<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: A diferença entre esquerda e direita é uma questão de prazer</title>
	<atom:link href="http://5dias.net/2008/09/22/a-diferenca-entre-esquerda-e-direita-e-uma-questao-de-prazer/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://5dias.net/2008/09/22/a-diferenca-entre-esquerda-e-direita-e-uma-questao-de-prazer/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 08:42:54 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/22/a-diferenca-entre-esquerda-e-direita-e-uma-questao-de-prazer/comment-page-1/#comment-66213</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 22:40:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=6249#comment-66213</guid>
		<description>Nik

sim, o Manuel Pinheiro é o culpado de tudo isto. Do sub  prime e do aquecimento global.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nik</p>
<p>sim, o Manuel Pinheiro é o culpado de tudo isto. Do sub  prime e do aquecimento global.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/22/a-diferenca-entre-esquerda-e-direita-e-uma-questao-de-prazer/comment-page-1/#comment-66210</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 22:32:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=6249#comment-66210</guid>
		<description>Peço desculpa, quem é Manuel Pinheiro? Está envolvido na bancarrota do subprime?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Peço desculpa, quem é Manuel Pinheiro? Está envolvido na bancarrota do subprime?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: T</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/22/a-diferenca-entre-esquerda-e-direita-e-uma-questao-de-prazer/comment-page-1/#comment-66196</link>
		<dc:creator>T</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 20:42:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=6249#comment-66196</guid>
		<description>Johnny,

&quot;Não concordo com o teu reparo. A posição do Manuel só fazia sentido se &#039;A Esquerda&#039; (toda) fosse anti-capitalista.&quot;

Aquilo a que te referes (a frase transcrita neste teu post) não é bem uma &quot;posição&quot;, é mais propriamente um &quot;comentário lateral&quot; em que ele lembra que a intervenção realizada é feita in extremis, e com bastante vergonha até (pela facilidade do crédito que foi apanágio nas últimas décadas, etc), e não com prazer, como talvez alguma esquerda talvez defendesse.

O Manel fala em &quot;vários socialistas&quot; e não em &quot;todos os socialistas&quot;, muito menos em &quot;esquerda toda&quot;, menos ainda n&#039; &quot;A Esquerda&quot; (toda), que apela a uma discussão mais centrada na ideologia (plano das nuvens) do que nas opiniões efectivamente expressas um pouco por aí por algumas pessas de esquerda que o Manel teria em mente.

&quot;Como nem toda a esquerda o é (eu não sou certamente), o reparo do Manel é algo gratuito e injustificado.&quot;

Isto fica sem efeito, portanto.

&quot;Mais: é óbvio que esquerda e direita podem chegar às mesmas conclusões vindo de caminhos diferentes, mas não me parece que o &#039;prazer&#039; seja uma variável que nos permita discriminar entre a legitimidade das duas posições.&quot;

1: Repara que tu é que usas a palavra &quot;prazer&quot;. 2: Também não acho que o prazer permita discriminar, pelo menos da forma mais correcta, a legitimidade das duas posições, o que faz é lembrar que por detrás de uma concordância pontual estarão permissas diferentes e leituras diferentes da necessidade de tomar uma acção concreta num dado momento.

&quot;Ou melhor: não me parece que o prazer seja relevante para julgar o conteúdo da posição de esquerda&quot;

O &quot;prazer&quot; é apenas um &quot;sinal&quot; de algo mais profundo e importante. Não acho que da passagem do Manel se depreenda o que referes. O prazer apenas sinaliza diferenças.

Para dar um exemplo MUITO MUITO afastado deste, recordo as várias reacções à morte que resultou da intervenção dos GOE há uns tempos. Houve quem mostrasse visível prazer pela morte ocorrida (&quot;um exemplo para outros&quot;, &quot;assim é que é&quot;, etc) e quem lamentasse essa morte, ainda que concordasse com a acção tomada.

