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	<title>Comentários em: O besteirol dos 500 anos</title>
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		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56649</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 16:28:18 +0000</pubDate>
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		<description>Para o caso - não esperado, aliás - de algum estimado ( ou menos estimado) leitor deste blogue estranhar que não responda ao comentário supra, esclarece-se que al ou albertoH ou seja o que for de há muito que assentou não dirigir uma linha ao sr. figueira.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para o caso &#8211; não esperado, aliás &#8211; de algum estimado ( ou menos estimado) leitor deste blogue estranhar que não responda ao comentário supra, esclarece-se que al ou albertoH ou seja o que for de há muito que assentou não dirigir uma linha ao sr. figueira.</p>
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		<title>Por: António Figueira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56624</link>
		<dc:creator>António Figueira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 09:28:44 +0000</pubDate>
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		<description>Al,
A propósito de universalismo ou falta dele, V. parece-me um incurável provinciano, e do tipo ignorante. Machado de Assis é, usando qualquer padrão, um grande escritor universal (leia as &quot;Memórias Póstumas&quot; ou o &quot;Memorial de Aires&quot; e perceberá porque é que o insuspeito Harold Bloom o inclui entre os maiores prosadores mundiais do século XIX - de todas as cores) e, como já disse acima a Inês Meneses, a literatura brasileira está viva e recomenda-se: leia Rubem Fonseca ou Bernardo Carvalho e entenderá porquê. Quanto ao anti-portuguesismo brasileiro (o termo corrente na historiografia é anti-lusitanismo), tem duas fontes principais, por assim dizer: muito esquematicamente, uma é de &quot;esquerda&quot;, e resulta do jacobinismo brasileiro tardio, do fim do século XIX, e da identificação de Portugal com os Braganças, e outra é de &quot;direita&quot; e resulta do desprezo da burguesia fluminense, sobretudo, pelos Manueis e Joaquins analfabetos que constituiam o imigrante típico português da 2ª metade do séc.XIX/1ª parte do século XX. Permita-me um conselho: não fale do que não sabe e não tome os seus ressentimentos (anti-Brasil, anti-esquerda ou seja lá o que for) por iluminações; nunca são.

PS Presumo que a prova do seu &quot;universalismo&quot; seja a adopção da heteronímia pessoana para fins de comentários nos blogues: Alberto.H, al, anónimo, etc. A diferença está em que os heterónimos de Pessoa eram de facto diferentes: V. topa-se à légua, porque é sempre igual: ressentido, preconceituoso, anónimo. Em suma, pequenino.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Al,<br />
A propósito de universalismo ou falta dele, V. parece-me um incurável provinciano, e do tipo ignorante. Machado de Assis é, usando qualquer padrão, um grande escritor universal (leia as &#8220;Memórias Póstumas&#8221; ou o &#8220;Memorial de Aires&#8221; e perceberá porque é que o insuspeito Harold Bloom o inclui entre os maiores prosadores mundiais do século XIX &#8211; de todas as cores) e, como já disse acima a Inês Meneses, a literatura brasileira está viva e recomenda-se: leia Rubem Fonseca ou Bernardo Carvalho e entenderá porquê. Quanto ao anti-portuguesismo brasileiro (o termo corrente na historiografia é anti-lusitanismo), tem duas fontes principais, por assim dizer: muito esquematicamente, uma é de &#8220;esquerda&#8221;, e resulta do jacobinismo brasileiro tardio, do fim do século XIX, e da identificação de Portugal com os Braganças, e outra é de &#8220;direita&#8221; e resulta do desprezo da burguesia fluminense, sobretudo, pelos Manueis e Joaquins analfabetos que constituiam o imigrante típico português da 2ª metade do séc.XIX/1ª parte do século XX. Permita-me um conselho: não fale do que não sabe e não tome os seus ressentimentos (anti-Brasil, anti-esquerda ou seja lá o que for) por iluminações; nunca são.</p>
<p>PS Presumo que a prova do seu &#8220;universalismo&#8221; seja a adopção da heteronímia pessoana para fins de comentários nos blogues: Alberto.H, al, anónimo, etc. A diferença está em que os heterónimos de Pessoa eram de facto diferentes: V. topa-se à légua, porque é sempre igual: ressentido, preconceituoso, anónimo. Em suma, pequenino.</p>
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		<title>Por: Inês Meneses</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56619</link>
		<dc:creator>Inês Meneses</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 06:54:29 +0000</pubDate>
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		<description>Alberto H, tem andado distraído, a literatura brasileira está viva e recomenda-se - eu arriscava dizer, bem mais que a nossa. E isto é assumindo que o interesse de um país se mede pela literatura, o que já é assumir bastante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alberto H, tem andado distraído, a literatura brasileira está viva e recomenda-se &#8211; eu arriscava dizer, bem mais que a nossa. E isto é assumindo que o interesse de um país se mede pela literatura, o que já é assumir bastante.</p>
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	<item>
		<title>Por: AlbertoH</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56602</link>
		<dc:creator>AlbertoH</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 01:03:02 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Pedro, 
Nenhum deles é universal. Poderão vir a ser. Agora não são. O Brasil de universal tem a bossa nova, o samba e, em pessoa, talvez a imagem de uma portuguesa de Marco de Canavezes. 
