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	<title>Comentários em: Com a poeira assente vamos lá ao Decreto-Lei nº105/2008 (por Pedro Delgado Alves)</title>
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	<description>cinco dias, cinco pessoas</description>
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		<title>Por: Inês Meneses</title>
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		<dc:creator>Inês Meneses</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 09:24:51 +0000</pubDate>
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		<description>Al, isso dizemos muitos: que é uma condição elementar de direitos numa sociedade contemporânea poder fazer um aborto em condições decentes e sem ser perseguido; e mesmo poder procurar informação sem ter medo antes de tomar a decisão. O que é muito diferente de desejar que haja muitos. É estranho ter que explicar a diferença.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Al, isso dizemos muitos: que é uma condição elementar de direitos numa sociedade contemporânea poder fazer um aborto em condições decentes e sem ser perseguido; e mesmo poder procurar informação sem ter medo antes de tomar a decisão. O que é muito diferente de desejar que haja muitos. É estranho ter que explicar a diferença.</p>
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		<title>Por: al</title>
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		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 18:56:41 +0000</pubDate>
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		<description>Ines Meneses: pergunte ao primeiro ministro, ele é que disse que Portugal era moderno por ter votado sim ao aborto. Com certeza trata-se de modernizar mais. Sabe que com este primeiro-ministro é sempre a modernizar, deve ser do signo astrológico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ines Meneses: pergunte ao primeiro ministro, ele é que disse que Portugal era moderno por ter votado sim ao aborto. Com certeza trata-se de modernizar mais. Sabe que com este primeiro-ministro é sempre a modernizar, deve ser do signo astrológico.</p>
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		<title>Por: cristã</title>
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		<dc:creator>cristã</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 17:27:17 +0000</pubDate>
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		<description>Inês - eu acho que o objectivo do governo é simplesmente para. O que é realmente muito grave.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Inês &#8211; eu acho que o objectivo do governo é simplesmente para. O que é realmente muito grave.</p>
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		<title>Por: Inês Meneses</title>
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		<dc:creator>Inês Meneses</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 16:51:27 +0000</pubDate>
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		<description>Al, às vezes não é má ideia parar para ler o que se escreve antes de fazer enter... o governo quer incentivar a prática de aborto?! E já agora, com que objectivo? Por pura maldade? Para incomodar? Para...?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Al, às vezes não é má ideia parar para ler o que se escreve antes de fazer enter&#8230; o governo quer incentivar a prática de aborto?! E já agora, com que objectivo? Por pura maldade? Para incomodar? Para&#8230;?</p>
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		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
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		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 22:46:04 +0000</pubDate>
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		<description>Eu não acredito no que acabei de ler. De facto, como diz a f., coitado do al.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não acredito no que acabei de ler. De facto, como diz a f., coitado do al.</p>
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		<title>Por: al</title>
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		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 18:42:57 +0000</pubDate>
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		<description>A. Silva: a sua dúvida é muitíssimo pertinente. Creio que no caso se trata de criar um verdadeiro incentivo dado o baixo número de abortos. Permite saber, também, quais as prioridades do partido do poder.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A. Silva: a sua dúvida é muitíssimo pertinente. Creio que no caso se trata de criar um verdadeiro incentivo dado o baixo número de abortos. Permite saber, também, quais as prioridades do partido do poder.</p>
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		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52428</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 17:34:40 +0000</pubDate>
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		<description>A lei não prevê intervenção alguma. O estado não tem de preencher os escaninhos de todas as minhas possibilidades de agir licitamente. A lei, que assegura o meu direito à propriedade, não tem de me transformar num proprietário: por cada faculdade que a lei me atribui não existe um dever por parte do estado de o preencher grátis. Essa sua visão da lei mágica é a de uma criança caprichosa e ignorante. Pelos vistos foi acolhida pelo poder. As revogações de leis não se fizeram para outra coisa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A lei não prevê intervenção alguma. O estado não tem de preencher os escaninhos de todas as minhas possibilidades de agir licitamente. A lei, que assegura o meu direito à propriedade, não tem de me transformar num proprietário: por cada faculdade que a lei me atribui não existe um dever por parte do estado de o preencher grátis. Essa sua visão da lei mágica é a de uma criança caprichosa e ignorante. Pelos vistos foi acolhida pelo poder. As revogações de leis não se fizeram para outra coisa.</p>
