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	<title>Comentários em: Pata que o pôs, fora a mãe que não tem culpa nenhuma.</title>
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		<title>Por: De Puta Madre</title>
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		<dc:creator>De Puta Madre</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 02:12:33 +0000</pubDate>
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		<description>Nem de propósito: os Tribunais Islâmicos no UK. Com exemplos destes, como o do post e outros, como é que o UK descalçara a bota., pois, esta está bem atolada na poça. Não percebo esta vanguarda de abertura multicultural, sinceramente. Mais do que respeito pela cultura e etc dos outros b, é abrir um precedente ( altamente negativo!!) na negociação do que é isso de se ser humano e, por conseguinte, o que lhe é próprio e devido.

PS1: Luis Moreira, essa sua interpelação, pode simbolizar um pouco aquilo a que a sociedade inglesa deve fazer uma reflexão para avaliar devidamente quais as consequências de admitir no seu território a aplicação de uma segunda lei que não a Inglesa. ...  
PS2: N C-Branco, n sei o que se passa no reino da Dinamarca, mas no reino da Suécia, os homens andam literalmente à rasca. Nós por cá vamos aprendendo. A DUDH integra os programas curriculares de Filosofia ( 10º Ano) e são raros os professores que dão atenção a este conteúdo programático. Bem, nós, os tugas somos parodiados pelos &quot;brandos&quot;, não devemos ser um caso urgente de esclarecimento ... ( os posto da GNR, deixam a desejar ..). Ok! Rendo-me. Diga lá coisas do Reino da Dinamarca. Qual o estatuto do Rei face ao cidadão comum, e se tais privilégios são lesivos do bem-estar de terceiros.
PS3.: Ana, não vejo vantagem em condescender, na Lei, com o multiculturalismo.
...........
Como mudar as as coisas no mundo Islâmico, então? ... A via mais aceitável, na falta de melhor, é a DUDH. Fazer esse pacto entre os homens. Agora é lírico, mas é uma das poucas vias práticas ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nem de propósito: os Tribunais Islâmicos no UK. Com exemplos destes, como o do post e outros, como é que o UK descalçara a bota., pois, esta está bem atolada na poça. Não percebo esta vanguarda de abertura multicultural, sinceramente. Mais do que respeito pela cultura e etc dos outros b, é abrir um precedente ( altamente negativo!!) na negociação do que é isso de se ser humano e, por conseguinte, o que lhe é próprio e devido.</p>
<p>PS1: Luis Moreira, essa sua interpelação, pode simbolizar um pouco aquilo a que a sociedade inglesa deve fazer uma reflexão para avaliar devidamente quais as consequências de admitir no seu território a aplicação de uma segunda lei que não a Inglesa. &#8230;<br />
PS2: N C-Branco, n sei o que se passa no reino da Dinamarca, mas no reino da Suécia, os homens andam literalmente à rasca. Nós por cá vamos aprendendo. A DUDH integra os programas curriculares de Filosofia ( 10º Ano) e são raros os professores que dão atenção a este conteúdo programático. Bem, nós, os tugas somos parodiados pelos &#8220;brandos&#8221;, não devemos ser um caso urgente de esclarecimento &#8230; ( os posto da GNR, deixam a desejar ..). Ok! Rendo-me. Diga lá coisas do Reino da Dinamarca. Qual o estatuto do Rei face ao cidadão comum, e se tais privilégios são lesivos do bem-estar de terceiros.<br />
PS3.: Ana, não vejo vantagem em condescender, na Lei, com o multiculturalismo.<br />
&#8230;&#8230;&#8230;..<br />
Como mudar as as coisas no mundo Islâmico, então? &#8230; A via mais aceitável, na falta de melhor, é a DUDH. Fazer esse pacto entre os homens. Agora é lírico, mas é uma das poucas vias práticas &#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: A Moroccan theologian promotes young girls&#8217; weddings &#171; Blogging for a free world</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-65140</link>
		<dc:creator>A Moroccan theologian promotes young girls&#8217; weddings &#171; Blogging for a free world</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 16:30:19 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Cinco Dias. Technorati tags: Mohammed ben Abderraman al Maghraoui,Morocco,paedophilia,children&#8217;s [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Cinco Dias. Technorati tags: Mohammed ben Abderraman al Maghraoui,Morocco,paedophilia,children&#8217;s [...]</p>
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		<title>Por: De Puta Madre</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64954</link>
		<dc:creator>De Puta Madre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 13:12:27 +0000</pubDate>
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		<description>Isto de morar &quot;na praia&quot; deixa-me pouco tempo para a vida virtual ...
mas vou tentar assinalar duas coisa importantes:


1. A Posição do Nuno Casteol-Branco
&quot;Quem vier, terá de entender as regras perfeitamente e usufruir das vantagens materiais que ambicionou, mas também a conformação da sua vivência pela nossa lei civil. Será isto “fascismo”?&quot;.


2. A preocupação Luís Moreira. ( Creio que vai no sentido de que nós, aqui, não podem ficar indiferentes ao sofrimento humano, lá.
