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	<title>Comentários em: Para o que lhes havia de dar</title>
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		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-2/#comment-55573</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 18:59:20 +0000</pubDate>
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		<description>Justiniano,
«Por vezes a forma é o maior obstáculo à especulação!!!» 
Tem toda a razão e concordo. Aliás, hesitei, por isso, em escrever o meu comentário. E no entanto, parece-me que a discussão nesses termos pode equivaler a estabelecer uma frente invencível mas ter as restantes tropas ganhas pela  subversão perigosa  de que fala. 
Por vezes acho que seria de efectuar surtidas no terreno e batê-los aí, onde se sentem à vontade (Pruett e a relevância da maternidade e da paternidade). Francamente, vejo desde logo uma vantagem na sua posição que é a de espantar (e denunciar) os impressionismos. Por outro lado temo - porque há má fé - que discutir nesses termos venha a  permitir a instalação de novas formas de tutela que esvaziem o instituto da adopção e permitam o que materialmente se pretende evitar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Justiniano,<br />
«Por vezes a forma é o maior obstáculo à especulação!!!»<br />
Tem toda a razão e concordo. Aliás, hesitei, por isso, em escrever o meu comentário. E no entanto, parece-me que a discussão nesses termos pode equivaler a estabelecer uma frente invencível mas ter as restantes tropas ganhas pela  subversão perigosa  de que fala.<br />
Por vezes acho que seria de efectuar surtidas no terreno e batê-los aí, onde se sentem à vontade (Pruett e a relevância da maternidade e da paternidade). Francamente, vejo desde logo uma vantagem na sua posição que é a de espantar (e denunciar) os impressionismos. Por outro lado temo &#8211; porque há má fé &#8211; que discutir nesses termos venha a  permitir a instalação de novas formas de tutela que esvaziem o instituto da adopção e permitam o que materialmente se pretende evitar.</p>
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		<title>Por: Justiniano</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-2/#comment-55542</link>
		<dc:creator>Justiniano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 14:25:13 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Al!!
Sinceramente não sei que instituto seria esse ou se tal instituto jurídico seria mesmo necessário!!
O ponto essencial e óbvio é que nos parece que a AMP e outros se baseiam na ideia errada que a adopção equivale a educação e tutela de menores ou que para tutelar e educar menores é requisito a pré existencia da relação de adopção o que não estará mais longe da verdade!!!
O que me parece é que as AMPs querem dolosamente criar esta ideia para fazerem proceder os seus argumentos de que o &quot;bom educador&quot; não tem orientação sexual!! É uma subversão perigosa a que mesmo alguns Tribunais são sensíveis e influenciáveis...pedopsiquiatras, assistentes sociais...em que o retrato sociológico ou a relação afectiva entre o Pai e o filho serão a essencia da &quot;boa&quot; parentalidade.
O que lhes proponho é que no seu combate &quot;político&quot; as AMPs esqueçam a adopção e criem figuras jurídicas que obedeçam ao utilitarismo que está na base dos seus argumentos.
Como parece evidente em caso algum se vislumbra admissível interferir na ficção da filiação como figura exclusiva da constituição familiar (biológica) com a única excepção da adopção nos termos em esta é e sempre foi considerada!!
Quanto ao que o Al diz e que compreendo ...&quot;Que outra situação criaríamos onde esquecessemos que nada existe de comparável ao casal para criar outros seres humanos e que essa singularidade vantagem advém da estrutura mesma das relações entre homens e mulheres...&quot; cai exactamente no objecto preferido de discussão das AMPs uma vez que se baseia em assumpções de valor e utilidade que poderão ser consumidas por argumentos de mérito sociológico ou meramente experimental e especulativo!!!
Al!! Por vezes a forma é o maior obstáculo à especulação!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Al!!<br />
Sinceramente não sei que instituto seria esse ou se tal instituto jurídico seria mesmo necessário!!<br />
O ponto essencial e óbvio é que nos parece que a AMP e outros se baseiam na ideia errada que a adopção equivale a educação e tutela de menores ou que para tutelar e educar menores é requisito a pré existencia da relação de adopção o que não estará mais longe da verdade!!!<br />
O que me parece é que as AMPs querem dolosamente criar esta ideia para fazerem proceder os seus argumentos de que o &#8220;bom educador&#8221; não tem orientação sexual!! É uma subversão perigosa a que mesmo alguns Tribunais são sensíveis e influenciáveis&#8230;pedopsiquiatras, assistentes sociais&#8230;em que o retrato sociológico ou a relação afectiva entre o Pai e o filho serão a essencia da &#8220;boa&#8221; parentalidade.<br />
O que lhes proponho é que no seu combate &#8220;político&#8221; as AMPs esqueçam a adopção e criem figuras jurídicas que obedeçam ao utilitarismo que está na base dos seus argumentos.<br />
Como parece evidente em caso algum se vislumbra admissível interferir na ficção da filiação como figura exclusiva da constituição familiar (biológica) com a única excepção da adopção nos termos em esta é e sempre foi considerada!!<br />
Quanto ao que o Al diz e que compreendo &#8230;&#8221;Que outra situação criaríamos onde esquecessemos que nada existe de comparável ao casal para criar outros seres humanos e que essa singularidade vantagem advém da estrutura mesma das relações entre homens e mulheres&#8230;&#8221; cai exactamente no objecto preferido de discussão das AMPs uma vez que se baseia em assumpções de valor e utilidade que poderão ser consumidas por argumentos de mérito sociológico ou meramente experimental e especulativo!!!<br />
Al!! Por vezes a forma é o maior obstáculo à especulação!!!</p>
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		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-2/#comment-55352</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 21:00:36 +0000</pubDate>
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		<description>Justiniano, 
Que novo instituto seria esse? E com ele ficaria salvaguardado o interesse da criança à filiação heterogénea? Ou apenas se salvava a «pureza» do instituto da adopção? E, se não fosse para permitir a constituição de uma relação de filiação, o que seria e a quem se destinaria?
A coisa, parece-me cristalina: não é admissível que, em situação alguma, a lei permita que o adoptado ou uma qualquer criança seja privado da possibilidade do estabelecimento (da reconstituição) de uma verdadeira relação de  filiação - à qual é  inerente a heterogeneidade biológica daqueles que se vão tornar nos seus progenitores.
Que outra situação criaríamos onde esquecessemos que nada existe de comparável  ao casal para criar outros seres humanos e que essa singularidade vantagem advém da estrutura mesma das relações entre homens e mulheres - e destes com o mundo - ditadas pela biologia, pela cultura e por aquilo de único que que cada um lhe adiciona?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Justiniano,<br />
Que novo instituto seria esse? E com ele ficaria salvaguardado o interesse da criança à filiação heterogénea? Ou apenas se salvava a «pureza» do instituto da adopção? E, se não fosse para permitir a constituição de uma relação de filiação, o que seria e a quem se destinaria?<br />
A coisa, parece-me cristalina: não é admissível que, em situação alguma, a lei permita que o adoptado ou uma qualquer criança seja privado da possibilidade do estabelecimento (da reconstituição) de uma verdadeira relação de  filiação &#8211; à qual é  inerente a heterogeneidade biológica daqueles que se vão tornar nos seus progenitores.<br />
Que outra situação criaríamos onde esquecessemos que nada existe de comparável  ao casal para criar outros seres humanos e que essa singularidade vantagem advém da estrutura mesma das relações entre homens e mulheres &#8211; e destes com o mundo &#8211; ditadas pela biologia, pela cultura e por aquilo de único que que cada um lhe adiciona?</p>
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		<title>Por: Justiniano</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-2/#comment-55290</link>
		<dc:creator>Justiniano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 16:11:44 +0000</pubDate>
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		<description>Caro JC!! leia com mais atenção e menos preconceito e talvez aprenda e compreenda alguma coisa da discussão e do seu objecto!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro JC!! leia com mais atenção e menos preconceito e talvez aprenda e compreenda alguma coisa da discussão e do seu objecto!!!</p>
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		<title>Por: Justiniano</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-2/#comment-55285</link>
		<dc:creator>Justiniano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 15:38:03 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Ana Matos Pires!!!
Na verdade não tinha percebido!!!
Quanto ao seu ensaio acerca do direito é obviamente correcto e evidente até porque o direito não pertence à natureza das coisas mas sim ao dever ser e como tal à ideia de justiça!!
Também me parece que não me compreendeu correctamente pois não disse que este direito não poderia ser adaptado às novas ideias de justiça!!
Eu disse &quot;....Podia(m) simplesmente e em singelo advogar uma nova figura constituenda para regular a relação jurídica de tutela de casais homosexuais a menores em abandono!!&quot; uma vez que me parece que confunde(m) adopção com prótese afectiva e tutela educativa de menores que bem pode ser feita por casais homosexuais como por, como dizem a Ana e outros aqui nos comentários, quaisquer“...adultos envolvidos forem muito bons, no sentido que a sua relação com as crianças releva da sua condição de ser humano comprometido e não de uma qualquer paixão de circunstância.” 
Agora sinceramente e por favor não utilize neste caso o argumento da igualdade pois não faz qualquer sentido excepto se desconhecer de forma ostensivamente ignorante a sua significação material!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Ana Matos Pires!!!<br />
Na verdade não tinha percebido!!!<br />
Quanto ao seu ensaio acerca do direito é obviamente correcto e evidente até porque o direito não pertence à natureza das coisas mas sim ao dever ser e como tal à ideia de justiça!!<br />
Também me parece que não me compreendeu correctamente pois não disse que este direito não poderia ser adaptado às novas ideias de justiça!!<br />
Eu disse &#8220;&#8230;.Podia(m) simplesmente e em singelo advogar uma nova figura constituenda para regular a relação jurídica de tutela de casais homosexuais a menores em abandono!!&#8221; uma vez que me parece que confunde(m) adopção com prótese afectiva e tutela educativa de menores que bem pode ser feita por casais homosexuais como por, como dizem a Ana e outros aqui nos comentários, quaisquer“&#8230;adultos envolvidos forem muito bons, no sentido que a sua relação com as crianças releva da sua condição de ser humano comprometido e não de uma qualquer paixão de circunstância.”<br />
Agora sinceramente e por favor não utilize neste caso o argumento da igualdade pois não faz qualquer sentido excepto se desconhecer de forma ostensivamente ignorante a sua significação material!!!</p>
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	<item>
		<title>Por: jc</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-2/#comment-55265</link>
		<dc:creator>jc</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 13:46:29 +0000</pubDate>
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		<description>tenho vos estado a ler aqui de longe e não pensava voltar a participar neste já longo debate de ideias.
no entanto, lendo alguns dos comentários que por aqui foram surgindo (sobre tudo do al, que me parece ser familiar do prior dos abortos excomungados de castelo de vide) e percebendo a tendência a castrar o âmbito da discussão resolvi, para vosso gáudio, dizer de minha justiça, outra vez.
com o castrar do âmbito da discussão refiro-me à limitação da definição de adopção. aquilo que vos apoquenta é que uma criança abandonada pelo mundo, remetida para um qualquer lar impessoal e limpinho, venha a ser criada por duas pessoas que não sejam as que vocês acham que são as melhores.
parece-me que esta ideia da adopção por homossexuais é aquilo que ainda resta das tentativas religiosas de cercear o livre arbitrio.
a tónica deve sempre estar no que é melhor para a criança e na avaliação criteriosa (sem os vossos preconceitos) do indivíduo que se candidata a ser progenitor substituto.
é só isto.
não consigo entender onde vão buscar as justificações para vetar um futuro melhor para &quot;pais&quot; e filhos.