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		<title>Por: A.Silva</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52426</link>
		<dc:creator>A.Silva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 17:27:00 +0000</pubDate>
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		<description>Eu tenho algumas dúvidas sobre esta prestação social.Quando foi apresentada fiquei com a ideia de que se destinava ás pessoas que não estão cobertas pelas prestações garantidas,o que quer dizer que será ás pessoas que não estão a trabalhar nem a receber subsidio de desemprego,ou então que estão abrangidas pelo rendimento social de inserção e que portanto não tem direito a baixa por doença.Ora se é este o caso porque razão esta prestação social só é garantida a estas situações previstas e não a todas as outras situações de doença.Não levanto esta questão por qualquer preconceito mas só acho que deviam ser extensiveis a todos e todas que estão doentes e não podem aceder ás prestações garantidas da Segurança Social</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tenho algumas dúvidas sobre esta prestação social.Quando foi apresentada fiquei com a ideia de que se destinava ás pessoas que não estão cobertas pelas prestações garantidas,o que quer dizer que será ás pessoas que não estão a trabalhar nem a receber subsidio de desemprego,ou então que estão abrangidas pelo rendimento social de inserção e que portanto não tem direito a baixa por doença.Ora se é este o caso porque razão esta prestação social só é garantida a estas situações previstas e não a todas as outras situações de doença.Não levanto esta questão por qualquer preconceito mas só acho que deviam ser extensiveis a todos e todas que estão doentes e não podem aceder ás prestações garantidas da Segurança Social</p>
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		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
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		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 16:34:13 +0000</pubDate>
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		<description>coitadinhoinhozinho do al. ai que se me parte o coração de o ver tã transtornado. vá, al, era na reinação, migo. atão isto nã é tudo a reinar, hóme? vossemecê finge que acha que o decreto dá um subsídio para abortar, em vez de garantir, como vossemecê sabe muito bem, que uma mulher que aborta legalmente possa, caso tenha problemas de saúde subsequentes, optar por restabelecer-se em casa em vez de ir trabalhar exangue; e a malta finge que acredita que o al é o grunho que quer fazer crer, um grunho capaz de defender que a seguir a uma intervenção prevista na lei e portanto igual a todas as outras uma mulher com sequelas tivesse que continuar a fazer a sua vida como se nada se passasse, assim numa espécie de cumprir simbólico de pena. a gente aqui no 5 dias nã nos acreditamos que o al (ler &#039;ali&#039;) seja assim tão torcido. a gente sabe que o al gosta de nós, tanto que passa aqui a vida, e só faz isso para nos divertir. o que ê m tenho rido, hóme. continue e nã ligue quando a gente lhe responde &#039;à séria&#039; -- atão a gente podia lá levá-lo a sério.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>coitadinhoinhozinho do al. ai que se me parte o coração de o ver tã transtornado. vá, al, era na reinação, migo. atão isto nã é tudo a reinar, hóme? vossemecê finge que acha que o decreto dá um subsídio para abortar, em vez de garantir, como vossemecê sabe muito bem, que uma mulher que aborta legalmente possa, caso tenha problemas de saúde subsequentes, optar por restabelecer-se em casa em vez de ir trabalhar exangue; e a malta finge que acredita que o al é o grunho que quer fazer crer, um grunho capaz de defender que a seguir a uma intervenção prevista na lei e portanto igual a todas as outras uma mulher com sequelas tivesse que continuar a fazer a sua vida como se nada se passasse, assim numa espécie de cumprir simbólico de pena. a gente aqui no 5 dias nã nos acreditamos que o al (ler &#8216;ali&#8217;) seja assim tão torcido. a gente sabe que o al gosta de nós, tanto que passa aqui a vida, e só faz isso para nos divertir. o que ê m tenho rido, hóme. continue e nã ligue quando a gente lhe responde &#8216;à séria&#8217; &#8212; atão a gente podia lá levá-lo a sério.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52364</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 14:19:54 +0000</pubDate>
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		<description>Autoreferência, al? Ou é mais coisa de moer por moer? É que de todo acredito que seja uma alteração dos mecanismos cognitivos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Autoreferência, al? Ou é mais coisa de moer por moer? É que de todo acredito que seja uma alteração dos mecanismos cognitivos.</p>
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	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52342</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 13:14:23 +0000</pubDate>
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		<description>AMP: a lei é que dá subsídio de maternidade à mão que rejeitou a.. maternidade e eu é que sou portentoso? 