Não digo se estão ao nível ou não, mas se são universais. E não são. Quanto a Machado, até o Bloom não conseguiu dizer  dele senão que era o maior escritor de cor (o que para Machado teria constituído um insulto).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Pedro,<br />
Nenhum deles é universal. Poderão vir a ser. Agora não são. O Brasil de universal tem a bossa nova, o samba e, em pessoa, talvez a imagem de uma portuguesa de Marco de Canavezes.<br />
Não digo se estão ao nível ou não, mas se são universais. E não são. Quanto a Machado, até o Bloom não conseguiu dizer  dele senão que era o maior escritor de cor (o que para Machado teria constituído um insulto).</p>
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		<title>Por: Pedro</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56578</link>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 22:01:58 +0000</pubDate>
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		<description>Machado de Assis? 

E até Jorge Amado ou Drummond estão perfeitamente ao nível do que se faz/fez em Portugal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Machado de Assis? </p>
<p>E até Jorge Amado ou Drummond estão perfeitamente ao nível do que se faz/fez em Portugal.</p>
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		<title>Por: AlbertoH</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56520</link>
		<dc:creator>AlbertoH</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 13:35:05 +0000</pubDate>
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		<description>A interrogação idiota que transcrevo não é do JUR, mas é comum no Brasil. JUR limita-se a brincar com essa bacoquice brasílica de que o exercício de história alternativa quanto à nacionalidade dos descobridores é umas das mais comuns e vulgares manifestações. E o patrioteirismo e nacionalismo vários, até ao  anti-portuguesismo mais extreme, também são comus e  cultivados pelas esquerdas. A colonização portuguesa ligada sobretudo à ideia de genocídio encontra-se em quase todos os manuais escolares. Se os leitores do 5dias desconheciam essas coisas comuns da vida brasileira - país que, de tão provinciano não produziu até hoje nenhuma figura universal (não há Borges - ou Pessoa - brasileiros -  nem aproximações credíveis deles).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A interrogação idiota que transcrevo não é do JUR, mas é comum no Brasil. JUR limita-se a brincar com essa bacoquice brasílica de que o exercício de história alternativa quanto à nacionalidade dos descobridores é umas das mais comuns e vulgares manifestações. E o patrioteirismo e nacionalismo vários, até ao  anti-portuguesismo mais extreme, também são comus e  cultivados pelas esquerdas. A colonização portuguesa ligada sobretudo à ideia de genocídio encontra-se em quase todos os manuais escolares. Se os leitores do 5dias desconheciam essas coisas comuns da vida brasileira &#8211; país que, de tão provinciano não produziu até hoje nenhuma figura universal (não há Borges &#8211; ou Pessoa &#8211; brasileiros &#8211;  nem aproximações credíveis deles).</p>
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	<item>
		<title>Por: Inês Meneses</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56513</link>
		<dc:creator>Inês Meneses</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 12:47:11 +0000</pubDate>
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		<description>Belo texto, Filipe.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto, Filipe.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: nuno castelo-branco</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56420</link>
		<dc:creator>nuno castelo-branco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 22:39:34 +0000</pubDate>
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		<description>Um texto sábio e hilariante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um texto sábio e hilariante.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Fonseca</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56413</link>
		<dc:creator>Carlos Fonseca</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 21:30:45 +0000</pubDate>
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		<description>O AlbertoH sofre de deslexia incurável. Até ao fim da vida, jamais compreenderá o que lê e provavelmente o que vê e ouve.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O AlbertoH sofre de deslexia incurável. Até ao fim da vida, jamais compreenderá o que lê e provavelmente o que vê e ouve.</p>
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	<item>
		<title>Por: JDuarte</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56407</link>
		<dc:creator>JDuarte</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 20:56:17 +0000</pubDate>
