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	<title>Comentários em: mais do mesmo</title>
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		<title>Por: sofia quintana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-86859</link>
		<dc:creator>sofia quintana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 12:18:07 +0000</pubDate>
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		<description>A Fernanda Câncio dá muitas razões, mas não tem razão. Porquê? Porque o ser humano não está feito para tão pouco, para tão baixo. Qualquer pessoa com sinceridade sabe que as relações homossexuais podem &quot;saber&quot; muito bem, como aliás a droga, mas são totalmente aviltantes. E não admira que a maior parte dos psiquiatras as defenda. Entre os homossexuais sabem que têm sempre clientela. Tenho é pena que em vez de se investir no tratamento de pessoas com desvios de personalidade se invista tempo e dinheiro a fingir que está tudo bem. Não está tudo bem!Não vale tudo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Fernanda Câncio dá muitas razões, mas não tem razão. Porquê? Porque o ser humano não está feito para tão pouco, para tão baixo. Qualquer pessoa com sinceridade sabe que as relações homossexuais podem &#8220;saber&#8221; muito bem, como aliás a droga, mas são totalmente aviltantes. E não admira que a maior parte dos psiquiatras as defenda. Entre os homossexuais sabem que têm sempre clientela. Tenho é pena que em vez de se investir no tratamento de pessoas com desvios de personalidade se invista tempo e dinheiro a fingir que está tudo bem. Não está tudo bem!Não vale tudo!</p>
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		<title>Por: Hélder</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-86643</link>
		<dc:creator>Hélder</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 00:59:27 +0000</pubDate>
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		<description>Jurista Isabel Moreira: espectacular! :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jurista Isabel Moreira: espectacular! <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-86567</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 14:30:42 +0000</pubDate>
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		<description>Ontém assisti também ao &quot;Prós e Contras&quot;. Tenho que dizer que fiquei chocada com a atitude do público, com a sua falta de respeito pelos defensores do sim. Como disse a Dra Isabel Moreira, (obrigada Dra) -  vocês, também vão ter amigos, irmãos, filhos, sobrinhos, colegas gays.. querem negar-lhes  os direitos que voces próprios já têm? eu acrescento..vocês, se ainda não têm o conhecimento de no vosso nucleo de amigos, primos, irmãos, colegas, de alguns deles serem gays.. be afraid..nem o vosso núcleo confia em vocês. Talvez seja altura de repensar o eu em vez de rebater o tu!
Bem, parece-me que sou também..enfim..uma menina.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ontém assisti também ao &#8220;Prós e Contras&#8221;. Tenho que dizer que fiquei chocada com a atitude do público, com a sua falta de respeito pelos defensores do sim. Como disse a Dra Isabel Moreira, (obrigada Dra) &#8211;  vocês, também vão ter amigos, irmãos, filhos, sobrinhos, colegas gays.. querem negar-lhes  os direitos que voces próprios já têm? eu acrescento..vocês, se ainda não têm o conhecimento de no vosso nucleo de amigos, primos, irmãos, colegas, de alguns deles serem gays.. be afraid..nem o vosso núcleo confia em vocês. Talvez seja altura de repensar o eu em vez de rebater o tu!<br />
Bem, parece-me que sou também..enfim..uma menina.</p>
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	<item>
		<title>Por: Marta</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-86510</link>
		<dc:creator>Marta</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 00:28:02 +0000</pubDate>
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		<description>Ao assistir ao debate de hoje da RTP (Prós e Contras), e ao brilhante desempenho de Isabel Moreira, acabei por vir ter a este site. Para além de dar os parabéns a Fernanda Câncio pelo seu excelente texto, gostava de deixar uma pequena nota: o vício sexista dos homens que aqui se manifestaram contra o casamento entre homesexuais (nomeadamente, The Studio e PKS) em descredibilizar a seriedade e competência profissional de ambas trantando-as como &#039;meninas&#039; Sem querer mudar o rumo deste (já antigo) debate, não podia deixar de notar este vício, a que tenho assistido na minha própria vida profissional ao defender os direitos de outras &#039;minorias&#039;. A menina, Marta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao assistir ao debate de hoje da RTP (Prós e Contras), e ao brilhante desempenho de Isabel Moreira, acabei por vir ter a este site. Para além de dar os parabéns a Fernanda Câncio pelo seu excelente texto, gostava de deixar uma pequena nota: o vício sexista dos homens que aqui se manifestaram contra o casamento entre homesexuais (nomeadamente, The Studio e PKS) em descredibilizar a seriedade e competência profissional de ambas trantando-as como &#8216;meninas&#8217; Sem querer mudar o rumo deste (já antigo) debate, não podia deixar de notar este vício, a que tenho assistido na minha própria vida profissional ao defender os direitos de outras &#8216;minorias&#8217;. A menina, Marta.</p>
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		<title>Por: Ricardo Santos Pinto</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-51126</link>
		<dc:creator>Ricardo Santos Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 15:50:42 +0000</pubDate>
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		<description>«As pessoas feias, por exemplo, devem poder andar na rua misturadas com as bonitas.»

Como diria o célebre produtor brasileiro do Big Show SIC (falta-me agora o nome), as mulheres feias deviam ser proibidas de fazer televisão. Radio sim, mas televisão não!

The Studio,

Continuo a não perceber por que razão o Estado tem o direito de permitir casamentos entre pessoas de sexo diferente se o proibe a pessoas do mesmo sexo. Cá para mim, o Estado nem devia ter nada a ver com isso - nem sequer devia estar ligado a casamentos - mas se permite a umns, tem de permiti-los a todos, gays incluidos. 
Continuo a não perceceber por que razão o casamento de dois gays incomoda quem não é gay. Querem casar, que casem! Por que razão ma felcidiade de uns incomoda os outros?

a maior parte dos gays se calhar nem quer casar. Mass se quiser, o que é que isso importa aos outros?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«As pessoas feias, por exemplo, devem poder andar na rua misturadas com as bonitas.»</p>
<p>Como diria o célebre produtor brasileiro do Big Show SIC (falta-me agora o nome), as mulheres feias deviam ser proibidas de fazer televisão. Radio sim, mas televisão não!</p>
<p>The Studio,</p>
<p>Continuo a não perceber por que razão o Estado tem o direito de permitir casamentos entre pessoas de sexo diferente se o proibe a pessoas do mesmo sexo. Cá para mim, o Estado nem devia ter nada a ver com isso &#8211; nem sequer devia estar ligado a casamentos &#8211; mas se permite a umns, tem de permiti-los a todos, gays incluidos.<br />
Continuo a não perceceber por que razão o casamento de dois gays incomoda quem não é gay. Querem casar, que casem! Por que razão ma felcidiade de uns incomoda os outros?</p>
<p>a maior parte dos gays se calhar nem quer casar. Mass se quiser, o que é que isso importa aos outros?</p>
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	<item>
		<title>Por: The Studio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-51097</link>
		<dc:creator>The Studio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 13:04:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-51097</guid>
		<description>A Fernanda acha que um cidadão deve poder ser ele a decidir o que fazer ou não fazer na sua vida privada. Eu também acho. Só que o &quot;casamento gay&quot; não evolve apenas o par de pombinhos, envolve também o Estado e assim toda a sociedade. Neste caso, a sociedade tem uma palavra a dizer.
Acho muito bem que os pares de gays vivam em união de facto. Não chamem é o Estado ao barulho.


&quot;comparar a questão do aborto com a do casamento gay demonstra bem o estado de confusão&quot;

Então, qual dos dois não é essencialmente uma questão ética?