&quot;E aqui tem ,caríssima, porque acho que estamos a ser criminosamente benevolentes com uma sociedade que põe em risco valores civilizacionais que custaram séculos a obter!&quot;


3. Entre estas duas manifestações, há a conferência na Gulbenkian do Arjun Appadurai em Outubro. 
Dps Volto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isto de morar &#8220;na praia&#8221; deixa-me pouco tempo para a vida virtual &#8230;<br />
mas vou tentar assinalar duas coisa importantes:</p>
<p>1. A Posição do Nuno Casteol-Branco<br />
&#8220;Quem vier, terá de entender as regras perfeitamente e usufruir das vantagens materiais que ambicionou, mas também a conformação da sua vivência pela nossa lei civil. Será isto “fascismo”?&#8221;.</p>
<p>2. A preocupação Luís Moreira. ( Creio que vai no sentido de que nós, aqui, não podem ficar indiferentes ao sofrimento humano, lá.<br />
&#8220;E aqui tem ,caríssima, porque acho que estamos a ser criminosamente benevolentes com uma sociedade que põe em risco valores civilizacionais que custaram séculos a obter!&#8221;</p>
<p>3. Entre estas duas manifestações, há a conferência na Gulbenkian do Arjun Appadurai em Outubro.<br />
Dps Volto.</p>
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	<item>
		<title>Por: nuno castelo-branco</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64894</link>
		<dc:creator>nuno castelo-branco</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 22:19:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=5693#comment-64894</guid>
		<description>Para a DPM

Apenas uma pergunta:
Se a DUDH fosse uma respeitável senhora de carne e osso e se lhe perguntasse qual destes dois países - Portugal ou Dinamarca - respeita melhor o seu princípio 1º, qual lhe parece que seria a resposta?

Só por curiosidade...

e apenas um sublinhar de posição:
A questão do multiculturalismo pode perfeitamente ser usada para finalmente destruir o tipo de sociedade que é hoje a nossa, ou em sentido lato, o ocidente. O respeito pelas idiossincracias dos outros não terá forçosamente de significar a cedência naquilo que para nós é o essencial e que está em regra consagrado por Lei. Lei esta que não é privativa de alguns, mas faz parte do conjunto da sociedade, organizada num certo aglomerado de instituições que conformam um Estado, que evidentemente com outros partilha o mesmo legado civilizacional. Não valerá a pena começar já a desenterrar as habilidades estilísticas deste ou daquele filósofo ou &quot;formador de espíritos&quot;, para tentar justificar aquilo que no fundo não queremos. É esta a verdade, pois não queremos ceder, porque o amontoado de usos e costumes  perfeitamente coligidos em norma, faz parte da nossa identidade. Os &quot;outros&quot; poderão ser bem-vindos, partilhando connosco o trabalho,a segurança, as conquistas sociais ou a liberdade social, em perfeita sintonia com a Lei que tudo isto garante.  O argumento perfeitamente espúrio que hoje li no Expresso (acho que foi no Expresso), proferido por um elemento da ND de Manuel Monteiro, deixou-me estupefacto, pois ainda existe gente capaz de proceder a uma total subversão de conceitos e que vem fragilizar a sociedade na forma de se reconhecer a si própria. E isto, porque à questão do &quot;casamento gay&quot;, retorquia com a bigamia, poligamia e outras comparações perfeitamente risíveis pelo primarismo. Embora - consciente de fazer parte de uma sociedade em regra bastante conservadora - me pareça que seria muito mais simples e aceitável a questão da união de facto alargada a todos, esta questão dita fracturante, não pode ser comparável a outras situações que são completamente estranhas à nossa cultura. Ainda agora debate-se nos EUA qual a posição que o Estado deverá tomar relativamente a certas seitas que praticam a poligamia como alicerce da existência sua própria vida nas pequenas e fechadas comunidades. A delonga na acção já é um indício claro de cedência, mas o simples facto da invocação da qualidade de cristãos parece justificar a contemporização, o que inevitavelmente poderá despoletar toda uma série de reivindicações por parte de núcleos pertencentes a outras religiões/civilizações. Creio que é disto que se trata e na Europa, tornou-se claro que o problema imediato consiste em não ceder aos islâmicos, aquilo que não podemos nem queremos ceder a nós próprios. Existe toda uma série de costumes ancestrais que se conformando em Lei, estabeleceram a matriz daquilo que somos. Quem vier, terá de entender as regras perfeitamente e usufruir das vantagens materiais que ambicionou, mas também a conformação da sua vivência pela nossa lei civil. Será isto &quot;fascismo&quot;?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para a DPM</p>
<p>Apenas uma pergunta:<br />
Se a DUDH fosse uma respeitável senhora de carne e osso e se lhe perguntasse qual destes dois países &#8211; Portugal ou Dinamarca &#8211; respeita melhor o seu princípio 1º, qual lhe parece que seria a resposta?</p>
<p>Só por curiosidade&#8230;</p>
<p>e apenas um sublinhar de posição:<br />
A questão do multiculturalismo pode perfeitamente ser usada para finalmente destruir o tipo de sociedade que é hoje a nossa, ou em sentido lato, o ocidente. O respeito pelas idiossincracias dos outros não terá forçosamente de significar a cedência naquilo que para nós é o essencial e que está em regra consagrado por Lei. Lei esta que não é privativa de alguns, mas faz parte do conjunto da sociedade, organizada num certo aglomerado de instituições que conformam um Estado, que evidentemente com outros partilha o mesmo legado civilizacional. Não valerá a pena começar já a desenterrar as habilidades estilísticas deste ou daquele filósofo ou &#8220;formador de espíritos&#8221;, para tentar justificar aquilo que no fundo não queremos. É esta a verdade, pois não queremos ceder, porque o amontoado de usos e costumes  perfeitamente coligidos em norma, faz parte da nossa identidade. Os &#8220;outros&#8221; poderão ser bem-vindos, partilhando connosco o trabalho,a segurança, as conquistas sociais ou a liberdade social, em perfeita sintonia com a Lei que tudo isto garante.  