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	<title>Comentários em: Sobre Ayn Rand</title>
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		<title>Por: Ant.º das Neves Castanho</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/17/sobre-ayn-rand/comment-page-1/#comment-54665</link>
		<dc:creator>Ant.º das Neves Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 10:47:05 +0000</pubDate>
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		<description>Caro mesquita, obrigado pelo esclarecimento...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro mesquita, obrigado pelo esclarecimento&#8230;</p>
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		<title>Por: mesquita</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/17/sobre-ayn-rand/comment-page-1/#comment-54650</link>
		<dc:creator>mesquita</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 08:35:19 +0000</pubDate>
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		<description>Caro António:

Essa frase vem do poema de Sylvia Plath, &quot;Daddy&quot;, onde aparece a seguinte estrofe:

Not God but a swastika
So black no sky could squeak through.
Every woman adores a Fascist,
The boot in the face, the brute
Brute heart of a brute like you.


(não tem muito a ver com o assunto, mas, como é de ver, a relação de S. Plath com o pai, que morreu quando ela tinha apenas oito anos, era terrivelmente ambígua)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro António:</p>
<p>Essa frase vem do poema de Sylvia Plath, &#8220;Daddy&#8221;, onde aparece a seguinte estrofe:</p>
<p>Not God but a swastika<br />
So black no sky could squeak through.<br />
Every woman adores a Fascist,<br />
The boot in the face, the brute<br />
Brute heart of a brute like you.</p>
<p>(não tem muito a ver com o assunto, mas, como é de ver, a relação de S. Plath com o pai, que morreu quando ela tinha apenas oito anos, era terrivelmente ambígua)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Ant.º das Neves Castanho</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/17/sobre-ayn-rand/comment-page-1/#comment-54516</link>
		<dc:creator>Ant.º das Neves Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 13:32:18 +0000</pubDate>
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		<description>Desculpem, mas isto só pode ser do Verão:


       &quot;every woman adores a Fascist...&quot; to be her neighbour?


   &quot;every woman adores a Fascist...&quot; to be her friend?...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem, mas isto só pode ser do Verão:</p>
<p>       &#8220;every woman adores a Fascist&#8230;&#8221; to be her neighbour?</p>
<p>   &#8220;every woman adores a Fascist&#8230;&#8221; to be her friend?&#8230;</p>
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		<title>Por: Ant.º das Neves Castanho</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/17/sobre-ayn-rand/comment-page-1/#comment-54514</link>
		<dc:creator>Ant.º das Neves Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 13:30:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3591#comment-54514</guid>
		<description>Peço que me esclareçam quanto à lapidar «Sylvia Plath’s famous line, &quot;(…) every woman adores a Fascist.&quot;»:

                      &quot;every woman adores a Fascist...&quot; to be her lover?

                  &quot;every woman adores a Fascist...&quot; to be her father?

            &quot;every woman adores a Fascist...&quot; to be her husband?

        &quot;every woman adores a Fascist...&quot; to be her children&#039;s father?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Peço que me esclareçam quanto à lapidar «Sylvia Plath’s famous line, &#8220;(…) every woman adores a Fascist.&#8221;»:</p>
<p>                      &#8220;every woman adores a Fascist&#8230;&#8221; to be her lover?</p>
<p>                  &#8220;every woman adores a Fascist&#8230;&#8221; to be her father?</p>
<p>            &#8220;every woman adores a Fascist&#8230;&#8221; to be her husband?</p>
<p>        &#8220;every woman adores a Fascist&#8230;&#8221; to be her children&#8217;s father?</p>
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		<title>Por: Ayn Rand e outras heresias &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/17/sobre-ayn-rand/comment-page-1/#comment-54512</link>
		<dc:creator>Ayn Rand e outras heresias &#171; O Insurgente</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 13:22:49 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Ayn Rand e outras&#160;heresias Arquivado como: Blogosfera, Comentário, Teoria &#8212; Miguel Botelho Moniz @ 2:22 pm   Caro João, [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Ayn Rand e outras&nbsp;heresias Arquivado como: Blogosfera, Comentário, Teoria &#8212; Miguel Botelho Moniz @ 2:22 pm   Caro João, [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Lutz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/17/sobre-ayn-rand/comment-page-1/#comment-54472</link>
		<dc:creator>Lutz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 10:04:12 +0000</pubDate>
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		<description>Permito-me aqui um comentário embora que me confesso ignorante da obra de Ayn Rand.
As vítimas dos campos de concentração só merecem compaixão porque são inocentes? Seria necessário lembrar que a condição de vítima é tudo menos do que um atestado de inocência? (Só para me defender da acusação possível dos que gostam ver o mundo em dicotomias simples: considerar a possibilidade de uma vítima de um campo de concentração ser também culpado não significa de forma alguma que considero que então merecesse estar lá!)
É sabido que uma das feridas mais graves que vitimas sobreviventes dos campos levaram de lá e exactamente de se sentirem culpados, e não só de uma forma abstracta, porque sobreviveram, mas também pelo que fizeram para sobreviver! Estes são culpados ou não? Merecem ainda compaixão ou não? 
O exemplo é extremo, o dilema é aplicável, com maior ou menor grau de pertinência a quase todos os casos da vida. Perante isso, o cristianismo encontrou a resposta que partilho: Todos somos mais ou menos culpados, e todos merecemos compaixão. E: cada caso é um caso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Permito-me aqui um comentário embora que me confesso ignorante da obra de Ayn Rand.<br />
As vítimas dos campos de concentração só merecem compaixão porque são inocentes? Seria necessário lembrar que a condição de vítima é tudo menos do que um atestado de inocência? (Só para me defender da acusação possível dos que gostam ver o mundo em dicotomias simples: considerar a possibilidade de uma vítima de um campo de concentração ser também culpado não significa de forma alguma que considero que então merecesse estar lá!)<br />
É sabido que uma das feridas mais graves que vitimas sobreviventes dos campos levaram de lá e exactamente de se sentirem culpados, e não só de uma forma abstracta, porque sobreviveram, mas também pelo que fizeram para sobreviver! Estes são culpados ou não? Merecem ainda compaixão ou não?<br />
O exemplo é extremo, o dilema é aplicável, com maior ou menor grau de pertinência a quase todos os casos da vida. Perante isso, o cristianismo encontrou a resposta que partilho: Todos somos mais ou menos culpados, e todos merecemos compaixão. E: cada caso é um caso.</p>
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