&quot;fez questão de dizer, que o embrião é uma ‘vida humana’ e como tal deve ser ‘inviolável’ de acordo com a constuituição&quot;

Esclareça-me por favor: O embrião humano não está vivo ou não é humano? É claro que a despenalização do aborto é inconstuticional, mas a constituição não é perfeita e não é por algo estar na constituição que passa de imediato a ser correcto do ponto de vista ético. Além disso, o recurso à constituição para legitimar os casamentos gay parece-me um tanto rebuscado. Qualquer gay tem o direito de se casar com uma pessoa do sexo oposto e constituir família tal como qualquer heterossexual. Se não o faz por opção própria, não é problema da constituição.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Fernanda acha que um cidadão deve poder ser ele a decidir o que fazer ou não fazer na sua vida privada. Eu também acho. Só que o &#8220;casamento gay&#8221; não evolve apenas o par de pombinhos, envolve também o Estado e assim toda a sociedade. Neste caso, a sociedade tem uma palavra a dizer.<br />
Acho muito bem que os pares de gays vivam em união de facto. Não chamem é o Estado ao barulho.</p>
<p>&#8220;comparar a questão do aborto com a do casamento gay demonstra bem o estado de confusão&#8221;</p>
<p>Então, qual dos dois não é essencialmente uma questão ética?</p>
<p>&#8220;fez questão de dizer, que o embrião é uma ‘vida humana’ e como tal deve ser ‘inviolável’ de acordo com a constuituição&#8221;</p>
<p>Esclareça-me por favor: O embrião humano não está vivo ou não é humano? É claro que a despenalização do aborto é inconstuticional, mas a constituição não é perfeita e não é por algo estar na constituição que passa de imediato a ser correcto do ponto de vista ético. Além disso, o recurso à constituição para legitimar os casamentos gay parece-me um tanto rebuscado. Qualquer gay tem o direito de se casar com uma pessoa do sexo oposto e constituir família tal como qualquer heterossexual. Se não o faz por opção própria, não é problema da constituição.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: f.</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-51074</link>
		<dc:creator>f.</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 10:58:59 +0000</pubDate>
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		<description>o the studio acha que &#039;qualquer pessoa pode dizer em consciência se considera aceitável o casamento gay&#039;. eu também acho. e por aí fora. qualquer pessoa pode dizer em consciência se acha que as pessoas feias, por exemplo, devem poder andar na rua misturadas com as bonitas (não esquecendo, evidentemente, o quão subjectivo é o conceito de fealdade e de beleza). a questão é se qualquer pessoa tem, em consciência, o direito de decidir pelas pessoas feias -- e pelas bonitas -- o que podem ou não fazer, tanto mais que o que podem ou não fazer não pode, neste caso, ser considerado como tendo alguma relação necessária e suficiente sobre a tal pessoa e a vida em sociedade para que essa pessoa tenha o direito de um pronunciamento com efeitos práticos e definitivos. de resto, comparar a questão do aborto com a do casamento gay demonstra bem o estado de confusão do the studio. é que parece que para o the studio, de repente, a única coisa que conta, seja qual o valor em presença, é a opinião da maioria. ora para quem considera, como já inúmeras vezes aqui fez questão de dizer, que o embrião é uma &#039;vida humana&#039; e como tal deve ser &#039;inviolável&#039; de acordo com a constuituição, está a ir por um caminho suicidário -- o de considerar que valores fundamentais vogam ao sabor da vontade das maiorias. as piruetas éticas que para aqui se vêem, deus. tem lido as encíclicas papais ultimamente, the studio? descobriria que existe nelas o conceito da &#039;tirania democrática&#039;. muito interessante, ler. em geral geral e em particular. devia experimentar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o the studio acha que &#8216;qualquer pessoa pode dizer em consciência se considera aceitável o casamento gay&#8217;. eu também acho. e por aí fora. qualquer pessoa pode dizer em consciência se acha que as pessoas feias, por exemplo, devem poder andar na rua misturadas com as bonitas (não esquecendo, evidentemente, o quão subjectivo é o conceito de fealdade e de beleza). a questão é se qualquer pessoa tem, em consciência, o direito de decidir pelas pessoas feias &#8212; e pelas bonitas &#8212; o que podem ou não fazer, tanto mais que o que podem ou não fazer não pode, neste caso, ser considerado como tendo alguma relação necessária e suficiente sobre a tal pessoa e a vida em sociedade para que essa pessoa tenha o direito de um pronunciamento com efeitos práticos e definitivos. de resto, comparar a questão do aborto com a do casamento gay demonstra bem o estado de confusão do the studio. é que parece que para o the studio, de repente, a única coisa que conta, seja qual o valor em presença, é a opinião da maioria. ora para quem considera, como já inúmeras vezes aqui fez questão de dizer, que o embrião é uma &#8216;vida humana&#8217; e como tal deve ser &#8216;inviolável&#8217; de acordo com a constuituição, está a ir por um caminho suicidário &#8212; o de considerar que valores fundamentais vogam ao sabor da vontade das maiorias. as piruetas éticas que para aqui se vêem, deus. tem lido as encíclicas papais ultimamente, the studio? descobriria que existe nelas o conceito da &#8216;tirania democrática&#8217;. muito interessante, ler. em geral geral e em particular. devia experimentar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: The Studio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-51010</link>
		<dc:creator>The Studio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 21:49:14 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Um exemplo pequenino, do dia-a-dia. 75% da população (ou mais) é contra o aumento dos impostos. Aumentá-los é violação das mais elementares regras democráticas?&quot;

Ricardo, questões como o aborto e o casamento gay são questões éticas. Qualquer pessoa pode dizer em consciência se considera tais práticas aceitáveis ou não. Aumentar os impostos é um acto de gestão política de consequências secundárias e que requer conhecimentos específicos e o conhecimento de muitas variáveis para que a decisão possa ser tomada. Não é assunto facilmente referendável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Um exemplo pequenino, do dia-a-dia. 75% da população (ou mais) é contra o aumento dos impostos. Aumentá-los é violação das mais elementares regras democráticas?&#8221;</p>
<p>Ricardo, questões como o aborto e o casamento gay são questões éticas. Qualquer pessoa pode dizer em consciência se considera tais práticas aceitáveis ou não. Aumentar os impostos é um acto de gestão política de consequências secundárias e que requer conhecimentos específicos e o conhecimento de muitas variáveis para que a decisão possa ser tomada. Não é assunto facilmente referendável.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: cristã</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-51005</link>
		<dc:creator>cristã</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 20:52:27 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Caso ainda não tenhas percebido, o casamento não é um contrato com o Estado. Não é entre o José, a Fernanda e o Estado&quot;.

Pedro K (costa) Ferreira - onde é que eu disse que o casamento era um contrato com o Estado? Tenha lá paciência mas já não há pachora para truques fáceis e desconversas destas. Boa noite.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Caso ainda não tenhas percebido, o casamento não é um contrato com o Estado. Não é entre o José, a Fernanda e o Estado&#8221;.</p>
<p>Pedro K (costa) Ferreira &#8211; onde é que eu disse que o casamento era um contrato com o Estado? Tenha lá paciência mas já não há pachora para truques fáceis e desconversas destas. Boa noite.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro K(Costa) Ferreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50975</link>
		<dc:creator>Pedro K(Costa) Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 17:46:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50975</guid>
		<description>Querida cristã,

Obrigado por me responderes em nome da Fernanda Maria. (Espero que ela te agradeça também e te pague honorários de representação.) 

Qual é afinal o objetivo do casamento homosexual? Não é serem felizes? Não é terem um contrato de plena comunhão de vida? Não é constituírem família de papel passado?  Não é afirmação pública da sua relação?

Que mais queres acrescentar à lista de objetivos? A qual desses é que um contrato de comunhão de vida não resolve?

Diz a Fernanda Maria &quot;qualquer outra forma ... será uma indecente manutenção da discriminação&quot; Porventura a discriminação e o preconceito desaparecem por os gajos e as gajas casarem entre si? Desapareceram na Bélgica e na Holanda e na Espanha. Santa ingenuidade. 

Perguntas-me tu querida cristã &quot;para quê fazer “contratos específicos” que distingam de acordo com a orientação sexual se estamos falar de cidadãos portugueses que têm exactamente os mesmos deveres perante o Estado?&quot;

Como tu és uma rapariga simpática eu respondo-te simpaticamente: O Estado nada tem a ver com isto. Com o casamento, o Estado limitou-se a tipificar um dos muitos contratos de vida em comum possíveis. Mas o Estado não tem de andar a fazer contratos-tipo que deem para todas as situações. Caso ainda não tenhas percebido, o casamento não é um contrato com o Estado. Não é entre o José, a Fernanda e o Estado. É entre o José e a Fernanda, ponto final.