O argumento perfeitamente espúrio que hoje li no Expresso (acho que foi no Expresso), proferido por um elemento da ND de Manuel Monteiro, deixou-me estupefacto, pois ainda existe gente capaz de proceder a uma total subversão de conceitos e que vem fragilizar a sociedade na forma de se reconhecer a si própria. E isto, porque à questão do &#8220;casamento gay&#8221;, retorquia com a bigamia, poligamia e outras comparações perfeitamente risíveis pelo primarismo. Embora &#8211; consciente de fazer parte de uma sociedade em regra bastante conservadora &#8211; me pareça que seria muito mais simples e aceitável a questão da união de facto alargada a todos, esta questão dita fracturante, não pode ser comparável a outras situações que são completamente estranhas à nossa cultura. Ainda agora debate-se nos EUA qual a posição que o Estado deverá tomar relativamente a certas seitas que praticam a poligamia como alicerce da existência sua própria vida nas pequenas e fechadas comunidades. A delonga na acção já é um indício claro de cedência, mas o simples facto da invocação da qualidade de cristãos parece justificar a contemporização, o que inevitavelmente poderá despoletar toda uma série de reivindicações por parte de núcleos pertencentes a outras religiões/civilizações. Creio que é disto que se trata e na Europa, tornou-se claro que o problema imediato consiste em não ceder aos islâmicos, aquilo que não podemos nem queremos ceder a nós próprios. Existe toda uma série de costumes ancestrais que se conformando em Lei, estabeleceram a matriz daquilo que somos. Quem vier, terá de entender as regras perfeitamente e usufruir das vantagens materiais que ambicionou, mas também a conformação da sua vivência pela nossa lei civil. Será isto &#8220;fascismo&#8221;?</p>
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		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64875</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 18:04:22 +0000</pubDate>
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		<description>De Puta madre

Eu,possìvelmente,excedi-me no vigor do comentário.Mas, acredite, que nem sequer comentaria se estivesse perante alguem que nada acrescentasse ao assunto.Por defeito de profissão,estou formatado para descobrir qual é o caminho crítico da questão, despi-la do que é supérfluo e ficar com o que resta, que tem que ser algo que pode ser medido com alguma objectividade.A sua aproximação ao problema é muito mais complexa e tambem mais rica. Relativiza com e lança pontes a conceitos muito mais universais dos que eu estou disposto ( no sentido de poder viver com ) a partilhar sem que as minhas convicções não sofram um grande abalo. Ora, não creio que estar com uma mulher na cama se reduza á sua eficiência,que se mede pela sua idade,beleza,experiência e outros atributos que tais.Para mim estar com uma mulher é fazer com ela um contrato.Cada um sabe ao que vai.Não parece que este contrato (na base do amor,do desejo ,da procriação...) se possa fazer com uma menor,uma doente mental ou com uma mulher que não seja livre! Ora a questão é que as mulheres ( género feminino do ser humano )nas sociedades muçulmanas não são livres ! Livre no sentido mais vasto de um ser que tem em mãos o seu próprio destino.Ora este fundamento, (o das meninas poderem ser mais eficazes que as adultas o que pressupõe serem um objecto de prazer) pelos vistos defensável,deixa-me do avesso!
E aqui tem ,caríssima, porque acho que estamos a ser criminosamente benevolentes com uma sociedade que põe em risco valores civilizacionais que custaram séculos a obter!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De Puta madre</p>
<p>Eu,possìvelmente,excedi-me no vigor do comentário.Mas, acredite, que nem sequer comentaria se estivesse perante alguem que nada acrescentasse ao assunto.Por defeito de profissão,estou formatado para descobrir qual é o caminho crítico da questão, despi-la do que é supérfluo e ficar com o que resta, que tem que ser algo que pode ser medido com alguma objectividade.A sua aproximação ao problema é muito mais complexa e tambem mais rica. Relativiza com e lança pontes a conceitos muito mais universais dos que eu estou disposto ( no sentido de poder viver com ) a partilhar sem que as minhas convicções não sofram um grande abalo. Ora, não creio que estar com uma mulher na cama se reduza á sua eficiência,que se mede pela sua idade,beleza,experiência e outros atributos que tais.Para mim estar com uma mulher é fazer com ela um contrato.Cada um sabe ao que vai.Não parece que este contrato (na base do amor,do desejo ,da procriação&#8230;) se possa fazer com uma menor,uma doente mental ou com uma mulher que não seja livre! Ora a questão é que as mulheres ( género feminino do ser humano )nas sociedades muçulmanas não são livres ! Livre no sentido mais vasto de um ser que tem em mãos o seu próprio destino.Ora este fundamento, (o das meninas poderem ser mais eficazes que as adultas o que pressupõe serem um objecto de prazer) pelos vistos defensável,deixa-me do avesso!<br />
E aqui tem ,caríssima, porque acho que estamos a ser criminosamente benevolentes com uma sociedade que põe em risco valores civilizacionais que custaram séculos a obter!</p>
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	<item>
		<title>Por: nuno castelo-branco</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64834</link>
		<dc:creator>nuno castelo-branco</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 08:23:21 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, Sérgio, Dizem que pus a &quot;pata na poça&quot;.  É fácil falarmos, quando não vivemos a situação. Em França já começam a fazer exigências de leis separadas do conjunto nacional francês e dizem que certos costumes &quot;...fazem parte da nossa cultura e devem ser respeitados. A França nada tem de se intrometer...&quot; e outras habilidades do estilo. De cedência em cedência, sabemos onde iremos parar. E sendo politicamente incorrecto, julgo que é melhor, definitivamente, começar a dizer não!, porque depois não haverá remédio. E quando há uns anos o imã de Paris dizia pausadamente que ... &quot;notre première loi c&#039;est l&#039;Islam, la secondième c&#039;est la loi de notre pays d&#039;origine et finalement, nous acceptons la loi française si nous sommes d&#039;accord&quot;. Pois, imagine-se isto aqui em Portugal. Nem pensar!
