O “multiculturalismo” também dá muito jeito para estas coisas

À boleia da SIC, Nuno Rogeiro foi a Guantánamo. Trouxe de lá um filme turístico, sanitized by the US Army, sem prisioneiros focados, sem perguntas difíceis, sem respostas, sem nada que justificasse a excursão. O melhor momento foi quando o Rogeiro desatou a abanar o penteado pompadour, concordando com um médico que lhe garantia que se alguns prisioneiros com doenças mentais ouviam vozes a culpa não era da doença, nem do facto de estarem presos, mas sim da sua cultura. Claro que todos sabemos que ouvir vozes é exclusivo dos maluquinhos do Islão.

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