As únicas peculiaridades que o Estado dá aos casmento enquanto contrato tipificado é a obrigação de publicidade (mas nada impede que a Maria e a Manuela não publicitem o seu contrato de vida em comum), e uma série de restrições (por exemplo de haver uma obrigação de exclusividade). E umas coisas de segurança social, impostos e arrendamentos que, essas sim deveriam ser inconstitucionais.

O problema é que a comunidade homosexual utiliza este caso para propagandear contra a discriminação. Pois que propagandeiem à vontade que eu até junto a minha voz à deles, mas o contrato de tipificado de vida em comum que existe no código civil e que se chama casamento, a bem ver, nada tem a ver com isto.

Antes do casamento civil já existia o religioso. Do casamento religioso não curamos agora nós. Mas começo a dar razão aos (ateus, laicos e eclesiásticos) que dizem que o casamento civil nem sequer deveria existir. Cada um que faça os contratos que quiser e não precisamos do Estado a dar-nos a minuta do contrato a assinar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querida cristã,</p>
<p>Obrigado por me responderes em nome da Fernanda Maria. (Espero que ela te agradeça também e te pague honorários de representação.) </p>
<p>Qual é afinal o objetivo do casamento homosexual? Não é serem felizes? Não é terem um contrato de plena comunhão de vida? Não é constituírem família de papel passado?  Não é afirmação pública da sua relação?</p>
<p>Que mais queres acrescentar à lista de objetivos? A qual desses é que um contrato de comunhão de vida não resolve?</p>
<p>Diz a Fernanda Maria &#8220;qualquer outra forma &#8230; será uma indecente manutenção da discriminação&#8221; Porventura a discriminação e o preconceito desaparecem por os gajos e as gajas casarem entre si? Desapareceram na Bélgica e na Holanda e na Espanha. Santa ingenuidade. </p>
<p>Perguntas-me tu querida cristã &#8220;para quê fazer “contratos específicos” que distingam de acordo com a orientação sexual se estamos falar de cidadãos portugueses que têm exactamente os mesmos deveres perante o Estado?&#8221;</p>
<p>Como tu és uma rapariga simpática eu respondo-te simpaticamente: O Estado nada tem a ver com isto. Com o casamento, o Estado limitou-se a tipificar um dos muitos contratos de vida em comum possíveis. Mas o Estado não tem de andar a fazer contratos-tipo que deem para todas as situações. Caso ainda não tenhas percebido, o casamento não é um contrato com o Estado. Não é entre o José, a Fernanda e o Estado. É entre o José e a Fernanda, ponto final.</p>
<p>As únicas peculiaridades que o Estado dá aos casmento enquanto contrato tipificado é a obrigação de publicidade (mas nada impede que a Maria e a Manuela não publicitem o seu contrato de vida em comum), e uma série de restrições (por exemplo de haver uma obrigação de exclusividade). E umas coisas de segurança social, impostos e arrendamentos que, essas sim deveriam ser inconstitucionais.</p>
<p>O problema é que a comunidade homosexual utiliza este caso para propagandear contra a discriminação. Pois que propagandeiem à vontade que eu até junto a minha voz à deles, mas o contrato de tipificado de vida em comum que existe no código civil e que se chama casamento, a bem ver, nada tem a ver com isto.</p>
<p>Antes do casamento civil já existia o religioso. Do casamento religioso não curamos agora nós. Mas começo a dar razão aos (ateus, laicos e eclesiásticos) que dizem que o casamento civil nem sequer deveria existir. Cada um que faça os contratos que quiser e não precisamos do Estado a dar-nos a minuta do contrato a assinar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rosa-que-fuma</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50973</link>
		<dc:creator>rosa-que-fuma</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 17:41:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50973</guid>
		<description>Porque as benesses de segurança social para o casamentto só têm sensatez para casais com filhos 

falacioso, mas enough.
O direito à adopção, e á reprodução medicamente assitida, em casal.

e casamentos com moribundos para ter uma pensão de viuvez é uma fraude.
não não é. Simbolicamente, não é. Na lei tb não. Sê-lo-á na pratica?

(ou então não é falacioso, é utópico, desejo de mudar o que está para algo mais real. Tás conosco, pedro K, tás e nem sabes)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Porque as benesses de segurança social para o casamentto só têm sensatez para casais com filhos </p>
<p>falacioso, mas enough.<br />
O direito à adopção, e á reprodução medicamente assitida, em casal.</p>
<p>e casamentos com moribundos para ter uma pensão de viuvez é uma fraude.<br />
não não é. Simbolicamente, não é. Na lei tb não. Sê-lo-á na pratica?</p>
<p>(ou então não é falacioso, é utópico, desejo de mudar o que está para algo mais real. Tás conosco, pedro K, tás e nem sabes)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: cristã</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50954</link>
		<dc:creator>cristã</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 15:56:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50954</guid>
		<description>Pedro K(Costa) Ferreira, diz a fernanda: &quot;Qualquer outra forma de resolver este dilema, nomeadamente a criação de um tipo de casamento específico para homossexuais, será uma indecente manutenção da discriminação, tanto mais indecente e intolerável quanto, na sua cobardia, cede ao preconceito fingindo combatê-lo&quot;.

Perante a sua insistência, eu pergunto-lhe:
Para quê fazer &quot;contratos específicos&quot; que distingam de acordo com a  orientação sexual se estamos falar de cidadãos portugueses que têm exactamente os mesmos deveres perante o Estado?

ps -  Qualquer resposta será, no mínimo, imaginativa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro K(Costa) Ferreira, diz a fernanda: &#8220;Qualquer outra forma de resolver este dilema, nomeadamente a criação de um tipo de casamento específico para homossexuais, será uma indecente manutenção da discriminação, tanto mais indecente e intolerável quanto, na sua cobardia, cede ao preconceito fingindo combatê-lo&#8221;.</p>
<p>Perante a sua insistência, eu pergunto-lhe:<br />
Para quê fazer &#8220;contratos específicos&#8221; que distingam de acordo com a  orientação sexual se estamos falar de cidadãos portugueses que têm exactamente os mesmos deveres perante o Estado?</p>
<p>ps &#8211;  Qualquer resposta será, no mínimo, imaginativa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: agent</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50901</link>
		<dc:creator>agent</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 09:53:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50901</guid>
		<description>Sou um admirador (quase) incondicional das várias “lutas” da Fernanda. Mas é sobretudo nesta com que mais me identifico. De certa forma é uma luta inglória por todas as razões apresentadas neste espantoso “prefácio”, por todos os entraves “burocráticos” com que já foi confrontada, mas também porque defende uma causa de uma “minoria” composta por individuos que na sua “maioria” está, e desculpe-me a expressão, a borrifar para o “casamento gay”. Eu sei, e a Fernanda também deve saber, que o homossexual comum português não é tanto o que participa em arraiais ou “dá a cara”, e muito menos o que assiste a palestras sobre um contrato civil entre pessoas do mesmo sexo, mas mais aquele que baixa e sobe as calças à mesma velocidade com que foge de uma discussão da defesa das causas da sua orientação sexual. Uma sexualidade que ele nega, categoricamente, mas que pratica, sem contenção. (Obviamente que falo da homossexualidade masculina, que é a realidade que melhor conheço.) 
Foi exactamente por esta mesma razão que o resultado dos resultados do inquérito por si citado não me surpreenderam. Bem como todos os contra-argumentos apresentados pelos The Studios desta sociedade.
Felizmente ainda vai havendo gente com “bom senso” e honesta neste meio que, gostando ou não de “dar nas vistas”, vão à luta e têm feito, apesar de tudo, muito pelo respeito e dignificação de todos os que “praticam” esta sexualidade. Todos! Incluindo os que cospem no seu prato da sopa. 
Daí o meu apreço pelo seu trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou um admirador (quase) incondicional das várias “lutas” da Fernanda. Mas é sobretudo nesta com que mais me identifico. De certa forma é uma luta inglória por todas as razões apresentadas neste espantoso “prefácio”, por todos os entraves “burocráticos” com que já foi confrontada, mas também porque defende uma causa de uma “minoria” composta por individuos que na sua “maioria” está, e desculpe-me a expressão, a borrifar para o “casamento gay”. Eu sei, e a Fernanda também deve saber, que o homossexual comum português não é tanto o que participa em arraiais ou “dá a cara”, e muito menos o que assiste a palestras sobre um contrato civil entre pessoas do mesmo sexo, mas mais aquele que baixa e sobe as calças à mesma velocidade com que foge de uma discussão da defesa das causas da sua orientação sexual. Uma sexualidade que ele nega, categoricamente, mas que pratica, sem contenção. (Obviamente que falo da homossexualidade masculina, que é a realidade que melhor conheço.)<br />
Foi exactamente por esta mesma razão que o resultado dos resultados do inquérito por si citado não me surpreenderam. Bem como todos os contra-argumentos apresentados pelos The Studios desta sociedade.<br />
Felizmente ainda vai havendo gente com “bom senso” e honesta neste meio que, gostando ou não de “dar nas vistas”, vão à luta e têm feito, apesar de tudo, muito pelo respeito e dignificação de todos os que “praticam” esta sexualidade. Todos! Incluindo os que cospem no seu prato da sopa.<br />
Daí o meu apreço pelo seu trabalho.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro K(Costa) Ferreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50897</link>
		<dc:creator>Pedro K(Costa) Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 08:15:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50897</guid>
		<description>Fernanda,