Abraços,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Johnny,</p>
<p>&#8220;Não concordo com o teu reparo. A posição do Manuel só fazia sentido se &#8216;A Esquerda&#8217; (toda) fosse anti-capitalista.&#8221;</p>
<p>Aquilo a que te referes (a frase transcrita neste teu post) não é bem uma &#8220;posição&#8221;, é mais propriamente um &#8220;comentário lateral&#8221; em que ele lembra que a intervenção realizada é feita in extremis, e com bastante vergonha até (pela facilidade do crédito que foi apanágio nas últimas décadas, etc), e não com prazer, como talvez alguma esquerda talvez defendesse.</p>
<p>O Manel fala em &#8220;vários socialistas&#8221; e não em &#8220;todos os socialistas&#8221;, muito menos em &#8220;esquerda toda&#8221;, menos ainda n&#8217; &#8220;A Esquerda&#8221; (toda), que apela a uma discussão mais centrada na ideologia (plano das nuvens) do que nas opiniões efectivamente expressas um pouco por aí por algumas pessas de esquerda que o Manel teria em mente.</p>
<p>&#8220;Como nem toda a esquerda o é (eu não sou certamente), o reparo do Manel é algo gratuito e injustificado.&#8221;</p>
<p>Isto fica sem efeito, portanto.</p>
<p>&#8220;Mais: é óbvio que esquerda e direita podem chegar às mesmas conclusões vindo de caminhos diferentes, mas não me parece que o &#8216;prazer&#8217; seja uma variável que nos permita discriminar entre a legitimidade das duas posições.&#8221;</p>
<p>1: Repara que tu é que usas a palavra &#8220;prazer&#8221;. 2: Também não acho que o prazer permita discriminar, pelo menos da forma mais correcta, a legitimidade das duas posições, o que faz é lembrar que por detrás de uma concordância pontual estarão permissas diferentes e leituras diferentes da necessidade de tomar uma acção concreta num dado momento.</p>
<p>&#8220;Ou melhor: não me parece que o prazer seja relevante para julgar o conteúdo da posição de esquerda&#8221;</p>
<p>O &#8220;prazer&#8221; é apenas um &#8220;sinal&#8221; de algo mais profundo e importante. Não acho que da passagem do Manel se depreenda o que referes. O prazer apenas sinaliza diferenças.</p>
<p>Para dar um exemplo MUITO MUITO afastado deste, recordo as várias reacções à morte que resultou da intervenção dos GOE há uns tempos. Houve quem mostrasse visível prazer pela morte ocorrida (&#8220;um exemplo para outros&#8221;, &#8220;assim é que é&#8221;, etc) e quem lamentasse essa morte, ainda que concordasse com a acção tomada.</p>
<p>Abraços,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: T</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/22/a-diferenca-entre-esquerda-e-direita-e-uma-questao-de-prazer/comment-page-1/#comment-66194</link>
		<dc:creator>T</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 20:37:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=6249#comment-66194</guid>
		<description>Johnny,

&quot;Não concordo com o teu reparo. A posição do Manuel só fazia sentido se ‘A Esquerda’ (toda) fosse anti-capitalista.&quot;

Aquilo a que te referes (a frase transcrita neste teu post) não é bem uma &quot;posição&quot;, é mais propriamente um &quot;comentário lateral&quot; em que ele lembra que a intervenção realizada é feita in extremis, e com bastante vergonha até (pela facilidade do crédito que foi apanágio nas últimas décadas, etc), e não com prazer, como talvez alguma esquerda talvez defendesse.

O Manel fala em &quot;vários socialistas&quot; e não em &quot;todos os socialistas&quot;, muito menos em &quot;esquerda toda&quot;, menos ainda n&#039; &quot;A Esquerda&quot; (toda), que apela a uma discussão mais centrada na ideologia (plano das nuvens) do que nas opiniões efectivamente expressas um pouco por aí por algumas pessas de esquerda que o Manel teria em mente.

&quot;Como nem toda a esquerda o é (eu não sou certamente), o reparo do Manel é algo gratuito e injustificado.&quot;

Isto fica sem efeito, portanto.

&quot;Mais: é óbvio que esquerda e direita podem chegar às mesmas conclusões vindo de caminhos diferentes, mas não me parece que o ‘prazer’ seja uma variável que nos permita discriminar entre a legitimidade das duas posições.&quot;

1: Repara que tu é que usas a palavra &quot;prazer&quot;. 2: Também não acho que o prazer permita discriminar, pelo menos da forma mais correcta, a legitimidade das duas posições, o que faz é lembrar que por detrás de uma concordância pontual estarão permissas diferentes e leituras diferentes da necessidade de tomar uma acção concreta num dado momento.

