a impressão que se tira da análise categorial dos animais mencionados é que os pretendentes foram escolhidos em função de uma limitada diferenciação visual e de uma aparente proximidade comportamental com a carochinha. assim, o princípio de que o casamento é uma união de seres ontologicamente idênticos, não funciona nesta história porque ela tem como intenção demonstrar a inviabilidade da associação matrimonial entre animais de espécies diferentes, que partilham do mesmo espaço vivencial.
in “vida/morte e diafania do mundo na história da carochinha”, edições universidade católica




Então não é a “sorte” e o “azar” ? Estava eu tão em paz com essa história…
Uhmmmmmmmmm …
Extraterrestres Apareçam!
My thoughts exactly, pessoa de mãe de livres hábitos. Se dependesse destas opiniões andávamos todos a “casar” com primos, que como sabemos é estratégia muito recomendável.