Estou à espera do teu avisado comentário (ou dos autores dos pareceres) sobre a minha sugestão, para que &quot;os paneleireiros e as fufas&quot; (as palavras são tuas) estabeleçam entre si um contrato civil privado de comunhão de vida para restabelecer o seu direito de criar uma família de papel passado que tu achas tão fundamental assim.

E não me venhas reclamar com benesses de segurança social, de impostos, de contratos de arrendamento ou de direitos sucessórios.
Porque nada disso é direito fundamental.
Porque as benesses de segurança social para o casamentto só têm sensatez para casais com filhos (não vou agora elaborar, tu és suficientemente espertinha) e casamentos com moribundos para ter uma pensão de viuvez é uma fraude.
Porque o fisco penaliza quem casa.
Porque os contratos privados de comunhão de vida podem estabelecer regras privadas de sucessão.
Porque há muitas maneiras de assegurar continuação de arrendamentos após a morte de um dos &quot;comungantes de vida.&quot;

O único argumento que não é verdadeiramente ultrapassável com um contrato privado de comunhão de vida tem a ver com o símbolo. Mas símbolos não são direitos fundamentais.

O casamento é um contrato civil tipo; nada impede que homosexuais e heterosexuais estabeleçam entre si contratos específicos. Que falta de imaginação que as &quot;fufas e os paneleiros&quot; têm, caramba.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda,</p>
<p>Estou à espera do teu avisado comentário (ou dos autores dos pareceres) sobre a minha sugestão, para que &#8220;os paneleireiros e as fufas&#8221; (as palavras são tuas) estabeleçam entre si um contrato civil privado de comunhão de vida para restabelecer o seu direito de criar uma família de papel passado que tu achas tão fundamental assim.</p>
<p>E não me venhas reclamar com benesses de segurança social, de impostos, de contratos de arrendamento ou de direitos sucessórios.<br />
Porque nada disso é direito fundamental.<br />
Porque as benesses de segurança social para o casamentto só têm sensatez para casais com filhos (não vou agora elaborar, tu és suficientemente espertinha) e casamentos com moribundos para ter uma pensão de viuvez é uma fraude.<br />
Porque o fisco penaliza quem casa.<br />
Porque os contratos privados de comunhão de vida podem estabelecer regras privadas de sucessão.<br />
Porque há muitas maneiras de assegurar continuação de arrendamentos após a morte de um dos &#8220;comungantes de vida.&#8221;</p>
<p>O único argumento que não é verdadeiramente ultrapassável com um contrato privado de comunhão de vida tem a ver com o símbolo. Mas símbolos não são direitos fundamentais.</p>
<p>O casamento é um contrato civil tipo; nada impede que homosexuais e heterosexuais estabeleçam entre si contratos específicos. Que falta de imaginação que as &#8220;fufas e os paneleiros&#8221; têm, caramba.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Santos Pinto</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50868</link>
		<dc:creator>Ricardo Santos Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 00:53:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50868</guid>
		<description>The Studio,

Um exemplo pequenino, do dia-a-dia. 75% da população (ou mais) é contra o aumento dos impostos. Aumentá-los é violação das mais elementares regras democráticas?
Será desonestidade política, sobretudo quando em campanha se prometeu o contrário, mas violação das mais elementares regras democráticas parece-me excessivo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>The Studio,</p>
<p>Um exemplo pequenino, do dia-a-dia. 75% da população (ou mais) é contra o aumento dos impostos. Aumentá-los é violação das mais elementares regras democráticas?<br />
Será desonestidade política, sobretudo quando em campanha se prometeu o contrário, mas violação das mais elementares regras democráticas parece-me excessivo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50862</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 00:26:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50862</guid>
		<description>&#039;Se por exemplo 75% da população for contra o casamento gay, legislar nesse sentido… é coragem ou é violação das mais elementares regras democráticas?&#039;

bom, se por exemplo 75% da população for a favor da pena de morte, aboli-la é coragem ou é violação das mais elementares regras democráricas? the studio, creio que lhe faz falta um dicionário e uns livros de direito bem anotados para decifrar o significado de &#039;direitos fundamentais&#039;. e já uma agora um exercício de reflexão simples, que nunca até hoje lhe ocorreu: em que é que exactamente legislar de modo a permitir o casamento aos homossexuais prejudica seja quem for? e não me venha com a conversa da &#039;desvalorização&#039;, pela sua saúde. para negar um direito fundamental -- leia-se, um daqueles que está estatuído na constituição e faz parte do núcleo duro dos direitos individuais, é preciso um bocadinho mais do que &#039;olha, os paneleireiros e as fufas casarem faz-me bué da impressão&#039;. não lhe vou perguntar se percebeu, porque sei que não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8216;Se por exemplo 75% da população for contra o casamento gay, legislar nesse sentido… é coragem ou é violação das mais elementares regras democráticas?&#8217;</p>
<p>bom, se por exemplo 75% da população for a favor da pena de morte, aboli-la é coragem ou é violação das mais elementares regras democráricas? the studio, creio que lhe faz falta um dicionário e uns livros de direito bem anotados para decifrar o significado de &#8216;direitos fundamentais&#8217;. e já uma agora um exercício de reflexão simples, que nunca até hoje lhe ocorreu: em que é que exactamente legislar de modo a permitir o casamento aos homossexuais prejudica seja quem for? e não me venha com a conversa da &#8216;desvalorização&#8217;, pela sua saúde. para negar um direito fundamental &#8212; leia-se, um daqueles que está estatuído na constituição e faz parte do núcleo duro dos direitos individuais, é preciso um bocadinho mais do que &#8216;olha, os paneleireiros e as fufas casarem faz-me bué da impressão&#8217;. não lhe vou perguntar se percebeu, porque sei que não.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: De Puta Madre</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50859</link>
		<dc:creator>De Puta Madre</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 23:56:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50859</guid>
		<description>Casamento!!!!???????????
Bolas! Nisso somos mais avançados que os espanhóis ( que eu amo de paixão assolapada). Mas quem é que acredita nisso??? Casamento. Igualdade Sim! Mas  inventem outra forma de simbolizar o amor entre as pessoas, sem ser essa coisa altamente em derrocada que é a instituição casamento. Alias, o casamento-heterossexual deve servir mais com falência de um modelo que já não serve ou se ajusta aos novíssimos tempos, do que modelo ou paradigma referencial de uma instiruição de sucesso. 
Se casamento signifiçcar uma forma puramente simbólica de assinalr a iguladade entre as pessoas, independentemente da forma como queiram ou procurem afirmar-se nesta vida, certo! De outra formaé mesmo teimar seguir um caminho mais ingénuo do que as minhas palavras por aqui. Casamento?? I don&#039;t belive em Casamentos, Fotografias, Cigarros e homens bons e etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Casamento!!!!???????????<br />
Bolas! Nisso somos mais avançados que os espanhóis ( que eu amo de paixão assolapada). Mas quem é que acredita nisso??? Casamento. Igualdade Sim! Mas  inventem outra forma de simbolizar o amor entre as pessoas, sem ser essa coisa altamente em derrocada que é a instituição casamento. Alias, o casamento-heterossexual deve servir mais com falência de um modelo que já não serve ou se ajusta aos novíssimos tempos, do que modelo ou paradigma referencial de uma instiruição de sucesso.<br />
Se casamento signifiçcar uma forma puramente simbólica de assinalr a iguladade entre as pessoas, independentemente da forma como queiram ou procurem afirmar-se nesta vida, certo! De outra formaé mesmo teimar seguir um caminho mais ingénuo do que as minhas palavras por aqui. Casamento?? I don&#8217;t belive em Casamentos, Fotografias, Cigarros e homens bons e etc.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: The Studio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50856</link>
		<dc:creator>The Studio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 23:09:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50856</guid>
		<description>&quot;Em Espanha, contra uma Igreja Católica forte, teve-se a coragem de legislar sobre o assunto.
Em Portugal, nem com uma maioria absoluta têm essa coragem.&quot;


