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	<title>Comentários em: Está tudo louco???</title>
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		<title>Por: FMS</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65693</link>
		<dc:creator>FMS</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 08:37:15 +0000</pubDate>
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		<description>A Palmira escreverá ébria do alto da sua &quot;formação&quot; enquanto achar que é lida, em exclusividade, por campónios que se maravilham com a sua clarividência, ou por caceteiros ignorantes que discordam de si por falta de habilitações. Não lhe passa pela cabeça que pessoas com habilitações e percurso académicos superiores ao seu divirjam da sua opinião, pois não?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Palmira escreverá ébria do alto da sua &#8220;formação&#8221; enquanto achar que é lida, em exclusividade, por campónios que se maravilham com a sua clarividência, ou por caceteiros ignorantes que discordam de si por falta de habilitações. Não lhe passa pela cabeça que pessoas com habilitações e percurso académicos superiores ao seu divirjam da sua opinião, pois não?</p>
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		<title>Por: Sotnas</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65634</link>
		<dc:creator>Sotnas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 20:31:49 +0000</pubDate>
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		<description>LPedro Machado,
E que tal fornecer às crianças apenas as ferramentas para que possam ser elas mesmas a decidir se o aborto é ou não uma monstruosidade ou se Deus existe ou não ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>LPedro Machado,<br />
E que tal fornecer às crianças apenas as ferramentas para que possam ser elas mesmas a decidir se o aborto é ou não uma monstruosidade ou se Deus existe ou não ?</p>
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	<item>
		<title>Por: LPedroMachado</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65606</link>
		<dc:creator>LPedroMachado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 17:16:46 +0000</pubDate>
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		<description>Crianças que são ensinadas que o aborto é uma monstruosidade e que Deus existe! Isso é muito perigoso! O que irá ser destas crianças?!... Há o sério risco de as meninas nunca fazerem um aborto e, pior do que isso, até irem à missa! O fim do mundo está próximo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Crianças que são ensinadas que o aborto é uma monstruosidade e que Deus existe! Isso é muito perigoso! O que irá ser destas crianças?!&#8230; Há o sério risco de as meninas nunca fazerem um aborto e, pior do que isso, até irem à missa! O fim do mundo está próximo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sotnas</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65546</link>
		<dc:creator>Sotnas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 14:32:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65546</guid>
		<description>Caros JDC e Lidador,
Numa coisa estamos claramente de acordo, a de que este tema, como aliás todos os de teor semelhante, são muito complexos.
Quanto à relatividade dos valores, ela é um facto irrefutável: os valores têm variado ao longo do tempo (e vão continuar a variar, quer queiramos quer não) e variam também no espaço geográfico, apesar de haver um padrão universal dado pelos Direitos Humanos, publicados na Carta das Nações Unidas. E tudo isto nada tem que ver com niilismo.
Voltando ao tema do aborto, colocaram na minha boca palavras que eu não disse, quando referem que eu teria dito que o aborto é um assunto ESTRITAMENTE da esfera pessoal. O que eu disse, e mantenho, é que o aborto é na origem um assunto da esfera pessoal da mulher grávida que é quem carrega no ventre o embrião. Mas, eu disse também mais: que por haver duas vidas em jogo e porque o embrião não apareceu no útero materno por geração espontânea, o assunto extravasa para a esfera privada do casal e também para a esfera pública da sociedade. Daí que faça sentido a sociedade, na pessoa do estado, legislar sobre o tema.

Em relação às penalizações sobre o uso e abuso do aborto, devo dizer-lhe o seguinte: primeiro que tudo deve imperar a sensatez, aliás como em tudo na vida. Além disso, se tivesse sido eu o legislador, teria ido mais longe: por exemplo, o SNS apenas pagaria um aborto a cada mulher, todos os outros que eventualmente aquela quisesse, fazer o estado já não pagaria. Implementaria, igualmente, medidas para divulgar e aconselhar sobre o uso de meios contraceptivos e implementaria a disciplina de educação nas escolas a partir do 3.º ciclo do ensino básico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros JDC e Lidador,<br />
Numa coisa estamos claramente de acordo, a de que este tema, como aliás todos os de teor semelhante, são muito complexos.<br />
Quanto à relatividade dos valores, ela é um facto irrefutável: os valores têm variado ao longo do tempo (e vão continuar a variar, quer queiramos quer não) e variam também no espaço geográfico, apesar de haver um padrão universal dado pelos Direitos Humanos, publicados na Carta das Nações Unidas. E tudo isto nada tem que ver com niilismo.<br />
Voltando ao tema do aborto, colocaram na minha boca palavras que eu não disse, quando referem que eu teria dito que o aborto é um assunto ESTRITAMENTE da esfera pessoal. O que eu disse, e mantenho, é que o aborto é na origem um assunto da esfera pessoal da mulher grávida que é quem carrega no ventre o embrião. Mas, eu disse também mais: que por haver duas vidas em jogo e porque o embrião não apareceu no útero materno por geração espontânea, o assunto extravasa para a esfera privada do casal e também para a esfera pública da sociedade. Daí que faça sentido a sociedade, na pessoa do estado, legislar sobre o tema.</p>
<p>Em relação às penalizações sobre o uso e abuso do aborto, devo dizer-lhe o seguinte: primeiro que tudo deve imperar a sensatez, aliás como em tudo na vida. Além disso, se tivesse sido eu o legislador, teria ido mais longe: por exemplo, o SNS apenas pagaria um aborto a cada mulher, todos os outros que eventualmente aquela quisesse, fazer o estado já não pagaria. Implementaria, igualmente, medidas para divulgar e aconselhar sobre o uso de meios contraceptivos e implementaria a disciplina de educação nas escolas a partir do 3.º ciclo do ensino básico.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro K(Costa) Ferreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65257</link>
		<dc:creator>Pedro K(Costa) Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 11:17:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65257</guid>
		<description>Sonia
e 
Fernanda Maria,

Claramente a estatísitica não é o vosso forte, mas a Palmira com a sua cultura científica talvez vos possa ajudar.

Palmira,
A diferença entre espermatozóides e óvulos (por uma lado) e embriões (por outro) é grande, a sua cultura científica ajuda-la-á a perceber.
Eu compreendo que muita gente não reconheça ao embrião o estatuto de vida humana autónoma. Não partilho, mas compreendo.
 
Também já houve dúvidas se os africanos tinham alma (no sentido de se saber se eram verdadeiramente humanos com tanto valor como qualquer um de nós); e os nazis eugénicos e holocausticos também não recenheciam valor à vida dos infelizes doentes mentais, nem à vida de judeus, ciganos e outros.

É nesse ponto, o de se reconhecer ou não valor a uma vida e de darmos a alguém o direito de decidir por essa vida, que o aborto é o holocausto nazi se assemelham.

A sua escolha moral de ser &quot;completamente pró escolha o que significa exactamente isso: que respeito completamente as escolhas morais dos outros e nem sequer me passa pela cabeça comentá-las&quot; é legítima. 

A escolha dos que viam o nazismo fazer e nada fizeram para o parar também é legitima. Não é no entanto a minha. Estamos conversados, ficamos a saber de que lado estamos e de que lado teríamos estado os dois se vivessemos na Alemanha em 1936.

(Por acaso até acho que os crimes estalinistas já tem uma lógica diferente.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sonia<br />
e<br />
Fernanda Maria,</p>
<p>Claramente a estatísitica não é o vosso forte, mas a Palmira com a sua cultura científica talvez vos possa ajudar.</p>
<p>Palmira,<br />
A diferença entre espermatozóides e óvulos (por uma lado) e embriões (por outro) é grande, a sua cultura científica ajuda-la-á a perceber.<br />
Eu compreendo que muita gente não reconheça ao embrião o estatuto de vida humana autónoma. Não partilho, mas compreendo.</p>
<p>Também já houve dúvidas se os africanos tinham alma (no sentido de se saber se eram verdadeiramente humanos com tanto valor como qualquer um de nós); e os nazis eugénicos e holocausticos também não recenheciam valor à vida dos infelizes doentes mentais, nem à vida de judeus, ciganos e outros.</p>
<p>É nesse ponto, o de se reconhecer ou não valor a uma vida e de darmos a alguém o direito de decidir por essa vida, que o aborto é o holocausto nazi se assemelham.</p>
<p>A sua escolha moral de ser &#8220;completamente pró escolha o que significa exactamente isso: que respeito completamente as escolhas morais dos outros e nem sequer me passa pela cabeça comentá-las&#8221; é legítima. </p>
<p>A escolha dos que viam o nazismo fazer e nada fizeram para o parar também é legitima. Não é no entanto a minha. Estamos conversados, ficamos a saber de que lado estamos e de que lado teríamos estado os dois se vivessemos na Alemanha em 1936.</p>
<p>(Por acaso até acho que os crimes estalinistas já tem uma lógica diferente.)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65242</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 09:47:54 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;caso haja necessidade de fazer uma escolha, não tenho dúvidas em afirmar de que se deve escolher a vida materna.&quot;

De acordo, mas isso nunca esteve em dúvida. A lei anterior tinha essa salvaguarda e outras (violação, malformação, etc)  A lei actual não pondera sequer isso. Estabelece que a mera vontade da mulher  (por razões que só a ela concernem) se sobrepõe à vida de outrem. Não se trata de escolher entre duas vidas, mas sim de escolher entre uma vida e , por exemplo, uma carreira profissional, uma vergonha de aparecer grávida, etc.

