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- Tiago Mota Saraiva em PASOK (PS grego) com 8% nas intenções de voto, esquerda anti-troika soma 42,50%
- GM em PASOK (PS grego) com 8% nas intenções de voto, esquerda anti-troika soma 42,50%
- Tiago Mota Saraiva em PASOK (PS grego) com 8% nas intenções de voto, esquerda anti-troika soma 42,50%
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Era ele que lhe dava a alpista?
Já só falta mesmo um desenhito do «inginheiro»
Espectacular.
Ideia luminosa, traço assertivo!
Ricardo, essa fixação no PM preocupa-me.
Vocês são indecentes, agora já não vamos ter a Ingrid na Festa. Não vejo razão para contentamentos.
Grandes básicos…
o pcp apresentou na assembleia um voto de satisfação pela libertação de ingrid bettancourt, chumbado pelo voto conjunto do ps, psd e cds. que sentido faz este cartun?
VOTO DE CONGRATULAÇÂO
Ingrid Betancourt em liberdade
Após seis anos de cativeiro na selva, é motivo de justa satisfação o regresso à liberdade de Ingrid Betancourt, ex-candidata presidencial colombiana.O resgate de Ingrid Betancourt coloca em evidência a gravidade da situação em que se encontram centenas de prisioneiros na posse da guerrilha e nas prisões do regime de Álvaro Uribe e a necessidade de encontrar uma solução humanitária.Assinale-se que, sistematicamente, o Governo da Colômbia tem vindo a sabotar negociações, mediadas por responsáveis de diversos países, no sentido da troca de prisioneiros entre as partes do conflito.Os complexos problemas em presença na Colômbia, exigem uma solução política e negociada de um conflito que se arrasta há mais de 40 anos, indissociável de um regime que promove o agravamento da exploração, da repressão e das perseguições, incluindo milhares de assassinatos e brutais torturas, fortemente condicionado pela ingerência política e militar da administração norte-americana.A necessidade de uma solução negociada para o conflito na Colômbia, torna-se ainda mais urgente num quadro em que os EUA o procuram radicalizar e instrumentalizar, como justificação para o reforço da presença de forças militares e como forma de desestabilização da região e dos países que a integram, com risco de escalada militar e ameaça à paz.
Nestes termos, a Assembleia da República:
1- Congratula-se pelo regresso à liberdade de Ingrid Betancourt.
2- Exprime o seu desejo de que a liberdade de Ingrid Betancourt possa contribuir para um caminho de paz para a Colômbia.
3- Apela às partes envolvidas para que encetem negociações no sentido da libertação de todos os prisioneiros.
4- Valoriza todos os esforços orientados para alcançar uma solução política negociada.
5- Apela às partes para que se empenhem na busca de uma solução política negociada do conflito, que dura há mais de quatro décadas.
6- Manifesta-se pelo respeito da soberania do povo colombiano na definição dos destinos do seu país.
Assembleia da República, 4 de Julho de 2008
Moção apresentada pelo grupo parlamentar do PCP
tungas
…querendo dizer com “tungas” que me apraz registar esta mudança de tom.
Obviamente este VOTO DE CONGRATULAÇÂO Ingrid Betancourt em liberdade do Grupo Parlamentar do PCP, teve os votos CONTRA do PS, PSD, CDS-PP e BE.
Onde estará a mudança de tom? Quem acredita nas versões truncadas (ou aldrabadas) de jornais sobre esta questão?
o BE votou a favor deste voto.
Desculpe, nm, mas como militante isto deixa-me algo satisfeita – nisto posso rever-me, de fio a pavio.
Os BEs votaram CONTRA este VOTO DE CONGRATULAÇÂO Ingrid Betancourt em liberdade do Grupo Parlamentar do PCP!
Inês de Meneses,
É bom preocupar-se comigo. Eu não sabia por que razão gostava tanto de si, na radio e na televisão, mas afinal já sei. Para além de sermos ambos portistas, de termos nascido os dois no mesmo ano e de provavelmente até nos termos cruzado (também fui formando do extinto Centro de Formação de Jornalistas do Porto e do eterno «bigodes» Luís Humberto Marcos), preocupamo-nos um com o outro.
Quanto ao que diz, repare que a obsessão começa em alguns dos autores deste blogue e na forma como atacam / gozam / ridicularizam todos aqueles que se atrevem a ser oposição ao Primeiro-Ministro. Só esté é que nunca é alvo de críticas. O que é estranho, estranho, porque por estar no poder, era natural que fosse o maior alvo de todos.
Ainda assim, concedo que a figura me irrita profundamente, embora não lhe chame obsessão. Da mesma forma que me irritam todos aqueles que têm governado Portugal nos últimos … 865 anos. Por alguma coisa é que estamos na cauda da Europa. Não me diga que o actual é melhor do que os anteriores.
E outra coisa: a arrogância e o autoritarismo são defeitos que me irritam profundamente.
Ricardo, só um aviso, ela não é essa Inês Meneses. É outra.
Sou outra, embora eu e o Ricardo partilhemos pelo menos o mesmo pessimismo acerca dos governantes nacionais e mais algumas irritações.
Mas cada um pode embirrar com o que ou quem quer, parece-me, não vale cobrar quotas – eu reservo-me o direito de ter as minhas preferências embirrativas, por exemplo.
Peço desculpa. Sempre pensei que era a Inês de Meneses da rádio e do Prazer dos Diabos. Claro que não posso dizer-lhe o que disse à outra Inês de Meneses. Mas pronto, gosto dos seus escritos e de muitas das suas ideias. E embirrações.
Aqui vai o voto que o BE, juntamente com PP, PSD, e PS aprovou na 6ª feira passada:
“1.A Assembleia da República congratula-se com os esforços da comunidade internacional, em particular da América Latina, da União Europeia, dos USA, da Cruz Vermelha Internacional, de muitas ONG’s e das próprias Forças Armadas colombianas que, ao longo dos anos, lutaram pela libertação dos reféns das FARC, em particular de Ingrid Betancourt.
2.A Assembleia da República acompanha a União Europeia na denúncia das FARC como organização terrorista, financiada pela extorsão, pelo roubo e pelo tráfico de droga.
3. A Assembleia da República continuará a defender intransigentemente a liberdade, os direitos humanos, repudiando a actividade das FARC como de qualquer outra organização terrorista, apelando à libertação de todos aqueles que ainda se mantém presos por este grupo terrorista e congratulando-se, hoje, com a libertação de Ingrid Betancourt e dos restantes reféns.”
Claro que bem podiam congratularem-se à vontade com a libertação da Ingrid Betancourt, mas escusavam de branquear o regime proto-fascista de Uribe. Por isso mesmo nunca podiam votar a favor do voto do PCP. E é por isso que andam com tão má consciências nestas mesquinhas invenciocines contra quem se congratulou com a libertação da Betancourt mas não pactuou com o branqueamento do regime de Uribe.