&quot;Ou melhor: não me parece que o prazer seja relevante para julgar o conteúdo da posição de esquerda&quot;

O &quot;prazer&quot; é apenas um &quot;sinal&quot; de algo mais profundo e importante. Não acho que da passagem do Manel se depreenda o que referes. O prazer apenas sinaliza diferenças.

Para dar um exemplo MUITO MUITO afastado deste, recordo as várias reacções à morte que resultou da intervenção dos GOE há uns tempos. Houve quem mostrasse visível prazer pela morte ocorrida (&quot;um exemplo para outros&quot;, &quot;assim é que é&quot;, etc) e quem lamentasse essa morte, ainda que concordasse com a acção tomada.

Abraços,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Johnny,</p>
<p>&#8220;Não concordo com o teu reparo. A posição do Manuel só fazia sentido se ‘A Esquerda’ (toda) fosse anti-capitalista.&#8221;</p>
<p>Aquilo a que te referes (a frase transcrita neste teu post) não é bem uma &#8220;posição&#8221;, é mais propriamente um &#8220;comentário lateral&#8221; em que ele lembra que a intervenção realizada é feita in extremis, e com bastante vergonha até (pela facilidade do crédito que foi apanágio nas últimas décadas, etc), e não com prazer, como talvez alguma esquerda talvez defendesse.</p>
<p>O Manel fala em &#8220;vários socialistas&#8221; e não em &#8220;todos os socialistas&#8221;, muito menos em &#8220;esquerda toda&#8221;, menos ainda n&#8217; &#8220;A Esquerda&#8221; (toda), que apela a uma discussão mais centrada na ideologia (plano das nuvens) do que nas opiniões efectivamente expressas um pouco por aí por algumas pessas de esquerda que o Manel teria em mente.</p>
<p>&#8220;Como nem toda a esquerda o é (eu não sou certamente), o reparo do Manel é algo gratuito e injustificado.&#8221;</p>
<p>Isto fica sem efeito, portanto.</p>
<p>&#8220;Mais: é óbvio que esquerda e direita podem chegar às mesmas conclusões vindo de caminhos diferentes, mas não me parece que o ‘prazer’ seja uma variável que nos permita discriminar entre a legitimidade das duas posições.&#8221;</p>
<p>1: Repara que tu é que usas a palavra &#8220;prazer&#8221;. 2: Também não acho que o prazer permita discriminar, pelo menos da forma mais correcta, a legitimidade das duas posições, o que faz é lembrar que por detrás de uma concordância pontual estarão permissas diferentes e leituras diferentes da necessidade de tomar uma acção concreta num dado momento.</p>
<p>&#8220;Ou melhor: não me parece que o prazer seja relevante para julgar o conteúdo da posição de esquerda&#8221;</p>
<p>O &#8220;prazer&#8221; é apenas um &#8220;sinal&#8221; de algo mais profundo e importante. Não acho que da passagem do Manel se depreenda o que referes. O prazer apenas sinaliza diferenças.</p>
<p>Para dar um exemplo MUITO MUITO afastado deste, recordo as várias reacções à morte que resultou da intervenção dos GOE há uns tempos. Houve quem mostrasse visível prazer pela morte ocorrida (&#8220;um exemplo para outros&#8221;, &#8220;assim é que é&#8221;, etc) e quem lamentasse essa morte, ainda que concordasse com a acção tomada.</p>
<p>Abraços,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Manuel Pinheiro</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/22/a-diferenca-entre-esquerda-e-direita-e-uma-questao-de-prazer/comment-page-1/#comment-66191</link>
		<dc:creator>Manuel Pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 20:04:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=6249#comment-66191</guid>
		<description>Caríssimo,

Sou um empirista e não gosto, como tu, dos apriorismos nos quais alguns amigos nossos baseiam as suas abstracções. Acredito que a realidade refuta as teorias. Ponto, sem mas. Aquelas leituras do &quot;in defense of radical apriorism&quot; que tanto fascinam alguns liberais não entram aqui em casa. Acho que tu sabes isso.

Sabes também que intervenção do estado na economia e socialismo são apenas idênticos na cabeça a preto e branco de meia dúzia de pessoas no mundo.

Sabes também que no partido republicano e na doutrina económica maioritária do FED e, em particular, do seu Presidente, este tipo de intervenções são apenas defensáveis em ocasiões extraordinárias, ao contrário de outras doutrinas que defendem (é lá com eles) presença constante e bem mais profunda.

