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	<title>Comentários em: cohen</title>
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		<title>Por: José Cruz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/25/cohen-2/comment-page-1/#comment-57054</link>
		<dc:creator>José Cruz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 23:33:01 +0000</pubDate>
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		<description>Este comentário não é ao concerto do Cohen a que ,infelizmente não fuimas á sua frase no DN de que ainda se admirava com afalta de vergonha.Espere uns anitos e vai ver...Eu por mim já nada me admira.Sou doutra geração(de 62,já tão longe...)Vai ver que cada vez se admira menos..O que não quer dizer que a tristeza não aumente!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este comentário não é ao concerto do Cohen a que ,infelizmente não fuimas á sua frase no DN de que ainda se admirava com afalta de vergonha.Espere uns anitos e vai ver&#8230;Eu por mim já nada me admira.Sou doutra geração(de 62,já tão longe&#8230;)Vai ver que cada vez se admira menos..O que não quer dizer que a tristeza não aumente!</p>
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		<title>Por: Clara</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/25/cohen-2/comment-page-1/#comment-56243</link>
		<dc:creator>Clara</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 21:31:34 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda, estas coisas do coração inibem a malta. Fica tudo enrolado como um caracol como se fossem hermafroditas ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda, estas coisas do coração inibem a malta. Fica tudo enrolado como um caracol como se fossem hermafroditas &#8230;</p>
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		<title>Por: jaime roriz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/25/cohen-2/comment-page-1/#comment-56152</link>
		<dc:creator>jaime roriz</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 08:36:50 +0000</pubDate>
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		<description>às vezes a minha memória espanta-me a mim próprio, agora que falas desse concerto (onde eu também estive) lembro-me de o LR pegar no microfone pelo fio e fazê-lo girar ... resultado .... o fio partiu-se (ainda haviam microfones com fio) e lá veio um técnico a correr consertar aquilo. Mas o meu primeiro concerto foram os fairport convention (em 77?) no pavilhão dos desportos, alguém se lembra?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>às vezes a minha memória espanta-me a mim próprio, agora que falas desse concerto (onde eu também estive) lembro-me de o LR pegar no microfone pelo fio e fazê-lo girar &#8230; resultado &#8230;. o fio partiu-se (ainda haviam microfones com fio) e lá veio um técnico a correr consertar aquilo. Mas o meu primeiro concerto foram os fairport convention (em 77?) no pavilhão dos desportos, alguém se lembra?</p>
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		<title>Por: Prakash</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/25/cohen-2/comment-page-1/#comment-56115</link>
		<dc:creator>Prakash</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 22:58:49 +0000</pubDate>
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		<description>A condição humama é, por natureza, contraditória.....e o &quot;sumo-sa-
cerdote&quot; &quot;cohen&quot;....apenas procura retratar isso....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A condição humama é, por natureza, contraditória&#8230;..e o &#8220;sumo-sa-<br />
cerdote&#8221; &#8220;cohen&#8221;&#8230;.apenas procura retratar isso&#8230;.</p>
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		<title>Por: jaime roriz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/25/cohen-2/comment-page-1/#comment-55985</link>
		<dc:creator>jaime roriz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 22:59:06 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda Maria, foi em 80.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda Maria, foi em 80.</p>
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		<title>Por: Ana Cristina Aço M.</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/25/cohen-2/comment-page-1/#comment-55893</link>
		<dc:creator>Ana Cristina Aço M.</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 12:57:44 +0000</pubDate>
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		<description>Sublinho as palavras da Fernanda, &quot;a reversibilidade tremenda das deliberações e dos sentimentos, a crueldade desalentada do coração humano, e esta voz de magoada perversidade, a voz de um profeta doloroso, sem redenção, maldito&quot;...
porque contundentemente vivas (no coração humano).  Mas &#039;um profeta maldito, sem redenção&#039; o será apenas para aqueles que não reconhecem a contradição em si próprios. Para aqueles que vivem e assumem seus paradoxos, em campo aberto de batalha para lá de toda a busca de segurança, as palavras de Cohen não são malditas mas humanas.
.
Sendo ilustrada pela história de Isaac, não sei se a reflexão não nos levaria a outro patamar, por evocar uma história de fé. 
Mas se mantiver em tensão as duas possibilidades, a condição humana (como nas palavras da FC) e a possibilidade da fé,  mesmo para aqueles que pensem não tê-la - e nesse sentido, estão em igualdade com os outros, pois a dúvida paira em todas as histórias de fé - se mantiver a tensão, uns e outros têm diante de si o absurdo, só redimido pela consciência do próprio valor, 
do valor de todas as coisas, acolhidas, acalentadas, transcendidas até.