&quot;Portanto, como vê, o aborto concerne, essencialmente à mãe&quot;

Segundo a lei actual, sim. Na realidade não. 
Concerne tb ao feto e a mim, que acabo por pagar uma opção meramente privada de um outro contribuinte.

De resto, se o Sotnas, quiser, por exemplo, cortar uma perna, por razões que só a si concernem, dificilmente encontrará um médico para executar o seu desejo. 
Não basta ir ao Hospital e dizer que quer amputar a perna. E mesmo que lhe façam o serviço, você terá de o pagar. Não o contribuinte.
 Abortar é muito mais fácil, o que na prática equivale a dizer que, em termos éticos, é muito mais importante uma perna do que um feto.

A minha escala de valores não coincide com isto...e  a sua estou em crer que tb não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;caso haja necessidade de fazer uma escolha, não tenho dúvidas em afirmar de que se deve escolher a vida materna.&#8221;</p>
<p>De acordo, mas isso nunca esteve em dúvida. A lei anterior tinha essa salvaguarda e outras (violação, malformação, etc)  A lei actual não pondera sequer isso. Estabelece que a mera vontade da mulher  (por razões que só a ela concernem) se sobrepõe à vida de outrem. Não se trata de escolher entre duas vidas, mas sim de escolher entre uma vida e , por exemplo, uma carreira profissional, uma vergonha de aparecer grávida, etc.</p>
<p>&#8220;Portanto, como vê, o aborto concerne, essencialmente à mãe&#8221;</p>
<p>Segundo a lei actual, sim. Na realidade não.<br />
Concerne tb ao feto e a mim, que acabo por pagar uma opção meramente privada de um outro contribuinte.</p>
<p>De resto, se o Sotnas, quiser, por exemplo, cortar uma perna, por razões que só a si concernem, dificilmente encontrará um médico para executar o seu desejo.<br />
Não basta ir ao Hospital e dizer que quer amputar a perna. E mesmo que lhe façam o serviço, você terá de o pagar. Não o contribuinte.<br />
 Abortar é muito mais fácil, o que na prática equivale a dizer que, em termos éticos, é muito mais importante uma perna do que um feto.</p>
<p>A minha escala de valores não coincide com isto&#8230;e  a sua estou em crer que tb não.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JDC</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65236</link>
		<dc:creator>JDC</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 09:09:04 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Sotnas

Mas se os valores são relativos e contextuais vamos cair no niilismo. Qualquer indivíduo poderá sempre afirmar encontrar-se na vanguarda do futuro e, assim, justificar as suas opções éticas. Tem de haver, de facto, valores fundamentais e imutáveis, como o valor da vida humana.
O curioso nas acusações à Inquisição é que elas encontram paralelo na sociedade contemporânea, basta olhar para leste para a Arábia Saudita onde os líderes religiosos ameaçaram recentemente de morte os directores de uma estação televisiva por esta possuir uma programação, segundo eles, demoníaca... Mas isso é outra guerra. No entanto, este exemplo serve para demonstrar que não devemos encolher os braços e dizer que os valores são relativos e contextuais... O caminho para uma sociedade melhor faz-se reconhecendo os erros e não abraça-los como coisas aceitáveis...

&quot;Apesar de todas estas considerações, sei que existem abusos como aliás acontece em tudo. Mas, esses abusos têm de ser penalizados.&quot;

Pois devem ser penalizados. Mas, se o aborto é algo ESTRITAMENTE da esfera pessoal surgem duas perguntas:

- o que impede, eticamente, uma mulher de recorrer ao IVG como método anti-conceptivo?
- qual o direito ético da sociedade de penalizar uma mulher que recorra ao IVG como método anti-conceptivo?

Repare que estas não são perguntas abstractas, há já um caso (aquele de que tenho conhecimento pelos jornais) de uma mulher que no ano de 2007 realizou 3 abortos... É muito? É pouco? Onde começa e acaba o abuso? Como pode defender esse ponto de vista eticamente se o aborto é algo que diz respeito apenas à consciência de cada mulher?

