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	<title>Comentários em: sequestro dos senhorios, take 2</title>
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		<title>Por: Descongeladas? um toquezito no termostato, e é com sorte&#8230; &#171; Vasco Campilho</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-53142</link>
		<dc:creator>Descongeladas? um toquezito no termostato, e é com sorte&#8230; &#171; Vasco Campilho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 13:44:11 +0000</pubDate>
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		<description>[...] porque as rendas não foram descongeladas? Já não há pachorra para esta conversa. A Fernanda Câncio que responda: a ela o Daniel não dá tanga com [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] porque as rendas não foram descongeladas? Já não há pachorra para esta conversa. A Fernanda Câncio que responda: a ela o Daniel não dá tanga com [...]</p>
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		<title>Por: Pedro K(Costa) Ferreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-52091</link>
		<dc:creator>Pedro K(Costa) Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 15:25:53 +0000</pubDate>
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		<description>Senhora dona Fernanda Maria,

Por favor não se encanite. Se você não quer que eu a trate por tu, tudo bem. Passa a ser você, ou o tratamento mais deferencial que desejar.

Mas já agora três pontos:

1- Na Suécia também todos se tratam por tu. E não é só uma questão linguística (como o &#039;you&#039; dos ingleses). Nos anos 60, havia mesmo uma política social de que toda a gente se tratasse de igiual para igual. (Logo não é só Cuba.)

2- A primeira vez que deixei um comentário neste blogue, há umas semanas (já não sei se foi em comentário a texto teu -- perdão, seu -- ou de outro dos seus colegas) houve um dos teus co-bloguistas que me retorquiu mais ou menos isto (não tenho agora pachorra para ir procurar a transcrição exacta): &quot;Oh Pedro, pára lá de nos tratar por você.  então tu vens a um blogue da &#039;esquerda caviar&#039; (sic) com essas deferências?&quot; E foi assim que passei a dizer &quot;tu&quot;. Já agora entendam-se entre vocês e expliquem à malta que tratamento preferem.

3- Eu pensava que você tinha capacidade de encaixe e estava pronta a retorquir. Quando os argumentos nos enervam, o mal não costuma estar nos argumentos.

Dona Fernanda dixit: &quot;...o respeito pela propriedade privada da esfera afectiva — na qual claramente o não incluo ...&quot; Nem eu a incluo a você na minha esfera afectiva, não tenho esse desejo, nem essa intenção, nem um tratamento por tu o sugeriria.