Ricardo, a opinião da Igreja católica é igual ao litro. O que interessa é a opinião das pessoas. Se por exemplo 75% da população for contra o casamento gay, legislar nesse sentido... é coragem ou é violação das mais elementares regras democráticas?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Em Espanha, contra uma Igreja Católica forte, teve-se a coragem de legislar sobre o assunto.<br />
Em Portugal, nem com uma maioria absoluta têm essa coragem.&#8221;</p>
<p>Ricardo, a opinião da Igreja católica é igual ao litro. O que interessa é a opinião das pessoas. Se por exemplo 75% da população for contra o casamento gay, legislar nesse sentido&#8230; é coragem ou é violação das mais elementares regras democráticas?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50845</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 22:01:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50845</guid>
		<description>ricardo santos pinto, my thoughts exactly.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ricardo santos pinto, my thoughts exactly.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: PKS</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50827</link>
		<dc:creator>PKS</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 20:36:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50827</guid>
		<description>Fernanda  Maria,

Nada impede as meninas que têm o caso no Constitucional de estabelecer entre elas um contrato civil de comunhão de vida. O contrato é válido, não precisam do Cod. Civil para nada!!

Pois, talvez não tenham algumas benesses de segurança social, ... e talvez tenham vantagem nos impostos.

As benesses que existem para o casamento e as desvantagens que existem parta o casamento é que são inconstitucionais.

Agora contratos civis heterosexuais, homosexuais, poligâmicos e outros, com ou sem condições de exclusividade, cada uma faz os que quer. Contratos civis, ha muitos (como os chapéus de Vasco Santana), e apetece acrescentar: “seus palermas”.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda  Maria,</p>
<p>Nada impede as meninas que têm o caso no Constitucional de estabelecer entre elas um contrato civil de comunhão de vida. O contrato é válido, não precisam do Cod. Civil para nada!!</p>
<p>Pois, talvez não tenham algumas benesses de segurança social, &#8230; e talvez tenham vantagem nos impostos.</p>
<p>As benesses que existem para o casamento e as desvantagens que existem parta o casamento é que são inconstitucionais.</p>
<p>Agora contratos civis heterosexuais, homosexuais, poligâmicos e outros, com ou sem condições de exclusividade, cada uma faz os que quer. Contratos civis, ha muitos (como os chapéus de Vasco Santana), e apetece acrescentar: “seus palermas”.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Santos Pinto</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50810</link>
		<dc:creator>Ricardo Santos Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 17:31:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50810</guid>
		<description>Em Espanha, contra uma Igreja Católica forte, teve-se a coragem de legislar sobre o assunto. 
Em Portugal, nem com uma maioria absoluta têm essa coragem. É que, se vão estar à espera de algum consenso na sociedade portuguesa, bem podem espear sentados. 
Aí sim, é que se poderia dizer que este prmeiro-ministro é reformista. E aí sim, é que eu lhe poderia bater palmas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em Espanha, contra uma Igreja Católica forte, teve-se a coragem de legislar sobre o assunto.<br />
Em Portugal, nem com uma maioria absoluta têm essa coragem. É que, se vão estar à espera de algum consenso na sociedade portuguesa, bem podem espear sentados.<br />
Aí sim, é que se poderia dizer que este prmeiro-ministro é reformista. E aí sim, é que eu lhe poderia bater palmas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50802</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 16:40:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50802</guid>
		<description>Fernanda, eheh boa, essa! e, olha, acho que assim até é melhor. é da maneira que consegues ser duplamente fracturante!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda, eheh boa, essa! e, olha, acho que assim até é melhor. é da maneira que consegues ser duplamente fracturante!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: The Studio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50799</link>
		<dc:creator>The Studio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 16:36:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50799</guid>
		<description>Menina Câncio, peço desculpa pela resposta telegráfica mas não sou profissional de causas e não tenho muito tempo.

1. Para mim e para outras pessoas que conheço, permitir o &quot;casamento&quot; a gays ou a grupos de pessoas retira significado ao casamento. Isso só por si é uma prova do que afirmei. Para saber a percentagem pessoas que  sentem que foram privadas do significado que atribuiam ao casamento, eram necessários dados estatísticos. 

2. O Vital Moreira tem a sua opinião que vale apenas como a sua opinião. No entanto, o facto de um constitucionalista do seu lado da barricada afirmar que o artigo é constitucional, prova que a sua inconstitucionalidade é tudo menos evidente como vocês alegam.

3. Uma feminista que não é contra o casamento poligâmico? Mas que surpresa, veja lá, cuidado não seja agredida lá no congresso da queima de soutians. Se de facto a menina Câncio não é contra, então a minha conclusão não é válida para si (mas é válida para a maioria dos defensores dos casamentos gays)

4. Reitero, o texto faz a apologia do despotismo sim. A questão fundamental é: quem define os direitos fundamentais? A menina Câncio? A senhora Moreira? Desde quando quando &quot;o casamento gay&quot; é um direito fundamental. Considerar-se no direito de DITAR aos outros o que está certo e errado é a legitimação das ditaduras. A comparação com Mugabe é de todo pertinente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Menina Câncio, peço desculpa pela resposta telegráfica mas não sou profissional de causas e não tenho muito tempo.</p>
<p>1. Para mim e para outras pessoas que conheço, permitir o &#8220;casamento&#8221; a gays ou a grupos de pessoas retira significado ao casamento. Isso só por si é uma prova do que afirmei. Para saber a percentagem pessoas que  sentem que foram privadas do significado que atribuiam ao casamento, eram necessários dados estatísticos. </p>
<p>2. O Vital Moreira tem a sua opinião que vale apenas como a sua opinião. No entanto, o facto de um constitucionalista do seu lado da barricada afirmar que o artigo é constitucional, prova que a sua inconstitucionalidade é tudo menos evidente como vocês alegam.</p>
<p>3. Uma feminista que não é contra o casamento poligâmico? Mas que surpresa, veja lá, cuidado não seja agredida lá no congresso da queima de soutians. Se de facto a menina Câncio não é contra, então a minha conclusão não é válida para si (mas é válida para a maioria dos defensores dos casamentos gays)</p>
<p>4. Reitero, o texto faz a apologia do despotismo sim. A questão fundamental é: quem define os direitos fundamentais? A menina Câncio? A senhora Moreira? Desde quando quando &#8220;o casamento gay&#8221; é um direito fundamental. Considerar-se no direito de DITAR aos outros o que está certo e errado é a legitimação das ditaduras. A comparação com Mugabe é de todo pertinente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: cristã</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50795</link>
		<dc:creator>cristã</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 16:11:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50795</guid>
		<description>ei-los.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ei-los.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Clara</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50789</link>
		<dc:creator>Clara</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 15:55:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50789</guid>
		<description>eh eh eh
Fernanda faz uma pausa! Não vale apena andar a abrir cabeça ...
Informação: há uma guerra no Origem das Especies post Ana Moura.