Este é, de facto, um tema muito mais complexo do que a bandeira do &quot;no meu corpo mando eu&quot;...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Sotnas</p>
<p>Mas se os valores são relativos e contextuais vamos cair no niilismo. Qualquer indivíduo poderá sempre afirmar encontrar-se na vanguarda do futuro e, assim, justificar as suas opções éticas. Tem de haver, de facto, valores fundamentais e imutáveis, como o valor da vida humana.<br />
O curioso nas acusações à Inquisição é que elas encontram paralelo na sociedade contemporânea, basta olhar para leste para a Arábia Saudita onde os líderes religiosos ameaçaram recentemente de morte os directores de uma estação televisiva por esta possuir uma programação, segundo eles, demoníaca&#8230; Mas isso é outra guerra. No entanto, este exemplo serve para demonstrar que não devemos encolher os braços e dizer que os valores são relativos e contextuais&#8230; O caminho para uma sociedade melhor faz-se reconhecendo os erros e não abraça-los como coisas aceitáveis&#8230;</p>
<p>&#8220;Apesar de todas estas considerações, sei que existem abusos como aliás acontece em tudo. Mas, esses abusos têm de ser penalizados.&#8221;</p>
<p>Pois devem ser penalizados. Mas, se o aborto é algo ESTRITAMENTE da esfera pessoal surgem duas perguntas:</p>
<p>- o que impede, eticamente, uma mulher de recorrer ao IVG como método anti-conceptivo?<br />
- qual o direito ético da sociedade de penalizar uma mulher que recorra ao IVG como método anti-conceptivo?</p>
<p>Repare que estas não são perguntas abstractas, há já um caso (aquele de que tenho conhecimento pelos jornais) de uma mulher que no ano de 2007 realizou 3 abortos&#8230; É muito? É pouco? Onde começa e acaba o abuso? Como pode defender esse ponto de vista eticamente se o aborto é algo que diz respeito apenas à consciência de cada mulher?</p>
<p>Este é, de facto, um tema muito mais complexo do que a bandeira do &#8220;no meu corpo mando eu&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sotnas</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65234</link>
		<dc:creator>Sotnas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 08:34:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65234</guid>
		<description>Caro Sebastião Dias,
Estou de acordo consigo, mas...
Primeiro, os valores são sempre relativos e contextuais.
Por exemplo, há alguns séculos atrás, a tortura era considerada algo normal, a &quot;Santa&quot; Inquisição, nomeadamente, não passava sem ela.
É preciso ver que os chamados direitos do Homem só apareceram no século XVIII.
Em segundo e relativamente ao aborto, o Sebastião está redondamente enganado quando refere que o aborto é uma moda. Não, infelizmente, o aborto tem sido uma realidade praticamente desde que o Homem é Homem. Ou não sabe que, por exemplo, nas nossas aldeias de Portugal se faziam &quot;desmanches&quot; a torto e a direito: eles eram com ervas, com agulhas de tricotar, entre outras coisas. E isto num povo muito religioso, mas também, em geral, muito pobre, sem meios anticoncepcionais, com um número de bocas para alimentar muito grande.
Não se iluda Sebastião, o aborto quer queiramos quer não, tem sido uma realidade desde sempre, e vai continuar a sê-lo. Como sociedade que se quer civilizada, não vale a pena taparmos o sol com peneira e fazermos de conta que ele não existe, porque essa atitude é muito cómodo mas não resolve nada.
O que a lei da IVG pretende, creio eu, é diminuir o número de abortos clandestinos e o número total de abortos. Aliás, como deve saber, é precisamente nos países onde a legalização se deu há mais tempo que o número de abortos é menor. Penso que isso quer dizer alguma coisa. 
Apesar de todas estas considerações, sei que existem abusos como aliás acontece em tudo. Mas, esses abusos têm de ser penalizados.
Quanto à sua consideração de que o aborto é um assunto da esfera pública não estou, igualmente, de acordo consigo: o aborto é antes de mais um assunto da esfera pessoal, que eu saiba o embrião não aparece por geração espontânea, teve de haver antes uma fecundação para a qual contribuiram um homem e uma mulher e, posteriormente, tem de haver um útero que o acolha e que dê guarida durante 40 semanas, normalmente o útero materno. Portanto, numa gravidez há duas vidas em jogo, por um lado a vida da mãe em toda a sua pujança e por outro a vida do embrião, que é ainda uma vida em projecto, em devir.
Idealmente, o melhor é não ter de escolher entre uma vida e a outra, mas, caso haja necessidade de fazer uma escolha, não tenho dúvidas em afirmar de que se deve escolher a vida materna.
Portanto, como vê, o aborto concerne, essencialmente à mãe, depois secundariamente também ao pai, passando a ser então um assunto da esfera privada e só depois passa à esfera pública. Por isso, por extravasar para a esfera pública, se justifica a existência de legislação com a qual se pretende definir regras, pois apesar de, e reafirmo, ser um assunto essencialmente das esferas pessoal e privada, dada a sua sensibilidade, extravasa, igualmente, para a pública.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Sebastião Dias,<br />
Estou de acordo consigo, mas&#8230;<br />
Primeiro, os valores são sempre relativos e contextuais.<br />
Por exemplo, há alguns séculos atrás, a tortura era considerada algo normal, a &#8220;Santa&#8221; Inquisição, nomeadamente, não passava sem ela.<br />
É preciso ver que os chamados direitos do Homem só apareceram no século XVIII.<br />
Em segundo e relativamente ao aborto, o Sebastião está redondamente enganado quando refere que o aborto é uma moda. Não, infelizmente, o aborto tem sido uma realidade praticamente desde que o Homem é Homem. Ou não sabe que, por exemplo, nas nossas aldeias de Portugal se faziam &#8220;desmanches&#8221; a torto e a direito: eles eram com ervas, com agulhas de tricotar, entre outras coisas. E isto num povo muito religioso, mas também, em geral, muito pobre, sem meios anticoncepcionais, com um número de bocas para alimentar muito grande.<br />
Não se iluda Sebastião, o aborto quer queiramos quer não, tem sido uma realidade desde sempre, e vai continuar a sê-lo. Como sociedade que se quer civilizada, não vale a pena taparmos o sol com peneira e fazermos de conta que ele não existe, porque essa atitude é muito cómodo mas não resolve nada.<br />
O que a lei da IVG pretende, creio eu, é diminuir o número de abortos clandestinos e o número total de abortos. Aliás, como deve saber, é precisamente nos países onde a legalização se deu há mais tempo que o número de abortos é menor. Penso que isso quer dizer alguma coisa.<br />
Apesar de todas estas considerações, sei que existem abusos como aliás acontece em tudo. Mas, esses abusos têm de ser penalizados.<br />
Quanto à sua consideração de que o aborto é um assunto da esfera pública não estou, igualmente, de acordo consigo: o aborto é antes de mais um assunto da esfera pessoal, que eu saiba o embrião não aparece por geração espontânea, teve de haver antes uma fecundação para a qual contribuiram um homem e uma mulher e, posteriormente, tem de haver um útero que o acolha e que dê guarida durante 40 semanas, normalmente o útero materno. Portanto, numa gravidez há duas vidas em jogo, por um lado a vida da mãe em toda a sua pujança e por outro a vida do embrião, que é ainda uma vida em projecto, em devir.<br />
Idealmente, o melhor é não ter de escolher entre uma vida e a outra, mas, caso haja necessidade de fazer uma escolha, não tenho dúvidas em afirmar de que se deve escolher a vida materna.<br />
Portanto, como vê, o aborto concerne, essencialmente à mãe, depois secundariamente também ao pai, passando a ser então um assunto da esfera privada e só depois passa à esfera pública. Por isso, por extravasar para a esfera pública, se justifica a existência de legislação com a qual se pretende definir regras, pois apesar de, e reafirmo, ser um assunto essencialmente das esferas pessoal e privada, dada a sua sensibilidade, extravasa, igualmente, para a pública.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sebastião Dias</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65190</link>
		<dc:creator>Sebastião Dias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 22:12:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65190</guid>
		<description>Caro Sotnas, este assunto tem a ver com a maneira como encaramos os valores.

Num mundo cada vez mais marcado pelo imediatismo, pelas modas, novidades e pelas verdades transitórias, alguns valores deveriam ser absolutos, em qualquer tempo, em qualquer país. É bom que assim seja. 

Para mim, o direito à vida é um desses valores. E para mim a vida não começa apenas no momento do nascimento (eu sei que alguns acham esta ideia muito revolucionária). Tão pouco é um valor que diz respeito à esfera privada. 

Deixe estar, a moda do aborto vai passar e vai ser engraçado ouvir as reviravoltas de discurso dos idealistas que taparam com o aborto os buracos da auto-estrada para o mundo ideal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Sotnas, este assunto tem a ver com a maneira como encaramos os valores.</p>
<p>Num mundo cada vez mais marcado pelo imediatismo, pelas modas, novidades e pelas verdades transitórias, alguns valores deveriam ser absolutos, em qualquer tempo, em qualquer país. É bom que assim seja. </p>
<p>Para mim, o direito à vida é um desses valores. E para mim a vida não começa apenas no momento do nascimento (eu sei que alguns acham esta ideia muito revolucionária). Tão pouco é um valor que diz respeito à esfera privada. </p>
<p>Deixe estar, a moda do aborto vai passar e vai ser engraçado ouvir as reviravoltas de discurso dos idealistas que taparam com o aborto os buracos da auto-estrada para o mundo ideal.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Palmira Silva</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65167</link>
		<dc:creator>Palmira Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 18:29:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65167</guid>
		<description>Caro Luís Oliveira:

Livros de História pelas razões óbvias não me pronuncio, mas se quiser pode ver o que penso sobre os livros de Química que analisei em três posts no De Reum Natura. Deixo-lhe o link para o último que linka os restantes.

&lt;a href=&quot;http://dererummundi.blogspot.com/2008/04/qumica.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Química no ensino básico: quem nos liberta desta cruz?&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Luís Oliveira:</p>
<p>Livros de História pelas razões óbvias não me pronuncio, mas se quiser pode ver o que penso sobre os livros de Química que analisei em três posts no De Reum Natura. Deixo-lhe o link para o último que linka os restantes.</p>
<p><a href="http://dererummundi.blogspot.com/2008/04/qumica.html" rel="nofollow">Química no ensino básico: quem nos liberta desta cruz?</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis OLiveira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65152</link>
		<dc:creator>Luis OLiveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 17:20:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65152</guid>
		<description>A Voz Portalegrense colocou online a reportagem publicada na revista Sábado da semana passada, sobre o que é ensinado nos nossos manuais escolares de História. O artigo está dividido por cinco posts, cada um deles mais assustador que as sobrancelhas do Álvaro Cunhal.

I - O comunismo foi positivo para a economia, o Exército Zapatista é um “movimento social” e a globalização quer transformar o mundo num “vasto casino”.

II - “Se, na URSS, a acção de Estaline provocou milhares de mortos e a deportação de milhões de pessoas para campos de trabalho forçado na Sibéria, nos EUA a perseguição ao suspeitos de simpatizarem com o comunismo e de promoverem actividades antiamericanas transformou-se numa verdadeira “caça às bruxas” que ficou conhecida por maccarthismo.” in Novo História 9, Texto Editores

III - &quot;Os EUA possuem as armas mais poderosas da terra, um assustador arsenal de alta tecnologia que lhe oferece várias opções para aniquilar o inimigo.&quot; in Caminhos da História, 12° ano, ASA, volume III

IV - “A ‘revolução cultural’ saldou-se em dois milhões de mortos, cem milhões de perseguidos e vinte milhões de jovens enviados, após o fim do movimento, para campos de reeducação.” in O Tempo da História, 12° ano, Volume II Porto Editora

Uns meros 2 milhões. O Hitler foi muito pior!