PS: E como não andámos nas escola juntos, também lhe digo que não gosto que escreva o meu nome em minúsculas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Senhora dona Fernanda Maria,</p>
<p>Por favor não se encanite. Se você não quer que eu a trate por tu, tudo bem. Passa a ser você, ou o tratamento mais deferencial que desejar.</p>
<p>Mas já agora três pontos:</p>
<p>1- Na Suécia também todos se tratam por tu. E não é só uma questão linguística (como o &#8216;you&#8217; dos ingleses). Nos anos 60, havia mesmo uma política social de que toda a gente se tratasse de igiual para igual. (Logo não é só Cuba.)</p>
<p>2- A primeira vez que deixei um comentário neste blogue, há umas semanas (já não sei se foi em comentário a texto teu &#8212; perdão, seu &#8212; ou de outro dos seus colegas) houve um dos teus co-bloguistas que me retorquiu mais ou menos isto (não tenho agora pachorra para ir procurar a transcrição exacta): &#8220;Oh Pedro, pára lá de nos tratar por você.  então tu vens a um blogue da &#8216;esquerda caviar&#8217; (sic) com essas deferências?&#8221; E foi assim que passei a dizer &#8220;tu&#8221;. Já agora entendam-se entre vocês e expliquem à malta que tratamento preferem.</p>
<p>3- Eu pensava que você tinha capacidade de encaixe e estava pronta a retorquir. Quando os argumentos nos enervam, o mal não costuma estar nos argumentos.</p>
<p>Dona Fernanda dixit: &#8220;&#8230;o respeito pela propriedade privada da esfera afectiva — na qual claramente o não incluo &#8230;&#8221; Nem eu a incluo a você na minha esfera afectiva, não tenho esse desejo, nem essa intenção, nem um tratamento por tu o sugeriria.</p>
<p>PS: E como não andámos nas escola juntos, também lhe digo que não gosto que escreva o meu nome em minúsculas.</p>
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	<item>
		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51877</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 22:05:17 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda, continuas a confundir &quot;habitação&quot; com &quot;propriedade privada&quot;, quando eu já expliquei várias vezes (incluindo os motivos) que o que defendo para a habitação não defendo necessariamente para a propriedade privada!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda, continuas a confundir &#8220;habitação&#8221; com &#8220;propriedade privada&#8221;, quando eu já expliquei várias vezes (incluindo os motivos) que o que defendo para a habitação não defendo necessariamente para a propriedade privada!</p>
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	<item>
		<title>Por: jaime roriz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51874</link>
		<dc:creator>jaime roriz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 21:59:22 +0000</pubDate>
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		<description>Filipe Moura, o meu caso é muito mais do que isso. Recebo menos de renda do que aquilo que pago em manutenção do prédio e impostos e não tenho possibilidade de me livrar desse encargo. Note bem a profunda injustiça disto. Sou forçado a subsidiar a velhice da encantadora velhinha - que até tem um diploma em casa a dizer que falou com o papa João Paulo II - e não tenho possibilidade de me livrar desse encargo a não ser, claro, dar a casa à senhora. Se quiser que eu não comente mais (abaixo de um determinado nível não sou capaz de argumentar) diga-me já que a solução é essa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Filipe Moura, o meu caso é muito mais do que isso. Recebo menos de renda do que aquilo que pago em manutenção do prédio e impostos e não tenho possibilidade de me livrar desse encargo. Note bem a profunda injustiça disto. Sou forçado a subsidiar a velhice da encantadora velhinha &#8211; que até tem um diploma em casa a dizer que falou com o papa João Paulo II &#8211; e não tenho possibilidade de me livrar desse encargo a não ser, claro, dar a casa à senhora. Se quiser que eu não comente mais (abaixo de um determinado nível não sou capaz de argumentar) diga-me já que a solução é essa.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51867</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 21:39:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3470#comment-51867</guid>
		<description>ó pedro costa ferreira, vai-me desculpar. pode dizer os disparates todos que entender sobre o que acha que eu penso ou deixo de pensar ou descubro ou deixo de descobrir. mas como não o conheço de nenhum lado, vai fazer o favor de deixar de me tratar como se tivéssemos andado na escola, pode ser? creio que é em cuba e sítios quejandos, para além das conversas do chavez, que a malta se trata toda por tu. não sei se os seus estudos capitalistas incluem o respeito pela propriedade privada da esfera afectiva -- na qual claramente o não incluo -- mas vai sempre a tempo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ó pedro costa ferreira, vai-me desculpar. pode dizer os disparates todos que entender sobre o que acha que eu penso ou deixo de pensar ou descubro ou deixo de descobrir. mas como não o conheço de nenhum lado, vai fazer o favor de deixar de me tratar como se tivéssemos andado na escola, pode ser? creio que é em cuba e sítios quejandos, para além das conversas do chavez, que a malta se trata toda por tu. não sei se os seus estudos capitalistas incluem o respeito pela propriedade privada da esfera afectiva &#8212; na qual claramente o não incluo &#8212; mas vai sempre a tempo.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51859</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 21:32:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3470#comment-51859</guid>
		<description>filipe, esta tua frase &#039;É espantoso como não pensas na fabulosa benesse que é ser dono de prédios inteiros. Uma benesse que dura, dura, dura, há muito mais tempo que as rendas congeladas&#039; é tão tão espantosa que nem sei por onde começar. &#039;fabulosa benesse&#039;? benesse de quê, de quem? dura dura? a benesse? por favor, filipe. quanto mais antigo o prédio maior o prejuízo causado pelas rendas congeladas. se for novo não teve esse problema de certeza. 