Só me interrogo se estas coisas são feitas para que as palavras - e as atitudes, e as medidas de auxílio - deixem de ter sentido ou se é mera inépcia e falta de vocabulário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>AMP: a lei é que dá subsídio de maternidade à mão que rejeitou a.. maternidade e eu é que sou portentoso?<br />
Só me interrogo se estas coisas são feitas para que as palavras &#8211; e as atitudes, e as medidas de auxílio &#8211; deixem de ter sentido ou se é mera inépcia e falta de vocabulário.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: o cuco</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52312</link>
		<dc:creator>o cuco</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 11:58:19 +0000</pubDate>
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		<description>o al ( e outros como ele! ) não existe...!!! ( ou eu julgava que não)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o al ( e outros como ele! ) não existe&#8230;!!! ( ou eu julgava que não)</p>
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	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52303</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 11:28:14 +0000</pubDate>
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		<description>Não de todos os sins: em abono da verdade devo dizer que  as pessoas que conheço e que votaram sim  se mostraram escandalizados com o absoluto mau gosto deste decreto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não de todos os sins: em abono da verdade devo dizer que  as pessoas que conheço e que votaram sim  se mostraram escandalizados com o absoluto mau gosto deste decreto.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ines Meneses</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52301</link>
		<dc:creator>Ines Meneses</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 11:24:52 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Este blog devia era procurar impor ao governo PS de maioria absoluta -uma ocasião tão boa! - o casamento homossexual (com possibilidade de comunhão geral de bens).&quot;

Al, não estará a sobrestimar o poder deste blog? Não me digam que podemos impôr coisas ao Governo! É que se podemos eu tenho uma ou duas ideias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Este blog devia era procurar impor ao governo PS de maioria absoluta -uma ocasião tão boa! &#8211; o casamento homossexual (com possibilidade de comunhão geral de bens).&#8221;</p>
<p>Al, não estará a sobrestimar o poder deste blog? Não me digam que podemos impôr coisas ao Governo! É que se podemos eu tenho uma ou duas ideias.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52282</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 10:52:50 +0000</pubDate>
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		<description>Eu sei que já disse isto mas não consigo deixar de me repetir: o al é um portento, creeeedo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sei que já disse isto mas não consigo deixar de me repetir: o al é um portento, creeeedo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52275</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 10:30:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3496#comment-52275</guid>
		<description>Fc: li agora o comentáuo. É a apóstofre canalha, lisboeta, fadista que apouca, longe de qualquer elegância ou decência. 
Nisto é eficaz, é a sua matéria. Quando daí sai  - naqueles textos de vagares de costureirinha - o possidonismo vem ao de cima. Deixe-se dessas coisas: v. nasceu para o insulto - e para o insulto soez, raivoso, o único que merece a pena. E é nesse caminho que deve prosseguir. Sim, não é um caminho fácil e não a invejo. Mas quando li «coitado do al», pérfido, desdenhoso, fatal, ri com gosto. Se fosse seu amigo também não gostava de si. Quer maior justiça?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fc: li agora o comentáuo. É a apóstofre canalha, lisboeta, fadista que apouca, longe de qualquer elegância ou decência.<br />
Nisto é eficaz, é a sua matéria. Quando daí sai  &#8211; naqueles textos de vagares de costureirinha &#8211; o possidonismo vem ao de cima. Deixe-se dessas coisas: v. nasceu para o insulto &#8211; e para o insulto soez, raivoso, o único que merece a pena. E é nesse caminho que deve prosseguir. Sim, não é um caminho fácil e não a invejo. Mas quando li «coitado do al», pérfido, desdenhoso, fatal, ri com gosto. Se fosse seu amigo também não gostava de si. Quer maior justiça?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52253</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 09:32:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3496#comment-52253</guid>
		<description>É evidente que não elucida. Faltou um sequer antes do indiferente.  Sequer à indiferença.