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		<description>O povo é tão burrinho. Pensar dois dedos acima dá direito a prémio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O povo é tão burrinho. Pensar dois dedos acima dá direito a prémio.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56406</link>
		<dc:creator>Luis Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 20:48:01 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente escolha!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente escolha!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ángel Sánchez Seoane</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56401</link>
		<dc:creator>Ángel Sánchez Seoane</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 19:57:47 +0000</pubDate>
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		<description>A fina ironía e maior inteligença de J. Ubaldo R. pon ó dedo na chaga da inmensa estupidez e maluquice que arrastra a invençom da Historia, da que se alimentan todo-los nacionalismos, das cales temos cumpridas probas cos nacionalismos vasco, catalán e galego (espanhois mal que lhes pese), maestros da negaçom da Historia común, e recreadores dun pasado perfecto, nos que os respectivos povos vivían nunha ditosa &#039;age d&#039;or&#039;, finalizada abruptamente pola chegada dos invasores espanhois. ¡Vivir para ver!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A fina ironía e maior inteligença de J. Ubaldo R. pon ó dedo na chaga da inmensa estupidez e maluquice que arrastra a invençom da Historia, da que se alimentan todo-los nacionalismos, das cales temos cumpridas probas cos nacionalismos vasco, catalán e galego (espanhois mal que lhes pese), maestros da negaçom da Historia común, e recreadores dun pasado perfecto, nos que os respectivos povos vivían nunha ditosa &#8216;age d&#8217;or&#8217;, finalizada abruptamente pola chegada dos invasores espanhois. ¡Vivir para ver!</p>
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	<item>
		<title>Por: António Figueira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56380</link>
		<dc:creator>António Figueira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 16:36:13 +0000</pubDate>
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		<description>Eu temo que o comentador anterior não tenha percebido que o João Ubaldo Ribeiro estava a brincar - porque ninguém no seu perfeito juízo pode achar que a Somália ou a Nigéria estão melhor do que o Brasil. E quanto ao anti-portuguesismo de alguns brasileiros, é tal e qual o anti-brasileirismo de alguns portugueses: não é de direita nem de esquerda, é estúpido apenas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu temo que o comentador anterior não tenha percebido que o João Ubaldo Ribeiro estava a brincar &#8211; porque ninguém no seu perfeito juízo pode achar que a Somália ou a Nigéria estão melhor do que o Brasil. E quanto ao anti-portuguesismo de alguns brasileiros, é tal e qual o anti-brasileirismo de alguns portugueses: não é de direita nem de esquerda, é estúpido apenas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: AlbertoH</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/28/o-besteirol-dos-500-anos/comment-page-1/#comment-56376</link>
		<dc:creator>AlbertoH</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 16:16:31 +0000</pubDate>
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		<description>«se não houvéssemos sido colonizados pelos portugueses, estaríamos em melhor situação, assim como estão em melhor situação »
Isso não convém nada, porque o Brasil quer abrasileirar o português daqui para servir as suas ambições e interesses, e um dos insultos combinados para atirar à cara  dos defensores da Língua Portuguesa é o «nacionalismo português e o anti-brasileirismo».
De facto há no Brasil um anti-portuguesismo evidente (que Jorge de Sena - naturalizado brasileiro - experimentou na pele e no bolso) que é um dos alimentos preferidos de  um nacionalismo inflamado e bacoco alimentado muito querido pela esquerda de lá.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«se não houvéssemos sido colonizados pelos portugueses, estaríamos em melhor situação, assim como estão em melhor situação »<br />
Isso não convém nada, porque o Brasil quer abrasileirar o português daqui para servir as suas ambições e interesses, e um dos insultos combinados para atirar à cara  dos defensores da Língua Portuguesa é o «nacionalismo português e o anti-brasileirismo».<br />
De facto há no Brasil um anti-portuguesismo evidente (que Jorge de Sena &#8211; naturalizado brasileiro &#8211; experimentou na pele e no bolso) que é um dos alimentos preferidos de  um nacionalismo inflamado e bacoco alimentado muito querido pela esquerda de lá.</p>
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