V - &quot;Actualmente, Fidel Castro continua a ser o dirigente de Cuba. O país atravessa sérias dificuldades devido à continuação do bloqueio e tenta ultrapassá-lo através de uma aproximação à Europa.” in Novo Clube de História 9, parte II, Porto Editora

Aguardamos ansiosamente a reacção da D. Palmira.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Voz Portalegrense colocou online a reportagem publicada na revista Sábado da semana passada, sobre o que é ensinado nos nossos manuais escolares de História. O artigo está dividido por cinco posts, cada um deles mais assustador que as sobrancelhas do Álvaro Cunhal.</p>
<p>I &#8211; O comunismo foi positivo para a economia, o Exército Zapatista é um “movimento social” e a globalização quer transformar o mundo num “vasto casino”.</p>
<p>II &#8211; “Se, na URSS, a acção de Estaline provocou milhares de mortos e a deportação de milhões de pessoas para campos de trabalho forçado na Sibéria, nos EUA a perseguição ao suspeitos de simpatizarem com o comunismo e de promoverem actividades antiamericanas transformou-se numa verdadeira “caça às bruxas” que ficou conhecida por maccarthismo.” in Novo História 9, Texto Editores</p>
<p>III &#8211; &#8220;Os EUA possuem as armas mais poderosas da terra, um assustador arsenal de alta tecnologia que lhe oferece várias opções para aniquilar o inimigo.&#8221; in Caminhos da História, 12° ano, ASA, volume III</p>
<p>IV &#8211; “A ‘revolução cultural’ saldou-se em dois milhões de mortos, cem milhões de perseguidos e vinte milhões de jovens enviados, após o fim do movimento, para campos de reeducação.” in O Tempo da História, 12° ano, Volume II Porto Editora</p>
<p>Uns meros 2 milhões. O Hitler foi muito pior!</p>
<p>V &#8211; &#8220;Actualmente, Fidel Castro continua a ser o dirigente de Cuba. O país atravessa sérias dificuldades devido à continuação do bloqueio e tenta ultrapassá-lo através de uma aproximação à Europa.” in Novo Clube de História 9, parte II, Porto Editora</p>
<p>Aguardamos ansiosamente a reacção da D. Palmira.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Sotnas</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65135</link>
		<dc:creator>Sotnas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 16:14:19 +0000</pubDate>
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		<description>Caros senhores Sebastião Dias e JDC,
Parece-me que há por parte dos senhores uma errada percepção deste assunto !
Considero que na nossa vida em sociedade existem 3 níveis ou esferas: a esfera estritamente pessoal, a esfera privada e a esfera pública.

Na esfera pessoal coloco situações como a religião, o partido político, o clube de futebol, a orientação sexual, a eutanásia e o aborto no caso das mulheres, por exemplo.
Na esfera privada, coloco todos os assuntos da esfera familiar, por exemplo. Na esfera pública, coloco tudo o que não pertencer às outras esferas.

E é sobre os assuntos da esfera pública que o estado deve intervir, por exemplo, através da legislação.
Portanto, quando o Sebastião se refere à tortura está-se a referir a um assunto da esfera pública. Como sabe, as legislações dos países democráticos condenam o uso de tortura, mas, em casos como aquele que refere, obviamente que se justifica o seu uso: o interesse público justifica-o – é a vida de milhares ou milhões de seres humanos versus a vida de um ser humano.
Quanto às prisões ilegais e à pena de morte sucede o mesmo: os nossos ganhos civilizacionais fizeram com que os estados e os povos em geral repudiem essas práticas mas, em casos excepcionais, quando o interesse público, i.e. o da esmagadora maioria, for superior ao interesse pessoal e privado, essas práticas poder-se-ão justificar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros senhores Sebastião Dias e JDC,<br />
Parece-me que há por parte dos senhores uma errada percepção deste assunto !<br />
Considero que na nossa vida em sociedade existem 3 níveis ou esferas: a esfera estritamente pessoal, a esfera privada e a esfera pública.</p>
<p>Na esfera pessoal coloco situações como a religião, o partido político, o clube de futebol, a orientação sexual, a eutanásia e o aborto no caso das mulheres, por exemplo.<br />
Na esfera privada, coloco todos os assuntos da esfera familiar, por exemplo. Na esfera pública, coloco tudo o que não pertencer às outras esferas.</p>
<p>E é sobre os assuntos da esfera pública que o estado deve intervir, por exemplo, através da legislação.<br />
Portanto, quando o Sebastião se refere à tortura está-se a referir a um assunto da esfera pública. Como sabe, as legislações dos países democráticos condenam o uso de tortura, mas, em casos como aquele que refere, obviamente que se justifica o seu uso: o interesse público justifica-o – é a vida de milhares ou milhões de seres humanos versus a vida de um ser humano.<br />
Quanto às prisões ilegais e à pena de morte sucede o mesmo: os nossos ganhos civilizacionais fizeram com que os estados e os povos em geral repudiem essas práticas mas, em casos excepcionais, quando o interesse público, i.e. o da esmagadora maioria, for superior ao interesse pessoal e privado, essas práticas poder-se-ão justificar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cam</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65104</link>
		<dc:creator>Cam</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 13:56:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65104</guid>
		<description>Um embrião às 9 semanas não tem as capacidades de um ser humano adulto. 
Por acaso um bebé recem-nascido também não tem as mesmas capacidades de uma vaca, cognitivamente a vaca adulta supera o bebé. Será mais criminoso matar o bebé ou a vaca adulta? 
Devem os direitos do ser humano, em particular o direito à vida, depender das capacidades desse ser humano?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um embrião às 9 semanas não tem as capacidades de um ser humano adulto.<br />
Por acaso um bebé recem-nascido também não tem as mesmas capacidades de uma vaca, cognitivamente a vaca adulta supera o bebé. Será mais criminoso matar o bebé ou a vaca adulta?<br />
Devem os direitos do ser humano, em particular o direito à vida, depender das capacidades desse ser humano?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: pcarvalho</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65085</link>
		<dc:creator>pcarvalho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 11:37:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65085</guid>
		<description>JDC: eu concordo em torturar o Bush pq é o gajo q tem as armas nucleares e,andou a espalhar material radioactivo no Iraque,na Sérvia,no Afeganistão.
 Agora,a al-qaeda é uma invenção do terrorista sr.bush(por acaso estava muito bebado em Pequim,mas ,os media de &#039;referência&#039;deram um jeito democrático para  os consumidores não verem).Pois claro,Bush para o campo de concentração em Guantanamo mais a malta investidora da Halliburton e da Bechtel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JDC: eu concordo em torturar o Bush pq é o gajo q tem as armas nucleares e,andou a espalhar material radioactivo no Iraque,na Sérvia,no Afeganistão.<br />
 Agora,a al-qaeda é uma invenção do terrorista sr.bush(por acaso estava muito bebado em Pequim,mas ,os media de &#8216;referência&#8217;deram um jeito democrático para  os consumidores não verem).Pois claro,Bush para o campo de concentração em Guantanamo mais a malta investidora da Halliburton e da Bechtel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: pcarvalho</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65083</link>
		<dc:creator>pcarvalho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 11:30:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65083</guid>
		<description>E quando é que as democracias avançadas fazem um bloqueio ao estado do vaticano?Não existe democracia em tal estado!Não querem lá ir impor a sacrossanta democracia?Cambada de HIPÓCRITAS!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E quando é que as democracias avançadas fazem um bloqueio ao estado do vaticano?Não existe democracia em tal estado!Não querem lá ir impor a sacrossanta democracia?Cambada de HIPÓCRITAS!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: JDC</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65070</link>
		<dc:creator>JDC</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 09:50:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65070</guid>
		<description>Querendo fugir á milionésima discussão sobre o aborto, apenas faço uma pergunta ao senhor Sotnas: é a favor da tortura?

Dou-lhe um caso prático: temos um individuo de quem se suspeita pertencer a uma organização terrorista que ameaça explodir uma bomba atómica numa grande cidade a qualquer momento. O indivíduo, fanático religioso, não cede a técnicas de interrogatório convencionais. Será eticamente aceitável tortura-lo?

Num mundo ideal, não seria preciso tortura-lo, porque nem haveria organizações terroristas, por isso, para salvar milhões de vidas será aceitável, no mundo real, tortura-lo.