Ponho a pata na poça sim senhor e sem qualquer problema, pois chego a casa e mudo de meias e de ténis. É fácil :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Sérgio, Dizem que pus a &#8220;pata na poça&#8221;.  É fácil falarmos, quando não vivemos a situação. Em França já começam a fazer exigências de leis separadas do conjunto nacional francês e dizem que certos costumes &#8220;&#8230;fazem parte da nossa cultura e devem ser respeitados. A França nada tem de se intrometer&#8230;&#8221; e outras habilidades do estilo. De cedência em cedência, sabemos onde iremos parar. E sendo politicamente incorrecto, julgo que é melhor, definitivamente, começar a dizer não!, porque depois não haverá remédio. E quando há uns anos o imã de Paris dizia pausadamente que &#8230; &#8220;notre première loi c&#8217;est l&#8217;Islam, la secondième c&#8217;est la loi de notre pays d&#8217;origine et finalement, nous acceptons la loi française si nous sommes d&#8217;accord&#8221;. Pois, imagine-se isto aqui em Portugal. Nem pensar!<br />
Ponho a pata na poça sim senhor e sem qualquer problema, pois chego a casa e mudo de meias e de ténis. É fácil <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: De Puta Madre</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64820</link>
		<dc:creator>De Puta Madre</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 02:59:34 +0000</pubDate>
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		<description>LMoreira 
no texto gigante escapou-me:
&quot;Como vamos, então explicar à sociedade, e cada homem que a compõe, que o casamento – essa respeitabilíssima Instituição – é um acto grotesco, de vil crueldade, indiferença e perturbação mental de indivíduo adulto&quot; acrescento: com uma criança de nove anos? 
......
(Tendo como fundamento intelectual aquela frase que levaria o Marquês de Sade a roer-se de inveja!, não é? )</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>LMoreira<br />
no texto gigante escapou-me:<br />
&#8220;Como vamos, então explicar à sociedade, e cada homem que a compõe, que o casamento – essa respeitabilíssima Instituição – é um acto grotesco, de vil crueldade, indiferença e perturbação mental de indivíduo adulto&#8221; acrescento: com uma criança de nove anos?<br />
&#8230;&#8230;<br />
(Tendo como fundamento intelectual aquela frase que levaria o Marquês de Sade a roer-se de inveja!, não é? )</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: De Puta Madre</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64819</link>
		<dc:creator>De Puta Madre</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 02:48:58 +0000</pubDate>
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		<description>Ok. Luís Moreia:
Peguei no Cmtr ( parte final do Nuno Castelo-Branco e na Observação da Ana ao mesmo, e acho que tentei dar corpo ao &quot;Todo e às Partes&quot;, daquela forma que lhe pareceu aparentemente leviana. Y obrigada por me ter dado o benefício da dúvida.
Aproveitado isso da melhor forma: aqui vai.