a outra parte do problema, a maior, é o cinismo dos que mandam.
enquanto se demoram a debater este assunto, no intervalo dos jantares e recepções, das férias no algarve e das visitas de estado, os menores continuam por aí.
quem é que toma conta deles durante esse tempo?
como é que controlam que o tenebroso lobi gay não tenha agentes infiltrados nas ipss e não esteja já a fazer um trabalho de fundo na formatação de novos paneleiros e novas fufas?
pela vossa linha de raciocínio um destes dias vamos ter nas fichas de inscrição para emprego a pergunta da orientação sexual (como segundo mito urbano tem a rádio renascença).

o facto de eu ser homossexual não impede em nada que o meu trabalho seja válido enquanto substituto do pai e da mãe. a única coisa que não faço é levar os miúdos para casa. porque este é o meu trabalho e enquanto vocês debatem, as crianças precisam de ser criadas.
também não impede que estes miúdos queiram ser como eu quando forem grandes, como amiúde afirmam. e isso não implica que queiram ser paneleiros, porque a minha vida privada é isso mesmo, privada. e não a trago para o trabalho.
como eu, milhares de técnicos de terreno terão orientações sexuais que vos deixariam boquiabertos, práticas que vos enojariam e ideias que talvez devessem ouvir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>tenho vos estado a ler aqui de longe e não pensava voltar a participar neste já longo debate de ideias.<br />
no entanto, lendo alguns dos comentários que por aqui foram surgindo (sobre tudo do al, que me parece ser familiar do prior dos abortos excomungados de castelo de vide) e percebendo a tendência a castrar o âmbito da discussão resolvi, para vosso gáudio, dizer de minha justiça, outra vez.<br />
com o castrar do âmbito da discussão refiro-me à limitação da definição de adopção. aquilo que vos apoquenta é que uma criança abandonada pelo mundo, remetida para um qualquer lar impessoal e limpinho, venha a ser criada por duas pessoas que não sejam as que vocês acham que são as melhores.<br />
parece-me que esta ideia da adopção por homossexuais é aquilo que ainda resta das tentativas religiosas de cercear o livre arbitrio.<br />
a tónica deve sempre estar no que é melhor para a criança e na avaliação criteriosa (sem os vossos preconceitos) do indivíduo que se candidata a ser progenitor substituto.<br />
é só isto.<br />
não consigo entender onde vão buscar as justificações para vetar um futuro melhor para &#8220;pais&#8221; e filhos.</p>
<p>a outra parte do problema, a maior, é o cinismo dos que mandam.<br />
enquanto se demoram a debater este assunto, no intervalo dos jantares e recepções, das férias no algarve e das visitas de estado, os menores continuam por aí.<br />
quem é que toma conta deles durante esse tempo?<br />
como é que controlam que o tenebroso lobi gay não tenha agentes infiltrados nas ipss e não esteja já a fazer um trabalho de fundo na formatação de novos paneleiros e novas fufas?<br />
pela vossa linha de raciocínio um destes dias vamos ter nas fichas de inscrição para emprego a pergunta da orientação sexual (como segundo mito urbano tem a rádio renascença).</p>
<p>o facto de eu ser homossexual não impede em nada que o meu trabalho seja válido enquanto substituto do pai e da mãe. a única coisa que não faço é levar os miúdos para casa. porque este é o meu trabalho e enquanto vocês debatem, as crianças precisam de ser criadas.<br />
também não impede que estes miúdos queiram ser como eu quando forem grandes, como amiúde afirmam. e isso não implica que queiram ser paneleiros, porque a minha vida privada é isso mesmo, privada. e não a trago para o trabalho.<br />
como eu, milhares de técnicos de terreno terão orientações sexuais que vos deixariam boquiabertos, práticas que vos enojariam e ideias que talvez devessem ouvir.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-2/#comment-55259</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 12:20:41 +0000</pubDate>
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		<description>Peço desculpa, Justiniano, mas assumi que tinha lido os comentários anteriores e que tinha consultado os links que iam sendo deixados, nomeadamente &lt;a href=&quot;http://5dias.net/2008/01/25/2008-ano-portugues-da-desigualdade/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;este&lt;/a&gt;... (ou terá sido por ter gatado o Pereira - entretanto já corrigido, já lá está o &quot;i&quot; que faltava - que o Justiniano não percebeu?)

Em nenhum momento disse que o mundo do Direito me era indiferente, parece-me é que, felizmente, o Direito é uma disciplina viva, passível de ser mudada e adaptada. Mal seria se a um discurso hermético  - comum as outras áreas, veja-se o discurso médico, por exemplo - equivalesse um saber hermético e anquilosado. As leis são feitas para as pessoas reais e podem ser corrigidas, ou estou enganada?