O normativo é um exemplo do que é, na prática e na actuação do dia-a-dia,  a cultura da morte que João Paulo II denunciou, aqui levada a requintes de macabro e de um mau gosto raros. Tem, no entanto, a «vantagem» de nos mostrar como pensam e pensavam aqueles que defendiam o sim. Desde logo, que quem aborta nas condições criadas pelo último referendo aborta, afinal, um filho: é mãe. E e a lei assim a trata, ao dar-lhe um subsídio de maternidade mesmo quando é, como no caso pela morte do seu filho, infligida a pedido. É um pouco perverso mas é o que lá está. É monstruoso, mas mostra, também, tudo o que foi omitido, escamoteado: da despenalização do aborto até ao aborto pago e daí ao subsídio à abortante ainda havia, por estranho que pareça, todo um caminho.
O &quot;viva la muerta&quot; consagrado pelo subsídio socialista, abre, porém, portas para a sindicância do «direito» que queriam postestativo ao aborto, por via da necessidade inalienável do controlo dos recursos públicos.
Já agora, a quem salva uma vida, o que se lhe vai fazer? Mata-se?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É evidente que não elucida. Faltou um sequer antes do indiferente.  Sequer à indiferença.<br />
O normativo é um exemplo do que é, na prática e na actuação do dia-a-dia,  a cultura da morte que João Paulo II denunciou, aqui levada a requintes de macabro e de um mau gosto raros. Tem, no entanto, a «vantagem» de nos mostrar como pensam e pensavam aqueles que defendiam o sim. Desde logo, que quem aborta nas condições criadas pelo último referendo aborta, afinal, um filho: é mãe. E e a lei assim a trata, ao dar-lhe um subsídio de maternidade mesmo quando é, como no caso pela morte do seu filho, infligida a pedido. É um pouco perverso mas é o que lá está. É monstruoso, mas mostra, também, tudo o que foi omitido, escamoteado: da despenalização do aborto até ao aborto pago e daí ao subsídio à abortante ainda havia, por estranho que pareça, todo um caminho.<br />
O &#8220;viva la muerta&#8221; consagrado pelo subsídio socialista, abre, porém, portas para a sindicância do «direito» que queriam postestativo ao aborto, por via da necessidade inalienável do controlo dos recursos públicos.<br />
Já agora, a quem salva uma vida, o que se lhe vai fazer? Mata-se?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52230</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 07:50:54 +0000</pubDate>
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		<description>coitado do al.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>coitado do al.</p>
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		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52201</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 00:24:26 +0000</pubDate>
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		<description>Espero que o Pedro o tenha elucidado, al.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Espero que o Pedro o tenha elucidado, al.</p>
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		<title>Por: Pedro Delgado Alves</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52200</link>
		<dc:creator>Pedro Delgado Alves</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 00:19:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3496#comment-52200</guid>
		<description>A invocação reiterada da ideia de incentivo ao aborto assenta sistematicamente no raciocínio absurdo de que alguém se motivaria a  interromper uma gravidez por saber que existe uma vantagem financeira associada a essa decisão. Trata-se da velha escola da &quot;mulher que decide levianamente&quot;, popularizada pela máxima &quot;o cinema está esgotado, vou fazer um aborto&quot;. Penso ter demonstrado que aquilo que o recente diploma consagra não é qualquer vantagem financeira, mas sim uma compensação pela perda de vencimento que pode ocorrer no período que se segue à intervenção. 

E penso ainda que o comentador AL das 22:23 não terá percebido a referência à indiferença que os opositores da medida transmitem. Essa indiferença a que me refiro é a daqueles que, perante uma nova realidade em que a IVG até às 10 semanas não é ilícita, insistem em continuar a tratar como criminosas as mulheres que interrompem uma gravidez, negando-lhe qualquer tipo de apoio que possa minorar as consequências da sua decisão. 

