 milhões de euros.

  2. Luis Rainha diz:

    Ao menos, que alguma coisa boa resulte disto 🙂 Mas parece-me muito: 2 milhões por unidade?

  3. RAF diz:

    Caro Rainha,

    Tendo em atenção que o BPN está pelos vistos falido, que ninguém quer exigir aos accionistas – que até têm activos – que cubram a insolvência, que Vítor Constâncio com meia dúzia de afirmações genéricas justifica o papel do Banco de Portugal na salgalhada, ter os quadros já não é nada mau.

    Mas não se preocupe: ao valor a que estão as acções do BCP, mais dia-menos-dia aos Mirós vão juntar-se as belas obras da colecção Berardo. Eu, por causa das coisas, já fiz a minha colecçãozita de arte contemporânea, e estou tentado a gerar aí um incumprimentozito para a entregar ao Banco.

    Este capitalismo em que ninguém é responsável – do gestor, ao accionista, ao regulador – é um espetáculo!

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