Já agora, aborrecida estou, mas é com a hérnia discal que não me larga e que me impede de funcionar normalmente, incluindo ficar sentada em frente ao computador.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Peço desculpa, Justiniano, mas assumi que tinha lido os comentários anteriores e que tinha consultado os links que iam sendo deixados, nomeadamente <a href="http://5dias.net/2008/01/25/2008-ano-portugues-da-desigualdade/" rel="nofollow">este</a>&#8230; (ou terá sido por ter gatado o Pereira &#8211; entretanto já corrigido, já lá está o &#8220;i&#8221; que faltava &#8211; que o Justiniano não percebeu?)</p>
<p>Em nenhum momento disse que o mundo do Direito me era indiferente, parece-me é que, felizmente, o Direito é uma disciplina viva, passível de ser mudada e adaptada. Mal seria se a um discurso hermético  &#8211; comum as outras áreas, veja-se o discurso médico, por exemplo &#8211; equivalesse um saber hermético e anquilosado. As leis são feitas para as pessoas reais e podem ser corrigidas, ou estou enganada?</p>
<p>Já agora, aborrecida estou, mas é com a hérnia discal que não me larga e que me impede de funcionar normalmente, incluindo ficar sentada em frente ao computador.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Justiniano</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55234</link>
		<dc:creator>Justiniano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 10:39:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55234</guid>
		<description>Já Agora Ana Matos Pires!! Convinha obedecer ao princípio da coerencia!! Em qualquer discussão devemos utilizar conceitos partilhados e precisos para que a comunicação de saberes possa obter um resultado!! O mesmo lhe proponho para o conceito de igualdade!! E talvez fosse aconselhável perguntar a quem &quot;roubou&quot; a frase para lhe definir a &quot;igualdade&quot; sob penas de estarmos a discutir coisas distintas ou em erro de conceitos!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já Agora Ana Matos Pires!! Convinha obedecer ao princípio da coerencia!! Em qualquer discussão devemos utilizar conceitos partilhados e precisos para que a comunicação de saberes possa obter um resultado!! O mesmo lhe proponho para o conceito de igualdade!! E talvez fosse aconselhável perguntar a quem &#8220;roubou&#8221; a frase para lhe definir a &#8220;igualdade&#8221; sob penas de estarmos a discutir coisas distintas ou em erro de conceitos!!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Justiniano</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55231</link>
		<dc:creator>Justiniano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 10:28:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55231</guid>
		<description>Cara Ana Matos Pires!!
Compreendo a sua frustração!!!
Se lhe é indiferente o mundo do Direito porque razão escolhe(m) uma figura jurídica pré-existente e já formatada para regular a sua relaçao com criancinhas!!?? 
Podia simplesmente e em singelo advogar uma nova figura constituenda para regular a relação jurídica de tutela de casais homosexuais a menores em abandono!!! Olhe que é possível com o ordenamento jurídico existente criar uma relação como a que deseja fora do mundo &quot;hermético do direito&quot;!!
Vá lá não se aborreça!!
Mas se verdadeiramente visa(m) o convencimento da comunidade para o que deseja (ou provavelmente não sabe bem o que deseja) e que tal seja transposto para o direito deverá utilizar argumentos mais sólidos e convincentes doque os que utiliza!! 
E sobretudo, não confunda, como faz a ACCAP, adopção com a educação de uma criança!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Ana Matos Pires!!<br />
Compreendo a sua frustração!!!<br />
Se lhe é indiferente o mundo do Direito porque razão escolhe(m) uma figura jurídica pré-existente e já formatada para regular a sua relaçao com criancinhas!!??<br />
Podia simplesmente e em singelo advogar uma nova figura constituenda para regular a relação jurídica de tutela de casais homosexuais a menores em abandono!!! Olhe que é possível com o ordenamento jurídico existente criar uma relação como a que deseja fora do mundo &#8220;hermético do direito&#8221;!!<br />
Vá lá não se aborreça!!<br />
Mas se verdadeiramente visa(m) o convencimento da comunidade para o que deseja (ou provavelmente não sabe bem o que deseja) e que tal seja transposto para o direito deverá utilizar argumentos mais sólidos e convincentes doque os que utiliza!!<br />
E sobretudo, não confunda, como faz a ACCAP, adopção com a educação de uma criança!!</p>
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	<item>
		<title>Por: Justiniano</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55229</link>
		<dc:creator>Justiniano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 10:05:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55229</guid>
		<description>Não Ana!! Não é só isso!! A Adopção não constitui relações de amizade nem relações de tutela precária ou circunstancial !!!
A adopção constitui uma relação de filiação, a mesma relação jurídica que a Ana tem com os seus Pais com deveres mutuos e direitos que incluem o campo sucessório e obrigações alimentares recíprocas!!
A Ana está a confundir a adopção com &quot;educar e tomar conta&quot;...afasta a ficção da filiação como elemento fundamental do interesse da relação jurídica!!!
Tudo o resto, incluindo as criancinhas, é meramente contingente e especulativo!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não Ana!! Não é só isso!! A Adopção não constitui relações de amizade nem relações de tutela precária ou circunstancial !!!<br />
A adopção constitui uma relação de filiação, a mesma relação jurídica que a Ana tem com os seus Pais com deveres mutuos e direitos que incluem o campo sucessório e obrigações alimentares recíprocas!!<br />
A Ana está a confundir a adopção com &#8220;educar e tomar conta&#8221;&#8230;afasta a ficção da filiação como elemento fundamental do interesse da relação jurídica!!!<br />
Tudo o resto, incluindo as criancinhas, é meramente contingente e especulativo!!!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55211</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 02:57:59 +0000</pubDate>
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		<description>Justiniano,
Esta  AMP está tão preocupada com o bem-estar dos adoptados como com o bem-estar das mulheres:  o que interessa é que haja crianças com apenas dois pais ou duas mães no registo de nascimento (é o frisson almejado) e mulheres a abortar. Veja lá se já viu por estes lados preocupações em relação à contracepção (que evitaria abortos). Viu? O que interessa é que haja muitos abortos e subsídios de maternidade por fetos &quot;terminados&quot;, tudo até que o sentido de decência  dê de si.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Justiniano,<br />
Esta  AMP está tão preocupada com o bem-estar dos adoptados como com o bem-estar das mulheres:  o que interessa é que haja crianças com apenas dois pais ou duas mães no registo de nascimento (é o frisson almejado) e mulheres a abortar. Veja lá se já viu por estes lados preocupações em relação à contracepção (que evitaria abortos). Viu? O que interessa é que haja muitos abortos e subsídios de maternidade por fetos &#8220;terminados&#8221;, tudo até que o sentido de decência  dê de si.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55201</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 00:55:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55201</guid>
		<description>Relativamente ao seu primeiro comentário, Justiniano, roubo uma frase ao Rui Pereira “As causas da igualdade são de todos nós.”. Quanto ao resto, parece-me óbvia a razão pela qual relembrei o articulado legal, ainda que o que verdadeiramente me interesse é a sua alteração e não é com o linguajar hermético próprio do Direito - e de todas os discursos técnicos, de resto -, nem com quinhentos mil pontos de exclamação, que me fará mudar de posição.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Relativamente ao seu primeiro comentário, Justiniano, roubo uma frase ao Rui Pereira “As causas da igualdade são de todos nós.”. Quanto ao resto, parece-me óbvia a razão pela qual relembrei o articulado legal, ainda que o que verdadeiramente me interesse é a sua alteração e não é com o linguajar hermético próprio do Direito &#8211; e de todas os discursos técnicos, de resto -, nem com quinhentos mil pontos de exclamação, que me fará mudar de posição.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55135</link>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 15:24:51 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;A solução poderá ser boa se os adultos envolvidos forem muito bons,no sentido que a sua relação com as crianças releva da sua condição de ser humano comprometido e não de uma qualquer paixão de circunstância.&quot;
É isso, Luís Moreira. É só isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A solução poderá ser boa se os adultos envolvidos forem muito bons,no sentido que a sua relação com as crianças releva da sua condição de ser humano comprometido e não de uma qualquer paixão de circunstância.&#8221;<br />
É isso, Luís Moreira. É só isso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Justiniano</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55131</link>
		<dc:creator>Justiniano</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 14:39:41 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Ana Matos Pires - 
Não é só a legislação Portuguesa actual....já os Romanos previam a adopção singular, aliás é de crer que a adopção começou por ser singular!!!
São conhecidas as estórias clássicas de adopção singular ou &quot;adopção de favor&quot;!!!
Já agora também poderia ter mencionado a perfilhação, sendo que qualquer homem homosexual pode perfilhar outrém, nos termos da perfilhação, que não tenha a paternidade estabelecida!!
Como referido a adopção tem os efeitos da filiação sendo que o adoptante singular estabelecerá o vínculo equivalente à sua capacidade ou seja o da paternidade ou da maternidade independentemente de ser homosexual ou não, sendo que se mantém a filiação estabelecida quanto ao outro progenitor!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Ana Matos Pires &#8211;<br />
Não é só a legislação Portuguesa actual&#8230;.já os Romanos previam a adopção singular, aliás é de crer que a adopção começou por ser singular!!!<br />
São conhecidas as estórias clássicas de adopção singular ou &#8220;adopção de favor&#8221;!!!<br />
Já agora também poderia ter mencionado a perfilhação, sendo que qualquer homem homosexual pode perfilhar outrém, nos termos da perfilhação, que não tenha a paternidade estabelecida!!<br />
Como referido a adopção tem os efeitos da filiação sendo que o adoptante singular estabelecerá o vínculo equivalente à sua capacidade ou seja o da paternidade ou da maternidade independentemente de ser homosexual ou não, sendo que se mantém a filiação estabelecida quanto ao outro progenitor!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55125</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 13:33:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55125</guid>
		<description>&quot;AMP: Qualquer dia acha discriminatório o amamentar e propõe multas para cada pai que não o faça e para cada mãe que o faça.&quot;, diz o al. 