de facto, não podias ter dado mais corpo e motivo para a observação que fiz sobre quem vê a propriedade privada como um roubo e todos os senhorios como senhores feudais. não sei em que mundo vives, mas não há-de ser no mesmo que eu conheço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>filipe, esta tua frase &#8216;É espantoso como não pensas na fabulosa benesse que é ser dono de prédios inteiros. Uma benesse que dura, dura, dura, há muito mais tempo que as rendas congeladas&#8217; é tão tão espantosa que nem sei por onde começar. &#8216;fabulosa benesse&#8217;? benesse de quê, de quem? dura dura? a benesse? por favor, filipe. quanto mais antigo o prédio maior o prejuízo causado pelas rendas congeladas. se for novo não teve esse problema de certeza. </p>
<p>de facto, não podias ter dado mais corpo e motivo para a observação que fiz sobre quem vê a propriedade privada como um roubo e todos os senhorios como senhores feudais. não sei em que mundo vives, mas não há-de ser no mesmo que eu conheço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro K(Costa) Ferreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51825</link>
		<dc:creator>Pedro K(Costa) Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 17:00:17 +0000</pubDate>
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		<description>Aos poucos, Fernanda Maria, vais descobrindo as virtudes do capitalismo e as ineficiências (e até mesmo iniquidades) de todas as formas (especialmente as bem-intencionadas) de restringir as liberdades económicas, ou seja de todas as formas de socialismo.

Está na hora de ir ler o &#039;Caminho da Servidão&#039; de Hayek.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aos poucos, Fernanda Maria, vais descobrindo as virtudes do capitalismo e as ineficiências (e até mesmo iniquidades) de todas as formas (especialmente as bem-intencionadas) de restringir as liberdades económicas, ou seja de todas as formas de socialismo.</p>
<p>Está na hora de ir ler o &#8216;Caminho da Servidão&#8217; de Hayek.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JPG</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51823</link>
		<dc:creator>JPG</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 16:54:23 +0000</pubDate>
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		<description>«(...) houve aumentos de rendas em bairros sociais que ultrapassarem os 150 (cento e cinquenta) por cento.»
Comentário de al 
Data: 1 Julho 2008, 17:53

Renda antiga, 10 € (uma ninharia); renda actual, 25 € (uma ridicularia); aumento da renda, 150% (uma enormidade). 
Há coisas fantásticas, não há? Há, pois, uma delas é a demagogia à percentagem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«(&#8230;) houve aumentos de rendas em bairros sociais que ultrapassarem os 150 (cento e cinquenta) por cento.»<br />
Comentário de al<br />
Data: 1 Julho 2008, 17:53</p>
<p>Renda antiga, 10 € (uma ninharia); renda actual, 25 € (uma ridicularia); aumento da renda, 150% (uma enormidade).<br />
Há coisas fantásticas, não há? Há, pois, uma delas é a demagogia à percentagem.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51822</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 16:49:28 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda, se não te importas respondo-te aqui a um comentário do outro texto.

&quot;esta ideia de que propriedade privada é ‘um roubo’ é demasiado estúpida para merecer resposta. o problema é quando essa estupidez é institucional.&quot;

Podes pensar o que quiseres das minhas ideias. Mas por favor não as distorças. Eu não me referia evidentemente a todo e qualquer tipo de propriedade privada: referia-me simplesmente à habitação, algo que, como já referi três vezes, &quot;é um bem finito que não deve ser açambarcado&quot;. A não ser que queiramos cobrir o planeta de prédios... A habitação não é um bem de consumo.
Creio que isto também responde a PJMODM. Eu não sou contra a casa privada, desde que seja para o próprio habitar. Quanto muito alugar um apartamento que não se quer ou não se pode vender (é o caso do Jaime Roriz), o que é diferente de possuir e alugar PRÉDIOS!

Às pessoas a quem isto faz tanta confusão, eu posso perguntar-lhes o que pensam da reforma agrária? &quot;A terra a quem a trabalha&quot; e coisa e tal? Eu julgava que era uma causa aceite pela esquerda em geral, mas se calhar estou enganado. E, como já disse, um latifundiário (que dê um uso produtivo à sua terra) apesar de tudo tem mais do meu respeito que um senhorio.

