O défice democrático explicado em duas linhas

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8 respostas a O défice democrático explicado em duas linhas

  1. o sátiro diz:

    A segunda motícia é verdadeira. A primeira só é verdade se for bem explicada, e de forma completa. Onde está o défice democrático?
    Como LR sabe, as decisões judiciais só se tornam definitivas depois do trânsito em julgado.
    Logo, AJJ “ainda” não foi condenado; e pode nunca o vir a ser.
    Défice muito maior aconteceu com Paulo Pedroso, em que os “media” em peso apregoaram que tinha ganho + de 100 mil €, o PS e o próprio tomaram a decisão como facto consumado, PP até foi para a AR, e afinal, ainda não ganhou nada porque o MP recorreu.
    E, pelo que se sabe, a decisão de 1ª instância está muito mal fundamentada, faz apelo a premissas incorrectas, e não coaduna o relatório com a conclusão final.
    É natural que a Relação ou o STJ decidam em sentido inverso.

  2. Luis Moreira diz:

    Políticos e jornalistas, a verdade a que temos direito!

  3. Luis Rainha diz:

    Sátiro,

    Se bem percebo a coisa, foi condenado em primeira instância. Mas vá lá ler as notícias pra ver bem as diferenças: para o jornal de que o governo regional madeirense é sócio, interessa é o recurso e uma suposta injustiça no montante da indemnização. E não deixa de ser espantoso que não se comece pelo facto que dá origem ao recurso. Algo tipo “Alberto João condenado promete recurso”. Ou algo que o valha.

  4. Nik diz:

    O défice é mesmo de liberdade de expressão. Democracia têm lá eles. Liberdade, não! Quem não perceber a diferença, que se vá informando.

  5. Luis Moreira diz:

    luis, é óbvio que o Satiro percebeu bem.Numa notícia está a condenação (verdadeira);na outra notícia está o recurso (verdadeira).A diferença está no jornalismo!

  6. Luis Rainha diz:

    É só um entendimento um pouco, digamos, “angolano” do que deve ser uma Democracia. Nada de grave, suponho.

  7. o sátiro diz:

    LR, continuo a dizer que, em termos técnicos, o AJJ “ainda” não foi condenado, porque a decisão de 1ª instância está “suspensa”, é como se não existisse.
    Se, por mera hipótese, o STJ der razão ao AJJ, em que ficamos? Foi condenado ou não?
    Claro que há diferença no jornalismo: mas tão errado é um objectivo como o outro.

    (LM thanks pela “defesa”).

  8. aires bustorff diz:

    maravilha

    e felizmente

    ainda por cima escrita em portugues

    aqui no 5 dias…

    já era saudade ver coisas esctritas nosso linguajar

    abraço

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