Duas respostas possíveis: (1) é já a seguir, al,  ou (2) coitado do al.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;AMP: Qualquer dia acha discriminatório o amamentar e propõe multas para cada pai que não o faça e para cada mãe que o faça.&#8221;, diz o al. </p>
<p>Duas respostas possíveis: (1) é já a seguir, al,  ou (2) coitado do al.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55123</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 13:24:29 +0000</pubDate>
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		<description>Só quero relembrar que, de acordo com a legislação portuguesa - Lei da adopção nº 31/2003, de 22 de Agosto e Lei das uniões de facto nº 7/2001 de 11 de Maio -, podem adoptar conjuntamente duas pessoas casadas ou unidas de facto há pelo menos 4 anos, desde que de sexos diferentes, ou &lt;strong&gt;uma pessoa singular&lt;/strong&gt; com mais de 30 anos - que por um mero acaso até pode ser homossexual, digo eu...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só quero relembrar que, de acordo com a legislação portuguesa &#8211; Lei da adopção nº 31/2003, de 22 de Agosto e Lei das uniões de facto nº 7/2001 de 11 de Maio -, podem adoptar conjuntamente duas pessoas casadas ou unidas de facto há pelo menos 4 anos, desde que de sexos diferentes, ou <strong>uma pessoa singular</strong> com mais de 30 anos &#8211; que por um mero acaso até pode ser homossexual, digo eu&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55121</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 13:01:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55121</guid>
		<description>O comentário de Justiniano tem o grande mérito de repor o problema nos seus precisos termos.
Já me devia ter ido embora de vez...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O comentário de Justiniano tem o grande mérito de repor o problema nos seus precisos termos.<br />
Já me devia ter ido embora de vez&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55120</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 12:53:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55120</guid>
		<description>Ana: se as instituições funcionam mal - e creio que funcionam - devem começar a funcionar melhor.
Ser educado apenas por um dos pais é uma infelicidade grande mas não é grave. 
Daí não se retira que, à partida, se vá entregar a criança a um só progenitor, quando há a possibilidade de ter pai e mãe.
A lei não pode imitar o acaso. S</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ana: se as instituições funcionam mal &#8211; e creio que funcionam &#8211; devem começar a funcionar melhor.<br />
Ser educado apenas por um dos pais é uma infelicidade grande mas não é grave.<br />
Daí não se retira que, à partida, se vá entregar a criança a um só progenitor, quando há a possibilidade de ter pai e mãe.<br />
A lei não pode imitar o acaso. S</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55096</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 10:55:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55096</guid>
		<description>A Ana espelha na perfeição o que defendo.A solução poderá ser boa se os adultos envolvidos forem muito bons,no sentido que a sua relação com as crianças releva da sua condição de ser humano comprometido e não de uma qualquer paixão de circunstância.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Ana espelha na perfeição o que defendo.A solução poderá ser boa se os adultos envolvidos forem muito bons,no sentido que a sua relação com as crianças releva da sua condição de ser humano comprometido e não de uma qualquer paixão de circunstância.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Justiniano</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55092</link>
		<dc:creator>Justiniano</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 10:40:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55092</guid>
		<description>Uma vez mais discute-se em erro de princípio!!
A adopção não é um direito subjectivo pertencente a casais heterosexuais ou homosexuais nem um direito subjectivo do adoptado!! Corresponde a uma figura excepcionalíssima onde o legislador deve considerar, e considera, interesses excepcionais dos adoptantes e adoptado e o elevado interesse social no estabelecimento de tal relação!! 
A figura da adopção visa estabelecer uma relação jurídica de família entre o adoptante e o adoptado, equivalente à relação de filiação e esse é o critério de princípio que deve guiar o Juiz ao decretar a adopção!!
Toda a restante ficção e experimentalismo pertence ao domíneo do romance e será absolutamente contingente!!(Como bem refere Comentário de Luis Moreira 
Data: 20 Julho 2008, 18:43)
No estabelecimento da relação de adopção devem-se atender, para além dos legítimos e objectivos interesses do adoptando, a interesses muito mais residuais como a própria familía pre existente do adoptante e avaliado de acordo com um critério objectivo no sentido de salvaguardar a equiparação ficcionada da filiação!!
Nem vale a pena comentar como será possível sequer cogitar o estabelecimento da filiação adoptiva a casais homosexuais!!
Os homosexuais poderão ter interesse genuino na discussão e na finalidade da discussão...quanto aos Jacobinos militantes o interesse desses é de natureza diversa; A sua finalidade é a mesma de sempre, a subversão e relativização das instituições Burguesas e Judaico-Cristãs e em especial a instituição familiar que consideram o núcleo do pensamento burguês e meio perpetuador da cultura burguesa Judaico Cristã!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez mais discute-se em erro de princípio!!<br />
A adopção não é um direito subjectivo pertencente a casais heterosexuais ou homosexuais nem um direito subjectivo do adoptado!! Corresponde a uma figura excepcionalíssima onde o legislador deve considerar, e considera, interesses excepcionais dos adoptantes e adoptado e o elevado interesse social no estabelecimento de tal relação!!<br />
A figura da adopção visa estabelecer uma relação jurídica de família entre o adoptante e o adoptado, equivalente à relação de filiação e esse é o critério de princípio que deve guiar o Juiz ao decretar a adopção!!<br />
Toda a restante ficção e experimentalismo pertence ao domíneo do romance e será absolutamente contingente!!(Como bem refere Comentário de Luis Moreira<br />
Data: 20 Julho 2008, 18:43)<br />
No estabelecimento da relação de adopção devem-se atender, para além dos legítimos e objectivos interesses do adoptando, a interesses muito mais residuais como a própria familía pre existente do adoptante e avaliado de acordo com um critério objectivo no sentido de salvaguardar a equiparação ficcionada da filiação!!<br />
Nem vale a pena comentar como será possível sequer cogitar o estabelecimento da filiação adoptiva a casais homosexuais!!<br />
Os homosexuais poderão ter interesse genuino na discussão e na finalidade da discussão&#8230;quanto aos Jacobinos militantes o interesse desses é de natureza diversa; A sua finalidade é a mesma de sempre, a subversão e relativização das instituições Burguesas e Judaico-Cristãs e em especial a instituição familiar que consideram o núcleo do pensamento burguês e meio perpetuador da cultura burguesa Judaico Cristã!!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: brmf</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55082</link>
		<dc:creator>brmf</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 10:02:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55082</guid>
		<description>Só uma questão. Demos de barato que não deve existir exclusão no direito à adopção por casais homossexuais - concordo com o principio. Mas o tipo de casal, homo ou hetero, deve ser ou não um critério de decisão num processo de adopção?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só uma questão. Demos de barato que não deve existir exclusão no direito à adopção por casais homossexuais &#8211; concordo com o principio. Mas o tipo de casal, homo ou hetero, deve ser ou não um critério de decisão num processo de adopção?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jorge c.</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55076</link>
		<dc:creator>jorge c.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 09:07:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55076</guid>
		<description>&quot;Essa é a filosofia das instituições&quot;
Ana, fight da powa! Conhece uma música dos Beatles chamada Revolution? Devia ouvir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Essa é a filosofia das instituições&#8221;<br />
Ana, fight da powa! Conhece uma música dos Beatles chamada Revolution? Devia ouvir.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55075</link>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 08:32:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55075</guid>
		<description>Al,
&quot;A opção é entregá-los a uma Mãe e a um Pai.&quot;

Essa é a filosofia das instituições, que para mim está totalmente errada. É a razão por que ficam por lá os menos &quot;apetecidos&quot; pelos tais casais ditos normais que querem resolver os seus problemas e não os problemas das crianças.
Quem cresceu sem pai ou mãe sofre de alguma deficiência? Tenho em casa exemplos que o desmentem. Tenho em casa o exemplo de pessoas fortes e equilibradas, que tiraram os seus cursos, trabalham e têm relações sentimentais gratificantes. E, espanto dos espantos, nunca se drogaram e são heterossexuais!
Pergunta-me se eu gostaria que tivessem tido pai (um bom pai)? Claro que sim. Mas a vida é o que é, não o que nós queremos.E no fim reparo que os filhos dos meus amigos &quot;casais normais&quot; são até bem mais desequilibrados do que muitos a quem faltou pai ou mãe.
Para quem está numa instituição à espera de ser adoptado já tudo começou mal, muito mal. Não vejo qq razão para dificultar a entrega de uma criança a um pai, uma mãe, dois pais ou duas mães. Ou vejo: bolor e preconceito.É muito melhor continuar à espera do paraíso...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Al,<br />
&#8220;A opção é entregá-los a uma Mãe e a um Pai.&#8221;</p>
<p>Essa é a filosofia das instituições, que para mim está totalmente errada. É a razão por que ficam por lá os menos &#8220;apetecidos&#8221; pelos tais casais ditos normais que querem resolver os seus problemas e não os problemas das crianças.<br />
Quem cresceu sem pai ou mãe sofre de alguma deficiência? Tenho em casa exemplos que o desmentem. Tenho em casa o exemplo de pessoas fortes e equilibradas, que tiraram os seus cursos, trabalham e têm relações sentimentais gratificantes. E, espanto dos espantos, nunca se drogaram e são heterossexuais!<br />
Pergunta-me se eu gostaria que tivessem tido pai (um bom pai)? Claro que sim. Mas a vida é o que é, não o que nós queremos.E no fim reparo que os filhos dos meus amigos &#8220;casais normais&#8221; são até bem mais desequilibrados do que muitos a quem faltou pai ou mãe.<br />
Para quem está numa instituição à espera de ser adoptado já tudo começou mal, muito mal. Não vejo qq razão para dificultar a entrega de uma criança a um pai, uma mãe, dois pais ou duas mães. Ou vejo: bolor e preconceito.É muito melhor continuar à espera do paraíso&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55040</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 23:05:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55040</guid>
		<description>Agora vem o argumento do número... Que não é argumento algum e neste caso nem sequer ainda há números.
O que se diz - e isso bastaria - é que o melhor é haver uma mãe e um pai. Cada um vê o mundo de modos diferentes é mais seguro e enriquecedor. Aliás, parece que ninguém contesta a bondade de uma familia com pai, mãe, irmãos.
AMP: Qualquer dia acha discriminatório o amamentar e propõe multas para cada pai que não o faça e para cada mãe que o faça.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Agora vem o argumento do número&#8230; Que não é argumento algum e neste caso nem sequer ainda há números.<br />
O que se diz &#8211; e isso bastaria &#8211; é que o melhor é haver uma mãe e um pai. Cada um vê o mundo de modos diferentes é mais seguro e enriquecedor. Aliás, parece que ninguém contesta a bondade de uma familia com pai, mãe, irmãos.<br />
AMP: Qualquer dia acha discriminatório o amamentar e propõe multas para cada pai que não o faça e para cada mãe que o faça.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sebastião Dias</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55036</link>
		<dc:creator>Sebastião Dias</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 22:34:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55036</guid>
		<description>Se Portugal é um país em que há discriminações tão horríveis contra os homossexuais, não será um pouco cruel condenar uma criança a ser horrivelmente discriminada por ser filha de homossexuais? 