studio, lá o tema é incomodo. Começam a surgir candidatos a legisladores dos nossos sonhos e desejos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eh eh eh<br />
Fernanda faz uma pausa! Não vale apena andar a abrir cabeça &#8230;<br />
Informação: há uma guerra no Origem das Especies post Ana Moura.</p>
<p>studio, lá o tema é incomodo. Começam a surgir candidatos a legisladores dos nossos sonhos e desejos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50784</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 15:46:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50784</guid>
		<description>the studio, creio que é quem apresenta o argumento da desvalorização do casamento que deve fazer prova do que afirma. por acaso, o the studio já apresentou esse argumento neste blogue e eu já lhe pedi que apresentasse dados comprovativos. como os dados não existem, a evidência não existe. e com tantos  e tão empenhados the studios espalhados pelo mundo, seria de esperar que a existirem quaisquer provas disso, elas já andassem para aí num portal &#039;científico&#039; qualquer. 

depois, the studio, não creio que vital moreira seja autor de qualquer dos 3 pareceres em causa. conheço muito bem a posição desse constitucionalista, que aliás já reportei em artigos jornalíticos. sucede que existem outras posições e perspectivas jurídicas, como é o caso das dos autores dos pareceres. se para o the studio vital moreira é incontornável e insusceptivel de ser contraditado, óptimo: quando escrever um texto sobre o assunto, não se esqueça de o referir.  

pela enésima vez, eu não me oponho ao casamento poligâmico. e não sei onde terá o the studio ido buscar a informação de que os juristas em causa, cuja opinião sobre essa matéria desconheço, &#039;são contra&#039;. voltando a repetir-me (que maçadoria), não é isso que está em discussão, e quando estiver, terei todo o gosto em discutir o assunto. por outro lado, não existe, parece, nenhuma norma na constituição que permita afirmar que a proibição do casamento poligâmico é inconstitucional -- pode ser, quanto muito, injusta e infundamentada.(já agora, para quem não sabe, os casamentos entre pessoas do mesmo sexo existiram ao longo da história da humanidade -- existem referências bibliográficas nos pareceres a estudos sobre isso).

por fim, &#039;a apologia do despotismo&#039;. tresler a ideia de que &#039;contra direitos fundamentais não valem, sem mais, as opiniões das maiorias&#039; já seria grave (o the studio não deve ter reparado no &#039;sem mais&#039;, é a miopia congénita&#039;. mas o mais curioso é que este tipo de argumento foi muito usado pelos the studios (e por exemplo pela hieraquia da igreja católica) durante o debate do referendo do aborto. com um pequeno óbice: de facto, não existe aquela coisa que the studios e als tanto gostam de encontrar na constituição e que não está lá em nenhum lado: o tal de direito fundamental &#039;à vida&#039;. um bocado de honestidade, só um bocadinho, the studio. já que se dá ao trabalho de aqui vir, de ler e contestar, podia tentar fazê-lo com lisura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>the studio, creio que é quem apresenta o argumento da desvalorização do casamento que deve fazer prova do que afirma. por acaso, o the studio já apresentou esse argumento neste blogue e eu já lhe pedi que apresentasse dados comprovativos. como os dados não existem, a evidência não existe. e com tantos  e tão empenhados the studios espalhados pelo mundo, seria de esperar que a existirem quaisquer provas disso, elas já andassem para aí num portal &#8216;científico&#8217; qualquer. </p>
<p>depois, the studio, não creio que vital moreira seja autor de qualquer dos 3 pareceres em causa. conheço muito bem a posição desse constitucionalista, que aliás já reportei em artigos jornalíticos. sucede que existem outras posições e perspectivas jurídicas, como é o caso das dos autores dos pareceres. se para o the studio vital moreira é incontornável e insusceptivel de ser contraditado, óptimo: quando escrever um texto sobre o assunto, não se esqueça de o referir.  </p>
<p>pela enésima vez, eu não me oponho ao casamento poligâmico. e não sei onde terá o the studio ido buscar a informação de que os juristas em causa, cuja opinião sobre essa matéria desconheço, &#8216;são contra&#8217;. voltando a repetir-me (que maçadoria), não é isso que está em discussão, e quando estiver, terei todo o gosto em discutir o assunto. por outro lado, não existe, parece, nenhuma norma na constituição que permita afirmar que a proibição do casamento poligâmico é inconstitucional &#8212; pode ser, quanto muito, injusta e infundamentada.(já agora, para quem não sabe, os casamentos entre pessoas do mesmo sexo existiram ao longo da história da humanidade &#8212; existem referências bibliográficas nos pareceres a estudos sobre isso).</p>
<p>por fim, &#8216;a apologia do despotismo&#8217;. tresler a ideia de que &#8216;contra direitos fundamentais não valem, sem mais, as opiniões das maiorias&#8217; já seria grave (o the studio não deve ter reparado no &#8216;sem mais&#8217;, é a miopia congénita&#8217;. mas o mais curioso é que este tipo de argumento foi muito usado pelos the studios (e por exemplo pela hieraquia da igreja católica) durante o debate do referendo do aborto. com um pequeno óbice: de facto, não existe aquela coisa que the studios e als tanto gostam de encontrar na constituição e que não está lá em nenhum lado: o tal de direito fundamental &#8216;à vida&#8217;. um bocado de honestidade, só um bocadinho, the studio. já que se dá ao trabalho de aqui vir, de ler e contestar, podia tentar fazê-lo com lisura.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50769</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 13:55:38 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Estando a posição contrária obviamente representada na situação e no Código Civil&quot; e assim não seria preciso contraditório. Esta mereceria o aplauso de qualquer torcionário: é Moscovo anos 30 não dira no seu melhor, mas bom. 
O resto não li, calculo que seja o gauche tablóide habitual.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Estando a posição contrária obviamente representada na situação e no Código Civil&#8221; e assim não seria preciso contraditório. Esta mereceria o aplauso de qualquer torcionário: é Moscovo anos 30 não dira no seu melhor, mas bom.<br />
O resto não li, calculo que seja o gauche tablóide habitual.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: The Studio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50766</link>
		<dc:creator>The Studio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 13:11:24 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns Fernanda Câncio. A Fernanda é uma grande cidadã, que enche de orgulho o jornalismo Português. É uma grande jornalista que aborda temas incómodos para a sociedade, sempre de forma profissional, isenta e idónea como o exige a ética jornalista. Pela 132ª vez este mês aborda o livro dos três ilustres juristas de causas Carlos Pamplona Côrte-Real, Isabel Moreira e Luís Duarte d’Almeida.

O texto aqui apresentado pela menina Câncio merece-me os seguintes comentários: é 


1. O texto é muito extenso para que possa comentar ponto a ponto. Trata-se de uma resenha dos argumentos, chamemos-lhe assim, a favor do &quot;casamento gay&quot;. Estes são constituidos basicamente dogmas, postulados e opiniões pessoais. Dado serem numerosos vou apenas comentar dois deles. 

Primeiro, aquele em que a menina Câncio questiona &quot;onde está, nos diversos países onde as pessoas do mesmo sexo se podem casar (...), a evidência de que o instituto passou a ser encarado como menos valioso?&quot; Para se ter essa evidência teriam que se questionar as pessoas (sobretudo as casadas) sobre o que pensavam. Como tal não foi feito a evidência naturalmente não pode existir. O que a menina Câncio pede é, portanto, onde estão os resultados de estudos que não foram feitos?

Passemos à questão da constitucionalidade. Para a jornalista de causas e  para os três ilustres juristas de causas, o artigo do código civil é evidentemente inconstitucional. Já para o constitucionalista Vital Moreira, como a menina Câncio sabe e convenientemente ignorou, o artigo evidententemente não é inconstitucional. Portanto, aqui alguém usa palas nos olhos. E dado que o Vital Moreira defende o casamento gay, não é certamente ele quem usa palas nos olhos.

2. O ponto forte da argumentação, é o de assumir repetidamente que as opiniões distintas das apresentadas se baseiam no preconceito e na ignorância. Curiosamente todos os argumentos apresentados, a constitução de família, as liberdades individuais, a questão do amor, etç, se aplicam ipsis verbis ao casamento poligâmico contra o qual a jornalista de causas e os ilustres juristas de causa são contram. O que a menina Câncio consegue provar neste texto é, portanto, que tanto as suas opiniões como as dos ilustres juristas de causas se baseiam na ignorância e no preconceito.