&quot;pessoas que há 40 anos foram viver para uma casa com uma renda média ou mesmo elevada (o que significa que tinham posses para tal) e receberam de salazar e depois do estado democrático a fabulosa benesse de uma renda congelada. há coisas fantásticas. e que duram, duram.&quot;

É espantoso como não pensas na fabulosa benesse que é ser dono de prédios inteiros. Uma benesse que dura, dura, dura, há muito mais tempo que as rendas congeladas. Uma benesse herdeira dos tempos do feudalismo. Como é que uma republicana como tu consegue defender tal coisa, Fernanda?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda, se não te importas respondo-te aqui a um comentário do outro texto.</p>
<p>&#8220;esta ideia de que propriedade privada é ‘um roubo’ é demasiado estúpida para merecer resposta. o problema é quando essa estupidez é institucional.&#8221;</p>
<p>Podes pensar o que quiseres das minhas ideias. Mas por favor não as distorças. Eu não me referia evidentemente a todo e qualquer tipo de propriedade privada: referia-me simplesmente à habitação, algo que, como já referi três vezes, &#8220;é um bem finito que não deve ser açambarcado&#8221;. A não ser que queiramos cobrir o planeta de prédios&#8230; A habitação não é um bem de consumo.<br />
Creio que isto também responde a PJMODM. Eu não sou contra a casa privada, desde que seja para o próprio habitar. Quanto muito alugar um apartamento que não se quer ou não se pode vender (é o caso do Jaime Roriz), o que é diferente de possuir e alugar PRÉDIOS!</p>
<p>Às pessoas a quem isto faz tanta confusão, eu posso perguntar-lhes o que pensam da reforma agrária? &#8220;A terra a quem a trabalha&#8221; e coisa e tal? Eu julgava que era uma causa aceite pela esquerda em geral, mas se calhar estou enganado. E, como já disse, um latifundiário (que dê um uso produtivo à sua terra) apesar de tudo tem mais do meu respeito que um senhorio.</p>
<p>&#8220;pessoas que há 40 anos foram viver para uma casa com uma renda média ou mesmo elevada (o que significa que tinham posses para tal) e receberam de salazar e depois do estado democrático a fabulosa benesse de uma renda congelada. há coisas fantásticas. e que duram, duram.&#8221;</p>
<p>É espantoso como não pensas na fabulosa benesse que é ser dono de prédios inteiros. Uma benesse que dura, dura, dura, há muito mais tempo que as rendas congeladas. Uma benesse herdeira dos tempos do feudalismo. Como é que uma republicana como tu consegue defender tal coisa, Fernanda?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: PJMODM</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51763</link>
		<dc:creator>PJMODM</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 09:08:21 +0000</pubDate>
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		<description>Concordando com o sentido do texto, eis mais um tema em que convém não confundir pressupostos ideológicos com todas as vias de regulação social, importa acrescentar, a propósito do argumento constitucional:
1- Os direitos sociais, como o direito à habitação, num Estado de direito são oponíveis ao Estado, não o são a particulares;
2- Confundir o direito à habitação com o direito a usar a propriedade alheia a custo simbólico é o mesmo confundir o direito à vida e à saúde (aquele um direito fundamental de 1ª geração) com o direito a levantar da farmácia os medicamentos;
3- De qualquer modo quem entende que o direito de propriedade dos senhorios deve ceder em face do direito à habitação de quem não tem casa deve ser coerente e alargar a todos os proprietários do bem em causa, imóveis com condições para habitação.