Será que o direito do homossexuais se deve sobrepor aos direitos das crianças?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se Portugal é um país em que há discriminações tão horríveis contra os homossexuais, não será um pouco cruel condenar uma criança a ser horrivelmente discriminada por ser filha de homossexuais? </p>
<p>Será que o direito do homossexuais se deve sobrepor aos direitos das crianças?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55031</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 22:22:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55031</guid>
		<description>Ainda é cedo para saber qual o resultado.Quando nestas experiências se envolvem terceiros e, ainda por cima, crianças, é melhor ter cuidado.Muito cuidado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda é cedo para saber qual o resultado.Quando nestas experiências se envolvem terceiros e, ainda por cima, crianças, é melhor ter cuidado.Muito cuidado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: renegade</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55027</link>
		<dc:creator>renegade</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 22:08:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55027</guid>
		<description>o preconceito cava muito fundo.
não consta que as 270 mil crianças e jovens americanos com &quot;pais&quot; do mesmo sexo sofram particularmente com isso, antes pelo contrário (por exemplo:http://en.wikipedia.org/wiki/LGBT_parenting). Nem temos notícias de graves ou menos graves perturbações individuais ou colectivas das crianças em Espanha, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Islândia, Canadá, Austrália ou África do Sul adoptadas por casais de pessoas do mesmo sexo. Um dia, que se deseja o mais breve possível, ainda nos vamos todos rir das barbaridades que se dizem sobre a adopção por parte de pessoas LGBT. Enfim, debater a questão já é avançar alguma coisa neste país de cabeças cheias de bolor, mas não serve de consolo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o preconceito cava muito fundo.<br />
não consta que as 270 mil crianças e jovens americanos com &#8220;pais&#8221; do mesmo sexo sofram particularmente com isso, antes pelo contrário (por exemplo:<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/LGBT_parenting" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/LGBT_parenting</a>). Nem temos notícias de graves ou menos graves perturbações individuais ou colectivas das crianças em Espanha, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Islândia, Canadá, Austrália ou África do Sul adoptadas por casais de pessoas do mesmo sexo. Um dia, que se deseja o mais breve possível, ainda nos vamos todos rir das barbaridades que se dizem sobre a adopção por parte de pessoas LGBT. Enfim, debater a questão já é avançar alguma coisa neste país de cabeças cheias de bolor, mas não serve de consolo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55022</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 21:23:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55022</guid>
		<description>Obrigada, Jorge, estou muito sensibilizada ;-)

Mensagem recebida, Jaime, obrigada.

Rodrigo, retirar no sentido de ir lá buscar, certo? E que injusto está a ser quando diz que não obteve respostas - querendo pode sempre reler.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada, Jorge, estou muito sensibilizada <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Mensagem recebida, Jaime, obrigada.</p>
<p>Rodrigo, retirar no sentido de ir lá buscar, certo? E que injusto está a ser quando diz que não obteve respostas &#8211; querendo pode sempre reler.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55016</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 20:56:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55016</guid>
		<description>Luís Moreira, Mesmo que não fosse sempre desaconselhável, como acho que é, a entrega de uma criança a um par homossexual (para dizer a verdade acho de uma monstruosa crueldade privar, à partida, uma criança de uma Mãe e de um Pai) há em Portugal e no resto do mundo dezenas e dezenas de milhares de casais* sem filhos, dos quais muitos milhares passarão as provas da adopção. A opção nunca será, por isso, entre a adopção por homossexuais &quot;ou o orfanato&quot; como, fazendo de nós parvos, nos querem fazer crer, mas entre orfanato e um casal* sem ou já com filhos, para remediar as situações a que refere.

* casal, lembro, é um par de sexo diferente. Não mudemos palavras ao sabor das conveniências e agenda momentâneas. Mudar palavras é obra para o povo e para os génios literários. O resto dá os vários &quot;eses&quot; que andam por aí, cheios de aspas, como se fossem chagas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luís Moreira, Mesmo que não fosse sempre desaconselhável, como acho que é, a entrega de uma criança a um par homossexual (para dizer a verdade acho de uma monstruosa crueldade privar, à partida, uma criança de uma Mãe e de um Pai) há em Portugal e no resto do mundo dezenas e dezenas de milhares de casais* sem filhos, dos quais muitos milhares passarão as provas da adopção. A opção nunca será, por isso, entre a adopção por homossexuais &#8220;ou o orfanato&#8221; como, fazendo de nós parvos, nos querem fazer crer, mas entre orfanato e um casal* sem ou já com filhos, para remediar as situações a que refere.</p>
<p>* casal, lembro, é um par de sexo diferente. Não mudemos palavras ao sabor das conveniências e agenda momentâneas. Mudar palavras é obra para o povo e para os génios literários. O resto dá os vários &#8220;eses&#8221; que andam por aí, cheios de aspas, como se fossem chagas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jaime roriz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55011</link>
		<dc:creator>jaime roriz</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 19:52:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55011</guid>
		<description>Ana, para ir à conferência tem que se inscrever em www.oa.pt estão os números de telefone enviei-lhe um mail com mais esclarecimentos.

É claro que a discussão deste tema não impossibilita a discussão do outro.

(as postas estou a guardar para um assunto que eu ache mesmo importante uma vez que já só me restam duas e eu sou poupadinho e não quero abusar da sua generosidade)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ana, para ir à conferência tem que se inscrever em <a href="http://www.oa.pt" rel="nofollow">http://www.oa.pt</a> estão os números de telefone enviei-lhe um mail com mais esclarecimentos.</p>
<p>É claro que a discussão deste tema não impossibilita a discussão do outro.</p>
<p>(as postas estou a guardar para um assunto que eu ache mesmo importante uma vez que já só me restam duas e eu sou poupadinho e não quero abusar da sua generosidade)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55009</link>
		<dc:creator>RAF</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 18:38:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55009</guid>
		<description>Ana,

&quot;Não deixa de ser fantástico que o Rodrigo retire dos dois documentos a parte do “historial” da APA. Em todo o caso, vamos admitir que foi uma das razões para a tomada de posição - não foi, de certeza, a única -, and?&quot;

Eu não retirei nada. Limitei-me a partir de uma frase da própria APA - a conclusão não é minha, é da própria APA - para fazer um conjunto de interrogações, que não tiveram resposta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ana,</p>
<p>&#8220;Não deixa de ser fantástico que o Rodrigo retire dos dois documentos a parte do “historial” da APA. Em todo o caso, vamos admitir que foi uma das razões para a tomada de posição &#8211; não foi, de certeza, a única -, and?&#8221;</p>
<p>Eu não retirei nada. Limitei-me a partir de uma frase da própria APA &#8211; a conclusão não é minha, é da própria APA &#8211; para fazer um conjunto de interrogações, que não tiveram resposta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jorge c.</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55007</link>
		<dc:creator>jorge c.</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 17:55:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55007</guid>
		<description>Em primeiro lugar, quero desejar-lhe as melhoras. Ponha-se fina que não a quero ver empenada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em primeiro lugar, quero desejar-lhe as melhoras. Ponha-se fina que não a quero ver empenada.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-55005</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 17:43:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-55005</guid>
		<description>al as qualidades humanas estão sempre presentes e são sempre o essencial das questões.Mesmo,como você diz,no caso do pai e da mãe (homem/mulher) são ainda e sempre as qualidades humanas que se impõem.Como disse, na generalidade, não sou pró-adopção por casais homo,mas acredito que duas pessoas bem formadas possam ser um bom porto de abrigo para crianças abandonadas.Já aqui dei o meu próprio exemplo.Fui criado pelo meu pai que era uma pessoa boa e felizmente,o resultado,é bem melhor do que se tivesse sido criado no ambiente pai/mãe.Sofri muito por não ter a presença da mãe,isso é inegável,mas estamos a falar de situações que exigem respostas fora da situação ideal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>al as qualidades humanas estão sempre presentes e são sempre o essencial das questões.Mesmo,como você diz,no caso do pai e da mãe (homem/mulher) são ainda e sempre as qualidades humanas que se impõem.Como disse, na generalidade, não sou pró-adopção por casais homo,mas acredito que duas pessoas bem formadas possam ser um bom porto de abrigo para crianças abandonadas.Já aqui dei o meu próprio exemplo.Fui criado pelo meu pai que era uma pessoa boa e felizmente,o resultado,é bem melhor do que se tivesse sido criado no ambiente pai/mãe.Sofri muito por não ter a presença da mãe,isso é inegável,mas estamos a falar de situações que exigem respostas fora da situação ideal.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54999</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 17:05:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54999</guid>
		<description>Luís Moreira, penso que nunca será. Não são as qualidades humanas de cada um que estão aqui em causa, mas a necessidade mesma de um casal (par de sexo diferente, de um pai e mãe, cada um com diferentes contribuições emotivas e cognitivas para a criança.
O Pruett é um bom autor e fique descansado, foi conselheiro do vosso amigo, o Gore das inundações.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luís Moreira, penso que nunca será. Não são as qualidades humanas de cada um que estão aqui em causa, mas a necessidade mesma de um casal (par de sexo diferente, de um pai e mãe, cada um com diferentes contribuições emotivas e cognitivas para a criança.<br />
O Pruett é um bom autor e fique descansado, foi conselheiro do vosso amigo, o Gore das inundações.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54995</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 16:46:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54995</guid>
		<description>Vejo que o Jorge C. ainda não sublimou a boca do “sitemater”, só assim se justifica que me moa porque sim.  Não quererá objectivar um pouco melhor as críticas?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vejo que o Jorge C. ainda não sublimou a boca do “sitemater”, só assim se justifica que me moa porque sim.  Não quererá objectivar um pouco melhor as críticas?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54994</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 16:46:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54994</guid>
		<description>Começando por assumir o meu lado utópico – que existe, felizmente -, não vejo em que é que este meu texto permite ao al achar que eu acho que vivemos em Arcádia. Quanto aos seus restantes comentários… pronto, já descambou. Como já uma vez lhe disse, verde é a cor com que fica a progenitora da minha filha quando vê, ouve ou lê algumas coisas, por isso, e porque não quero continuar a repetir-me, talvez valha a pena reler isto: http://5dias.net/2008/01/25/2008-ano-portugues-da-desigualdade/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Começando por assumir o meu lado utópico – que existe, felizmente -, não vejo em que é que este meu texto permite ao al achar que eu acho que vivemos em Arcádia. Quanto aos seus restantes comentários… pronto, já descambou. Como já uma vez lhe disse, verde é a cor com que fica a progenitora da minha filha quando vê, ouve ou lê algumas coisas, por isso, e porque não quero continuar a repetir-me, talvez valha a pena reler isto: <a href="http://5dias.net/2008/01/25/2008-ano-portugues-da-desigualdade/" rel="nofollow">http://5dias.net/2008/01/25/2008-ano-portugues-da-desigualdade/</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54993</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 16:44:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54993</guid>
		<description>Se estiver menos &quot;hérniada&quot;, Jaime, irei à Ordem dos Advogados na próxima terça - o assunto interessa-me pessoal e profissionalmente. De qualquer modo, a discussão das temáticas que refere não impossibilita, penso eu, a discussão paralela de outros aspectos inscritos nestas temáticos, não lhe parece?