3. O que me parece mais relevante neste texto é, porém, a apologia do despotismo que é feita e o desprezo pelas regras democráticas revelado. Não é que outra coisa fosse de esperar de pessoas afectas a partidos de ideologias totalitárias como o BE e o PCP, mas a verdade é que me chocou um pouco a forma directa e agressiva como as regras democráticas são aqui atacadas. Diz a senhora Isaber Moreira que contra os valores fundamentais não valem as maiorias. Ora este é o pensamento que está na génese da legitimação das ditaduras. O que nunca ocorreu a esta senhora é que os &quot;valores fundamentais&quot; não são definidos por ela ou pela menina Câncio. São definidos pelas maiorias.

Para terminar, sugiro a estes três ilustres de causas que vendam os seus pareceres a quem deles precisae aproveitem para ganhar dinheiro. Por exemplo, &quot; Aos valores fundamentais do Sr. Mugabe não se pode opor a maioria que votou na oposição&quot;. Que tal soa?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns Fernanda Câncio. A Fernanda é uma grande cidadã, que enche de orgulho o jornalismo Português. É uma grande jornalista que aborda temas incómodos para a sociedade, sempre de forma profissional, isenta e idónea como o exige a ética jornalista. Pela 132ª vez este mês aborda o livro dos três ilustres juristas de causas Carlos Pamplona Côrte-Real, Isabel Moreira e Luís Duarte d’Almeida.</p>
<p>O texto aqui apresentado pela menina Câncio merece-me os seguintes comentários: é </p>
<p>1. O texto é muito extenso para que possa comentar ponto a ponto. Trata-se de uma resenha dos argumentos, chamemos-lhe assim, a favor do &#8220;casamento gay&#8221;. Estes são constituidos basicamente dogmas, postulados e opiniões pessoais. Dado serem numerosos vou apenas comentar dois deles. </p>
<p>Primeiro, aquele em que a menina Câncio questiona &#8220;onde está, nos diversos países onde as pessoas do mesmo sexo se podem casar (&#8230;), a evidência de que o instituto passou a ser encarado como menos valioso?&#8221; Para se ter essa evidência teriam que se questionar as pessoas (sobretudo as casadas) sobre o que pensavam. Como tal não foi feito a evidência naturalmente não pode existir. O que a menina Câncio pede é, portanto, onde estão os resultados de estudos que não foram feitos?</p>
<p>Passemos à questão da constitucionalidade. Para a jornalista de causas e  para os três ilustres juristas de causas, o artigo do código civil é evidentemente inconstitucional. Já para o constitucionalista Vital Moreira, como a menina Câncio sabe e convenientemente ignorou, o artigo evidententemente não é inconstitucional. Portanto, aqui alguém usa palas nos olhos. E dado que o Vital Moreira defende o casamento gay, não é certamente ele quem usa palas nos olhos.</p>
<p>2. O ponto forte da argumentação, é o de assumir repetidamente que as opiniões distintas das apresentadas se baseiam no preconceito e na ignorância. Curiosamente todos os argumentos apresentados, a constitução de família, as liberdades individuais, a questão do amor, etç, se aplicam ipsis verbis ao casamento poligâmico contra o qual a jornalista de causas e os ilustres juristas de causa são contram. O que a menina Câncio consegue provar neste texto é, portanto, que tanto as suas opiniões como as dos ilustres juristas de causas se baseiam na ignorância e no preconceito.</p>
<p>3. O que me parece mais relevante neste texto é, porém, a apologia do despotismo que é feita e o desprezo pelas regras democráticas revelado. Não é que outra coisa fosse de esperar de pessoas afectas a partidos de ideologias totalitárias como o BE e o PCP, mas a verdade é que me chocou um pouco a forma directa e agressiva como as regras democráticas são aqui atacadas. Diz a senhora Isaber Moreira que contra os valores fundamentais não valem as maiorias. Ora este é o pensamento que está na génese da legitimação das ditaduras. O que nunca ocorreu a esta senhora é que os &#8220;valores fundamentais&#8221; não são definidos por ela ou pela menina Câncio. São definidos pelas maiorias.</p>
<p>Para terminar, sugiro a estes três ilustres de causas que vendam os seus pareceres a quem deles precisae aproveitem para ganhar dinheiro. Por exemplo, &#8221; Aos valores fundamentais do Sr. Mugabe não se pode opor a maioria que votou na oposição&#8221;. Que tal soa?</p>
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		<title>Por: Isabel Moreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50750</link>
		<dc:creator>Isabel Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 11:22:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50750</guid>
		<description>Em primeiro lugar, enquanto autora, entre três, do livro apresentado, o meu profundo agradecimento à Fernanda Câncio. Ele é duplo, já que para além desta apresentação, com coragem, denunciou o &quot;Ministério Pudico&quot;. Não posso deixar de reagir ao esclarecimento prestado pelo Dr. Rui do Carmo, director da revista, no link que a Fernanda disponibiliza. Vou por pontos.
1. O Dr. Rui do Carmo (DRC) só me respondeu - como transcreve - por insistência minha após semanas de silêncio, quando a proposta de publicação já tinha sido feita.
2. Na proposta tinha sido explicado que só nos interessaria publicar os pareceres tal como estavam apresentados, pois as opiniões contrárias já estavam publicadas e o contraditório, em Portugal, estava por fazer, precisamente, publicando-se, pela primeira vez, esta posição, e permitindo o debate na sociedade enquanto estava a decorrer o julgamento no Tribunal Constitucional, como aconteceria em qualquer país civilizado.
3. Por isso, a resposta, que só chega, repito, por inistência minha, é hipócrita, finge que não leu a proposta inicial - aliás, o DRC já sabia de início que nº da RMP que nos interessaria já estava indisponível, pelo que, talvez com gosto, nos fez perder tempo - e sugere, atropelando a liberdade de expressão e científica dos autores, que transformemos pareceres em futuras críticas de jurisprudência. É como pedir a um pintor que tranforme um quadro numa cadeira.
4. Houve, pois, silenciamento da defesa da inconstitucionalidade da solução legislativa actual. 
5. O critério avançado pela Revista do MP de que publicaria os nossos pareceres, mais à frente, cobardemente, após a decisão do TC, desde que acompanhados de posições contrárias é, como à data foi transmitido ao DRC, curioso e inédito: estamos atentos para ver se de futuro a RMP mantém o critério. Sempre que, por exemplo, se publicar um artigo sobre o princípio democrático, terá de se publicar, imagina-se, ao mesmo tempo, um atrigo sobre o princípio autoritário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em primeiro lugar, enquanto autora, entre três, do livro apresentado, o meu profundo agradecimento à Fernanda Câncio. Ele é duplo, já que para além desta apresentação, com coragem, denunciou o &#8220;Ministério Pudico&#8221;. Não posso deixar de reagir ao esclarecimento prestado pelo Dr. Rui do Carmo, director da revista, no link que a Fernanda disponibiliza. Vou por pontos.<br />
1. O Dr. Rui do Carmo (DRC) só me respondeu &#8211; como transcreve &#8211; por insistência minha após semanas de silêncio, quando a proposta de publicação já tinha sido feita.<br />
2. Na proposta tinha sido explicado que só nos interessaria publicar os pareceres tal como estavam apresentados, pois as opiniões contrárias já estavam publicadas e o contraditório, em Portugal, estava por fazer, precisamente, publicando-se, pela primeira vez, esta posição, e permitindo o debate na sociedade enquanto estava a decorrer o julgamento no Tribunal Constitucional, como aconteceria em qualquer país civilizado.<br />
3. Por isso, a resposta, que só chega, repito, por inistência minha, é hipócrita, finge que não leu a proposta inicial &#8211; aliás, o DRC já sabia de início que nº da RMP que nos interessaria já estava indisponível, pelo que, talvez com gosto, nos fez perder tempo &#8211; e sugere, atropelando a liberdade de expressão e científica dos autores, que transformemos pareceres em futuras críticas de jurisprudência. É como pedir a um pintor que tranforme um quadro numa cadeira.<br />
4. Houve, pois, silenciamento da defesa da inconstitucionalidade da solução legislativa actual.<br />
5. O critério avançado pela Revista do MP de que publicaria os nossos pareceres, mais à frente, cobardemente, após a decisão do TC, desde que acompanhados de posições contrárias é, como à data foi transmitido ao DRC, curioso e inédito: estamos atentos para ver se de futuro a RMP mantém o critério. Sempre que, por exemplo, se publicar um artigo sobre o princípio democrático, terá de se publicar, imagina-se, ao mesmo tempo, um atrigo sobre o princípio autoritário.</p>
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		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50742</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 09:53:58 +0000</pubDate>
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		<description>maria, caramba.