Ou seja, atribui à Declaração Universal dos Direitos do Homem (DUDH) o papel de Farol ( Guião) na conduta de cada um e dos valores vigentes em cada sociedade. Assim sendo, tudo o que cada um, de per si, fizer, e que cai fora do âmbito da DUDH estará subsumido no &quot; mau actor. É! mau humano&quot;( e aqui, cada um de nós é responsável por isso!). Dado que não podemos, nem devemos andar a vigiar-nos uns ao outros (dai a maioridade e autonomia, ... isto de um ponto de vista individual no sentido kantiano do termo – o JGalamba pode ser mais assertivo do que eu em clarificar este conceito, pelo q eu já me apercebi). - &quot;Sugestão/ melhor “lembrei&quot; – (tb sou humana, logo posso dar “sugestões”/ “lembrar” à humanidade e outros humanos ), dizia: dado que as sociedades apresentam uma infindável forma de comporem e promoverem a sua hierarquia de valores, e com ela exigir ao indivíduo que com ela está em “estado de pacto social” que assimilem essa hierarquização de valores como a preferível ( por vezes, isso é feito de forma grotesca ( dizemos “nós pt’s”) p.ex.: apedrejamento à mulher para reforçar a conduta adultera como indigna/ o homem que se meta com mulher de casta diferente tb não terá boa sorte, pelo menos no Paquistão e na India etc. … Logo, por estes exemplos ( mas poderíamos ilustrar com outros) dá para perceber que o diálogo intercultural ( aqui sugiro as conferências -Arjun Appadurai - na Gulbenkian no próximo Outubro integrada no programa distância-proximidade … e já agora, este texto de um homem pt lamentavelmente subaproveitado, digo eu, http://www.gulbenkian.pt/media/files/fundacao/programas/DP_program.pdf) tem que estabelecer pontes de “concessão-mútua” entre a grande massa de sociedades que povoam esta terra e que actualmente se dispersam pelo mundo e se aglomeram em territórios culturais totalmente distintos e consigo trazem um paradigma de excelência humana que de súbito se confronta com outro paradigma de excelência vigente substancialmente divergente  quanto à prática de exercício da boa humanidade, desde a cidadania à simples organização da vida familiar e pessoal … …
Prosseguindo, dado que proclamar a hegemonia cultural de x em correlação com y, z, e w, e y e etc  é algo de pouco “sensato”, prático, eficiente e muito menos eficaz; até no politicamente correcto é um disparate, por isso, tb surge a forma cortês multiculturalismo. Este já percebemos que não chega (!): as tensões estão implícitas, e no âmbito da negociação e da política tais tensões não se compadecem ( Aqui o N C-Branco tem razão(!); nós, os Ocidentais, cedemos demasiado no nosso território; porque, tal como a Ana procurou chamar à atenção, à um lado de genuína vivencialidade que é inócua para a liberdade de terceiros. Nós, os permissivos ocidentais, ainda nos descabelamos todos uns aos outros com coisinhas patetas: casamentos gay, p. ex. Ai, “cai o Carmo e a Trindade” e etc, ler os post’s da FC e respectivos cmtr’s, somos nós. Em coisas mais sérias ( só porque é a vida&amp;morte, isso é que eu acho verdadeiramente assunto sisudo(!)): a Eutanásia, p. ex. em PT nem é assunto que esteja em fila de espera, nem para a sociedade civil nem para a agenda política de nenhum governo ou partido político; é do âmbito do intelectual lúdico para pares românticos em conversa de pôr-do-sol em dia de juras amorosas . 
Voltando … O que presentemente se apresenta como o mais consensual e pacífico entre os homens de qualquer proveniência cultural é a Declaração Universal dos Direitos do Homem (bem, não sou eu que como iniciei o texto que sugiro ou lembro, fui, aqui, pontualmente o “Hello” de um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em todo o mundo e por muitas organizações…). Reforçar a neutralidade política, social, económica, credo religioso, etnia, sexo e idade da DUDH é uma demanda que cabe a cada um de nós - ao “Estudá-la, Compreendê-la, Promovê-la, Exercê-la – e às sociedades ( indistintamente) tê-la como bússola e cábula de consulta, para guiarem e conduzirem, nos acordos que entre si fazem, a boa prática da humanidade. Pois. não vivemos no céu, não é! Como vamos, então explicar à sociedade, e cada homem que a compõe, que o casamento – essa respeitabilíssima Instituição – é um acto grotesco, de vil crueldade, indiferença e perturbação mental de indivíduo adulto? Na nossa sociedade – PT-, há bem poucos dias tivemos quem colocasse a Lei e o Estado de Direito à frente da manifestação de repúdio pela sexualidade entre indivíduos em estádios distintos do seu desenvolvimento biológico, y, isto tudo, em prol do Bom nome de alguém ( que não os próprios) que parece não ter tido muito zelo em exercer o Poder para mudar o rumo a acontecimentos que poderiam ser totalmente diferentes, tal como agora estamos atentos a que assim não possam ocorrer situações que propiciem e alimentem semelhante DESAVERGONHICE ( conceito de Thomas Bernhard, não é só uma palavra (!) Ler: Extinção, História de uma Derrocada).  Pois. “Apontamos o dedo ao outro, mas três estão voltados para nós.” Bom. Isto de se ser um humano dava jeito que fosse um passatempo, mas constatamos se nos descuidamos há e vai havendo muita gente mundo fora a sentir o massacre como modo de vida.
PS.: Como no Post do Paulo Pinto deu para ver, o N. C-Branco é Monárquico. Não faço ideia como é que os monárquicos interpretam a Instituição DUDH, isto atendendo ao primeiro Princípio: “Todos os homens nascem iguais …” … Claro, havia uma nequíciazinha implícita;).   