É ainda a indiferença  de quem acabou por acreditar na sua própria propaganda, recusando reconhecer os objectivos da despenaliação da IVG: tanto repetiram que se trataria de uma liberalização do aborto que acabaram por se convencer disso mesmo, contra todas as evidências. A despenalização até às 10 semanas não representa uma actuação avulsa e isolada, antes se enquadra numa abordagem integrada da saúde sexual e reprodutiva que pretende continuar a produzir efeitos após a intervenção de interrupção da gravidez. 

Neste contexto, qualquer cidadão de boa fé e intelectualmente honesto é capaz de compreender que a natureza do subsídio criado pelo DL  105/2008 nada tem a ver com incentivos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A invocação reiterada da ideia de incentivo ao aborto assenta sistematicamente no raciocínio absurdo de que alguém se motivaria a  interromper uma gravidez por saber que existe uma vantagem financeira associada a essa decisão. Trata-se da velha escola da &#8220;mulher que decide levianamente&#8221;, popularizada pela máxima &#8220;o cinema está esgotado, vou fazer um aborto&#8221;. Penso ter demonstrado que aquilo que o recente diploma consagra não é qualquer vantagem financeira, mas sim uma compensação pela perda de vencimento que pode ocorrer no período que se segue à intervenção. </p>
<p>E penso ainda que o comentador AL das 22:23 não terá percebido a referência à indiferença que os opositores da medida transmitem. Essa indiferença a que me refiro é a daqueles que, perante uma nova realidade em que a IVG até às 10 semanas não é ilícita, insistem em continuar a tratar como criminosas as mulheres que interrompem uma gravidez, negando-lhe qualquer tipo de apoio que possa minorar as consequências da sua decisão. </p>
<p>É ainda a indiferença  de quem acabou por acreditar na sua própria propaganda, recusando reconhecer os objectivos da despenaliação da IVG: tanto repetiram que se trataria de uma liberalização do aborto que acabaram por se convencer disso mesmo, contra todas as evidências. A despenalização até às 10 semanas não representa uma actuação avulsa e isolada, antes se enquadra numa abordagem integrada da saúde sexual e reprodutiva que pretende continuar a produzir efeitos após a intervenção de interrupção da gravidez. </p>
<p>Neste contexto, qualquer cidadão de boa fé e intelectualmente honesto é capaz de compreender que a natureza do subsídio criado pelo DL  105/2008 nada tem a ver com incentivos.</p>
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		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/03/com-a-poeira-assente-vamos-la-ao-decreto-lei-n%c2%ba1052008-por-pedro-delgado-alves/comment-page-1/#comment-52146</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 19:23:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3496#comment-52146</guid>
		<description>Este blog devia era procurar  impor ao governo PS de maioria absoluta -uma ocasião tão boa! -  o casamento homossexual (com possibilidade de comunhão geral de bens).
Creio que o primeiro-ministro não deixará de atender medida tão sensata e tão moderna. 
O subsídio de aborto, por previsível, já não tem graça e basta um lembrete para o revogar. 
Quanto ao autor do post, conviria lembrar que o aborto é um acto ilícito às 10 semanas e um dia, penalemente reprimido, pelo que não há - nem pode haver -  a indiferença apregoada tendo em conta o direito positivo e a unidade do sistema jurídico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este blog devia era procurar  impor ao governo PS de maioria absoluta -uma ocasião tão boa! &#8211;  o casamento homossexual (com possibilidade de comunhão geral de bens).<br />
Creio que o primeiro-ministro não deixará de atender medida tão sensata e tão moderna.<br />
O subsídio de aborto, por previsível, já não tem graça e basta um lembrete para o revogar.<br />
Quanto ao autor do post, conviria lembrar que o aborto é um acto ilícito às 10 semanas e um dia, penalemente reprimido, pelo que não há &#8211; nem pode haver &#8211;  a indiferença apregoada tendo em conta o direito positivo e a unidade do sistema jurídico.</p>
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