Concorda? Se não concorda, porquê?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querendo fugir á milionésima discussão sobre o aborto, apenas faço uma pergunta ao senhor Sotnas: é a favor da tortura?</p>
<p>Dou-lhe um caso prático: temos um individuo de quem se suspeita pertencer a uma organização terrorista que ameaça explodir uma bomba atómica numa grande cidade a qualquer momento. O indivíduo, fanático religioso, não cede a técnicas de interrogatório convencionais. Será eticamente aceitável tortura-lo?</p>
<p>Num mundo ideal, não seria preciso tortura-lo, porque nem haveria organizações terroristas, por isso, para salvar milhões de vidas será aceitável, no mundo real, tortura-lo.</p>
<p>Concorda? Se não concorda, porquê?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sebastião Dias</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65041</link>
		<dc:creator>Sebastião Dias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 00:24:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65041</guid>
		<description>Quanto aos colégios católicos espanhóis (e portugueses) não estou muito preocupado. Prefiro ter o meu filho educado por um padre que acha que o aborto é pecado do que por uma professora que acha que o aborto é um sinal de progresso civilizacional.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto aos colégios católicos espanhóis (e portugueses) não estou muito preocupado. Prefiro ter o meu filho educado por um padre que acha que o aborto é pecado do que por uma professora que acha que o aborto é um sinal de progresso civilizacional.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sebastião Dias</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65038</link>
		<dc:creator>Sebastião Dias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 00:20:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65038</guid>
		<description>Sr. Sotnas, com todo o respeito, parece-me que o argumento por si utilizado «no mundo real seria contra, mas como não vivemos no mundo real sou a favor» completamente estúpido e sem sentido.

Acha que caminha no sentido de um mundo ideal fazendo precisamente aquilo que num mundo ideal não seria possível fazer-se? Parece-lhe lógico? Filosóficamente inteligente?

Vou então utilizar a sua lógica idealista (mas ao contrário). 

Num mundo ideal seria contra a existência de prisõers ilegais, mas como não vivemos num mundo ideal... 

ou

Num mundo ideal seria contra a pena de morte, mas como não vivemos num mundo ideal...

Se, no entanto, quiser utilizar de forma inteligente este argumento, pode sempre dizer que «no mundo ideal os mais fracos terão sempre protecção por parte dos mais fortes, portanto, enquanto aspirante a um mundo ideal começo por ser contra o aborto e a favor da vida». 

Percebeu a lógica?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Sotnas, com todo o respeito, parece-me que o argumento por si utilizado «no mundo real seria contra, mas como não vivemos no mundo real sou a favor» completamente estúpido e sem sentido.</p>
<p>Acha que caminha no sentido de um mundo ideal fazendo precisamente aquilo que num mundo ideal não seria possível fazer-se? Parece-lhe lógico? Filosóficamente inteligente?</p>
<p>Vou então utilizar a sua lógica idealista (mas ao contrário). </p>
<p>Num mundo ideal seria contra a existência de prisõers ilegais, mas como não vivemos num mundo ideal&#8230; </p>
<p>ou</p>
<p>Num mundo ideal seria contra a pena de morte, mas como não vivemos num mundo ideal&#8230;</p>
<p>Se, no entanto, quiser utilizar de forma inteligente este argumento, pode sempre dizer que «no mundo ideal os mais fracos terão sempre protecção por parte dos mais fortes, portanto, enquanto aspirante a um mundo ideal começo por ser contra o aborto e a favor da vida». </p>
<p>Percebeu a lógica?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Inglês Técnico Independente</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65037</link>
		<dc:creator>Inglês Técnico Independente</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 00:07:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65037</guid>
		<description>Cá em Portugal também temos uns manuais escolares para formatar as crianças. Ver aqui:« A Voz Portalegrense »</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cá em Portugal também temos uns manuais escolares para formatar as crianças. Ver aqui:« A Voz Portalegrense »</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: cinco dias &#187; Alguém me diz outra vez em que ano estamos?</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65035</link>
		<dc:creator>cinco dias &#187; Alguém me diz outra vez em que ano estamos?</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 23:44:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65035</guid>
		<description>[...] Dislates senis deste último padre àparte, em relação a possessões demoníacas e afins pensaria ser completamente absurdo encorajar este tipo de crendices e superstições que podem ter consequências muito nefastas. Mas também pensava ser um absurdo que os ventos do tempo já deveriam ter varrido o que li hoje de manhã no Portugal Diário&#8230; [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Dislates senis deste último padre àparte, em relação a possessões demoníacas e afins pensaria ser completamente absurdo encorajar este tipo de crendices e superstições que podem ter consequências muito nefastas. Mas também pensava ser um absurdo que os ventos do tempo já deveriam ter varrido o que li hoje de manhã no Portugal Diário&#8230; [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65026</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 22:12:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65026</guid>
		<description>Holocausto, holocausto é a destruição maciça da inteligência, da personalidade e do carácter dos jovens nesses estúpidos colégios da OPUS DEI. Também os há por cá, mas ninguém os investiga nem publica nada sobre eles. É a diferença em relação a Espanha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Holocausto, holocausto é a destruição maciça da inteligência, da personalidade e do carácter dos jovens nesses estúpidos colégios da OPUS DEI. Também os há por cá, mas ninguém os investiga nem publica nada sobre eles. É a diferença em relação a Espanha.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sotnas</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65025</link>
		<dc:creator>Sotnas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 22:07:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65025</guid>
		<description>Caro Chico da Tasca,
O senhor não se acha com o direito de decidir da vida ou da morte de alguém, o que está correcto. Mas, na nossa vida por vezes é necessário fazer essa opção. Dou-lhe dois exemplos: a gravidez pode levar uma mãe à morte, qual escolheria manter, a vida da mãe ou a vida do feto ? Tem duas irmãs siamesas para separar, mas no acto da separação só uma pode sobreviver; o que faria ? Faria a separação na mesma sabendo de antemão que uma teria de morrer ou não faria a separação, deixando-as juntas e a sofrerem para o resto da vida ?
Está a ver Chico da Tasca, a vida não é tão fácil como você a pinta.  A sua posição é a de alguém que não tem de fazer opções pragmáticas no seu quotidiano e que por isso se pode dar ao luxo de ser idealista. Pena que a maioria dos seres humanos que vivem sobre este planeta não se possam dar ao luxo de ser idealistas e tenham de ser muitas vezes pragmáticos, ainda que à custa de muito sofrimento. E já que você se diz ateu, esta fica bem para si: se Deus não existe, os seres humanos não têm quem lhes indique o melhor caminho a tomar quando na vida se chega a um cruzamento. Se Deus não existe e não indica o melhor caminho, temos de ser nós a escolhê-lo. E quantas vezes tomamos o caminho errado! Mas que somos nós se não e apenas seres altamente imperfeitos ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Chico da Tasca,<br />
O senhor não se acha com o direito de decidir da vida ou da morte de alguém, o que está correcto. Mas, na nossa vida por vezes é necessário fazer essa opção. Dou-lhe dois exemplos: a gravidez pode levar uma mãe à morte, qual escolheria manter, a vida da mãe ou a vida do feto ? Tem duas irmãs siamesas para separar, mas no acto da separação só uma pode sobreviver; o que faria ? Faria a separação na mesma sabendo de antemão que uma teria de morrer ou não faria a separação, deixando-as juntas e a sofrerem para o resto da vida ?<br />
Está a ver Chico da Tasca, a vida não é tão fácil como você a pinta.  A sua posição é a de alguém que não tem de fazer opções pragmáticas no seu quotidiano e que por isso se pode dar ao luxo de ser idealista. Pena que a maioria dos seres humanos que vivem sobre este planeta não se possam dar ao luxo de ser idealistas e tenham de ser muitas vezes pragmáticos, ainda que à custa de muito sofrimento. E já que você se diz ateu, esta fica bem para si: se Deus não existe, os seres humanos não têm quem lhes indique o melhor caminho a tomar quando na vida se chega a um cruzamento. Se Deus não existe e não indica o melhor caminho, temos de ser nós a escolhê-lo. E quantas vezes tomamos o caminho errado! Mas que somos nós se não e apenas seres altamente imperfeitos ?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65022</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 21:55:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65022</guid>
		<description>Chico da Tasca e Nuno V

