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	<title>Comentários em: Ideias em tempo de crise</title>
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		<title>Por: manuela</title>
		<link>http://5dias.net/2008/10/16/ideias-em-tempo-de-crise/comment-page-1/#comment-70884</link>
		<dc:creator>manuela</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 19:04:23 +0000</pubDate>
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		<description>Mais uma com falta de pontaria, também falhei alguns Nobel. E Óscares, o que torna a incultura ainda mais gorda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma com falta de pontaria, também falhei alguns Nobel. E Óscares, o que torna a incultura ainda mais gorda.</p>
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		<title>Por: Miguel Marujo</title>
		<link>http://5dias.net/2008/10/16/ideias-em-tempo-de-crise/comment-page-1/#comment-70817</link>
		<dc:creator>Miguel Marujo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 14:10:44 +0000</pubDate>
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		<description>ó Rui, o saloio até os deve ler na sua língua original, pois alguns deles à data dos seus Nobel nem os tinham publicado em português... coisas!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ó Rui, o saloio até os deve ler na sua língua original, pois alguns deles à data dos seus Nobel nem os tinham publicado em português&#8230; coisas!</p>
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		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/10/16/ideias-em-tempo-de-crise/comment-page-1/#comment-70644</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 18:30:47 +0000</pubDate>
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		<description>Claro que o Krugman nem se atreveu a publicar isto antes de falar comigo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Claro que o Krugman nem se atreveu a publicar isto antes de falar comigo!</p>
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		<title>Por: Rogério da Costa Pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/10/16/ideias-em-tempo-de-crise/comment-page-1/#comment-70638</link>
		<dc:creator>Rogério da Costa Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 18:06:33 +0000</pubDate>
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		<description>Já eu costumo lê-los ainda antes de serem editados - leio as provas, eles mandam-mas. Agora, por exemplo, ando a ler o Nobel da Literatura de 2048, que tem agora 7 anos. É uma redacção.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já eu costumo lê-los ainda antes de serem editados &#8211; leio as provas, eles mandam-mas. Agora, por exemplo, ando a ler o Nobel da Literatura de 2048, que tem agora 7 anos. É uma redacção.</p>
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	<item>
		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/10/16/ideias-em-tempo-de-crise/comment-page-1/#comment-70637</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 18:06:03 +0000</pubDate>
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		<description>O Krugman ganha o Nobel com o desenvolvimento de uma ideia muito simples.Nas trocas comerciais entre países não se alimentam só as necessidades sentidas mas tambem se ganham importantes mais valias com a especialização em clausters.Isto é ,se vocês se especializarem em carros podem-me vender carros que eu preciso a preços muito mais baixos .E se eu me especializar em têxteis posso vender-te vestuário e calçado a preços muito mais baixos.Mas se eu tambem construir carros e tu produzires têxteis,nunca conseguíremos ter carros e têxteis com tal qualidade e a preços tão baixos!
E como é que o mercado sòzinho chegava a este conceito tão simples e o punha em prática?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Krugman ganha o Nobel com o desenvolvimento de uma ideia muito simples.Nas trocas comerciais entre países não se alimentam só as necessidades sentidas mas tambem se ganham importantes mais valias com a especialização em clausters.Isto é ,se vocês se especializarem em carros podem-me vender carros que eu preciso a preços muito mais baixos .E se eu me especializar em têxteis posso vender-te vestuário e calçado a preços muito mais baixos.Mas se eu tambem construir carros e tu produzires têxteis,nunca conseguíremos ter carros e têxteis com tal qualidade e a preços tão baixos!<br />
E como é que o mercado sòzinho chegava a este conceito tão simples e o punha em prática?</p>
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		<title>Por: Fernando Penim Redondo</title>
		<link>http://5dias.net/2008/10/16/ideias-em-tempo-de-crise/comment-page-1/#comment-70598</link>
		<dc:creator>Fernando Penim Redondo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 16:29:11 +0000</pubDate>
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		<description>“o modo de vida dos americanos é agora vender casas uns aos outros, com dinheiro emprestado pelos chineses”

Esta frase do Krugman tem pouco a ver com a “crença no mercado” mas sim com a dinâmica que se criou pelo diferencial entre a frugalidade e os sacrifícios dos chineses e o consumismo dos americanos. Como o vento que se cria entre as altas e as baixas pressões.