PS2: LMoreira procurei sintetizar o que é verdadeiramente impossível, porque cada frase leva-nos a colocar miríades de questões e soluções e  eee este mundo nunca foi fácil e facilitou. Mas como resolver este massacre à infância é algo que deveríamos, enquanto sociedade civil responsável, bater o pé! Por exemplo: explicar ao BRASIL que deveria colocar como prioritário na sua agenda de Protagonismo Na Arena Mundial o seu empenho e dedicação e tudo o que possa envolver para transformar a vida dos meninos de rua ( 7 milhões de crianças) e não ficar à espera que seja a passagem dos anos que ao transforma-los em adultos, um a um, o problema assim se resolva. Logo, depois do Brasil fazer isto, então que apareça a exigir o fato de cicerone na roupa da Língua. Não tem nada a ver?? Olhe que tem. Nós facilitámos DUPLAMENTE! Não é politicamente correcto? Olhe que é! Isto de todos querermos ficar bem no retrato é uma coisa pouco boa para a humanidade; sugiro a Leitura absolutamente implacável do “O Teu Rosto Amanhã” do Javier Marías. Confie neste escritor. Vale.
PS.3:  Ana ... O problema das partes é que elas - infelizmente - fazem parte do todo, e quando esse todo tem o papão da religião como Supremo é quase impossível negociar o que quer que seja.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ok. Luís Moreia:<br />
Peguei no Cmtr ( parte final do Nuno Castelo-Branco e na Observação da Ana ao mesmo, e acho que tentei dar corpo ao &#8220;Todo e às Partes&#8221;, daquela forma que lhe pareceu aparentemente leviana. Y obrigada por me ter dado o benefício da dúvida.<br />
Aproveitado isso da melhor forma: aqui vai.<br />
Ou seja, atribui à Declaração Universal dos Direitos do Homem (DUDH) o papel de Farol ( Guião) na conduta de cada um e dos valores vigentes em cada sociedade. Assim sendo, tudo o que cada um, de per si, fizer, e que cai fora do âmbito da DUDH estará subsumido no &#8221; mau actor. É! mau humano&#8221;( e aqui, cada um de nós é responsável por isso!). Dado que não podemos, nem devemos andar a vigiar-nos uns ao outros (dai a maioridade e autonomia, &#8230; isto de um ponto de vista individual no sentido kantiano do termo – o JGalamba pode ser mais assertivo do que eu em clarificar este conceito, pelo q eu já me apercebi). &#8211; &#8220;Sugestão/ melhor “lembrei&#8221; – (tb sou humana, logo posso dar “sugestões”/ “lembrar” à humanidade e outros humanos ), dizia: dado que as sociedades apresentam uma infindável forma de comporem e promoverem a sua hierarquia de valores, e com ela exigir ao indivíduo que com ela está em “estado de pacto social” que assimilem essa hierarquização de valores como a preferível ( por vezes, isso é feito de forma grotesca ( dizemos “nós pt’s”) p.ex.: apedrejamento à mulher para reforçar a conduta adultera como indigna/ o homem que se meta com mulher de casta diferente tb não terá boa sorte, pelo menos no Paquistão e na India etc. … Logo, por estes exemplos ( mas poderíamos ilustrar com outros) dá para perceber que o diálogo intercultural ( aqui sugiro as conferências -Arjun Appadurai &#8211; na Gulbenkian no próximo Outubro integrada no programa distância-proximidade … e já agora, este texto de um homem pt lamentavelmente subaproveitado, digo eu, <a href="http://www.gulbenkian.pt/media/files/fundacao/programas/DP_program.pdf" rel="nofollow">http://www.gulbenkian.pt/media/files/fundacao/programas/DP_program.pdf</a>) tem que estabelecer pontes de “concessão-mútua” entre a grande massa de sociedades que povoam esta terra e que actualmente se dispersam pelo mundo e se aglomeram em territórios culturais totalmente distintos e consigo trazem um paradigma de excelência humana que de súbito se confronta com outro paradigma de excelência vigente substancialmente divergente  quanto à prática de exercício da boa humanidade, desde a cidadania à simples organização da vida familiar e pessoal … …<br />
Prosseguindo, dado que proclamar a hegemonia cultural de x em correlação com y, z, e w, e y e etc  é algo de pouco “sensato”, prático, eficiente e muito menos eficaz; até no politicamente correcto é um disparate, por isso, tb surge a forma cortês multiculturalismo. Este já percebemos que não chega (!): as tensões estão implícitas, e no âmbito da negociação e da política tais tensões não se compadecem ( Aqui o N C-Branco tem razão(!); nós, os Ocidentais, cedemos demasiado no nosso território; porque, tal como a Ana procurou chamar à atenção, à um lado de genuína vivencialidade que é inócua para a liberdade de terceiros. Nós, os permissivos ocidentais, ainda nos descabelamos todos uns aos outros com coisinhas patetas: casamentos gay, p. ex. Ai, “cai o Carmo e a Trindade” e etc, ler os post’s da FC e respectivos cmtr’s, somos nós. Em coisas mais sérias ( só porque é a vida&amp;morte, isso é que eu acho verdadeiramente assunto sisudo(!)): a Eutanásia, p. ex. em PT nem é assunto que esteja em fila de espera, nem para a sociedade civil nem para a agenda política de nenhum governo ou partido político; é do âmbito do intelectual lúdico para pares românticos em conversa de pôr-do-sol em dia de juras amorosas .<br />