...e no entanto ela move-se! Não fiquem preocupados, há séculos que há gente que tem dificuldade em aceitar as evidências científicas e sociais!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Chico da Tasca e Nuno V</p>
<p>&#8230;e no entanto ela move-se! Não fiquem preocupados, há séculos que há gente que tem dificuldade em aceitar as evidências científicas e sociais!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sotnas</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65021</link>
		<dc:creator>Sotnas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 21:51:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65021</guid>
		<description>Aos opositores à IVG (vulgo aborto) gostaria de dizer o seguinte: sou pessoalmente contra o aborto, mas curiosamente, votei sim no último referendo. E passo a explicar porquê: é que se pessoalmente sou contra o aborto - porque na realidade ninguém sabe bem quando começa no embrião a sua consciência e porque assim sendo não sabemos se quando abortamos um embrião ele está ou não já consciente - penso, no entanto, que o embrião para sobre(viver) tem de depender durante 40 semanas do útero em que a sua mãe o abriga. Se vivêssemos num mundo ideal, obviamente que nunca a mãe se veria obrigada, fosse porque motivo fosse, a abortar um embrião, mas infelizmente nós não vivemos num mundo ideal: num mundo ideal não haveria doença, não seriam necessários medicamentos, não seriam necessárias intervenções cirúrgicas, entre outras.
Ora, porque um mundo ideal não existe, nunca existiu e, provavelmente, nunca existirá, os seres humanos são por vezes obrigados a actos que não lhes agradam mas a que se vêem obrigados pelas contingências da vida, sendo o aborto um exemplo desses. Ora, mais importante que uma vida que ainda o não, é uma vida que já existe. E vida obriga-nos imensas vezes a ter de fazer opções, por vezes bem difíceis. Ah, já me esquecia que tal não sucede com os opositores à IVG: estes são seres muito especiais, são seres superiores, são os donos da verdade a eles revelada por Deus, enquanto todos os outros são seres inferiores, simples humanos que não foram ainda bafejados pela revelação divina e que ainda andam sobre a terra à toa e portanto sem saberem muito bem o que fazer.
E foi para esses que a lei da IVG foi feita: para os simples humanos que erram, que não são donos da verdade e cujas vidas são sujeitas a contingências. E a lei mostrou ser superior e democrática de tal forma que não obriga quem não quiser a abortar.
Mas, apesar de ter votado sim no referendo e de achar que quem tem de tomar uma decisão sobre a IVG é principalmente a mulher grávida, penso que tudo se deve fazer para diminuir o mais possível o número de abortos realizados, quer através da educação sexual, quer através dos meios anticoncepcionais, de forma a que a IVG não funcione como meio anticoncepcional.
Mas, também neste caso os ditos seres superiores são contra: porque se deve deixar a natureza funcionar, porque os meios são artificiais, patati, patata.
Para eles tenho uma sugestão: quando necessitarem de uma intervenção cirúrgica, sejam coerentes convosco mesmos e recusem-se a ser operados, porquanto já se viu acto mais artificial que uma intervenção cirúrgica ? Sejam coerentes, não sejam operados, e deixem a natureza (ou Deus) actuar. Porque não ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aos opositores à IVG (vulgo aborto) gostaria de dizer o seguinte: sou pessoalmente contra o aborto, mas curiosamente, votei sim no último referendo. E passo a explicar porquê: é que se pessoalmente sou contra o aborto &#8211; porque na realidade ninguém sabe bem quando começa no embrião a sua consciência e porque assim sendo não sabemos se quando abortamos um embrião ele está ou não já consciente &#8211; penso, no entanto, que o embrião para sobre(viver) tem de depender durante 40 semanas do útero em que a sua mãe o abriga. Se vivêssemos num mundo ideal, obviamente que nunca a mãe se veria obrigada, fosse porque motivo fosse, a abortar um embrião, mas infelizmente nós não vivemos num mundo ideal: num mundo ideal não haveria doença, não seriam necessários medicamentos, não seriam necessárias intervenções cirúrgicas, entre outras.<br />
Ora, porque um mundo ideal não existe, nunca existiu e, provavelmente, nunca existirá, os seres humanos são por vezes obrigados a actos que não lhes agradam mas a que se vêem obrigados pelas contingências da vida, sendo o aborto um exemplo desses. Ora, mais importante que uma vida que ainda o não, é uma vida que já existe. E vida obriga-nos imensas vezes a ter de fazer opções, por vezes bem difíceis. Ah, já me esquecia que tal não sucede com os opositores à IVG: estes são seres muito especiais, são seres superiores, são os donos da verdade a eles revelada por Deus, enquanto todos os outros são seres inferiores, simples humanos que não foram ainda bafejados pela revelação divina e que ainda andam sobre a terra à toa e portanto sem saberem muito bem o que fazer.<br />
E foi para esses que a lei da IVG foi feita: para os simples humanos que erram, que não são donos da verdade e cujas vidas são sujeitas a contingências. E a lei mostrou ser superior e democrática de tal forma que não obriga quem não quiser a abortar.<br />
Mas, apesar de ter votado sim no referendo e de achar que quem tem de tomar uma decisão sobre a IVG é principalmente a mulher grávida, penso que tudo se deve fazer para diminuir o mais possível o número de abortos realizados, quer através da educação sexual, quer através dos meios anticoncepcionais, de forma a que a IVG não funcione como meio anticoncepcional.<br />
Mas, também neste caso os ditos seres superiores são contra: porque se deve deixar a natureza funcionar, porque os meios são artificiais, patati, patata.<br />
Para eles tenho uma sugestão: quando necessitarem de uma intervenção cirúrgica, sejam coerentes convosco mesmos e recusem-se a ser operados, porquanto já se viu acto mais artificial que uma intervenção cirúrgica ? Sejam coerentes, não sejam operados, e deixem a natureza (ou Deus) actuar. Porque não ?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Chico da Tasca</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65014</link>
		<dc:creator>Chico da Tasca</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 21:06:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65014</guid>
		<description>Por acaso acho uma certa graça aqueles que acusam os outros de fundamentalismo quando eles próprios são o mais fundamentalista que existe. 

Sra Palmira um ser com 10 semanas há muito que passou a fase do espermatozóide, do óvulo fertilizado ou mesmo do embrião. É um ser vivo, e se o abortam estão a matá-lo. É uma verdade inquestionável por muitas cambalhotas mentais que tentem fazer.

E não me parece que nos possamos escudar nas escolhas morais alheias. Escolher entre a vida e a morte de um ser humano não pode nunca dizer exclusivamente a uma unica pessoa. É uma responsabilidade da sociedade como um todo.

E neste momento, em nome de um progressismo reaccionário a sociedade está a matar, repito matar, milhares de seres humanos, de forma legal e, mais grave, com o dinheiro dos que são totalmente contra, como é o meu caso.

E já que mistura Deus nesta conversa (mais um argumento gasto e regasto dos tais fundamentalistas), sempre lhe digo que sou ateu há muito. Mas sou a favor de vida e não me sinto capaz nem com o direito de decidir quem há-de ou não viver, como os fundamentalistas o fazem!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por acaso acho uma certa graça aqueles que acusam os outros de fundamentalismo quando eles próprios são o mais fundamentalista que existe. </p>
<p>Sra Palmira um ser com 10 semanas há muito que passou a fase do espermatozóide, do óvulo fertilizado ou mesmo do embrião. É um ser vivo, e se o abortam estão a matá-lo. É uma verdade inquestionável por muitas cambalhotas mentais que tentem fazer.</p>
<p>E não me parece que nos possamos escudar nas escolhas morais alheias. Escolher entre a vida e a morte de um ser humano não pode nunca dizer exclusivamente a uma unica pessoa. É uma responsabilidade da sociedade como um todo.</p>
<p>E neste momento, em nome de um progressismo reaccionário a sociedade está a matar, repito matar, milhares de seres humanos, de forma legal e, mais grave, com o dinheiro dos que são totalmente contra, como é o meu caso.</p>
<p>E já que mistura Deus nesta conversa (mais um argumento gasto e regasto dos tais fundamentalistas), sempre lhe digo que sou ateu há muito. Mas sou a favor de vida e não me sinto capaz nem com o direito de decidir quem há-de ou não viver, como os fundamentalistas o fazem!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno V.</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65011</link>
		<dc:creator>Nuno V.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 20:16:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65011</guid>
		<description>Cara Palmira

Peço desculpa, mas a senhora não é boa parceira num diálogo que se pretende sério e construtivo. Eu pergunto-lhe como qualifica a IVG no nosso contexto civilizacional. O melhor que a Palmira consegue é isto:

(...) Já nada me surpreende na argumentação em defesa incondicional de óvulos, espermatozóides, óvulos fertilizados e embriões. (...) Quiçá a minha formação científica me impeça de reverenciar devidamente um código genético (...)

Aparentemente, dada a sua resposta à minha pergunta, as implicações da IVG devem ser qualificadas no plano dos óvulos, espermatozóides, óvulos fertilizados, embriões, códigos genéticos... 

Posto isto, não tenho dúvida que da sua formação científica decorre uma grave deformação humana. Um pouco por todo o mundo são discutidas as implicações éticas de uma série de procedimentos científicos, como por exemplo o posicionamento de um embrião humano no corpo de um animal, a fertilização de um ovo humano por esperma animal (ou vice-versa), a transferência de um embrião humano para o útero de uma mulher com fins que não o nascimento da criança, a compra e venda de embriões ou fetos, ou a concepção de uma criança por outros meios que não a união do ovo e do esperma de adultos, etc, etc, etc. Mas é claro que esta discussão ética não faz qualquer sentido quando a única coisa que está em causa são meros óvulos, espermatozóides, óvulos fertilizados, embriões, códigos genéticos...!