O PCC assumiu sem rebuço que não se importava com o enriquecimento de alguns desde que muitos melhorassem a sua condição económica e qualidade de vida.
Resolveu tornar a China um verdadeiro e apetecível mercado, começando com o engodo de vender mão-de-obra barata quer embutida em produtos exportáveis quer através da exploração no próprio país por empresários estrangeiros.

À medida que milhões e milhões de chineses iam acedendo a salários, ainda que muito baixos, o apetite das empresas estrangeiras por esse novo mercado foi crescendo e levando à implantação de mais e mais produção no país que se converteu na “fábrica do mundo”.
Qualquer pessoa percebe hoje, e pode constatar por notícias constantes, que esse mecanismo a partir de certo ponto se autoalimenta e está em vias de criar uma “classe consumidora” cuja extensão, nã riqueza, não terá paralelo no mundo.

Foi portanto à custa de sacrifícios que os chineses prepararam um futuro de hegemonia. É curioso haver quem pense que para combater isso os americanos deviam melhorar ainda mais o seu nível de consumo quando ele, já hoje, está acima das suas possibilidades.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“o modo de vida dos americanos é agora vender casas uns aos outros, com dinheiro emprestado pelos chineses”</p>
<p>Esta frase do Krugman tem pouco a ver com a “crença no mercado” mas sim com a dinâmica que se criou pelo diferencial entre a frugalidade e os sacrifícios dos chineses e o consumismo dos americanos. Como o vento que se cria entre as altas e as baixas pressões.</p>
<p>O PCC assumiu sem rebuço que não se importava com o enriquecimento de alguns desde que muitos melhorassem a sua condição económica e qualidade de vida.<br />
Resolveu tornar a China um verdadeiro e apetecível mercado, começando com o engodo de vender mão-de-obra barata quer embutida em produtos exportáveis quer através da exploração no próprio país por empresários estrangeiros.</p>
<p>À medida que milhões e milhões de chineses iam acedendo a salários, ainda que muito baixos, o apetite das empresas estrangeiras por esse novo mercado foi crescendo e levando à implantação de mais e mais produção no país que se converteu na “fábrica do mundo”.<br />
Qualquer pessoa percebe hoje, e pode constatar por notícias constantes, que esse mecanismo a partir de certo ponto se autoalimenta e está em vias de criar uma “classe consumidora” cuja extensão, nã riqueza, não terá paralelo no mundo.</p>
<p>Foi portanto à custa de sacrifícios que os chineses prepararam um futuro de hegemonia. É curioso haver quem pense que para combater isso os americanos deviam melhorar ainda mais o seu nível de consumo quando ele, já hoje, está acima das suas possibilidades.</p>
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	<item>
		<title>Por: mesquita</title>
		<link>http://5dias.net/2008/10/16/ideias-em-tempo-de-crise/comment-page-1/#comment-70576</link>
		<dc:creator>mesquita</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 14:53:27 +0000</pubDate>
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		<description>Uma observação muito lateral: penso que era boa altura de pelo menos a D. Quixote anunciar a reedição do Deserto. É um romance fulgurante, e penso que por si só justifica o Nobel.

Já agora, achei curioso que este ano o Nobel da Literatura tenha sido tão &quot;discreto&quot; (até o da Química foi mais discutido!). Gostava de pensar que tal se deve a um apreço consensual pela obra de Le Clézio, mas receio que não seja bem esse o caso...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma observação muito lateral: penso que era boa altura de pelo menos a D. Quixote anunciar a reedição do Deserto. É um romance fulgurante, e penso que por si só justifica o Nobel.</p>
<p>Já agora, achei curioso que este ano o Nobel da Literatura tenha sido tão &#8220;discreto&#8221; (até o da Química foi mais discutido!). Gostava de pensar que tal se deve a um apreço consensual pela obra de Le Clézio, mas receio que não seja bem esse o caso&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: rui tavares</title>
		<link>http://5dias.net/2008/10/16/ideias-em-tempo-de-crise/comment-page-1/#comment-70575</link>
		<dc:creator>rui tavares</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 14:49:35 +0000</pubDate>
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		<description>Eu e os Nobel da literatura, à data da sua atribuição:

2008 - Jean-Marie Gustave Le Clézio. Não tinha lido. Conhecia de nome.
2007 - Doris Lessing. Idem.
2006 - Orhan Pamuk. Tinha lido Istambul.
2005 - Harold Pinter. Tinha visto várias das suas peças, entre as quais O Regresso.
2004 - Elfriede Jelinek. Não tinha lido e, tanto quanto me lembro, conhecia vagamente o nome.
2003 - J. M. Coetzee. Tinha lido um ensaio, &quot;Giving Offense&quot;, cerca de dez anos antes. Alguns contos e excertos de romances em pré-publicação. Estou sempre a dizer que quero ler mais dele, mas não tem calhado.
2002 - Imre Kertész. Não tinha lido. Conhecia de nome.
2001 - V. S. Naipaul. Tinha lido mais de um par de livros e ensaios. Conhecia moderadamente bem.
2000 - Gao Xingjian. Não tinha lido. Não conhecia.
1999 - Günter Grass. Tinha lido A Ratazana.
1998 - José Saramago. Tinha lido meia-dúzia de livros.

O Saloio lê certamente romances enquanto escreve comentários anónimos nos blogues, portanto ser-lhe-á muito fácil dizer-nos que já tinha lido vários livros da maioria destes autores &lt;i&gt;à data&lt;/i&gt; da atribuição dos respectivos Nobel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu e os Nobel da literatura, à data da sua atribuição:</p>
<p>2008 &#8211; Jean-Marie Gustave Le Clézio. Não tinha lido. Conhecia de nome.<br />
2007 &#8211; Doris Lessing. Idem.<br />
2006 &#8211; Orhan Pamuk. Tinha lido Istambul.<br />
2005 &#8211; Harold Pinter. Tinha visto várias das suas peças, entre as quais O Regresso.<br />
2004 &#8211; Elfriede Jelinek. Não tinha lido e, tanto quanto me lembro, conhecia vagamente o nome.<br />
2003 &#8211; J. M. Coetzee. Tinha lido um ensaio, &#8220;Giving Offense&#8221;, cerca de dez anos antes. Alguns contos e excertos de romances em pré-publicação. Estou sempre a dizer que quero ler mais dele, mas não tem calhado.<br />
2002 &#8211; Imre Kertész. Não tinha lido. Conhecia de nome.<br />
2001 &#8211; V. S. Naipaul. Tinha lido mais de um par de livros e ensaios. Conhecia moderadamente bem.<br />
2000 &#8211; Gao Xingjian. Não tinha lido. Não conhecia.<br />
1999 &#8211; Günter Grass. Tinha lido A Ratazana.<br />
1998 &#8211; José Saramago. Tinha lido meia-dúzia de livros.</p>
<p>O Saloio lê certamente romances enquanto escreve comentários anónimos nos blogues, portanto ser-lhe-á muito fácil dizer-nos que já tinha lido vários livros da maioria destes autores <i>à data</i> da atribuição dos respectivos Nobel.</p>
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	<item>
		<title>Por: Catarina</title>
		<link>http://5dias.net/2008/10/16/ideias-em-tempo-de-crise/comment-page-1/#comment-70571</link>
		<dc:creator>Catarina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 14:28:19 +0000</pubDate>
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		<description>Fantástico artigo. Já o recortei do Público de ontem para comentar com os meus alunos do plano de desenvolvimento (9ºano).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fantástico artigo. Já o recortei do Público de ontem para comentar com os meus alunos do plano de desenvolvimento (9ºano).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Rainha</title>
		<link>http://5dias.net/2008/10/16/ideias-em-tempo-de-crise/comment-page-1/#comment-70568</link>
		<dc:creator>Luis Rainha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 14:17:21 +0000</pubDate>
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		<description>Leio, entre obrigações académicas, profissionais e puro lazer, pelo menos um livro por semana. E ainda não li um só livro do mais recente Nobel. Mais um deserto de incultura e iliteracia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leio, entre obrigações académicas, profissionais e puro lazer, pelo menos um livro por semana. E ainda não li um só livro do mais recente Nobel. Mais um deserto de incultura e iliteracia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Saloio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/10/16/ideias-em-tempo-de-crise/comment-page-1/#comment-70565</link>
		<dc:creator>Saloio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 14:09:22 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Rui Tavares: a circunstância do senhor confessar com à-vontade ee de forma destemida que nunca leu nada de literatura, pelo menos de autores que vieram a ser prémios nobeis, demonstra,  mais que o seu grau cultural, um desassombro de incultura que me comove.