PS- Não sou senhorio, tenho casa própria e quanto aos pontos de partida ideológicos, em Portugal não sei mas de acordo com os padrões de referência dos EUA sou etiquetado como de esquerda liberal, ou comunitarista em matérias socio-económicas e liberal em política.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordando com o sentido do texto, eis mais um tema em que convém não confundir pressupostos ideológicos com todas as vias de regulação social, importa acrescentar, a propósito do argumento constitucional:<br />
1- Os direitos sociais, como o direito à habitação, num Estado de direito são oponíveis ao Estado, não o são a particulares;<br />
2- Confundir o direito à habitação com o direito a usar a propriedade alheia a custo simbólico é o mesmo confundir o direito à vida e à saúde (aquele um direito fundamental de 1ª geração) com o direito a levantar da farmácia os medicamentos;<br />
3- De qualquer modo quem entende que o direito de propriedade dos senhorios deve ceder em face do direito à habitação de quem não tem casa deve ser coerente e alargar a todos os proprietários do bem em causa, imóveis com condições para habitação.</p>
<p>PS- Não sou senhorio, tenho casa própria e quanto aos pontos de partida ideológicos, em Portugal não sei mas de acordo com os padrões de referência dos EUA sou etiquetado como de esquerda liberal, ou comunitarista em matérias socio-económicas e liberal em política.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51757</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 08:37:53 +0000</pubDate>
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		<description>A este artigo, a Fernanda deveria acrescentar que muitos dos bairros sociais construídos pelo Estado estão num estado decrépito. Não têm qualquer manutenção. O Estado não é melhor senhorio do que muitos privados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A este artigo, a Fernanda deveria acrescentar que muitos dos bairros sociais construídos pelo Estado estão num estado decrépito. Não têm qualquer manutenção. O Estado não é melhor senhorio do que muitos privados.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51756</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 08:35:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3470#comment-51756</guid>
		<description>al, existe e está bem vivo o mercado de arrendamento em Portugal. Vá a qualquer imobiliária e confirme. Ou leia os anúncios num jornal. Apartamentos para alugar não faltam. Naturalmente que a qualidade desses apartamentos, as rendas pedidas, e a seriedade dos senhorios, são variáveis. Mas é absolutamente falso dizer que não há mercado, que há falta de apartamentos para alugar. Quem quiser alugar um apartamento não tem qualquer dificuldade em encontrar uma variedade deles disponível.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>al, existe e está bem vivo o mercado de arrendamento em Portugal. Vá a qualquer imobiliária e confirme. Ou leia os anúncios num jornal. Apartamentos para alugar não faltam. Naturalmente que a qualidade desses apartamentos, as rendas pedidas, e a seriedade dos senhorios, são variáveis. Mas é absolutamente falso dizer que não há mercado, que há falta de apartamentos para alugar. Quem quiser alugar um apartamento não tem qualquer dificuldade em encontrar uma variedade deles disponível.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Edie Falco</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51719</link>
		<dc:creator>Edie Falco</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 23:46:53 +0000</pubDate>
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		<description>Enquanto houver esta constituição comunista em Portugal, é tudo a fingir que tem casas, que arrenda casas, que cobra, que paga...

Os senhorios deviam fazer um 25 de Abril.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto houver esta constituição comunista em Portugal, é tudo a fingir que tem casas, que arrenda casas, que cobra, que paga&#8230;</p>
<p>Os senhorios deviam fazer um 25 de Abril.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Clara</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51713</link>
		<dc:creator>Clara</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 23:04:56 +0000</pubDate>
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		<description>Amor &amp; uma cabana. O love habita no outro post. Distraídos ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amor &amp; uma cabana. O love habita no outro post. Distraídos &#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Sérgio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51703</link>
		<dc:creator>Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 22:05:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3470#comment-51703</guid>
		<description>Eu conheço diversos casos de casais cujo rendimento conjunto não ultrapassa os 900 euros e que pagam rendas de 400 a 550. Mas infelizmente, como não quiseram construir uma barraca em algum bairro de lata, não têm direito à tal habitação social.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu conheço diversos casos de casais cujo rendimento conjunto não ultrapassa os 900 euros e que pagam rendas de 400 a 550. Mas infelizmente, como não quiseram construir uma barraca em algum bairro de lata, não têm direito à tal habitação social.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51691</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 21:39:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3470#comment-51691</guid>
		<description>Coisas muito simples e que toda a gente sabe: 1) Quem não pagar o empréstimo que está garantido pela hipoteca vai para a rua e fica sem a casa. 2) O governo português nada pode, mesmo remotamente, contra isso. 3) Idem, em relação à taxa de juro, totalmente fora da alçada do governo de Lisboa. 4) Os bancos não são instituições de misericórdia - nem misericordiosos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Coisas muito simples e que toda a gente sabe: 1) Quem não pagar o empréstimo que está garantido pela hipoteca vai para a rua e fica sem a casa. 2) O governo português nada pode, mesmo remotamente, contra isso. 3) Idem, em relação à taxa de juro, totalmente fora da alçada do governo de Lisboa. 4) Os bancos não são instituições de misericórdia &#8211; nem misericordiosos.</p>
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		<title>Por: jaime roriz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51686</link>
		<dc:creator>jaime roriz</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 21:23:03 +0000</pubDate>
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		<description>Al, pelas alminhas de quem lá tem deixe o direito romano (assim com minusculas) lá morto e enterrado onde ele está há imenso tempo e não o traga para aqui para não comçarmos todos a vomitar. Se quiser discutir o tal do dto romando por favor leia António Hespanha ou melgue-me à vontade para ( correio@jaimeroriz.com ) e não aborreça (de morte) os pobres desgraçados que aqui vieram incautamente parar.