Já lhe ocorreu a possibilidade de haver mais mundo para além daquele que a sua ciênciasinha lhe revela? Se me permite, arrisco dizer que o seu fundamentalismo científico não difere em nada do fundamentalismo religioso que tanto critica nos outros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Palmira</p>
<p>Peço desculpa, mas a senhora não é boa parceira num diálogo que se pretende sério e construtivo. Eu pergunto-lhe como qualifica a IVG no nosso contexto civilizacional. O melhor que a Palmira consegue é isto:</p>
<p>(&#8230;) Já nada me surpreende na argumentação em defesa incondicional de óvulos, espermatozóides, óvulos fertilizados e embriões. (&#8230;) Quiçá a minha formação científica me impeça de reverenciar devidamente um código genético (&#8230;)</p>
<p>Aparentemente, dada a sua resposta à minha pergunta, as implicações da IVG devem ser qualificadas no plano dos óvulos, espermatozóides, óvulos fertilizados, embriões, códigos genéticos&#8230; </p>
<p>Posto isto, não tenho dúvida que da sua formação científica decorre uma grave deformação humana. Um pouco por todo o mundo são discutidas as implicações éticas de uma série de procedimentos científicos, como por exemplo o posicionamento de um embrião humano no corpo de um animal, a fertilização de um ovo humano por esperma animal (ou vice-versa), a transferência de um embrião humano para o útero de uma mulher com fins que não o nascimento da criança, a compra e venda de embriões ou fetos, ou a concepção de uma criança por outros meios que não a união do ovo e do esperma de adultos, etc, etc, etc. Mas é claro que esta discussão ética não faz qualquer sentido quando a única coisa que está em causa são meros óvulos, espermatozóides, óvulos fertilizados, embriões, códigos genéticos&#8230;!</p>
<p>Já lhe ocorreu a possibilidade de haver mais mundo para além daquele que a sua ciênciasinha lhe revela? Se me permite, arrisco dizer que o seu fundamentalismo científico não difere em nada do fundamentalismo religioso que tanto critica nos outros.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65010</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 19:59:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65010</guid>
		<description>sonia, o que lhe vale é que agora já não há prisão preventiva. senão era simples acabar com o crime: era prender preventivamete os filhos de pai separados. de caminho. prendiam-se também as pessoas separadas, não fossem ter a infeliz ideia de procriar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sonia, o que lhe vale é que agora já não há prisão preventiva. senão era simples acabar com o crime: era prender preventivamete os filhos de pai separados. de caminho. prendiam-se também as pessoas separadas, não fossem ter a infeliz ideia de procriar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: sonia</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-65003</link>
		<dc:creator>sonia</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 18:52:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-65003</guid>
		<description>Caro Pedro Ferreira a estatística têm muito que se lhe diga, mas ainda assim, o correcto ao relacionar a questão da pobreza com tipologias familiares será falar de agregados familiares monoparentais e neste contexto é importante lembrar que os mesmos nem sempre resultam de um divórcio. Quanto a mim, filha de pais divorciados numa época em que ainda era a única da turma a sofrer desta doença, fico grata pela explicação... andava há anos a tentar perceber esta minha tendência para o vicio, criminalidade e outras coisas obscenas, como o facto de ter votado sim naquele estranho referendo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Pedro Ferreira a estatística têm muito que se lhe diga, mas ainda assim, o correcto ao relacionar a questão da pobreza com tipologias familiares será falar de agregados familiares monoparentais e neste contexto é importante lembrar que os mesmos nem sempre resultam de um divórcio. Quanto a mim, filha de pais divorciados numa época em que ainda era a única da turma a sofrer desta doença, fico grata pela explicação&#8230; andava há anos a tentar perceber esta minha tendência para o vicio, criminalidade e outras coisas obscenas, como o facto de ter votado sim naquele estranho referendo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: André Couto</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-64999</link>
		<dc:creator>André Couto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 18:26:20 +0000</pubDate>
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		<description>Mas quanto histerismo...
O post é muito bem visto.
Também me choca pensar que um filho meu possa aprender alarvidades destas ensinadas como dogmas. Não se pode confiar no sistema educativo. Os manuais escolares pertencem ao sistema educativo. Logo...

Com que então aborto é comparável a Holocausto ou Hiroshima???

Não entro em discussões que não levam a nada. 
Não há pior cego do que aquele que não quer ver.

Já agora, algum desses senhores e senhoras com opiniões fundamenalistas, que de tudo têm certeza e que possuem o privilégio de estarem sempre certos porque só a eles Deus deu inteligência e clarividência suficiente para analisar com correcção tudo o que muito bem lhes aprouver me pode dizer como faço para ser assim?
O que eu gostava de nunca ter dúvidas...
Enfim...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas quanto histerismo&#8230;<br />
O post é muito bem visto.<br />
Também me choca pensar que um filho meu possa aprender alarvidades destas ensinadas como dogmas. Não se pode confiar no sistema educativo. Os manuais escolares pertencem ao sistema educativo. Logo&#8230;</p>
<p>Com que então aborto é comparável a Holocausto ou Hiroshima???</p>
<p>Não entro em discussões que não levam a nada.<br />
Não há pior cego do que aquele que não quer ver.</p>
<p>Já agora, algum desses senhores e senhoras com opiniões fundamenalistas, que de tudo têm certeza e que possuem o privilégio de estarem sempre certos porque só a eles Deus deu inteligência e clarividência suficiente para analisar com correcção tudo o que muito bem lhes aprouver me pode dizer como faço para ser assim?<br />
O que eu gostava de nunca ter dúvidas&#8230;<br />
Enfim&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Palmira Silva</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-64998</link>
		<dc:creator>Palmira Silva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 18:21:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-64998</guid>
		<description>Caro Nuno V. e demais assim inclinados:

Devo confessar que depois do que assisti no período pré-referendo já nada me surpreende na argumentação em defesa incondicional de óvulos, espermatozóides, óvulos fertilizados e embriões.

Quiçá a minha formação científica me impeça de reverenciar devidamente um código genético mas fico sempre na dúvida porque razão essa reverência está normalmente associada a um total desprezo e desrespeito pelos outros, um incitamento ao ódio contra esses «eles» culpados por todos os males do mundo e mais umas botas e, claro, esse argumento tiro no pé favorito de todos os fundamentalistas, o &lt;i&gt;reductio ad Hitlerorum&lt;/i&gt;.

Eu pessoalmente sou completamente pró escolha o que significa exactamente isso: que respeito completamente as escolhas morais dos outros e nem sequer me passa pela cabeça comentá-las.

Como é óbvio, critico aqueles que acham que as suas escolhas morais devem ser impostas à força a todas e quando, felizmente, não o conseguem pela lei o fazem desta forma infame.

Claro que me estou a referir às invectivações contra quem não segue às riscas os ditames da ICAR, a parte de Hamlet acho apenas extraordinariamente divertida :)