E a referência que faz da sua leitura do livro do economista agora nobel, um texto técnico, faz-me lembrar o Dr. Mário Soares na última campanha presidencial, comentando em surdina o silêncio atrapalhado do Prof. Cavaco, quando lhe perguntaram que livros/romances tinha lido ultimamente: &quot;ele&quot; não lê livros...só lê dossiers!!!!!

Pelos vistos está na moda e até é fashion não ler literatura; eu imagino: dá trabalho, perde-se tempo para textos que se facturam e juntam ao curriculo, e os livros não dão para discutir na net, porque os outros argonautas também já não lêm.

Porém, pelo exemplo do homem de Boliqueime, prevejo para si (pessoa de quem gosto), um futuro alto cargo na nossa nação. 

...Só espero é que nessa altura tenha em conta o que agora vai dizendo.

Espero eu...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rui Tavares: a circunstância do senhor confessar com à-vontade ee de forma destemida que nunca leu nada de literatura, pelo menos de autores que vieram a ser prémios nobeis, demonstra,  mais que o seu grau cultural, um desassombro de incultura que me comove.</p>
<p>E a referência que faz da sua leitura do livro do economista agora nobel, um texto técnico, faz-me lembrar o Dr. Mário Soares na última campanha presidencial, comentando em surdina o silêncio atrapalhado do Prof. Cavaco, quando lhe perguntaram que livros/romances tinha lido ultimamente: &#8220;ele&#8221; não lê livros&#8230;só lê dossiers!!!!!</p>
<p>Pelos vistos está na moda e até é fashion não ler literatura; eu imagino: dá trabalho, perde-se tempo para textos que se facturam e juntam ao curriculo, e os livros não dão para discutir na net, porque os outros argonautas também já não lêm.</p>
<p>Porém, pelo exemplo do homem de Boliqueime, prevejo para si (pessoa de quem gosto), um futuro alto cargo na nossa nação. </p>
<p>&#8230;Só espero é que nessa altura tenha em conta o que agora vai dizendo.</p>
<p>Espero eu&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: xatoo</title>
		<link>http://5dias.net/2008/10/16/ideias-em-tempo-de-crise/comment-page-1/#comment-70564</link>
		<dc:creator>xatoo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 14:02:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=7901#comment-70564</guid>
		<description>mais do mesmo
Obama como Roosevelt, ou dito de outro modo: Zbigniew Brzezinski depois de Madeleine Albright, ou seja: Bush Pai seguido de Bush filho, com Clinton pelo meio
O que muda é apenas a quantidade de dinheiro impresso; ou não são reconhecíveis as estruturas económicas do Império?
http://www.politico.com/news/stories/0907/5783.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>mais do mesmo<br />
Obama como Roosevelt, ou dito de outro modo: Zbigniew Brzezinski depois de Madeleine Albright, ou seja: Bush Pai seguido de Bush filho, com Clinton pelo meio<br />
O que muda é apenas a quantidade de dinheiro impresso; ou não são reconhecíveis as estruturas económicas do Império?<br />
<a href="http://www.politico.com/news/stories/0907/5783.html" rel="nofollow">http://www.politico.com/news/stories/0907/5783.html</a></p>
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