(Então e as postas em falta?)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se estiver menos &#8220;hérniada&#8221;, Jaime, irei à Ordem dos Advogados na próxima terça &#8211; o assunto interessa-me pessoal e profissionalmente. De qualquer modo, a discussão das temáticas que refere não impossibilita, penso eu, a discussão paralela de outros aspectos inscritos nestas temáticos, não lhe parece?</p>
<p>(Então e as postas em falta?)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54985</link>
		<dc:creator>Luis Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 16:20:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54985</guid>
		<description>Quanto ao viver com um pai e uma mãe, ser importante, não há a mais pequena dúvida.O que precisamos de saber é se os casais homo quererem adoptar é ou não melhor resposta do que outras soluções.Eu inclino-me,na generalidade,que não é,mas sei que se os adultos forem pessoas muito boas,pode ser.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto ao viver com um pai e uma mãe, ser importante, não há a mais pequena dúvida.O que precisamos de saber é se os casais homo quererem adoptar é ou não melhor resposta do que outras soluções.Eu inclino-me,na generalidade,que não é,mas sei que se os adultos forem pessoas muito boas,pode ser.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54979</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 15:33:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54979</guid>
		<description>Diz AMP: &quot;porque é que a orientação sexual de quem quer adoptar há-de ser motivo de exclusão&quot;. Há-de, se privar a criança de conviver com uma Mãe e um Pai. Tanto mais quanto agora se começa a verificar que Pai e Mãe, a maternidade e a paternidade parecem desempenhar um papel importantíssimo no desenvolvimento da criança; dois cérebros organizados de modos diferentes, como são  os de pais e mães preparam a criança para uma maior diversidade de situações. Tal diversidade não ocorre em pares homossexuais. Talvez ler &quot;Fatherneed: Why Father Care Is as Essential as Mother Care for Your Child&quot; do Kyle Pruett</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diz AMP: &#8220;porque é que a orientação sexual de quem quer adoptar há-de ser motivo de exclusão&#8221;. Há-de, se privar a criança de conviver com uma Mãe e um Pai. Tanto mais quanto agora se começa a verificar que Pai e Mãe, a maternidade e a paternidade parecem desempenhar um papel importantíssimo no desenvolvimento da criança; dois cérebros organizados de modos diferentes, como são  os de pais e mães preparam a criança para uma maior diversidade de situações. Tal diversidade não ocorre em pares homossexuais. Talvez ler &#8220;Fatherneed: Why Father Care Is as Essential as Mother Care for Your Child&#8221; do Kyle Pruett</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: manuela</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54976</link>
		<dc:creator>manuela</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 15:15:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54976</guid>
		<description>&quot;impossibilitando-as de ter uma família e retirando-lhes a possibilidade de ter uma vida mais feliz, junto de pessoas que as querem, as cuidam e as amam&quot;

É este para mim o ponto principal. Não percebo porque razão quem tanto preza a felicidade das crianças - e eu nem sequer contesto isso -prefere vê-las institucionalizadas a viveram com quem com elas quer constituir uma família.

O direito que se sobrepõe é o das crianças, os adoptantes vêm depois, por isso são tão escrutinados. Mas para que as crianças possam usufruir desse direito tem que haver quem do outro lado queira adoptá-las. 

Tenho ouvido a responsáveis que em cerca de 10 000 crianças em instituições portuguesas apenas 2 000 estão em condições de adopção ou de voltar às suas famílias de origem. As outras, ou são pretas, ou doentes, ou com qualquer deficiência, ou já numa idade que ninguém quer, ou...ou. 

Oito mil crianças é muita criança, por deus. Permitam a mais algumas a oportunidade de serem felizes, mesmo que as famílias que as queiram não correspondam aos padrões formais de quem tem o poder de decidir por elas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;impossibilitando-as de ter uma família e retirando-lhes a possibilidade de ter uma vida mais feliz, junto de pessoas que as querem, as cuidam e as amam&#8221;</p>
<p>É este para mim o ponto principal. Não percebo porque razão quem tanto preza a felicidade das crianças &#8211; e eu nem sequer contesto isso -prefere vê-las institucionalizadas a viveram com quem com elas quer constituir uma família.</p>
<p>O direito que se sobrepõe é o das crianças, os adoptantes vêm depois, por isso são tão escrutinados. Mas para que as crianças possam usufruir desse direito tem que haver quem do outro lado queira adoptá-las. </p>
<p>Tenho ouvido a responsáveis que em cerca de 10 000 crianças em instituições portuguesas apenas 2 000 estão em condições de adopção ou de voltar às suas famílias de origem. As outras, ou são pretas, ou doentes, ou com qualquer deficiência, ou já numa idade que ninguém quer, ou&#8230;ou. </p>
<p>Oito mil crianças é muita criança, por deus. Permitam a mais algumas a oportunidade de serem felizes, mesmo que as famílias que as queiram não correspondam aos padrões formais de quem tem o poder de decidir por elas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54974</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 14:48:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54974</guid>
		<description>AMP: se não percebe a diferença entre ter um Mãe e um Pai e as diferenças que existem em relação a uma monotonia da repetição de um deles, então... lastimo-a muito. 
Para mim entregar uma criança  a dois homens ou a duas mulheres, privando-a de lidar com o enriquecimento da diferença da afectividade parece-me algo de monstruoso e de uma crueldade comparável aos crimes nazis-comunistas. 
Estranho, aliás, que quem tanto afirma prezar a diversidade venha aqui fazer a apologia da monotonia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>AMP: se não percebe a diferença entre ter um Mãe e um Pai e as diferenças que existem em relação a uma monotonia da repetição de um deles, então&#8230; lastimo-a muito.<br />
Para mim entregar uma criança  a dois homens ou a duas mulheres, privando-a de lidar com o enriquecimento da diferença da afectividade parece-me algo de monstruoso e de uma crueldade comparável aos crimes nazis-comunistas.<br />
Estranho, aliás, que quem tanto afirma prezar a diversidade venha aqui fazer a apologia da monotonia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54972</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 14:36:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54972</guid>
		<description>&quot;ana&quot;:  quem é contra a adopção por homossexuais não acha que o orfanato seja a opção. Até parece que essa é a opção... a opção não é o orfanato (oiçam-se os violinos oliver twist). A opção é entregá-los a uma Mãe e a um Pai. Aquilo que nós tivemos. Para que a criança tenha o amor de uma Mãe e o amor de um Pai, tão diferentes e tão enriquecedores, por si e no perceber-se a diferença deles.  Mas ainda bem que falam do direito dos pares homossexuais à adopção. A gente percebe logo onde está a primeira e verdadeira preocupação, os grandes saldos do egocentrismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;ana&#8221;:  quem é contra a adopção por homossexuais não acha que o orfanato seja a opção. Até parece que essa é a opção&#8230; a opção não é o orfanato (oiçam-se os violinos oliver twist). A opção é entregá-los a uma Mãe e a um Pai. Aquilo que nós tivemos. Para que a criança tenha o amor de uma Mãe e o amor de um Pai, tão diferentes e tão enriquecedores, por si e no perceber-se a diferença deles.  Mas ainda bem que falam do direito dos pares homossexuais à adopção. A gente percebe logo onde está a primeira e verdadeira preocupação, os grandes saldos do egocentrismo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54957</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 11:02:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54957</guid>
		<description>Só agora vi o seu comentário, Ana, partilho completamente a sua opinião.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só agora vi o seu comentário, Ana, partilho completamente a sua opinião.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54956</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 11:00:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54956</guid>
		<description>A minha hérnia discal não me permite continuar aqui, mal possa voltarei para responder/comentar outros aspectos referidos nesta caixa de comentários, nomeadamente as questões levantadas pelo Jaime e os mimos do al e do Jorge C.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A minha hérnia discal não me permite continuar aqui, mal possa voltarei para responder/comentar outros aspectos referidos nesta caixa de comentários, nomeadamente as questões levantadas pelo Jaime e os mimos do al e do Jorge C.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54955</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 10:57:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54955</guid>
		<description>Não deixa de ser fantástico que o Rodrigo retire dos dois documentos a parte do &quot;historial&quot; da APA. Em todo o caso, vamos admitir que foi uma das razões para a tomada de posição - não foi, de certeza, a única -, and? 
 