Voltando … O que presentemente se apresenta como o mais consensual e pacífico entre os homens de qualquer proveniência cultural é a Declaração Universal dos Direitos do Homem (bem, não sou eu que como iniciei o texto que sugiro ou lembro, fui, aqui, pontualmente o “Hello” de um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em todo o mundo e por muitas organizações…). Reforçar a neutralidade política, social, económica, credo religioso, etnia, sexo e idade da DUDH é uma demanda que cabe a cada um de nós &#8211; ao “Estudá-la, Compreendê-la, Promovê-la, Exercê-la – e às sociedades ( indistintamente) tê-la como bússola e cábula de consulta, para guiarem e conduzirem, nos acordos que entre si fazem, a boa prática da humanidade. Pois. não vivemos no céu, não é! Como vamos, então explicar à sociedade, e cada homem que a compõe, que o casamento – essa respeitabilíssima Instituição – é um acto grotesco, de vil crueldade, indiferença e perturbação mental de indivíduo adulto? Na nossa sociedade – PT-, há bem poucos dias tivemos quem colocasse a Lei e o Estado de Direito à frente da manifestação de repúdio pela sexualidade entre indivíduos em estádios distintos do seu desenvolvimento biológico, y, isto tudo, em prol do Bom nome de alguém ( que não os próprios) que parece não ter tido muito zelo em exercer o Poder para mudar o rumo a acontecimentos que poderiam ser totalmente diferentes, tal como agora estamos atentos a que assim não possam ocorrer situações que propiciem e alimentem semelhante DESAVERGONHICE ( conceito de Thomas Bernhard, não é só uma palavra (!) Ler: Extinção, História de uma Derrocada).  Pois. “Apontamos o dedo ao outro, mas três estão voltados para nós.” Bom. Isto de se ser um humano dava jeito que fosse um passatempo, mas constatamos se nos descuidamos há e vai havendo muita gente mundo fora a sentir o massacre como modo de vida.<br />
PS.: Como no Post do Paulo Pinto deu para ver, o N. C-Branco é Monárquico. Não faço ideia como é que os monárquicos interpretam a Instituição DUDH, isto atendendo ao primeiro Princípio: “Todos os homens nascem iguais …” … Claro, havia uma nequíciazinha implícita;).<br />
PS2: LMoreira procurei sintetizar o que é verdadeiramente impossível, porque cada frase leva-nos a colocar miríades de questões e soluções e  eee este mundo nunca foi fácil e facilitou. Mas como resolver este massacre à infância é algo que deveríamos, enquanto sociedade civil responsável, bater o pé! Por exemplo: explicar ao BRASIL que deveria colocar como prioritário na sua agenda de Protagonismo Na Arena Mundial o seu empenho e dedicação e tudo o que possa envolver para transformar a vida dos meninos de rua ( 7 milhões de crianças) e não ficar à espera que seja a passagem dos anos que ao transforma-los em adultos, um a um, o problema assim se resolva. Logo, depois do Brasil fazer isto, então que apareça a exigir o fato de cicerone na roupa da Língua. Não tem nada a ver?? Olhe que tem. Nós facilitámos DUPLAMENTE! Não é politicamente correcto? Olhe que é! Isto de todos querermos ficar bem no retrato é uma coisa pouco boa para a humanidade; sugiro a Leitura absolutamente implacável do “O Teu Rosto Amanhã” do Javier Marías. Confie neste escritor. Vale.<br />
PS.3:  Ana &#8230; O problema das partes é que elas &#8211; infelizmente &#8211; fazem parte do todo, e quando esse todo tem o papão da religião como Supremo é quase impossível negociar o que quer que seja.</p>
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		<title>Por: Sérgio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64796</link>
		<dc:creator>Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 23:15:20 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Tomar a parte pelo todo às vezes faz-nos meter a pata na poça, Nuno Castelo-Branco.&quot;

Passe uns meses em Argenteuil (ali ao pé de Paris) e depois diga qualquer coisa a respeito do que é a parte e do que é o todo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Tomar a parte pelo todo às vezes faz-nos meter a pata na poça, Nuno Castelo-Branco.&#8221;</p>
<p>Passe uns meses em Argenteuil (ali ao pé de Paris) e depois diga qualquer coisa a respeito do que é a parte e do que é o todo&#8230;</p>
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		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64767</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 17:34:13 +0000</pubDate>
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		<description>De Puta Madre, em assunto tão sério agradecia que fosse mais clara para que não hajam  dúvidas. É lícito e razoável que uma menor seja tomada como parceira da cama de um qualquer libidinoso? É que eu sendo libidinoso jamais faria uma coisa dessas.Ou na sua opinião andarei a perder tempo e oportunidades?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De Puta Madre, em assunto tão sério agradecia que fosse mais clara para que não hajam  dúvidas. É lícito e razoável que uma menor seja tomada como parceira da cama de um qualquer libidinoso? É que eu sendo libidinoso jamais faria uma coisa dessas.Ou na sua opinião andarei a perder tempo e oportunidades?</p>
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	<item>
		<title>Por: De Puta Madre</title>
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		<dc:creator>De Puta Madre</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 14:24:32 +0000</pubDate>
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		<description>E a D. Maria II que casou com o tio, já agora.

