No Blasfémias, por exemplo, nem uma palavra sobre o Krugman. O João Miranda só fala sobre o casamento gay. O mesmo se pode dizer do Insurgente, excepção feita a umas citações colocadas há uns minutos.
No Blasfémias, por exemplo, nem uma palavra sobre o Krugman. O João Miranda só fala sobre o casamento gay. O mesmo se pode dizer do Insurgente, excepção feita a umas citações colocadas há uns minutos.
… até aqui no “cinco dias”!
Precisamente. É sempre bom ter uma realidade alternativa à mão.
confesso que não conheço.
Isto tem a ver muito simplesmente com a qualidade dos premiados. Ou agraciados, melhor dizendo. Depois de José Saramago ter sido distinguido com um já ninguém liga ao Nobel. Ou Nóbel, como diz o dito.
Quando um economista ultra-liberal ganhar o Nobel (já houve muitos), será um imperativo ético que cada autor do 5dias comente e diga aquilo que concorda e aquilo de que discorda do mesmo.
Se comentarem outros assuntos, estarão numa “realidade alternativa”, como diz o Raínha.
Vocês são patéticos.
“Patéticos”, diz o pateta.
“Quando um economista ultra-liberal ganhar o Nobel (já houve muitos), será um imperativo ético que cada autor do 5dias comente e diga aquilo que concorda e aquilo de que discorda do mesmo.”
Não é um paralelo que se estabeleça. O João Miranda fala muito de economia. Há blógueres, no Insurgente, que só falam de economia. Daí a minha observação e legítima estranheza, que deve ser a de muitos leitores desses blogues. Ninguém no Cinco Dias fala de economia com esta frequência.
Mas é claro que ninguém é obrigado a comentar seja o que for.
“Depois de José Saramago ter sido distinguido com um já ninguém liga ao Nobel”. Eis Sagitário em versão de Romeiro: – Quem és tu?
- Ninguém, responde Sagitário.
Filipe Moura,
Até posso acreditar na sua boa fé. Mas então eu posso explicar aquilo que parece de bom senso:
Eles não concordam com a maioria do pensamento do Krugman. Ok. Ao saberem que o Nobel lhe foi atribuído, e sabendo nós como o Nobel anda descredibilizado de há alguns anos para cá, percebe-se que haja algum enfado em ter de dar importância à atribuição do mesmo com posts sobre o Krugman. Sobretudo quando o Nobel deste ano foi grandemente “político”, como muitos da esquerda à direita afirmam.
Vir com processos de intenções tipo-Raínha é algo totalmente descabido e mal educado (embora eu não seja a pessoa mais apropriada para falar de educação), mas enfim.