Agora as outras questões. Começo pelo direito de adoptar e ser adoptado - também à atenção do do al e do jorge c. Porque diabo hão-de ser estes dois direitos mutuamente exclusivos? É claro que o direito de adopção é - deverá ser, na minha opinião - feito em função da criança, daí que não entenda porque é que a orientação sexual de quem quer adoptar há-de ser motivo de exclusão. Em que é que a orientação sexual de um adulto limita, à priori, o (bom) exercício da sua parentalidade? De que modo a homossexulidade dos putativos &quot;adoptantes&quot; prejudica os interesses da criança?  Faço notar que a expressão &quot;direitos dos casais homossexuais&quot; foi primariamente usada pelo HM, mas mesmo que assim não tivesse acontecido muito provavelmente usá-la-ia eu no sentido de dever ser dada a qualquer indivíduo, independentemente da sua orientação sexual, a possibilidade de adoptar. Quanto à segunda questão que me coloca, Rodrigo, porque haverá de ter que ser assim? Convido-o a ver este vídeo http://www.youtube.com/watch?v=_qf0puHJ-KM
 
E que é isso de juntar crianças no processo de afirmação dos casais gays? Qual processo de afirmação? Irresponsável é discriminar as crianças que estão para adopção,  impossibilitando-as de ter uma família e retirando-lhes a possibilidade de ter uma vida mais feliz, junto de pessoas que as querem, as cuidam e as amam, pela única e exclusiva razão de que essas pessoas não pertencem à norma estatística.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não deixa de ser fantástico que o Rodrigo retire dos dois documentos a parte do &#8220;historial&#8221; da APA. Em todo o caso, vamos admitir que foi uma das razões para a tomada de posição &#8211; não foi, de certeza, a única -, and? </p>
<p>Agora as outras questões. Começo pelo direito de adoptar e ser adoptado &#8211; também à atenção do do al e do jorge c. Porque diabo hão-de ser estes dois direitos mutuamente exclusivos? É claro que o direito de adopção é &#8211; deverá ser, na minha opinião &#8211; feito em função da criança, daí que não entenda porque é que a orientação sexual de quem quer adoptar há-de ser motivo de exclusão. Em que é que a orientação sexual de um adulto limita, à priori, o (bom) exercício da sua parentalidade? De que modo a homossexulidade dos putativos &#8220;adoptantes&#8221; prejudica os interesses da criança?  Faço notar que a expressão &#8220;direitos dos casais homossexuais&#8221; foi primariamente usada pelo HM, mas mesmo que assim não tivesse acontecido muito provavelmente usá-la-ia eu no sentido de dever ser dada a qualquer indivíduo, independentemente da sua orientação sexual, a possibilidade de adoptar. Quanto à segunda questão que me coloca, Rodrigo, porque haverá de ter que ser assim? Convido-o a ver este vídeo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_qf0puHJ-KM" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=_qf0puHJ-KM</a></p>
<p>E que é isso de juntar crianças no processo de afirmação dos casais gays? Qual processo de afirmação? Irresponsável é discriminar as crianças que estão para adopção,  impossibilitando-as de ter uma família e retirando-lhes a possibilidade de ter uma vida mais feliz, junto de pessoas que as querem, as cuidam e as amam, pela única e exclusiva razão de que essas pessoas não pertencem à norma estatística.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54954</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 10:54:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54954</guid>
		<description>Que quer, jc, não aprendo, é o que é. Lindo, o escrito do senhor padre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que quer, jc, não aprendo, é o que é. Lindo, o escrito do senhor padre.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54953</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 10:54:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54953</guid>
		<description>Esse é o ponto, João, não podia estar mais de acordo contigo, foi exactamente a precariedade dos argumentos aquilo que mais me impressionou no artigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é o ponto, João, não podia estar mais de acordo contigo, foi exactamente a precariedade dos argumentos aquilo que mais me impressionou no artigo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54950</link>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 10:33:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54950</guid>
		<description>A adopção deve ter em vista o superior interesse da criança.Assim sendo, parece-me irrelevante a orientação sexual de quem adopta. Foi dito em comentários anteriores que isso não é oportuno &quot;agora&quot;, que as crianças adoptadas por homossexuais seriam discriminadas, etc. Agora ou daqui por 10 anos, sofrerão sempre algum tipo de discriminação. Ou porque são gordas, ou porque são pobres, ou porque são pretas, ou outra coisa qualquer. Eu fui discriminada por não ser baptizada. Descontando a pequena maldade própria das crianças, elas discriminam porque assim são ensinadas. Porque é a educação que têm, porque são filhas de pais que também discriminam, porque eles próprios não conseguem aceitar a diferença.
Resumindo: quem não concorda com a adopção por homossexuais, acha que o orfanato é melhor opção? E tudo é tão simples como isto, por mais rebuscados e adjectivados que sejam os textos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A adopção deve ter em vista o superior interesse da criança.Assim sendo, parece-me irrelevante a orientação sexual de quem adopta. Foi dito em comentários anteriores que isso não é oportuno &#8220;agora&#8221;, que as crianças adoptadas por homossexuais seriam discriminadas, etc. Agora ou daqui por 10 anos, sofrerão sempre algum tipo de discriminação. Ou porque são gordas, ou porque são pobres, ou porque são pretas, ou outra coisa qualquer. Eu fui discriminada por não ser baptizada. Descontando a pequena maldade própria das crianças, elas discriminam porque assim são ensinadas. Porque é a educação que têm, porque são filhas de pais que também discriminam, porque eles próprios não conseguem aceitar a diferença.<br />
Resumindo: quem não concorda com a adopção por homossexuais, acha que o orfanato é melhor opção? E tudo é tão simples como isto, por mais rebuscados e adjectivados que sejam os textos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Galamba</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54948</link>
		<dc:creator>João Galamba</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 10:21:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54948</guid>
		<description>Ana,

estive para escrever sobre isto, mas tu antecipaste-te. O artigo do Henrique Monteiro é absolutamente lamentável. E acho que é lamentável independentemente da posição que se tenha em relação a este tema. Cheio de &#039;certezas&#039;, como tu dizes, e estatísticas,....é um argumento tão mal alinhavado qu me custa a entender como é que um tipo inteligente como o HM o publicou.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ana,</p>
<p>estive para escrever sobre isto, mas tu antecipaste-te. O artigo do Henrique Monteiro é absolutamente lamentável. E acho que é lamentável independentemente da posição que se tenha em relação a este tema. Cheio de &#8216;certezas&#8217;, como tu dizes, e estatísticas,&#8230;.é um argumento tão mal alinhavado qu me custa a entender como é que um tipo inteligente como o HM o publicou.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: jorge c.</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54946</link>
		<dc:creator>jorge c.</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 09:48:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54946</guid>
		<description>A resposta do Al, era o que queria dizer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A resposta do Al, era o que queria dizer.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: jorge c.</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54945</link>
		<dc:creator>jorge c.</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 09:23:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54945</guid>
		<description>JRV, é esse o sentido da lei, não sei qual é a admiração. Em qualquer livro de Direito da Família pode ler as expressões &quot;prole&quot; e &quot;espécie&quot;. Não sei de onde vem tal admiração. Mas se fosse a si, antes de fazer afirmações como: &quot;acho cada vez melhores os argumentos utilzados por alguns para justificar a sua comichão em torno da questão&quot; tentava informar-me um bocadinho sobre AS EXPRESSÕES E CONCEITOS, para depois não ficar tão admirado e chocado.

À Ana Matos Pires aconselho-a a esquecer, de vez em quando, os artigos escritos em estrangeiro e a estudar um bocado o Direito da Família para ver se consegue dizer alguma coisa com sentido, primeiro original e depois sensata.
A questão levantada pelo RAF vale mais que a sua indignação toda. &quot;O direito de adopção é feito em função dos pais adoptivos ou da criança?&quot; Só a resposta a isto é lógica.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JRV, é esse o sentido da lei, não sei qual é a admiração. Em qualquer livro de Direito da Família pode ler as expressões &#8220;prole&#8221; e &#8220;espécie&#8221;. Não sei de onde vem tal admiração. Mas se fosse a si, antes de fazer afirmações como: &#8220;acho cada vez melhores os argumentos utilzados por alguns para justificar a sua comichão em torno da questão&#8221; tentava informar-me um bocadinho sobre AS EXPRESSÕES E CONCEITOS, para depois não ficar tão admirado e chocado.</p>
<p>À Ana Matos Pires aconselho-a a esquecer, de vez em quando, os artigos escritos em estrangeiro e a estudar um bocado o Direito da Família para ver se consegue dizer alguma coisa com sentido, primeiro original e depois sensata.<br />
A questão levantada pelo RAF vale mais que a sua indignação toda. &#8220;O direito de adopção é feito em função dos pais adoptivos ou da criança?&#8221; Só a resposta a isto é lógica.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: jaime roriz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54944</link>
		<dc:creator>jaime roriz</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 09:21:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54944</guid>
		<description>Al, por uma vez estou de acordo com uma frase sua. Os casais (sejam de que índole forem) não têm direito a adoptar. As crianças é que têm o direito a ser adoptadas. Na verdade esta é uma questão que me é muito cara. Eu sou jurista na Associação Pais para Sempre (  www.paisparasempre.eu ) e todos os dias encontro crianças que foram furtadas ao convívio com um dos progenitores por revanche, por vingança contra o outro progenitor. Este é um problema - grave - que afecta a sociedade portuguesa e que todos os dias provoca choro e ranger de dentes. Não quero desviar-me muito do assunto do post. Porém da mesma forma que me custa condenar que crianças sejam adoptadas por pessoas cujo comportamento não seja o moralmente aceite pela maioria, porque os casais convencionais maltratam, espancam, violam e abusam as crianças, também me custa muito verificar que hà tanta atenção sobre o tipo de casal que adopta quando estamos neste preciso momento a criar orfãos de pais vivos e ninguém se rala.

No próximo dia 22 pelas 18:30 vamos realizar mais uma conferência sobre o tema, desta feita será na ordem dos advogados, convido desde já todos os leitores do 5dias a estarem presentes.

Sobre este tema há uma discriminação efectiva, sabemos quantos tribunais entregam, sem pensar, as crianças às mães privando, em completo na maioria dos casos, as crianças de contactarem com os pais.