Os instrumentos accionados por ambos resultam da leitura de necessidades concretas, têm um objectivo temporal idealizado de curto/médio prazo (quanto menor, melhor) e têm como visão a normalização do mercado para que o estado se retire como jogador e volte à sua posição de árbitro.

Se quiseres, poder-se-ia acrescentar assim: «Não é esta a oportunidade que eles estavam à espera ...» para demagogicamente fazerem extrapolações abusivas e politicamente orientadas para avançar com agendas políticas de presença estatal na economia mais além do que a solução técnica deste caso parece exigir.

Um abraço,
M.

PS: O teu mail da lse ainda funciona? Enviei um sms ao Tiago a pedir o teu e-mail a semana passada, mas não tive sorte</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo,</p>
<p>Sou um empirista e não gosto, como tu, dos apriorismos nos quais alguns amigos nossos baseiam as suas abstracções. Acredito que a realidade refuta as teorias. Ponto, sem mas. Aquelas leituras do &#8220;in defense of radical apriorism&#8221; que tanto fascinam alguns liberais não entram aqui em casa. Acho que tu sabes isso.</p>
<p>Sabes também que intervenção do estado na economia e socialismo são apenas idênticos na cabeça a preto e branco de meia dúzia de pessoas no mundo.</p>
<p>Sabes também que no partido republicano e na doutrina económica maioritária do FED e, em particular, do seu Presidente, este tipo de intervenções são apenas defensáveis em ocasiões extraordinárias, ao contrário de outras doutrinas que defendem (é lá com eles) presença constante e bem mais profunda.</p>
<p>Os instrumentos accionados por ambos resultam da leitura de necessidades concretas, têm um objectivo temporal idealizado de curto/médio prazo (quanto menor, melhor) e têm como visão a normalização do mercado para que o estado se retire como jogador e volte à sua posição de árbitro.</p>
<p>Se quiseres, poder-se-ia acrescentar assim: «Não é esta a oportunidade que eles estavam à espera &#8230;» para demagogicamente fazerem extrapolações abusivas e politicamente orientadas para avançar com agendas políticas de presença estatal na economia mais além do que a solução técnica deste caso parece exigir.</p>
<p>Um abraço,<br />
M.</p>
<p>PS: O teu mail da lse ainda funciona? Enviei um sms ao Tiago a pedir o teu e-mail a semana passada, mas não tive sorte</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: PJMODM</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/22/a-diferenca-entre-esquerda-e-direita-e-uma-questao-de-prazer/comment-page-1/#comment-66189</link>
		<dc:creator>PJMODM</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 19:42:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=6249#comment-66189</guid>
		<description>O exercício mental foi tão exaustivo que na escrita do português se atrapalhou, quando disse: «Não é esta a oportunidade que eles estavam à espera» se calhar quereria dizer «Não estavam à espera de uma oportunidade».
Pois a expressão empregue implica que também estivessem à espera de oportunidade para intervir, só que não era esta, era outra. 
Ou se calhar a subtileza não é apenas analítica é mesmo psicanalítica, e o sr. exprimiu correctamente o seu raciocínio sobre o actuar sem  prazer. Na sua narrativa:
O «Busch e o FED» «estavam à espera de uma oportunidade» (se calhar escondidos na esquina),  aquela de quem «estavam à espera» não aparece (talvez ...), mas aparece outra (por ex. ...), e eles apesar de «não ser esta a oportunidade de que estavam à espera», sentem-se «obrigados» a «activar» os «instrumentos».
O sr. Manuel Pinheiro, revela sensibilidade (ao contrário dos malévolos) à frustração gerada, pois «não é esta a oportunidade que eles estavam à espera»  para os «instrumentos que estão a ter de activar».</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O exercício mental foi tão exaustivo que na escrita do português se atrapalhou, quando disse: «Não é esta a oportunidade que eles estavam à espera» se calhar quereria dizer «Não estavam à espera de uma oportunidade».<br />
Pois a expressão empregue implica que também estivessem à espera de oportunidade para intervir, só que não era esta, era outra.<br />
Ou se calhar a subtileza não é apenas analítica é mesmo psicanalítica, e o sr. exprimiu correctamente o seu raciocínio sobre o actuar sem  prazer. Na sua narrativa:<br />
O «Busch e o FED» «estavam à espera de uma oportunidade» (se calhar escondidos na esquina),  aquela de quem «estavam à espera» não aparece (talvez &#8230;), mas aparece outra (por ex. &#8230;), e eles apesar de «não ser esta a oportunidade de que estavam à espera», sentem-se «obrigados» a «activar» os «instrumentos».<br />
O sr. Manuel Pinheiro, revela sensibilidade (ao contrário dos malévolos) à frustração gerada, pois «não é esta a oportunidade que eles estavam à espera»  para os «instrumentos que estão a ter de activar».</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Galamba</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/22/a-diferenca-entre-esquerda-e-direita-e-uma-questao-de-prazer/comment-page-1/#comment-66188</link>
		<dc:creator>João Galamba</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 19:39:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=6249#comment-66188</guid>
		<description>Amigo T,

