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Animais de cabelo, ponto.

30 Setembro 2008 | por Ana Matos Pires

«Por isso, com todo o respeito pelas pessoas nascidas com esse defeito e, até, pelas que ali foram cair, não podemos concordar com a equiparação dessa união ao casamento legal. Seria até caso para exclamar a conhecida frase de um pensador: – “Quanto mais conheço os homens, mais amo os cães“.» [Diário do Minho, Carlindo Vieira]

O Pedro tem razão, cães!

Comentários

Comentário de jorge c.
Data: 30 Setembro 2008, 10:30

Essas são as pessoas que discordam de si, é? Muito bem! Bela forma de discutir seriamente um tema.

Comentário de Helena Velho
Data: 30 Setembro 2008, 10:49

Ana:

É a Igreja Católica Apostólica Romana no seu melhor! Porque o dizerem-se cristãos é pura demagogia! Igualdade, Vida melhor, amar o próximo como a si mesmo, bah! isso é só para os “normais” e digo mais, o dito sr. devia ser lido( e o próprio dm) junto a um vomitório público.
Até porque para amar cães é preciso ser-se humano, coisa que peremptoriamente ele não é, ou melhor a grande maioria deles não são!( um animaleco talvez? com pelo ou sem ele, ah!que cabeça a minha! são uma criação à imagem e semelhança do seu/deles criador!).
Apetece mudar de País cada vez que ouço estas vozes divinais que perante uma pergunta directa(feita a um sacerdote ) “porque não concorda a ICAR com o casamento de pessoas do mesmo sexo respondeu:” e se resolvessem apoiar assassinos, acha que “nós” deveríamos estar de acordo?”…no comments!
Estamos, enquanto sociedade, a anos-luz de saber respeitar o outro/a outra!
É triste.

Comentário de Ana Matos Pires
Data: 30 Setembro 2008, 12:42

Não estou a discutir tema nenhum, jorge, pela simples razão de que nada há para discutir com quem diz “pessoas nascidas com esse defeito e, até, pelas que ali foram cair”.

Triste é apelido, Helena, safa.

Comentário de jorge c.
Data: 30 Setembro 2008, 12:44

É exactamente pelo comentário de Helena Velho que vejo uma coisa fundamental nesta discussão: procura-se reconhecimento da sexualidade. A lei não anda aí para reconhecer nem a sexualidade de ninguém nem o amor, é isso que é a não-discriminação.
A mistura de conceitos é muito interessante.

Comentário de Luis Moreira
Data: 30 Setembro 2008, 12:53

Helena, a chamar-se Carlindo o homem algum defeito deve ter! Esta sociedade está de pantanas.Eu andava a passear com uma sobrinha de 2 anos e uma tia chegou-se a mim com a cadela e diz-me”tambem é uma menina”!!! Mas pessoas só porque são diferentes…

Comentário de agent
Data: 30 Setembro 2008, 13:59

Não me surpreende: todos gostamos de aprender sempre mais e daí esta tendência para amarmos alguém com um QI superior ao nosso.

Comentário de Pedro Fontela
Data: 30 Setembro 2008, 15:22

Ana Matos Pires,

Não vale a pena insistir, para quem tem opinião formada mas não tem os “ovos” de admitir os seus preconceitos esse tipo de intervenção será sempre aceitavel e quem não é sério é quem critica este tipo de alarvidades.

Helena Velho,

Concordo plenamente.

Comentário de jorge c.
Data: 30 Setembro 2008, 15:41

Mas a imbecilidade tratamos com desprezo e não lhes damos atenção, porque depois acaba por entrar no mesmo esquema. Insulto para aqui e para li e depois ninguém se entende.

Comentário de cristã
Data: 30 Setembro 2008, 16:21

Ana, citando a Malfaldinha (a niña peligrosa fez ontem 44 anos), “e não é que neste mundo há cada vez mais gente e cada vez menos pessoas”. Era com isto que a ICAR se deveria preocupar.

ps - O que eu gostava, como cristã, que a hierarquia da Igreja fosse desafiada a explicar cada posição que toma à luz do cristianismo porque o que me parece é que nem sempre o cristianismo serve os interesses da ICAR e vice-versa.

Comentário de De Puta Madre
Data: 30 Setembro 2008, 20:01

Como dizem os Italianos “Filhos de uma Minhota!”.

Comentário de Pedro Morgado
Data: 1 Outubro 2008, 14:05

Artigo integral: http://documentosdaavenida.blogspot.com/2008/10/casamento-de-homossexuais.html

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