Para dar sentido ao meu comentário resta-me referir que crianças a serem educadas por homossexuais, por heterossexuais, pelos avós pelos tios, ou pela vizinha do lado, é assunto que não me preocupa muito. É residual, pouco relevante para o superior interesse da criança e apenas um &quot;exercício de estilo&quot; (uma hipótese académica para mentes iluminadas se deitarem a pensar) quando comparado com o flagelo que, é um facto, afecta muitos milhares de crianças e compromete irremediavelmente o desenvolvimento saudavel dessas pessoas que um dia serão homens e mulheres cheios de problemas.

&quot;res non verba&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Al, por uma vez estou de acordo com uma frase sua. Os casais (sejam de que índole forem) não têm direito a adoptar. As crianças é que têm o direito a ser adoptadas. Na verdade esta é uma questão que me é muito cara. Eu sou jurista na Associação Pais para Sempre (  <a href="http://www.paisparasempre.eu" rel="nofollow">http://www.paisparasempre.eu</a> ) e todos os dias encontro crianças que foram furtadas ao convívio com um dos progenitores por revanche, por vingança contra o outro progenitor. Este é um problema &#8211; grave &#8211; que afecta a sociedade portuguesa e que todos os dias provoca choro e ranger de dentes. Não quero desviar-me muito do assunto do post. Porém da mesma forma que me custa condenar que crianças sejam adoptadas por pessoas cujo comportamento não seja o moralmente aceite pela maioria, porque os casais convencionais maltratam, espancam, violam e abusam as crianças, também me custa muito verificar que hà tanta atenção sobre o tipo de casal que adopta quando estamos neste preciso momento a criar orfãos de pais vivos e ninguém se rala.</p>
<p>No próximo dia 22 pelas 18:30 vamos realizar mais uma conferência sobre o tema, desta feita será na ordem dos advogados, convido desde já todos os leitores do 5dias a estarem presentes.</p>
<p>Sobre este tema há uma discriminação efectiva, sabemos quantos tribunais entregam, sem pensar, as crianças às mães privando, em completo na maioria dos casos, as crianças de contactarem com os pais.</p>
<p>Para dar sentido ao meu comentário resta-me referir que crianças a serem educadas por homossexuais, por heterossexuais, pelos avós pelos tios, ou pela vizinha do lado, é assunto que não me preocupa muito. É residual, pouco relevante para o superior interesse da criança e apenas um &#8220;exercício de estilo&#8221; (uma hipótese académica para mentes iluminadas se deitarem a pensar) quando comparado com o flagelo que, é um facto, afecta muitos milhares de crianças e compromete irremediavelmente o desenvolvimento saudavel dessas pessoas que um dia serão homens e mulheres cheios de problemas.</p>
<p>&#8220;res non verba&#8221;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54921</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 23:22:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54921</guid>
		<description>Os casais ou pessoas não têm direito algum a adoptar pelo simples motido de que o direito existe, mas na criança. A ser adoptada, depois de ponderado o seu superior interesse.
Falar de um «direito» dos casais homossexuais ou de quem quer que seja à adopção apenas é relevante por revelar quão secundária é, afinal,  a criança - feita objecto de direitos! -, um sintoma dessa concepção da vida que a vê como um menu de direitos a serem exigidos, um  hedonismo rasteiro e plastificado, a busca da satisfação imediata de apetites que a esquerda adoptou, louise michelle de verniz cor de rosa shocking.
Quanto às associações  citadas, deve ANP pensar que vivemos em Arcádia, pastores e pastoras inocentes - embora os tribunais não estejam vinculados a qualquer discurso científico (tão mais estranhamente invocado quanto, com ou sem consciência disso, clamam, por tudo e por nada,  contra as falácias naturalistas  de que a reivindicação dos «estudos» enquanto legitmidores de «direitos» constitui mera subespécie).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os casais ou pessoas não têm direito algum a adoptar pelo simples motido de que o direito existe, mas na criança. A ser adoptada, depois de ponderado o seu superior interesse.<br />
Falar de um «direito» dos casais homossexuais ou de quem quer que seja à adopção apenas é relevante por revelar quão secundária é, afinal,  a criança &#8211; feita objecto de direitos! -, um sintoma dessa concepção da vida que a vê como um menu de direitos a serem exigidos, um  hedonismo rasteiro e plastificado, a busca da satisfação imediata de apetites que a esquerda adoptou, louise michelle de verniz cor de rosa shocking.<br />
Quanto às associações  citadas, deve ANP pensar que vivemos em Arcádia, pastores e pastoras inocentes &#8211; embora os tribunais não estejam vinculados a qualquer discurso científico (tão mais estranhamente invocado quanto, com ou sem consciência disso, clamam, por tudo e por nada,  contra as falácias naturalistas  de que a reivindicação dos «estudos» enquanto legitmidores de «direitos» constitui mera subespécie).</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: JRV</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54915</link>
		<dc:creator>JRV</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 21:22:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54915</guid>
		<description>Este assunto parece estar a ganhar algum relevo. E acho cada vez melhores os argumentos utilzados por alguns para justificar a sua comichão em torno da questão.

A este propósito, recomendo a leitura da entrevista de António Capucho ao Diário Económico de hoje. Ao tentar remediar a questão da procriação de Ferreira Leite, brinda-nos com esta pérola:
“O casamento tem todas as facetas que se quiser, mas uma delas assume um papel determinante: a PROPAGAÇÃO DA ESPÉCIE.”

A entrevista pode ser encontrada aqui:
(http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/politica/pt/desarrollo/1147353.html)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este assunto parece estar a ganhar algum relevo. E acho cada vez melhores os argumentos utilzados por alguns para justificar a sua comichão em torno da questão.</p>
<p>A este propósito, recomendo a leitura da entrevista de António Capucho ao Diário Económico de hoje. Ao tentar remediar a questão da procriação de Ferreira Leite, brinda-nos com esta pérola:<br />
“O casamento tem todas as facetas que se quiser, mas uma delas assume um papel determinante: a PROPAGAÇÃO DA ESPÉCIE.”</p>
<p>A entrevista pode ser encontrada aqui:<br />
(<a href="http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/politica/pt/desarrollo/1147353.html" rel="nofollow">http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/politica/pt/desarrollo/1147353.html</a>)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54911</link>
		<dc:creator>RAF</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 20:40:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54911</guid>
		<description>Ana,
&quot;The American Psychiatric Association has historically supported equity, parity, and non-discrimination regarding legal issues affecting mental health.&quot;
Esta é que é a questão. Pode afirmar que o &quot;apoio histórico&quot; que a APA sempre concedeu a favor da &quot;igualdade&quot;, não influenciou a sua posição?
A Ana acha que, no actual contexto, uma criança criada por um casal gay não terá dificuldades de integração e problemas de discriminação? O direito de adopção é feito em função dos pais adoptivos ou da criança? Os casais gays já vão ter dificuldades que cheguem para se afirmarem, faz sentido, no actual contexto, juntar crianças no processo de afirmação?
No futuro, não sei, no mundo como ele é hoje, permitir a adopção por casais gays é empurrar crianças para a discriminação numa idade sensível. É irresponsável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ana,<br />
&#8220;The American Psychiatric Association has historically supported equity, parity, and non-discrimination regarding legal issues affecting mental health.&#8221;<br />
Esta é que é a questão. Pode afirmar que o &#8220;apoio histórico&#8221; que a APA sempre concedeu a favor da &#8220;igualdade&#8221;, não influenciou a sua posição?<br />
A Ana acha que, no actual contexto, uma criança criada por um casal gay não terá dificuldades de integração e problemas de discriminação? O direito de adopção é feito em função dos pais adoptivos ou da criança? Os casais gays já vão ter dificuldades que cheguem para se afirmarem, faz sentido, no actual contexto, juntar crianças no processo de afirmação?<br />
No futuro, não sei, no mundo como ele é hoje, permitir a adopção por casais gays é empurrar crianças para a discriminação numa idade sensível. É irresponsável.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jc</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54910</link>
		<dc:creator>jc</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 20:34:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54910</guid>
		<description>ó ana, mas ainda se maça?

lembra-se do padre que durante a campanha do referendo para o aborto declarou que todos os católicos que votassem sim era automaticamente excomungados?
olhe o que ele diz este mês:

http://ontheroadtosomewere.blogspot.com/2008/07/para-o-cnego-tarcsio-quem-no-acredita.html

a postura a adoptar é a mesma. ignorar ou tornar mais &quot;leve&quot;. as coisas só têm a importância que lhes damos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ó ana, mas ainda se maça?</p>
<p>lembra-se do padre que durante a campanha do referendo para o aborto declarou que todos os católicos que votassem sim era automaticamente excomungados?<br />
olhe o que ele diz este mês:</p>
<p><a href="http://ontheroadtosomewere.blogspot.com/2008/07/para-o-cnego-tarcsio-quem-no-acredita.html" rel="nofollow">http://ontheroadtosomewere.blogspot.com/2008/07/para-o-cnego-tarcsio-quem-no-acredita.html</a></p>
<p>a postura a adoptar é a mesma. ignorar ou tornar mais &#8220;leve&#8221;. as coisas só têm a importância que lhes damos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Dorean Paxorales</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/19/para-o-que-lhes-havia-de-dar/comment-page-1/#comment-54908</link>
		<dc:creator>Dorean Paxorales</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 19:38:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3669#comment-54908</guid>
		<description>Se apenas as pessoas tivessem noção do escrutínio por que um casal heterossexual passa antes mesmo de poder dar início ao processo de adopção talvez não tivessem tantos problemas em aceitar que esse direito pode ser de  outros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se apenas as pessoas tivessem noção do escrutínio por que um casal heterossexual passa antes mesmo de poder dar início ao processo de adopção talvez não tivessem tantos problemas em aceitar que esse direito pode ser de  outros.</p>
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