Não concordo com o teu reparo. A posição do Manuel só fazia sentido se &#039;A Esquerda&#039; (toda) fosse anti-capitalista. Como nem toda a esquerda o é (eu não sou certamente), o reparo do Manel é algo gratuito e injustificado. 

Mais: é óbvio que esquerda e direita podem chegar às mesmas conclusões vindo de caminhos diferentes, mas não me parece que o &#039;prazer&#039; seja uma variável que nos permita discriminar entre a legitimidade das duas posições. Ou melhor: não me parece que o prazer seja relevante para julgar o conteúdo da posição de esquerda

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amigo T,</p>
<p>Não concordo com o teu reparo. A posição do Manuel só fazia sentido se &#8216;A Esquerda&#8217; (toda) fosse anti-capitalista. Como nem toda a esquerda o é (eu não sou certamente), o reparo do Manel é algo gratuito e injustificado. </p>
<p>Mais: é óbvio que esquerda e direita podem chegar às mesmas conclusões vindo de caminhos diferentes, mas não me parece que o &#8216;prazer&#8217; seja uma variável que nos permita discriminar entre a legitimidade das duas posições. Ou melhor: não me parece que o prazer seja relevante para julgar o conteúdo da posição de esquerda</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: T</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/22/a-diferenca-entre-esquerda-e-direita-e-uma-questao-de-prazer/comment-page-1/#comment-66183</link>
		<dc:creator>T</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 19:14:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=6249#comment-66183</guid>
		<description>Alvo falhado (e sem necessidade, diga-se). Se trocarmos, fazendo mais justiça ao autor citado, o tom adversativo por um tom copulativo (salvo seja), ficamos com isto:

&quot;Reparem como, para além de reconhecer a necessidade de intervenção do poder político face às limitações dos mercados, o Manuel não deixa, ainda assim, de sublinhar importantes diferenças na forma como a esquerda e a direita vêem uma mesma intervenção. Como é próprio de uma análise objectiva.&quot;

Não é, de resto, e se calhar felizmente, assim tão raro que esquerda e direita concordem com algumas medidas em concreto, tantas vezes partindo, contudo, de bases diferentes, o que se traduz na tal &quot;diferença de prazer&quot; que o João aponta com sentido crítico, mas que falha o alvo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alvo falhado (e sem necessidade, diga-se). Se trocarmos, fazendo mais justiça ao autor citado, o tom adversativo por um tom copulativo (salvo seja), ficamos com isto:</p>
<p>&#8220;Reparem como, para além de reconhecer a necessidade de intervenção do poder político face às limitações dos mercados, o Manuel não deixa, ainda assim, de sublinhar importantes diferenças na forma como a esquerda e a direita vêem uma mesma intervenção. Como é próprio de uma análise objectiva.&#8221;</p>
<p>Não é, de resto, e se calhar felizmente, assim tão raro que esquerda e direita concordem com algumas medidas em concreto, tantas vezes partindo, contudo, de bases diferentes, o que se traduz na tal &#8220;diferença de prazer&#8221; que o João aponta com sentido crítico, mas que falha o alvo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: l.rodrigues</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/22/a-diferenca-entre-esquerda-e-direita-e-uma-questao-de-prazer/comment-page-1/#comment-66176</link>
		<dc:creator>l.rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 18:45:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=6249#comment-66176</guid>
		<description>O que ainda me faz confusão, espanto e algum deslumbramento, é a capacidade do cérebro humano elaborar tais raciocínios e não entrar em colapso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que ainda me faz confusão, espanto e algum deslumbramento, é a capacidade do cérebro humano elaborar tais raciocínios e não entrar em colapso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