jj amarante, é por esse motivo que está lá o &#039;digo eu&#039; e se segue, no texto, a frase seguinte - por falar em evidências. o parecer do pedro múrias é de facto muito interessante, pena que não tenha sido também incluído neste volume.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>maria, caramba.</p>
<p>jj amarante, é por esse motivo que está lá o &#8216;digo eu&#8217; e se segue, no texto, a frase seguinte &#8211; por falar em evidências. o parecer do pedro múrias é de facto muito interessante, pena que não tenha sido também incluído neste volume.</p>
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		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50737</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 09:14:57 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigada também a estes três corajosos juristas!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada também a estes três corajosos juristas!!</p>
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	<item>
		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50736</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 09:14:16 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda Câncio - Grande Profissional do jornalismo, grande Cidadã, Admirável Ser Humano!!!! Magnífico texto! Obrigada! Pena existirem ainda tão poucas figuras públicas em Portugal assim com estas qualidades...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda Câncio &#8211; Grande Profissional do jornalismo, grande Cidadã, Admirável Ser Humano!!!! Magnífico texto! Obrigada! Pena existirem ainda tão poucas figuras públicas em Portugal assim com estas qualidades&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: jj.amarante</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50735</link>
		<dc:creator>jj.amarante</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 09:13:18 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;uma inconstitucionalidade que pareceria evidente, digo eu, por simples bom senso&quot; é um mau começo para um texto desta dimensão. Se a tese fosse evidente, como por exemplo o céu de Lisboa ter a cor azul nos dias em que está descoberto, não mereceria as longas considerações que se seguem. No parecer do Pedro Múrias exactamente sobre este tema são tecidas considerações interessantes, logo no início do texto, sobre a argumentação baseada na &quot;evidência&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;uma inconstitucionalidade que pareceria evidente, digo eu, por simples bom senso&#8221; é um mau começo para um texto desta dimensão. Se a tese fosse evidente, como por exemplo o céu de Lisboa ter a cor azul nos dias em que está descoberto, não mereceria as longas considerações que se seguem. No parecer do Pedro Múrias exactamente sobre este tema são tecidas considerações interessantes, logo no início do texto, sobre a argumentação baseada na &#8220;evidência&#8221;.</p>
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	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50686</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 22:29:00 +0000</pubDate>
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		<description>querida mariana, não, no sábado vou estar a filmar mais um daqueles documentários contra o psd. mas estarei lá em espírito, eheh.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>querida mariana, não, no sábado vou estar a filmar mais um daqueles documentários contra o psd. mas estarei lá em espírito, eheh.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50684</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 22:20:31 +0000</pubDate>
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		<description>claro, alexandra. é do símbolo que se trata.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>claro, alexandra. é do símbolo que se trata.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: cristã</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50675</link>
		<dc:creator>cristã</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 20:24:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50675</guid>
		<description>&quot;É só isso que os casais de pessoas do mesmo sexo querem: a possibilidade de se prometerem publicamente o que as pessoas de sexo diferente prometem publicamente – quando escolham fazê-lo. Uma consagração pública de uma relação, com tudo o que isso implica, a começar pelo reconhecimento da dignidade dessa relação&quot;.
O problema é que o &quot;só isso&quot; da fernanda é precisamente &quot;tudo aquilo&quot; que mais assusta quem combate o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O que se teme e pretende evitar a todo o custo é o reconhecimento da dignidade da relação homossexual e até o reconhecimento da dignidade da pessoa homossexual. Gostava de ver os do costume assumir isto mas não creio que amanhã seja a véspera desse dia. Prevejo mesmo, já para hoje, as palermices habituais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;É só isso que os casais de pessoas do mesmo sexo querem: a possibilidade de se prometerem publicamente o que as pessoas de sexo diferente prometem publicamente – quando escolham fazê-lo. Uma consagração pública de uma relação, com tudo o que isso implica, a começar pelo reconhecimento da dignidade dessa relação&#8221;.<br />
O problema é que o &#8220;só isso&#8221; da fernanda é precisamente &#8220;tudo aquilo&#8221; que mais assusta quem combate o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O que se teme e pretende evitar a todo o custo é o reconhecimento da dignidade da relação homossexual e até o reconhecimento da dignidade da pessoa homossexual. Gostava de ver os do costume assumir isto mas não creio que amanhã seja a véspera desse dia. Prevejo mesmo, já para hoje, as palermices habituais.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Felizmina</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50672</link>
		<dc:creator>Felizmina</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 19:36:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50672</guid>
		<description>Parabéns pelo blog</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo blog</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JDuarte</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50667</link>
		<dc:creator>JDuarte</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 19:24:45 +0000</pubDate>
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		<description>Esta é uma semana má para os blogueres em geral.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma semana má para os blogueres em geral.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: menino de coro</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50659</link>
		<dc:creator>menino de coro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 18:54:54 +0000</pubDate>
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		<description>é verdade que &quot;casamento&quot; mudou muito ao longo do tempo, mas foi sempre entre homem e mulher.

mesmos direitos, mesmos deveres, tudo igual ao casamento entre heterossexuais, mas com um nome diferente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>é verdade que &#8220;casamento&#8221; mudou muito ao longo do tempo, mas foi sempre entre homem e mulher.</p>
<p>mesmos direitos, mesmos deveres, tudo igual ao casamento entre heterossexuais, mas com um nome diferente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Belo</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50650</link>
		<dc:creator>João Belo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 17:22:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50650</guid>
		<description>Brilhante!
Fosse um décimo dos nossos jornalistas capaz de um texto assim e teríamos um país tão mais esclarecido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Brilhante!<br />
Fosse um décimo dos nossos jornalistas capaz de um texto assim e teríamos um país tão mais esclarecido.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50647</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 16:24:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50647</guid>
		<description>Fosse a Fernanda advogada e, por esta altura, já tinha ganho uns bons milhões à custa da defesa dos lgbt portugueses. não sendo isso possível, vai tendo o reconhecimento devido de pessoas com dois dedos de testa. espero q isso te seja suficiente. por isso, aqui vai: obrigada.
vemo-nos sábado, às 16h?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fosse a Fernanda advogada e, por esta altura, já tinha ganho uns bons milhões à custa da defesa dos lgbt portugueses. não sendo isso possível, vai tendo o reconhecimento devido de pessoas com dois dedos de testa. espero q isso te seja suficiente. por isso, aqui vai: obrigada.<br />
vemo-nos sábado, às 16h?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Obsessão &#171; Palermice de Bacalhau</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50645</link>
		<dc:creator>Obsessão &#171; Palermice de Bacalhau</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 15:39:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3419#comment-50645</guid>
		<description>[...] Diz a Fernanda Câncio, e bem, desmistificando alguns conceitos de que o casamento homosexual é &#8220;algo diferente&#8221;, e destaco uma ideia que infelizmente vejo entre amigos &#8220;Usar o preconceito e a discriminação para justificar o preconceito e a discriminação é, convenhamos, pouco sério. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Diz a Fernanda Câncio, e bem, desmistificando alguns conceitos de que o casamento homosexual é &#8220;algo diferente&#8221;, e destaco uma ideia que infelizmente vejo entre amigos &#8220;Usar o preconceito e a discriminação para justificar o preconceito e a discriminação é, convenhamos, pouco sério. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/24/mais-do-mesmo/comment-page-1/#comment-50642</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 15:25:53 +0000</pubDate>
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		<description>entretanto,  a direcção da revista do mp já reagiu ao meu texto de sexta no dn, postado mais abaixo (o ministério pudico): http://www.smmp.pt/?p=898</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>entretanto,  a direcção da revista do mp já reagiu ao meu texto de sexta no dn, postado mais abaixo (o ministério pudico): <a href="http://www.smmp.pt/?p=898" rel="nofollow">http://www.smmp.pt/?p=898</a></p>
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