Só não consegui apanhar o salto quântico em que o Deus cuja existência é comprovada pelo monólogo de Hamlet é o Deus católico que abomina sexo sem fins reprodutivos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Nuno V. e demais assim inclinados:</p>
<p>Devo confessar que depois do que assisti no período pré-referendo já nada me surpreende na argumentação em defesa incondicional de óvulos, espermatozóides, óvulos fertilizados e embriões.</p>
<p>Quiçá a minha formação científica me impeça de reverenciar devidamente um código genético mas fico sempre na dúvida porque razão essa reverência está normalmente associada a um total desprezo e desrespeito pelos outros, um incitamento ao ódio contra esses «eles» culpados por todos os males do mundo e mais umas botas e, claro, esse argumento tiro no pé favorito de todos os fundamentalistas, o <i>reductio ad Hitlerorum</i>.</p>
<p>Eu pessoalmente sou completamente pró escolha o que significa exactamente isso: que respeito completamente as escolhas morais dos outros e nem sequer me passa pela cabeça comentá-las.</p>
<p>Como é óbvio, critico aqueles que acham que as suas escolhas morais devem ser impostas à força a todas e quando, felizmente, não o conseguem pela lei o fazem desta forma infame.</p>
<p>Claro que me estou a referir às invectivações contra quem não segue às riscas os ditames da ICAR, a parte de Hamlet acho apenas extraordinariamente divertida <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Só não consegui apanhar o salto quântico em que o Deus cuja existência é comprovada pelo monólogo de Hamlet é o Deus católico que abomina sexo sem fins reprodutivos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Couto</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-64996</link>
		<dc:creator>André Couto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 18:11:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-64996</guid>
		<description>Mas quanto histerismo devido a um post tão bem colocado..
Quer dizer que aos senhores e senhoras que fizeram comentários com os cabelos em pé e voz esganifada lhes parece bem</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas quanto histerismo devido a um post tão bem colocado..<br />
Quer dizer que aos senhores e senhoras que fizeram comentários com os cabelos em pé e voz esganifada lhes parece bem</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-64991</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 17:27:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-64991</guid>
		<description>O que é mais grave é que, segundo julgo, em Espanha, em muitos casos, as escolas católicas fazem as vezes de públicas, ou seja, o Estado subsidia as escolas católicas para não ter que criar a sua própria rede de escolas. Como consequência, em certos casos os pais não têm alternativa se não colocar os filhos em escolas católicas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que é mais grave é que, segundo julgo, em Espanha, em muitos casos, as escolas católicas fazem as vezes de públicas, ou seja, o Estado subsidia as escolas católicas para não ter que criar a sua própria rede de escolas. Como consequência, em certos casos os pais não têm alternativa se não colocar os filhos em escolas católicas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Algarviu</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-64986</link>
		<dc:creator>Algarviu</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 17:07:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-64986</guid>
		<description>Os filhos de pais separados correm o risco de ingressar numa vida de &quot;crime, droga e violência&quot;.  - Há alguma dúvida (vinda da direita ou vinda da esquerda)? Eu diria mesmo mais: os filhos de pais NÃO separados correm o risco de ingressar numa vida de &quot;crime, droga e violência&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os filhos de pais separados correm o risco de ingressar numa vida de &#8220;crime, droga e violência&#8221;.  &#8211; Há alguma dúvida (vinda da direita ou vinda da esquerda)? Eu diria mesmo mais: os filhos de pais NÃO separados correm o risco de ingressar numa vida de &#8220;crime, droga e violência&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro K(Costa) Ferreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-64981</link>
		<dc:creator>Pedro K(Costa) Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 16:48:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-64981</guid>
		<description>&quot;Sobre o aborto a contextualização é simples: as guerras mundiais, a bomba de Hiroshima e o holocausto nazi são comparadas à interrupção voluntária da gravidez.&quot;

**Nada há de comparável em termos de meios, nem sequer de intenções. Mas, em termos de efeitos, ou seja o número anual de mortes de seres humanos por meios abortivos é bem próximo das catástrofes bélicas. Nisso não há dúvida. Há? Em certos casos a comparação com outro métodos eugénicos nazis poderia ser mais adequada, efetivamente.

&quot;...os filhos de pais separados correm o risco de ingressar numa vida de «crime, drogas e violência...&quot;

**Claro que não há uma relação de causa e efeito em cada caso específico. Verifica-se no entanto uma relação estatística inegável no emprobrecimento das famílias após divórcios; como a pobreza, criminalidade, violência and so on and so forth não andam longe uns dos outros, aposto que não deve ser difícil encontrar uma relação estatística não insignificante .</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Sobre o aborto a contextualização é simples: as guerras mundiais, a bomba de Hiroshima e o holocausto nazi são comparadas à interrupção voluntária da gravidez.&#8221;</p>
<p>**Nada há de comparável em termos de meios, nem sequer de intenções. Mas, em termos de efeitos, ou seja o número anual de mortes de seres humanos por meios abortivos é bem próximo das catástrofes bélicas. Nisso não há dúvida. Há? Em certos casos a comparação com outro métodos eugénicos nazis poderia ser mais adequada, efetivamente.</p>
<p>&#8220;&#8230;os filhos de pais separados correm o risco de ingressar numa vida de «crime, drogas e violência&#8230;&#8221;</p>
<p>**Claro que não há uma relação de causa e efeito em cada caso específico. Verifica-se no entanto uma relação estatística inegável no emprobrecimento das famílias após divórcios; como a pobreza, criminalidade, violência and so on and so forth não andam longe uns dos outros, aposto que não deve ser difícil encontrar uma relação estatística não insignificante .</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno V.</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-64980</link>
		<dc:creator>Nuno V.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 16:40:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-64980</guid>
		<description>Em vez de se preocupar em escrever estes posts bombásticos, seria muito mais interessante se nos ajudasse a todos a qualificar a interrupção voluntária da gravidez no nosso contexto civilizacional. O que é para si a interrupção voluntária da gravidez? Quais as implicações morais da interrupção voluntária da gravidez para a mulher que a pratica? Nenhuma? Alguma? Esta ou aquela em concreto? E para o médico que a pratica? E para a comunidade que a sanciona positivamente? A verdade é que sem essa qualificação dificilmente poderemos saber em que medida as comparações avançadas são ou não são desprovidas de sentido. Quer tentar uma qualificação séria? Ou vai ficar calada?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em vez de se preocupar em escrever estes posts bombásticos, seria muito mais interessante se nos ajudasse a todos a qualificar a interrupção voluntária da gravidez no nosso contexto civilizacional. O que é para si a interrupção voluntária da gravidez? Quais as implicações morais da interrupção voluntária da gravidez para a mulher que a pratica? Nenhuma? Alguma? Esta ou aquela em concreto? E para o médico que a pratica? E para a comunidade que a sanciona positivamente? A verdade é que sem essa qualificação dificilmente poderemos saber em que medida as comparações avançadas são ou não são desprovidas de sentido. Quer tentar uma qualificação séria? Ou vai ficar calada?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Chico da Tasca</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-64977</link>
		<dc:creator>Chico da Tasca</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 16:30:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-64977</guid>
		<description>Então e não é ? Em termos de numero de mortes o Aborto rivaliza com o Holocausto, o Nazismo e o Estalinismo. Não me interessa se as mortes são assistidas médicamente, se são praticadas num ambiente devidamente esterilizado. São mortes ! É a sociedade a assassinar os seus filhos, sem tirar nem pôr !

A Esquerda quer que se mate as pessoas, que se lhes retire o direito a viver, mas ficam ofendidos quais beatos falsos, quandos se lhes diz que estão a matar. Porque de facto estão !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então e não é ? Em termos de numero de mortes o Aborto rivaliza com o Holocausto, o Nazismo e o Estalinismo. Não me interessa se as mortes são assistidas médicamente, se são praticadas num ambiente devidamente esterilizado. São mortes ! É a sociedade a assassinar os seus filhos, sem tirar nem pôr !</p>
<p>A Esquerda quer que se mate as pessoas, que se lhes retire o direito a viver, mas ficam ofendidos quais beatos falsos, quandos se lhes diz que estão a matar. Porque de facto estão !</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: J. S. Bastos</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-64976</link>
		<dc:creator>J. S. Bastos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 16:22:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-64976</guid>
		<description>Hamlet não sei se prova a existência de Deus. Shakespeare, sem dúvida.
Quanto ao resto, chama-se liberdade. Aborrecido, não é?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hamlet não sei se prova a existência de Deus. Shakespeare, sem dúvida.<br />
Quanto ao resto, chama-se liberdade. Aborrecido, não é?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: A.Silva</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-64975</link>
		<dc:creator>A.Silva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 16:12:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-64975</guid>
		<description>Não é de admirar pois ouvimos de uma candidata a vice-presidente dos EUA que a guerra do Iraque foi uma tarefa que Deus lhes encomendou,que é contra o aborto mas a favor da pena de morte.Quanto a loucos estamos bem servidos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não é de admirar pois ouvimos de uma candidata a vice-presidente dos EUA que a guerra do Iraque foi uma tarefa que Deus lhes encomendou,que é contra o aborto mas a favor da pena de morte.Quanto a loucos estamos bem servidos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-64973</link>
		<dc:creator>jcd</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 16:06:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-64973</guid>
		<description>Um problema de fácil resolução: não inscrever os filhos nesse colégio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um problema de fácil resolução: não inscrever os filhos nesse colégio.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Galamba</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-64970</link>
		<dc:creator>João Galamba</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 15:58:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-64970</guid>
		<description>Lá estás tu com as histerias e preconceitos de esquerda</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lá estás tu com as histerias e preconceitos de esquerda</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria João Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/15/esta-tudo-louco/comment-page-1/#comment-64969</link>
		<dc:creator>Maria João Pires</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 15:43:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5849#comment-64969</guid>
		<description>Tudo, tudo não estará mas que há uns qtos loucos alucinados nem merece discussão (QED).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo, tudo não estará mas que há uns qtos loucos alucinados nem merece discussão (QED).</p>
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	</item>
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