Transcendidas,  por terem sido acolhidas primeiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sublinho as palavras da Fernanda, &#8220;a reversibilidade tremenda das deliberações e dos sentimentos, a crueldade desalentada do coração humano, e esta voz de magoada perversidade, a voz de um profeta doloroso, sem redenção, maldito&#8221;&#8230;<br />
porque contundentemente vivas (no coração humano).  Mas &#8216;um profeta maldito, sem redenção&#8217; o será apenas para aqueles que não reconhecem a contradição em si próprios. Para aqueles que vivem e assumem seus paradoxos, em campo aberto de batalha para lá de toda a busca de segurança, as palavras de Cohen não são malditas mas humanas.<br />
.<br />
Sendo ilustrada pela história de Isaac, não sei se a reflexão não nos levaria a outro patamar, por evocar uma história de fé.<br />
Mas se mantiver em tensão as duas possibilidades, a condição humana (como nas palavras da FC) e a possibilidade da fé,  mesmo para aqueles que pensem não tê-la &#8211; e nesse sentido, estão em igualdade com os outros, pois a dúvida paira em todas as histórias de fé &#8211; se mantiver a tensão, uns e outros têm diante de si o absurdo, só redimido pela consciência do próprio valor,<br />
do valor de todas as coisas, acolhidas, acalentadas, transcendidas até.<br />
Transcendidas,  por terem sido acolhidas primeiro.</p>
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	<item>
		<title>Por: De Puta Madre</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/25/cohen-2/comment-page-1/#comment-55875</link>
		<dc:creator>De Puta Madre</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 11:49:39 +0000</pubDate>
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		<description>Uma espécie de coração de dois gumes... verdade, é.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma espécie de coração de dois gumes&#8230; verdade, é.</p>
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		<title>Por: Rui</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/25/cohen-2/comment-page-1/#comment-55866</link>
		<dc:creator>Rui</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 10:53:30 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, Fernanda.
Não foi o Cohen &quot;profeta doloroso, sem redenção, maldito&quot; que lá esteve, como já deve saber.
No início reparei que, na banda, o violino estava ausente e percebi logo que não iríamos ter esse Cohen, com alguma pena minha. O que não evitou que, logo que ele entrou no palco, as lágrimas me viessem aos olhos: era a 3ª e provavelmente a última vez que estaria ali com ele.
O que me leva a desejar que ele esteja por aqui (apesar de não o ter cantado):

&quot;Now the crickets are singing
The vesper bells ringing
The cat&#039;s curled asleep in his chair
I&#039;ll go down to Bill&#039;s Bar
I can make it that far
And I&#039;ll see if my friends are still there
Yes, and here&#039;s to the few
Who forgive what you do
And the fewer who don&#039;t even care
And the night comes on
It&#039;s very calm
I want to cross over, I want to go home
But she says, Go back, go back to the World.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Fernanda.<br />
Não foi o Cohen &#8220;profeta doloroso, sem redenção, maldito&#8221; que lá esteve, como já deve saber.<br />
No início reparei que, na banda, o violino estava ausente e percebi logo que não iríamos ter esse Cohen, com alguma pena minha. O que não evitou que, logo que ele entrou no palco, as lágrimas me viessem aos olhos: era a 3ª e provavelmente a última vez que estaria ali com ele.<br />
O que me leva a desejar que ele esteja por aqui (apesar de não o ter cantado):</p>
<p>&#8220;Now the crickets are singing<br />
The vesper bells ringing<br />
The cat&#8217;s curled asleep in his chair<br />
I&#8217;ll go down to Bill&#8217;s Bar<br />
I can make it that far<br />
And I&#8217;ll see if my friends are still there<br />
Yes, and here&#8217;s to the few<br />
Who forgive what you do<br />
And the fewer who don&#8217;t even care<br />
And the night comes on<br />
It&#8217;s very calm<br />
I want to cross over, I want to go home<br />
But she says, Go back, go back to the World.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/25/cohen-2/comment-page-1/#comment-55861</link>
		<dc:creator>Nuno</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 10:44:10 +0000</pubDate>
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		<description>Teria sido em vão... ele não cantou essa... (nem o Joan of Arc... nem o Famous Blue Raincoat...) Mas foi um belo concerto, com um público decente, silenciosamente a ouvir cada uma das palavras (sim, mais ditas do que cantadas) do Cohen; e um Cohen, muito simpático e educado, a agradecer enquanto dizia qualquer coisa como: &quot;É um privilégio estar aqui a cantar para os portugueses, um povo com uma tradição musical tão importante&quot;). Ps. Andava por lá, na zona VIP, o Tim Robbins (a Fernanda teria gostado de falar com ele e trocar umas quantas teorias da conspiração tipo Michael Moore).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Teria sido em vão&#8230; ele não cantou essa&#8230; (nem o Joan of Arc&#8230; nem o Famous Blue Raincoat&#8230;) Mas foi um belo concerto, com um público decente, silenciosamente a ouvir cada uma das palavras (sim, mais ditas do que cantadas) do Cohen; e um Cohen, muito simpático e educado, a agradecer enquanto dizia qualquer coisa como: &#8220;É um privilégio estar aqui a cantar para os portugueses, um povo com uma tradição musical tão importante&#8221;). Ps. Andava por lá, na zona VIP, o Tim Robbins (a Fernanda teria gostado de falar com ele e trocar umas quantas teorias da conspiração tipo Michael Moore).</p>
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