Mas a intenção deste comentário é dar-lhe uma enorme novidade. EXISTE UM FORTE E CRESCENTE MERCADO DE ARRENDAMENTO EM PORTUGAL. Por alguma razão o al terá (talvez) parado no tempo e não se apercebeu disso mas existe :-) (Cheers!)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Al, pelas alminhas de quem lá tem deixe o direito romano (assim com minusculas) lá morto e enterrado onde ele está há imenso tempo e não o traga para aqui para não comçarmos todos a vomitar. Se quiser discutir o tal do dto romando por favor leia António Hespanha ou melgue-me à vontade para ( <a href="mailto:&#x63;&#x6f;&#x72;&#x72;&#x65;&#x69;&#x6f;&#x40;&#x6a;&#x61;&#x69;&#x6d;&#x65;&#x72;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x7a;&#x2e;&#x63;&#x6f;&#x6d;"><span class="oe_textdirection">&#x6d;&#x6f;&#x63;&#x2e;&#x7a;&#x69;&#x72;&#x6f;&#x72;&#x65;&#x6d;&#x69;&#x61;&#x6a;<span class="oe_displaynone">null</span>&#x40;&#x6f;&#x69;&#x65;&#x72;&#x72;&#x6f;&#x63;</span></a> ) e não aborreça (de morte) os pobres desgraçados que aqui vieram incautamente parar.</p>
<p>Mas a intenção deste comentário é dar-lhe uma enorme novidade. EXISTE UM FORTE E CRESCENTE MERCADO DE ARRENDAMENTO EM PORTUGAL. Por alguma razão o al terá (talvez) parado no tempo e não se apercebeu disso mas existe <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  (Cheers!)</p>
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		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/07/01/sequestro-dos-senhorios-take-2/comment-page-1/#comment-51646</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 16:53:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3470#comment-51646</guid>
		<description>O actual regime do arrendamento social permite a indexação da renda aos rendimentos dos inquilinos o que não sucede no arrendamento normal.
Quando da transição de regimes dos arrendamento social (operada por um decreto de um governo socialista, creio mas sem certeza) houve aumentos de rendas em bairros sociais que ultrapassarem os 150 (cento e cinquenta) por cento.
De qualquer modo, dado que o mercado de arrendamento não existe, o problema da habitação já em muito pouco passa pelo velho &quot;problema do arrendamento&quot; e está hoje muito longe do controlo do governo português: quem não pagar ao banco, verá a sua casa vendida em hasta pública, depois de executada a hipoteca. 
Qualquer sugestão de que não seja assim constituiria uma intromissão nas garantias gerais dos contratos, com normas que vêm do direito romano. Qualquer ténue suspeita de veleidades nesse sentido (o que provocaria o colapso da banca portuguesa e dificuladades aos credores internacionais dela, provocaria o despejo sumário de qualquer primeiro-ministro português.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O actual regime do arrendamento social permite a indexação da renda aos rendimentos dos inquilinos o que não sucede no arrendamento normal.<br />
Quando da transição de regimes dos arrendamento social (operada por um decreto de um governo socialista, creio mas sem certeza) houve aumentos de rendas em bairros sociais que ultrapassarem os 150 (cento e cinquenta) por cento.<br />
De qualquer modo, dado que o mercado de arrendamento não existe, o problema da habitação já em muito pouco passa pelo velho &#8220;problema do arrendamento&#8221; e está hoje muito longe do controlo do governo português: quem não pagar ao banco, verá a sua casa vendida em hasta pública, depois de executada a hipoteca.<br />
Qualquer sugestão de que não seja assim constituiria uma intromissão nas garantias gerais dos contratos, com normas que vêm do direito romano. Qualquer ténue suspeita de veleidades nesse sentido (o que provocaria o colapso da banca portuguesa e dificuladades aos credores internacionais dela, provocaria o despejo sumário de qualquer primeiro-ministro português.</p>
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