Ana, tudo o que cai fora do saco da Declaração Uiversal dos Direitos do Homem, não deve ser subsumido na tolerância do chavão multicultraismo, não é? É isso! Nós até já temos o guião para, cada um, desenvolver o seu filme, enquanto protagonista do género humano à vontade. Quem o deturpa, não é só mau actor. É! mau humano.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E a D. Maria II que casou com o tio, já agora.</p>
<p>Ana, tudo o que cai fora do saco da Declaração Uiversal dos Direitos do Homem, não deve ser subsumido na tolerância do chavão multicultraismo, não é? É isso! Nós até já temos o guião para, cada um, desenvolver o seu filme, enquanto protagonista do género humano à vontade. Quem o deturpa, não é só mau actor. É! mau humano.</p>
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		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
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		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 08:22:55 +0000</pubDate>
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		<description>Completamente ao lado, Euroliberal, não podia ter escolhido pior o alvo.

Tomar a parte pelo todo às vezes faz-nos meter a pata na poça, Nuno Castelo-Branco.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Completamente ao lado, Euroliberal, não podia ter escolhido pior o alvo.</p>
<p>Tomar a parte pelo todo às vezes faz-nos meter a pata na poça, Nuno Castelo-Branco.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Cam</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64721</link>
		<dc:creator>Cam</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 06:57:55 +0000</pubDate>
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		<description>pela cultura islamica será dificil defender o contrário, afinal a favorita de Maomé casou com ele aos 9 anos. 
E Maomé é o exemplo para todos os muçulmanos. 
Condenar tal comportamento fragiliza bastante o islão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>pela cultura islamica será dificil defender o contrário, afinal a favorita de Maomé casou com ele aos 9 anos.<br />
E Maomé é o exemplo para todos os muçulmanos.<br />
Condenar tal comportamento fragiliza bastante o islão.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: nuno castelo-branco</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64702</link>
		<dc:creator>nuno castelo-branco</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 01:01:17 +0000</pubDate>
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		<description>Inacreditável! E ainda há patetas que defendem um certo multiculturalismo - a cada um a sua Lei - na Europa. Era só o que nos faltava.  N  Ã  O!*

* Estou-me nas tintas para o que venha dizer o Sos &quot;racismo&quot;, a liga de defesa dos animais, a União Iscizadora Mundial,  ou o BE.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Inacreditável! E ainda há patetas que defendem um certo multiculturalismo &#8211; a cada um a sua Lei &#8211; na Europa. Era só o que nos faltava.  N  Ã  O!*</p>
<p>* Estou-me nas tintas para o que venha dizer o Sos &#8220;racismo&#8221;, a liga de defesa dos animais, a União Iscizadora Mundial,  ou o BE.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64680</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 22:42:46 +0000</pubDate>
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		<description>...de certo mais que todos os assassinatos no mundo islâmico...

Euroliberal, de certo que você não sabe ( como se vê pelo &quot;de certo&quot; ) Deve estar a referir-se às que foram apedrejadas? Mortas pelos pais e irmãos ? bombas suícidas? E que tal umas meninas &quot;sabedoras&quot;? Há momentos em que só ganharíamos em estar calados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;de certo mais que todos os assassinatos no mundo islâmico&#8230;</p>
<p>Euroliberal, de certo que você não sabe ( como se vê pelo &#8220;de certo&#8221; ) Deve estar a referir-se às que foram apedrejadas? Mortas pelos pais e irmãos ? bombas suícidas? E que tal umas meninas &#8220;sabedoras&#8221;? Há momentos em que só ganharíamos em estar calados.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Zarco</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64676</link>
		<dc:creator>Zarco</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 22:16:17 +0000</pubDate>
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		<description>Isto dá vómitos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isto dá vómitos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Euroliberal</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64674</link>
		<dc:creator>Euroliberal</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 22:03:21 +0000</pubDate>
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		<description>Poie é, mas até fins de Agosto já tinham sido assassinadas 38 mulheres por maridos ou companheiros  em Portugal. Mantendo a média teremos no fim do ano um novo recorde: 57 assassinatos mum país de 10 milhões, de certo mais que todos os assassinatos de mulheres no mundo islâmico (1500 milhões) ! Mas as nossas feministas de plantão são capazes de ver um cisco no olho dos muçulmanos e de não verem estadulhos no decadente ocidente...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Poie é, mas até fins de Agosto já tinham sido assassinadas 38 mulheres por maridos ou companheiros  em Portugal. Mantendo a média teremos no fim do ano um novo recorde: 57 assassinatos mum país de 10 milhões, de certo mais que todos os assassinatos de mulheres no mundo islâmico (1500 milhões) ! Mas as nossas feministas de plantão são capazes de ver um cisco no olho dos muçulmanos e de não verem estadulhos no decadente ocidente&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: rita</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64672</link>
		<dc:creator>rita</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 21:35:43 +0000</pubDate>
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		<description>Olhe que não ... olhe que não .... que a mãe há-de certamente ter alguma culpa ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olhe que não &#8230; olhe que não &#8230;. que a mãe há-de certamente ter alguma culpa &#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/09/12/pata-que-o-pos-fora-a-mae-que-nao-tem-culpa-nenhuma/comment-page-1/#comment-64650</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 17:55:34 +0000</pubDate>
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		<description>Isto é aterrador! O bandalho para dizer uma coisa destas deve ter grande experiência. Mais uma boa evidência para os que acham que a Ocidente é que há pecado...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isto é aterrador! O bandalho para dizer uma coisa destas deve ter grande experiência. Mais uma boa evidência para os que acham que a Ocidente é que há pecado&#8230;</p>
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	</item>
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